segunda-feira, 28 de março de 2011

Ao estudar Bacon percebemos que a interpretação da mente seria um senso comum e que a interpretação da natureza seria a ciência propriamente dita.
Nunca poderiamos deixar nossa mente se guiar sozinha, pois ela poderá seguir pensamentos equivocados, todavia se fizermos experiências e compreender o que é o pensamento equivocado e o que é verdade da nossa mente, podemos, sim, ser guiado por ela.
Além disse, Bacon também fazia critica aos gregos e sua filosofia, afirmando que os gregos não estavam prontos para inovar, pois ele afirmava que essa ciência, a dos gregos, não buscava o bem estar do homem, a filosofia tradicional não servia ao bem estar do homem.
Era necessário também curar a mente, boa ciência é a que combina o pensamento (racionalização) com o criar, o saber.
A verdadeira ciência, atuava como representação da ciência humana com a mente divina, e que os ídolos era uma falsa percepção do mundo.


"Um pouco de filosofia inclina a mente do homem para o ateísmo, mas profundidade em filosofia traz de volta as mentes das pessoas para a religião."

Carta Francis Bacon

Franca, 27 de março de 2011. São exatamente 5:52 e estou aqui, de frente ao computador, buscando inspiração para escrever sobre Francis Bacon. Sinceramente me perco em meus objetivos, se é me manter acordado, ou aquecido. Quando subitamente lembro-me que é falar sobre o bendito Bacon e seus pensamentos. Dissertar sobre ciência, sociologia...

E nessa busca intensa de interpretar a sociedade um nome ecoa em minha mente: Francis Bacon. Será que ele passou por isso?! “Bacon, meu caro Bacon, pensaste muito sobre os homens e a natureza não é?” Tenho certeza que virou várias noites acordado pensando a ciência, tentando livrar o mundo do senso comum e aprofundando o pensamento humano na mais importante descoberta científica, a de que a ciência é a interpretação da vida real, de que o homem deve parar de se esconder atrás de explicações fracas e levianas do mundo a sua volta.

Busca em seus anseios utilizar a ciência como uma maneira de dominar a natureza. Mãe de tudo, chefe da sorte ou azar humano. Na busca implacável de emancipação e independência o homem, exatamente por isso, sente a necessidade de dominá-la. E você Bacon enxerga isso e escreve sobre e interpreta tal contexto histórico e torna-se alguém além de seu tempo.

É meu caro, foram poucas palavras, perto do que representa para a humanidade. Mas pelo menos fez sentido virar a madrugada de domingo para segunda-feira a fim de estudá-lo e entendê-lo. Sinceramente posso tê-lo desgraçado em algumas palavras. Mas do que é feito o homem, senão de contradições e dialética?

Volte então Francis Bacon para o local onde guardo meus textos que eu irei para debaixo do cobertor. E aguardo nosso próximo encontro

Abraços


Pedro Fernandes Russo - 1º SS diurno

Cultivar e descobrir

Em Novum Organum Francis Bacon demonstra sua
maneira critica de pensar, e enxergar o mundo.
Chega a criticar a filosofia grega e tradicional, pois alega que ela
não serve ao bem estar do homem por ser "superficial" e cheia de teorias
que muitas vezes não são ut
eis para a pratica.
Propõe um novo método: basear-se em experiências para obter a ciência
de uma mente sã,
não permitindo que ela se guie por si mesma,pois as antecipações da mente podem gerar o senso comum,que por sua vez não é uma idéia da verdade,
e sim uma conclusão equivocada a que se chega baseando-se em gostos,ídolos e vícios pessoais.
Bacon utiliza cada descoberta científica como comprovação da existência de Deus, não um Deus
mágico e possuidor de super poderes,mas um ótimo biólogo,engenheiro e cientista,responsável pela criação de cada detalhe mínimo dos elementos terrestres.



Leticia Nascimento Silva , SS-Noturno.


Sempre muito critico aos outros pensadores Bacon escreveu há alguns séculos atrás, mas o seu raciocínio ainda é refletido na sociedade atual. Bacon se mostrou preocupado com as falsas noções, que deu o nome de “ídolos”, estes ídolos seria o motivo que levaria e ainda leva muitas pessoas ao erro sobre determinado assunto ou ciências.

