terça-feira, 31 de maio de 2011

Errata

No meu texto no parágrafo 7 está escrito duas vezes "R$ 500,00" quando na verdade seria "R$5000,00".

Só para corrigir!

Pedro Fernandes Russo 1ºSS diurno

A engrenagem social alienada


Marx e Engels caminhavam completamente na oposição do socialismo utópico, os quais focavam suas pesquisas no conhecimento do capitalismo em si ao invés de partirem para as idéias superficiais, utópicas. Acreditando que o capitalismo um dia seria extinto por sua própria evolução. Compreendia também que a classe trabalhadora, mais do que nunca, tinha a capacidade e papel fundamental de serem revolucionários e aniquilar a ordem capitalista e burguesa.

Foram implantadas as máquinas nos processos de produção, o que causou a fabricação em excesso. As crises do capitalismo é a crise da abundância, da grande quantidade de mercadorias. Tanto nobre quanto cleros são livres, porém, dependentes do mercado. Vivemos em uma contradição constante, uma constante dialética: trabalhamos em busca da moeda, muitas vezes sem prazer. As expressões materiais dessa crueldade do mercado, afeta e reconfigura a nossa linguagem, cultura e não só nossas obrigações cotidianas como trabalhar. O mercado reconfigura nossas vidas.

Esta luta cruel entre capital e trabalho foi suavizada com o Ford ismo, partindo para a alienação da classe operária. No capitalismo, a forma de comunicar e vender se tornou mais importante do que o produto em si, esta passou a ser a nova essência.

Resumindo, os princípios básicos em que se baseia o socialismo marxista podem ser sintetizados: na teoria da mais valia; do materialismo histórico; da luta de classes e do materialismo dialético.


Marlu Barcaroli - 1º SS diurno

A sociedade e suas Antiteses .



Para Engels e para Marx o socialismo não é uma ideia genial . O socialismo é um percurso incontornável , o qual a sociedade humana não consegue fugir.




Sendo assim, a pesquisa fornece à ciência os materiais para descobrirmos e aprendemos o processo social que o socialismo vai adotar . Assim como nas ciências naturais , a cura para determinadas situações se encontra na própria natureza .




Assim , podemos concluir que ambos defendem a ideia de que é preciso algo mais concreto , e que para cada época existe uma antítese sobre o que é imposto à sociedade .







Beatriz da Silva Mendes de Araujo , SS - Diurno .



O Homem de Pedra

Seu João acordou cedo, saiu de casa. Não deu tempo de desejar bom dia para seus filhos, nem de beijar sua mulher. Estava atrasado, João tinha ficado doente na semana anterior e, por não ser registrado, precisou dobrar seu horário para receber o salário completo. Ele trabalha há anos em uma fábrica de calçados. Se perguntar, nem se lembra se faz sapato, sapatênis, chuteira de futebol, botas... Muitas vezes nem consegue responder à sua mulher a mesma pergunta de toda noite: “como foi o dia no trabalho?”. Sempre responde fazen

do sinal de positivo com a cabeça, mas sempre pensa: “São todos iguais, não sei como foi, só sei que foi”. O jantar está na mesa as crianças estão na escola pública e sem qualidade, quase que esquecidas.

Um dia a mais de trabalho, Seu João estava atravessando a praça quando, simplesmente, parou. De súbito, não conseguia mais andar, virou uma estátua, no meio da praça. Primeiro entrou em pânico, tentou gritar, achou que estava tendo um derrame, ataque cardíaco, dengue, gripe aviária, gases, todas as doenças que apenas conhece porque ouviu na TV. Pensou que talvez tivesse sofrido um atentado terrorista, antraz, armas químicas e biológicas. “O que falaram sobre isso no ‘Jornal Nacional’ mesmo?” pensou ele.