Bacon afirmou a necessidade de ir a campo, observar a realidade concreta para se obter um resultado verdadeiro para a vida humana. Com isso Bacon sugeriu a inovação como forma de conseguir se chegar ao conhecimento real, pois só com a mente não fazemos nada, precisamos buscar o inexplicável, fugir do senso comum que sempre é o formador de opiniões de muitos.

Recentemente uma pesquisa feita pelo Conselho Tutelar de Franca mostrou um aumento de 60% na evasão escolar, sendo que o principal motivo desse assustador número é o envolvimento com as drogas pelos alunos. Porem, o mais dramático é quando ouvimos pessoas criticar as crianças por entrar nessa vida sem volta, só que infelizmente os seres humanos que fazem essas criticas não conhecem a verdadeira realidade dessas crianças que sem escolha acabam se envolvendo com o vicio, ou você conhece algum dependente químico que se diz satisfeito com a sua vida? Eu não conheço.

Na mesma linha de pensamento do Bacon acredito que os críticos precisam observar a vida humana como realmente ela é, não é em um passeio pela periferia dentro de seu carro blindado e com os vidros fechados que você vai descobrir o que se passa na cabeça e no coração de cada criança, mendigo, morador de rua, trabalhador, desempregado ou mesmo do ladrão que você se esconde em seu pequeno mundo.

Para concluir coloquei algumas das fotografias que venho produzindo nos últimos anos sobre como acostamos a conviver com tais situações ridículas a condição humana e fazemos pouco quase nada para muda-la, como; a garota que ao invés de estudar precisa cuidar da sua irmã mais nova, pois, ela não tem uma vaga na creche e sua mãe precisa trabalhar, o jovem que todos os dias furta para conseguir consumir uma pedra de crack, o desempregado que dorme dentro de uma caixa de papelão e não vê seus filhos há quatro anos ou os irmãos que tomam banho no córrego que passa atrás do barraco onde moram.




A ciência que buscamos tem que ser a exploração da natureza com um fim concreto que tenha um resultado verdadeiro para a vida humana, não devemos inclinar a ter por verdade o que preferimos ou se iludir com os falsos HERÓI define Francis Bacon.



Marcos Limonti 1º SS Noturno

Visualizar e antecipar as tecnologias

Pra Bacon a verdadeira ciência é encontrada na natureza e na exploração da mesma, afirma que é necessário o homem domesticar a natureza para obter uma dinâmica de constante inovação. A verdade científica precisa ser de fácil entendimento além de útil ao bem estar humano. É preciso estabelecer os graus de certeza da verdade encontrada, não deixar que a mente guie por si mesmo, pois ela pode errar, é preciso ir além, pois a mente distorcer e enganar. Muitas vezes a razão não está fundamentada em alicerces sólidos o que pode gerar percepções erradas, como por exemplo; uma pessoa que faz uso de alucinógeno, seus sentidos o enganam. Bacon afirma que é necessário parar de “ tagarelar” e ter ação, o mesmo define que uma boa ciência combina a capacidade teórica à prática. É necessário não caminhar para o senso comum, este, por ser de fácil absorção e entendimento, dificulta uma interprtação científica acerca do assunto, prejudicando assim a criação de instrumentos tecnológicos sociais acerca da questão abordada, reafirma a busca do conhecimento por meio da exploração e experimentação sem limites (“ir a campo”), propõe a destruição das falsas representações do mundo, as associações que nossa mente faz, as representações teatrais das coisas, são em sua maioria distorções dos nossos sentidos. Para o autor, Saber é Poder: “ Se não conhecemos a força das águas, como saber seus efeitos para o bem ou para o mal?”, o mesmo defende que o intelecto deve sempre ir além, enxergar aquilo que a sociedade não consegue ver, visualizar as invisibilidades, atentar-se prever ou antecipar tecnologias sociais e pensamentos para fatores futuros, apenas assim vamos avançar em nossas compreensões.

Cássia Regina Rosa 1º Ano Serviço Social - Diurno

Ciência como Instrumento


O Novum Organum de Francis Bacon procura mostrar que a verdade,na ciência, surge da união da experiência e da razão.
Precisamos nos libertar de nossos ídolos.O interesse da ciência não é apenas de contemplação, precisamos estender nosso poder sobre a natureza usando o saber científico.
Ele nos apresenta as falsas noções ou ídolos: O da tribo: falsa consciência da realidade. Ídolo da Caverna: A formação cultural do indivíduo. Ídolos da vida pública: associações e influências. Ídolos do teatro: Demonstrações e invenções.
A ciência tem que ser um instrumento para a produção de bens úteis. Temos que interpretar a natureza ao ponto de transforma-las em algo útil.

A Ciência Materializada


A obra de Bacon é quase que um complemento das idéias de Descartes .

Bacon não só propõe um novo modo de ciência, mais também, uma ciência que não fosse baseada na razão, mais uma que se baseasse também na experiência , com objetivo de observar, aprender e analisar.

Sugeria a experiência e a exploração de qualquer tipo de assunto, independente da área de estudo.

Dessa forma Bacon preconiza que a boa ciência não é a que produz argumentos bons, mas sim aquela que explicacom clareza qualquer assunto .



Beatriz S. Araujo - SS Diurno

Aprender para transformar

A proposta de Bacon reproduz e aprofunda as teorias de René, quando visa à busca da razão como instrumento para a instrução, para a colaboração do bem-comum e não apenas para serem reconhecidos como lindas teorias. Para ele a filosofia tradicional não servia para o bem-estar do homem,pois ficava só mundo das idéias e não no concreto, ele chama a atenção para essa nova proposta, e a pratica da totalidade da teoria. Para René e Bacon essa busca da razão e uma forma de cumprir e descobrir os designos e a vontade de Deus, pois assim, estaríamos compreendendo e por isso melhor e colaborando com toda a sua criação.

Podemos usar como exemplo, o termo oração, já que esta e composta por orar+ação, ou seja, de nada adianta uma pessoa ficar apenas no plano da oração sendo que a pratica não e executada, assim como de nada adianta a pratica sem a oração, uma vez que uma completa a outra. Resumindo e preciso conciliar a teoria e a pratica para que uma e outra ganhe um sentido próprio e colabore com a vida e o bem estar comum.

Nos futuros assistentes sócias teremos um grande desafio pela frente, ou seja, transformar todo conhecimento que iremos adquirir para colaborar para uma sociedade mais justa e humana.

Janaina Faria- 1 ano de Servico Social

Francis Bacon

Para Bacon a ciência não poderia ser algo ‘estéril’ ( sem utilidade ), e sim ter algum fim específico, para que não mais a mentalidade humana , continuasse sem serventia alguma para a sociedade.

Dizia que era necessário a busca de conhecimento por meio da experimentação e exploração e assim utilizá-lo para extrair da natureza recursos oferecidos para avanços na humanidade.

Bacon pregava também que fazer boa ciência era estar mais próximo de Deus, já que sendo sua imagem e semelhança, quando entendemos uma fórmula de física, por exemplo, estamos desvendando as intenções Dele no mundo.

E defendendo a idéia de " Ciência a favor da humanidade ", faz uma crítica aos filósofos que muito pensaram, mas pouco agiram para que isso se fizesse valer.