Quando passou o desespero, João respirou. Percebeu que algo inusitado havia acontecido a ele. Ninguém parava para perguntar, as pombas começavam a pousar em seus ombros. João era praticamente mais uma estátua. Pior, João se sentia invisível. “Como assim, ninguém virá me ajudar?”.

Depois de algumas horas, ele começou a pensar, já que não existia mais nada que pudesse fazer. Pensar no desespero que era ter se tornado uma estátua. Será que ficaria ali para sempre? Começou a pensar na sua vida, se valeu a pena. Como estava vivendo ele, João Armando Pereira.

Lembrou-se de seu cotidiano. Ficou muito chateado, porque o que mais causava desconforto era que não se lembrava o tipo de calçado que produzia. Sabia que colava solas, só isso. Começou a se questionar porque fazia aquilo? Qual era a finalidade de seu trabalho sendo que, os calçados de seus filhos estavam ficando apertados e ele não podia comprar outros...

Certo dia pesquisando calçados diversos percebeu que a média de preços era relativamente alta em relação ao seu salário. Nunca parou para analisar essa situação. Para falar a verdade nunca tinha tempo para parar e pensar, sempre estava cansado ou trabalhando. Mas, afinal, o que faria ele uma estátua?

Começou a matutar, eu recebo R$450,00 por mês. Se, por dia, consigo colar 50 pares de sapato e se cada um desses pares custa R$ 100,00. Foi então que ficou abismado. Por dia ele produzia o equivalente a R$500,00. Foi além, sabia que na produção dos calçados trabalhavam mais 10 pessoas. Todas sem carteira de trabalho assinada, recebendo os mesmos R$ 450,00 que ele. Então, pensou... por dia produzimos 50 pares, ou seja R$ 500,00. Trabalhamos de segunda a sábado. São 6 dias na semana, 4 semanas no mês, trabalhamos 24 dias por mês. Ou seja produzimos mais ou menos 1200 pares por mês. Nós, trabalhadores dessa fábrica produzimos o equivalente a R$120.000,00. Todos juntos recebemos R$4500,00... Ou seja, sobram R$115.500,00. Começou a se perguntar para onde iria esse dinheiro? Ok, o chefe pagaria umas contas, mas que mais? R$115.500,00 é muito dinheiro.

Virar uma estátua se tornou algo revelador, revelador e triste. O problema era que quanto mais Seu João entendia suas condições e relações de trabalho, mais petrificado ele ficava. O que, para ele, deveria se tornar uma libertação, na verdade acabou se tornando sua sina. A sina de compreender o mundo que o envolve e por isso mesmo ser preso. Muitas vezes nossos pensamentos nos libertam ao mesmo tempo em que nos prendem a um mundo que não os aceita e pior e não os admite.

Pedro Fernandes Russo - 1º SS diurno

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Conflitos: O motor da História da Humanidade


Marx e Engels acreditavam que a atual situação da sociedade deveria chegar ao fim, onde o fruto do trabalho do operário era algo distante uma vez que não lhe pertenciam, porém era o dono do capital que se apropriava do resultado deste exaustivo trabalho. Eles provam que o processo histórico obedece a um movimento dialético sobre coisas materiais e com este estudo da História dizem que para ser materialismo dialético é preciso empreender a uma análise do mesmo rigor científico que qualquer outra ciência. É nesta teoria baseando no real que Engels faz uma enorme crítica a metafísica na qual só leva a utopia (algo imaginário). Entre estes socialistas utópicos estão:

SAINT – SIMON: Para ele existia uma contradição básica na sociedade, duas classes distintas em contradições, os trabalhadores e os ocioso (TRABALHADOR PARA SAINT = Burguesia e proletariado) e os Ociosos ( clero, nobreza ) para ele os ociosos são os sem função alguma na sociedade então para SIMON o governo devia ser dirigido pelos cientistas e industriais, pois aqueles que conseguem organizar sua própria indústria conseguiriam organizar de uma melhor forma a sociedade. Pois eram os cérebros e coração, e eliminando o clero e a nobreza está sociedade seria igualitária.

ROBERT OWEN: Tinha como proposta uma superação do capitalismo na qual a burguesia dividisse com todos as suas riquezas. A angústia de Owen é que toda melhoria no trabalho não era para diminuir o trabalho dos operários mais sim para que eles trabalhassem mais. A proposta de Owen de grandes cooperativas vai esbarrar em algo que faltou combinar com resto do mundo. Para Engels faltava combinar com resto do mundo que esse amparo ao trabalhador, de educar o trabalhador teria que passar por uma dinâmica universal. E Owen era dono de uma empresa na qual tentou colocar em prática suas idéias e produzia coisas para sociedade, assim chegando a falência. Para Engels essas cooperativas não ocorreriam no mundo real com a redistribuição de lucros para todos

FOURIER: Foi um dos pensadores socialista no inicio do século XIX que conseguiu maior grau de influência, até porque sua proposta não dependia do mundo exterior. Ele dizia que o capitalismo apesar de ser tão exuberante não conseguiu banalizar a miséria absoluta, a idéia de que a miséria é um subproduto da produção, para ele é o que era mais cruel dizendo que a barbárie é parte inerente do capitalismo.

Ele via o próprio trabalho no capitalismo como algo cruel, primeiro porque alienava o homem dos saberes. A proposta dele era transformar e emancipar o homem e libertá-lo do sofrimento do trabalho capitalista. A idéia dele é de uma comunidade que fosse auto-suficiente de acordo com suas escolhas sem alguém que a domine mas que todos dominem e sejam participantes.

Devido às minuciosas análises feitas Marx e Engels dizem que o homem num processo de produção material é quem faz a História da Humanidade. Pois neste processo de produção da História os homens ocupam lugares diferentes, uns escravos e outros senhores, uns operários e outros patrões e entre essas diferentes classes sempre existiram conflitos no qual ia movendo a História da Humanidade.

Cássio Balatore Giansante - 1ª Ano Serviço Social / Diurno

Pólos Opostos.

A Revolução Francesa possuiu identidade própria, manifestada na tomada do poder pela burguesia, na participação de camponeses e artesãos, na superação das instituições feudais do Antigo Regime e na preparação da França para caminhar rumo ao capitalismo industrial. Mas apesar de estar pautada na Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, de inspiração iluminista, defendendo o direito à liberdade, à igualdade perante a lei, não vimos mudança alguma para as classes desfavorecidas, e sim a conquista do poder político da burguesia que era apenas uma pequena parte privilegiada do terceiro estado.
Assim, desde que nasceu a burguesia carrega consigo uma antítese, pois o capitalismo não pode existir sem o trabalhador assalariado, portanto não pode existir sem luta de classes. Essa divisão crescia de acordo com o desenvolvimento capitalista,os trabalhadores se viam em péssimas condições, sem direitos, cumprindo altas jornadas de trabalho, sem condições nenhuma de moradia vivendo na miséria.
Essa situação de calamidade criada pelo sistema, levou alguns intelectuais a questiona-lo, e foi nesse momento em que surgiram os socialistas utópicos que procuravam formar um regime ideal da sociedade. Porém esse socialismo criticava o modo de produção existente e suas consequências, mas não conseguia explica-lo nem podia portanto destruí-lo ideologicamente.
Enfim chegamos a Marx e Engels que por meio de uma concepção materialista da história chegaram as bases necessárias para a descoberta dos segredos da produção capitalista através da mais-valia, podendo transformar o socialismo utópico em socialismo científico expressão teórica do movimento proletário capaz de mostrar a classe oprimida o papel que ela representa na sociedade capitalista e como ela poderá mudar suas condições por meio da revolução.