O deus de Bacon

 Francis Bacon utiliza ''deus''  para explicar o fatos que acontecem no mundo. Mas, olhando de uma outra forma
uma pessoa nasce e já sofre influencia em relação a deus, porem não seria esse deus a junção de todos os Ídolos ?
1) Idola Tribus (ídolos da tribo). Ocorrem por conta das deficiências do próprio espírito humano e se revelam pela facilidade com que generalizamos com base nos casos favoráveis, omitindo os desfavoráveis. O homem é o padrão das coisas, faz com que todas as percepções dos sentidos e da mente sejam tomadas como verdade, sendo que pertencem apenas ao homem e não ao universo. Dizia que a mente se desfigura da realidade. São assim chamados porque são inerentes à natureza humana, à própria tribo ou raça humana.
2) Idola Specus (ídolos da caverna). Resultam da própria educação e da pressão dos costumes. Há, obviamente, uma alusão à alegoria da caverna platônica;
3) Idola Fori (ídolos da vida pública). Estes estão vinculados à linguagem e decorrem do mau uso que dela fazemos;
4) Idola Theatri (ídolos da autoridade). Decorrem da irrestrita subordinação à autoridade (por exemplo, a de Aristóteles). Os sistemas filosóficos careciam de demonstração, eram pura invenção como as peças de teatro.
 As pessoas são fracas e precisam de algo para aliviar a culpa, dor e medo por exemplo, deus é tomado como verdade desde criança, sem nunca poder contestar sua existência. ( Tribus ). A educação padronizada numa sociedade que exclui as diferenças, tudo moldado,  ja idealizado para acreditar numa religião e respectivamente deus ( Specus ). Deus existe, Jesus te amo, frases que demonstram a existência de deus e que ele provavelmente se importa com você, e sendo assim quando algo bom acontece na sua vida acaba relacionando a idéia que foi deus que o ajudou ( Fori ). ''Deus governa todos nos, e nos somos seus servos'' as pessoas têm que obedecer as leis de deus e viver de acordo com suas regras de ética ( Theatri ).
 Na minha visão deus é a junção de todos os Ídolos, cegando todas as pessoas , as deixando dependentes, usado como resposta para explicar o inexplicável.

Pré-conceito x Pós-conceito

Francis Bacon acreditava no poder do método melhor aplicado em exploração de experiências vivas. É desta forma que é trazida a clareza, luz aos estudos. Devemos nos policiar, pois as fantasias impreguinam na nossa mente, segundo Bacon “O intelecto humano, por sua própria natureza tende ao abstrato...”, isto é, não podemos deixar que a mente guie por si mesma, pois desta forma, podemos não ter contato com a real verdade. Devemos ir além das formulações teóricas de nossa mente, haver convívio com a realidade concreta. Contudo, afirma que razão e experiência devem andar juntas, apenas o trabalho de uma não basta.

Critica os hábitos dos gregos, alegando que apenas tagarelavam e nada contribuíam com a humanidade com algum de seus feitos, ou seja, não colocava seus estudos em prática. Tanto que, se formos analisarmos, a era moderna foi marcada pela criação de objetos palpáveis, como eletrônicos. O concreto, o “colocar em prática” é que nos leva ao marco, resultados à nossa vida. Posteriormente também, se inicia a era pós-moderna, sendo a criação de produtos não palpáveis, entretanto, não deixa de ser teoria, estudos transformados em prática.

Devemos evitar o pré-conceito, deixar simplesmente de absorver o conhecimento já pronto do próximo, e criar nossas próprias conclusões. Sem este método, não haveria inovações. Inclusive, este papel é de suma importância em nossa carreira como assistentes sociais, devemos pesquisar e aprofundar nossos conhecimentos em torno de determinado grupo, comunidade, sociedade em que estamos trabalhando. Se uma mente guia por ela mesma, chegará a uma única conclusão: a do censo comum. É muito mais simples e cômodo confiar em uma idéia comum, que pesquisar e trabalhar em cima destas idéias a fim de contestá-las. Tudo o que é digno de existir é digno de ciência. Segue um vídeo com um forte exemplo de preconceito vencido pelo contato com o a experiência real:




Marlu Barcaroli - 1º SS Diurno

Um novo, "novo".


Segundo Francis Bacon, toda razão para que haja fundamento necessita de auxilio, auxilio que não se baseie em hipóteses e intuições. Acusa existir bloqueadores da razão, chamando os mesmos de ídolos, onde falsas noções invadem a mente dificultando o conhecimento verdadeiro.
Bacon, como precursor do empirismo, acredita que a descoberta científica acontece a partir de experiência, daquilo já observado, vivido. Não acredita que a verdade venha do método tradicional para com a ciência, caminho inútil para fim concreto. Critica intuições e crenças, por não terem fundamentos, a fim de que, a partir do mesmo haja teoria verdadeira e pensamentos coerentes.
Cita também ser necessário que o homem interprete a natureza, que a explore, que a experimente em busca de um conhecimento novo, e que a partir disso a ciência consista naturalmente em um significativo exercício da mente e Bacon como um sábio empirista acredita que disso provenha inovação continua e permanente do homem.

Rita de Cássia Fernandes Henrique, 1º ano Serviço social, noturno.

domingo, 27 de março de 2011

Inexistência da verdade


Bacon preconiza que a ciência não sirva apenas a estudiosos em seus pensamentos, mas também para que esta ciência se revele em conhecimento para a produção de bens aos indivíduos.

Para esta ciência ser criada é necessário interpretar a sociedade, para que se possa ver suas reais necessidades. E para aquele ser que está fazendo ciência é essencial que elimine suas crenças e culturas vivenciadas até então, para que seus conceitos não atrapalhem sua criação.

Consequentemente não podemos ser guiados por nossas mentes para a elaboração da ciência. Pois muitas vezes nossa mente cria fantasias. Para isso é necessário a junção do pensar, visão e a experiência para que não antecipemos e vejamos o que pretendemos e sim a verdade.

Para Bacon o homem deve conhecer a natureza para que ela sirva ao ser humano.

Francis Bacon também especifica que fazer ciência com qualidade é ficar mais perto de Deus, pois como exemplo quando o homem ser aperfeiçoa para curar uma doença, ele está fazendo uma ciência para melhorar o que Deus criou.

Busca pelo real conhecimento

No texto Bacon, ensina com produzir ciência através de um conhecimento real das coisas, sem deixar que tradições e costumes nos afaste desta realidade. Buscando através da experiencia e da pesquisa uma forma de produzir um conhecimento que fuja do senso comum e interprete a natureza de uma forma verdadeira, regulando a mente através da experiencia e pesquisa para um conhecimento real. Criando assim um novo método de se produzir ciência, se tornando o pai da modernidade.




Aline Barbosa Cardoso, SS 1ano noturno

Influência Cultural

" Não omitir opiniões elegantes e prováveis, mas em conhecer a verdade de forma clara e manifesta".

Trazendo este texto para o mundo atual percebemos o quão o homem é facilmete influenciado por coisas que vem de uma cultura antiga supersticiosa e sem uma explicação concreta. É proveniente de superstições, pelo orgulho, arrogância e por não ter uma certa vontade de ir além do que se é falado, e concretizar se realmente o que dizem é correto.

Outro fato que podemos observar em sua obra, é a forma de como a natureza deveria ser utilizada. Ela deve ser interpretada pelo homem, e ter seu uso e sua exploração voltada para nossas necessidades de uma maneira benéfica. O que de fato não é feito, atualmente vemos o quanto ela é explorada para fins lucrativos.

Concluindo vemos que homem é um ser que usa muito pouco de sua capacidade mental, fica muito preso ao senso comum que vem de suas origens ou seja de sua propria familia.


Bruna de Paula Mendes - 1º SS Noturno

Conhecer as ciências é interpreta Deus

Frances Bacon,

Acreditava que a boa ciência é aquela que

estabelece graus de certeza, determina o

alcance exato, com a mais absoluta clareza.

"Ciência tem que ter uma utilidade para a

vida e não apenas para sí próprio, tem de

ser prática". E com este pensamento se

tornou um dos pais da ciência moderna.

Cujo lema é inovar e inovar sempre....

Bacon queria interpretar a natureza que para

ele era como interpretar as intenções Divinas.

Cibeli Pacheco Melo Oliveira – 1º SS Noturno

" Lógica sem sentido "

Vivendo em um "faz de conta", estamos cada vez mais alienados.

Nossa liberdade é ilusória quando o pensamento permuta entre atavismos, falácias e paixões... Movemo-nos em círculos, a mercê de preconceitos e pré-conceitos que julgamos ser conhecimento.

Lógica sem sentido?

Quisera eu me libertar de tais amarras, daquilo que não melhora a vida do homem.


Em 1620 Francis Bacon já dizia: " O intelecto humano não é pura luz, pois recebe influência da vontade e dos afetos, donde se pode gerar a ciência que se quer."

Em sua principal obra, " Novum Organum", defendia a análise dos fatores(ídolos) que se revelam responsáveis pelos erros cometidos no domínio da ciência e pregava em sua metodologia a experimentação científica, onde o homem interpretaria a própria natureza, que sendo domesticada traria benefícios à humanidade, justificando assim o porquê da Ciência.

Fazendo uma crítica à Escolástica desprezava os silogismos racionais, a retórica e o próprio emprego da razão se desprovido de fins úteis.