Socialismo Utópico e Socialismo Científico

Friedrich Engels aborda em seu livro, “Do Socialismo Utópico ao Socialismo Científico”, a distinção do Socialismo Científico — codificado por Karl Marx e o próprio Engels — e o Socialismo Utópico.  A análise de Engels se inicia cronologicamente, no primeiro capítulo: "Socialismo Utópico", através dos pensamentos dos socialistas utópicos, Saint-Simon Fourier e Robert Owen e que foi considerado um socialismo idealizado e impossível de ser aplicado. No segundo capítulo, Engels explica a dialética segundo sua visão: a importância da dialética, que consiste em tese que é uma afirmação ou situação inicialmente dada, a antítese a qual é uma oposição à tese e desse conflito entre tese e antítese surge à síntese, que é uma situação nova que carrega dentro de si elementos resultantes desse embate. A síntese, então, torna-se uma nova tese, que contrasta com uma nova antítese gerando uma nova síntese, em um processo em cadeia infinito Ele o faz de forma também cronológica, fazendo uma antologia do pensamento dialético desde os gregos antigos até Hegel.
O terceiro capítulo: "Materialismo Histórico", é a síntese da teoria comunista: relaciona contradições do capitalismo: como burguesia e proletariado, num movimento dialético. Dando-lhes alicerce econômico, mostrando sua visão materialista da História


Amanda Angélica Aziani. 1º ano - Serviço Social/Diurno

Capitalismo = Injustiça


O capitalismo é um sistema que explora os trabalhadores de forma que os mesmos vendam sua força de trabalho por preços muito baixos. Antigamente, as pessoas ainda tinham uma certa importância dentro da industria por fazerem algo específico para produzir certo produto, o que agilizava o processo de produção, mas com o tempo os trabalhadores foram substituídos por máquinas e passaram a não serem valorizados, sendo visto como objetos pelos donos das fábricas, cuja intenção era produzir mais em menos tempo e pagando bem menos.

A contradição do capitalismo está justamente aí, quem produz e deveria manter o dinheiro pelo objeto que é produzido e vendido por um preço alto, na verdade é pago por uma pessoa que não faz nada, mas que possui máquinas e ‘poder’, o lucro fica com quem não produz (os donos das fábricas), os quais não conseguiriam manter suas indústrias sem o operário.

Marx percebe que a sociedade é desigual e, com a ajuda de Engels (que estava lá, observando os operários pessoalmente, vivenciando o que estava sendo pensado na prática), passa a pensar e escrever sobre o socialismo científico – que diz que a sociedade tem que fazer o que for possível para a época e o contexto social vivido – e critica o socialismo utópico, dizendo que a sociedade perfeita e igual ficaria apenas nos sonhos.

"O homem, através da alienação torna-se estranho a ele mesmo; não reconhece a si mesmo; o trabalho o tornou estranho; aquilo que ele produz lhe é estranho; a atividade tornou-se massificante, penosa, desgostosa por que ela tornou-se exclusivamente um meio de subsistencia" Antônio Gramsci

ADMIRÁVEL GADO NOVO
ZÉ RAMALHO

Vocês que fazem parte dessa massa
que passa nos projetos do futuro
É duro sempre ter que caminhar
E dar muito mais do que receber
E ter que demostrar sua coragem
À margem do que possa parecer,
E ver que toda essa engrenagem
Já sente a ferrugem lhe comer.

Ê, vida de gado
Povo marcado,
Povo feliz

Lá fora faz um tempo confortável,
A vigilância cuida do normal;
Os automóveis ouvem a notícia,
Os homens a publicam no jornal,
E correm através da madrugada,
A única velhice que chegou;
Demoram-se na beira da estrada
E passam a contar o que sobrou.

Ê, vida de gado
Povo marcado,
Povo feliz

O povo foge da ignôrancia,
Apesar de viver tão perto dela,
E sonham com melhores tempos idos,
Contemplam essa vida numa cela,
E esperam nova possibilidade
De verem essa mundo se acabar;
A Arca de Noé, o dirigivel
Não voam nem se podem flutuar.

"A pouca felicidade que nos é permitida camufla a verdadeira felicidade de que temos direito"

Capitalismo


Marx era um intelectual que colocou em pratica o método materialista, porem teve a colaboração essencial de Engels, um outro intelectual burguês e de hábitos burgueses que tinha uma amante operaria, que de fato contribuiu muito para uma visão mais ampla nas pesquisas de Engels, pois ao se aproximar desta operaria pode ver mais de perto as lutas e dificuldades vividas por ela e seus colegas.

Marx e Engels eram grandes positivistas, perseguiam a verdade cientifica e acreditavam que o socialismo se fundamenta na ciência. Dentro do capitalismo há uma enorme contradição que leva a destruição da sociedade, enquanto de um lado existe riqueza em abundancia do outro há pobreza e miséria e para um lado melhorar o outro lado consequentemente piora, o capitalismo tem um modo de produção exagerado, explorador e as vezes desnecessário.

Owen, um outro intelectual afirma que a coesão social é obtida por meio de condições dignas de trabalho e educação e que a riqueza criada pela maquina é exclusivamente da burguesia. Esses intelectuais foram de grande colaboração para que os operários começassem a iniciar uma luta e conquistar algumas melhorias, porem ainda sim existe concentração de capital, miséria e desigualdade, mas a luta ainda continua e podemos contar com os estudos desses intelectuais para continuarmos progredindo!

Fernanda Meneghel Justi - 1ª ano - Serviço Social - Diurno

As vertentes do socialismo

No século XIX, alguns pensadores tentavam explicar o capitalismo e suas contradições através da razão, porém, não faziam uma crítica direta a esse sistema e até defendiam as práticas mais elementares do mesmo, dá-se, então, o nome de socialismo utópico, pois foram eles (Robert Owen, Saint-Simon e Charles Fourier) os precurssores da concepção da teoria socialista que foi criada/desenvolvida/analisada por Marx e Engels.
Era vista como utópica porque para atingir essa harmonia entre as classes, não era tão simples como eles propunham e pensavam, e é aí que entra o socialismo científico, onde a visão de uma sociedade igualitária e independente do capitalismo era possível, ou até poderia ser possível, mas para isso era preciso fazer uma análise das condições mais profundas que constituíam o capitalismo, sem tentar definir a sociedade como ideal, numa visão romântica da verdade.

Karen Tidori Kuboyama - 1º SS diurno
Marx idealiza o socialismo como a queda da burguesia que lucrava em cima do proletariado.E o socialismo utópico vem da idéia de que a burguesia abriria mão dos lucros para benefício dos operários.
O socialismo científico vem trazer a realidade já que não apresentam na prática o tão bonito ''socialismo utópico'', o modelo de sociedade aqui tem o desejo de que não haja divisões de classes e que todos tenham as mesmas condições. Os trabalhadores seriam a força transformadora, não teriam líderes e nem dependeriam de benfeitores.
A dialética de Hegel aceita o movimento do espírito.Já a dialética marxista tem como função análisar a realidade, que vai do concreto ao abstrato.

O materialismo dialético como método cientifico

Engels, acreditava que o socialismo se fundamentava na ciência, na realidade. A ordem burguesa, que era a opressão do homem, queria um mundo a sua imagem e semelhança, porém para liberta essa opressão do homem era necessário criar um mundo novo.
O socialismo utópico ou primitivo acreditava em forças produtivas ( instrumento de produção, capacidade de produzir tecnologia).
O Capitalismo no seu final já tinha seu processo de negação, pois ele gerava um processo de empobrecimento pela maioria das pessoas. A dialética era que ao mesmo tempo que gerava dinheiro para a burguesia ela gerava um empobrecimento insuportável para o resto da população, dessa forma, a própria contradição desse mode de produção gerava seu fim, além de explorar ainda mais o homem. A produção capitalista dizia que o produtor não tem terra para planar, não responde mais a um senhor e sim a um mercado.
Essas contradições de classe que continuam na vida humana e a própria natureza é o espelho da dialética.