Danusa B. Diniz - 1º ano SS / Diurno


Saber e utilizar o que se sabe.


Bacon = clareza; sua idéia central era não deixar que a mente não se guie por si mesma. Ele dizia que a ciência devia ser objetiva e explicar o sentido e o funcionamento das coisas.
Porém, mais importante do que saber e deixar registrado no papel seu conhecimento, era colocar em prática o que se sabia. Era essencial para ele, assim que se descobrisse algo novo, não apenas admirar e criar teorias novas, mas descobrir pra que aquele novo material descoberto servia na prática e como ele poderia utilizar de uma forma simples, e fazê-lo.
Com isso, Bacon foi considerado o pai da ciência moderna e o inspirador da industrialização, pois, já que queria colocar o conhecimento em prática, acabou por inspirar pessoas da época a produzir máquinas com o objetivo facilitar e agilizar a produção não utilizada apenas para o consumo, mas para troca de mercadoria (onde, de certa forma, começa a surgir o capitalismo).
Novo método = procura a cura da mente.







Priscila Costa de Souza (1° ano S.S. - noturno)

Inovar

Incrivel, mas as melhores universidades do mundo, estão nos paises mais emergentes, e o mais interessante, é que sempre foi pregado que o trabalho dignifica o homem.
Entretanto, o conhecimento para alguns ficou de lado, dando lugar ao trabalho, se a sabedoria traz status porque difundir que ideia de que o trabalho é o melhor para o homem?
O pensar é caro, precioso, enquanto trabalhar não tem o valor merecido, e neste mundo conturbado e capitalista a palavra de ordem é inovar, mas nem todos sabem que inovação existe desde os tempos antigos, a mente humana está em constante busca de melhorias para o mundo e seu dia a dia e para obter mais e mais lucro.
A mente humana é infinita e ela nunca para, esta em constante criação, e para inovar precisamos compreender a natureza e para compreendê-la é preciso buscar, explorar aguçar nossa mente para a ciência para assim continuar o legado da inovação que exige de nós, que se não formos criativos, competidores e andar com roupas de marca e ter um carro do ano certamente iremos ser considerados ultrapassados e antiquados em um mundo onde o capitalismo se auto destrói e escraviza os homens do mundo, todos alienados aos acontecimentes inerentes à sua realidade.





Yblia Menezes SS Diurno

Duvidar?... Sempre!

Não podemos confiar em nossas mentes ou em nossa intuição, pois muitas vezes estão processando idéias erradas sobre o universo; ela nos trai sem que percebamos e assim não procuramos o que é real de fato. Por isso, corpo humano e intelecto devem sempre trabalhar juntas para que possam chegar ao verdadeiro e real,indo além da ciência.

Experimentar é conhecer.

Em sua obra “Novum Organum”, Francis Bacon propõe que a ciência não se sustente apenas nas idéias, mas também nas experiências. Ele acreditava que o conhecimento só é adquirido por meio de experimentações no sentido de observar a realidade concreta e não apenas refletindo sobre ela.

Podemos pensar e formular equações complexas, mas se não reproduzirmos esses pensamentos na prática jamais conheceremos sua eficiência e a sua real utilidade. Nós, humanos, somos capazes de imaginar e fantasiar infinitas formas e situações em nossa mente, mas só saberemos se o que imaginamos é possível de se aplicar à realidade, ou seja, se de fato é algo útil ao homem se conseguirmos provar por meio da experimentação.



As idéias de Bacon fazem total sentido. Vejamos, ao perguntarmos quais são as características do sabor da acerola para uma pessoa que em toda a sua existência jamais tenha experimentado essa fruta, ela não saberá identificar o sabor da mesma. Por mais que ela pense e imagine ela não chegará a um resultado concreto do real sabor da acerola senão pela saborosa experiência de degustá-la. Portanto, a experiência é o meio que temos para conhecermos a verdade de fato e não apenas imaginando e refletindo, mas vivenciando, sentindo, experimentando.

Para Bacon devemos destruir os ídolos que habitam nossa mente, ignorar as superstições e racionalizar todos os processos superando todas as idolatrias. Devemos utilizar da exploração sem limites para buscar cada vez mais e só assim conhecer o universo e todas as coisas.

Bacon muito criticou a filosofia tradicional por ser um instrumento incapaz de oferecer alguma utilidade concreta ao bem estar do homem. Por isso, dizia que os gregos eram bons com as palavras, mas pobres em ações. Para ele a boa ciência é aquela que interpreta e explica com clareza o mundo à sua volta. Ela deve ser um instrumento para explorar e domesticar a natureza e extrair algo que seja útil ao homem.

Em relação à existência de Deus, seu pensamento é semelhante ao de Descartes. Bacon não ignora a existência Divina, ele procura por meio da ciência interpretar as reais intenções de Deus ao criar o universo. Para ele, Deus é um ser racional, perfeito e extremamente complexo o que extingue de vez a idéia que se tinha naquela época de que Deus é um ser mágico, de que as coisas aconteciam porque Deus assim queria.

Para Bacon a ciência deve explicar toda a complexidade do mundo de forma a ser reproduzida em nosso intelecto. Cada elemento da natureza deve ser alvo de estudos pelo homem para que assim possamos conhecer e nos aproximar um pouco mais de Deus.

Enfim, Descartes e Bacon definitivamente mudaram a ciência. Os avanços tecnológicos permitiram ao homem desenvolver novos produtos. O material transformou-se em imaterial e passamos então de seres modernos para pós-modernos, isso devido à capacidade que o ser humano tem de pensar e, além disso, colocar em prática os seus pensamentos. Portanto, devemos nos libertar de todos os nossos ídolos que nos prendem a ponto de nos impedir pensar e desenvolver melhorias para a vida do ser humano.

Cleyton da Silva Oliveira - Aluno do 1º Ano de Serviço Social / Noturno

À Procura do Desconhecido

Francis Bacon em sua obra “Novum Organum” critica a filosofia anterior que prega apenas o exercício da mente, o qual não passa de uma especulação inútil que não transforma e não contribui para o bem estar do homem. Sugere então uma reforma, propondo novos métodos, contudo não ignorando a filosofia vigente até então, mas conciliando a capacidade teórica com a capacidade prática. Ele busca com seus métodos, a antecipação da mente e a interpretação da natureza, explorar sem limites o desconhecido, pois o homem pode sempre ir mais além do que o momento, porém o desconhecido para o homem se torna tão angustiante que o impede de buscar novas fontes tornando-o alienado ao senso comum, o qual na maioria das vezes pode excluir e evitar melhores condições de vida a ele mesmo. Por isso Bacon trabalha com os Ídolos, falsas percepções do mundo, alegando que eles bloqueiam a mente das coisas invisíveis que permeiam o mundo como empecilho de usar a ciência para a criação da riqueza infinita. Seu método, portanto, incita assim a cura da mente através do experimento.Enfim a exploração da natureza se torna presente neste método, , notamos que a inovação surge para o alcance da verdadeira ciência que contribua proveitosamente para o bem estar do homem.

Cristina Leal Sanches 1º Serviço Social; Diurno

"O uso do nosso direito é o mesmo que o de todos"?

A fantasia aprisionava a mente das pessoas em um labirinto de ideias vagas. Muito se falava e pouco era exemplificado ou comparado com algo abstrato. Não foi necessário apenas uma revolução , mas uma atenuação das praticas vivenciadas no cotidiano e só assim uma ampla pesquisa pode ser reconhecida analiticamente pelo olhar já tão abtuado ao surreal. Tudo passou a ser baseado em provas concretas de sua existência. No entanto é sensato colocar que dependemos dessa filosofia tradicional como forma de comparação para que possamos nos abdicar de algo novo, sendo esse motivo de critica ou de exaltação. Visto que nem tudo que é dito como certo tem valor para outros. Mas é exatamente isso que move a busca pela ciência e sua evolução tecnológica. Caracterizada divinamente a mostra cientifica de Bacon, nos leva a refletir a forma com que Deus se baseia misteriosamente sobre a mente humana. Evidenciada em varias situações a obra divina que antes era denominada como algo complexo agora (depois de transformada em ciência) passa a identificar coisas obscuras como preciosas e essenciais para nossa existência, tirando a imagem de que deveriam existir por si só ou até mesmo por só fazerem parte de uma lenda. Que por outro lado também nos faz pensar que se tudo fosse explicito aos nossos olhos não haveriam as diferentes formas de filosofia. O bem e o mal se opõem e o que seria da razão sem a fantasia? Guieni Kelly Bandin de Castro

Além da Mente


Francis Bacon, em sua obra " Novo Organum ", deixa claro que a filosofia não é somente uma especulação, mas algo prático, que deve ser usado para o bem do homem.

Tendo como base a experiência para a busca do conhecimento, e eliminação dos "ÍDOLOS" ( as falsas percepções do mundo) para observar a realidade, e não apenas propor teorias.

Para ele o homem deve se desprender das suas falsas realidades,ou seja, tudo aquilo que a mente cria, não se deixar enganar pelos sentidos,pois esses estão sujeitos a grandes erros,se confundem. A boa ciência é a racionlização das boas idéias feita com as mãos; é aquela que é real e tem clareza.

Mayara Laudares Costa 1 ° SS Diurno

“Saber é Poder”

No texto “Novum Organum” Francis Bacon fala a respeito de falsas imagens do conhecimento, o que ele dá o nome de ídolos. Para ele estes ídolos eram responsáveis pelo não progresso da ciência e pela forma como o homem era educado, reproduzindo-se uma tipologia de homem.

Pensando nisso Bacon conclui que para fazer ciência é preciso entender e seguir as leis da natureza; para entender a ordem natural é preciso observar, quanto mais se observa mais se sabe, e somente obedecendo às leis da natureza é que se pode vencê-la, e assim conseguir poder, daí vem que ciência e poder do homem se coincidem, originando a famosa frase do próprio: “Saber é Poder”.

"Aquele que começa uma investigação repleto de certezas acabará terminando cheio de dúvidas. Mas aquele que começa com dúvidas poderá terminar com algumas certezas" - (Francis Bacon)

O ápice da descoberta.




Para Bacon somente nossas fantasias não eram necessárias para a compreensão do mundo, precisava-se de algo concreto, científico, para que encontrasse a verdadeira ciência, com isso era preciso fazer experiências, observações, logo, o indivíduo se inseria no meio, sem desvincular-se das idéias divinas.Podemos dizer que o mesmo, foi o inspirador da industrialização pois seus ideais estavam projetados para um futuro além do seu tempo, além da natureza, estava voltado a inovação, a tecnologia, ambas voltadas ao capitalismo, a ciência era o ápice da época, mas para que existisse, era preciso destruir os “ídolos”, ou seja, falsas visões do mundo. Trabalhava muito o lado da racionalidade, o fim prático das coisas, e o trecho em seguida representam isso: “ Bacon diz que grandes homens têm relações tão diversas com a natureza, e com o mundo, tem tantos objetivos a reter-se a atenção, que lhes é fácil esquecer a dor de qualquer perda”. (Karl Marx)

Elvira Mendes Flóro 1º ano SS Noturno

Olhando a realidade sob o olhar de quem realmente a vive.


É bem notável como as idéias de Bacon e Descartes sobre ciência se complementam. Francis Bacon não rompe com a idéia de Deus como o grande arquiteto do mundo e afirma que fazer ciência é estar mais próximo de Deus e decifrar a intenção divina ao criar este mundo. Com uma crítica sem rodeios à filosofia grega tradicionalista, doutrina repleta de pré-conceitos, pouco aprofundamento em experimentar verdadeiramente as realidades que as pessoas vivem, Bacon quer provar que a ciência que não serve para o proveito da maioria é algo apenas para os sábios; é algo que não transforma a sociedade.

Os pensamentos de Bacon, mesmo para nós em mais de 400 anos depois, realmente nos influenciaram muito. Todos os avanços científicos e tecnológicos foram conquistados pela insistência da experimentação e só obtiveram sucesso porque foram avanços que propiciaram melhoria de vida para a sociedade, em qualquer campo que estejamos falando.

É necessário cada vez mais que nós que estamos em uma formação de cunho humanista analisemos muito bem esse ideais de Bacon de conviver com as realidades para depois julgarmos, para à partir daí formularmos bem ações que farão a diferença na nossa sociedade, olhando para a realidade no olhar de quem realmente vive determinadas situações.

Raquel Aparecida de Mesquita – 1º SS noturno.