Utopia ou ciência?!

Engels vem trazer a idéia do socialismo, evidenciando a importância do socialismo primitivo que é destruição da diferenciação de classes, libertando toda a humanidade e não só uma unica classe, não diferenciando até mesmo burguesia e classe operária.
Houve alguns pensadores que proporam algumas idéias que ficaram conhecidas como socialismo utópico, pois não se podiam alcançar, como a divisão da classe dos trabalhadores incluindo a burguesia e os ociosos e a contradição da pobreza surgir da abundância.
Traz a idéia da dialética, afirmação e negação gerando a síntese, que muda de acordo com o contexto, sendo diferente também da dialética de Hegel que tinha o objetivo racional do mundo, já Engels é a obervação do mundo real.

Josilene Facioli 1º ano Servivo Social diurno

Friedrich Engels: um dos criadores do socialismo científico


Friedrick Engels (1820-1895) foi um importante filósofo alemão e junto com seu amigo, Karl Marx, criou o marxismo (socialismo científico).
Engels era integrante de uma rica família e foi trabalhar na indústria de tecidos do pai. Ao observar as péssimas condições de vida dos trabalhadores na Inglaterra no século XIX, passou a ter uma visão crítica sobre o capitalismo. Teve contato e identificação com as idéias do socialismo, aproximando-se de Marx.

Engels queria prover os trabalhadores com uma exposição simples e concisa do pensamento Marxista. A análise dele se inicia através do pensamento de socialistas utópicos, que segundo ele era o socialismo do passado, começando pelo iluminista Saint-Simon, prosseguindo para os também iluministas Charles Fourier e Robert Owen. O socialismo científico, de Marx e Engels, rompe com o socialismo utópico por apresentar uma análise crítica da realidade política e econômica, da evolução da história, das sociedades e do capitalismo.



SOCIALISTAS UTÓPICOS:
Saint-Simon (1760-1825) acreditava que uma sociedade dividia-se entre os produtores e ociosos. Por isso, ele pregava a manutenção dos privilégios e do lucro dos industriais, desde que os mesmos assumissem os impactos sociais causados pela prosperidade.
Charles Fourier (1770-1797) defendeu uma sociedade sustentada por ações cooperativas por meio da criação de falanstérios. Além disso, Fourier era favorável ao fim das distinções que diferenciavam os papéis assumidos entre homens e mulheres.
Robert Owen (1771-1858) era um industriário britânico que ,seguindo seus próprios princípios, reduziu a jornada de trabalho de seus operários e defendeu a melhoria de suas condições de moradia e educação.

Em seguida, Engels explica a dialética segundo sua visão e também explica o lento desempenho histórico da dialética filosófica através de milhares de anos; conhecimento que culminou no que permitiu Marx a ver e explicar a concepção materialista da história.
Na verdade, a dialética é um método de diálogo cujo foco é a contraposição e contradição de idéias que leva a outras idéias e o capitalismo sempre veio carregado de contradição. Ao mesmo tempo que ele gera riquezas para a classe burguesa, gera empobrecimento para a classe trabalhadora e também nenhum trabalhador pode consumir o que ele mesmo produziu. Sem falar que atualmente o capitalismo causa certa ilusão nas pessoas, pois elas passam a consumir muito mais e em consequência disso, gastam mais; colaborando assim com a desigualdade novamente. Isso sem falar na "mais-valia" ...


Taowanah Lorena Vizoto - 1° ano de SS - diurno


Sociedade socialista.

Engels relaciona as contradições do capitalismo como burguesia e proletariado, capital e trabalho e como estas contradições se manifestam na sociedade ,com o conflito entre as forças produtivas e as relações de produção. Também trata da revolução proletária como determinante para socialização dos meios de produção e o fim da exploração. Aqui Engels também diz que o socialismo científico é a expressão teórica do movimento operário que permite que este tome consciência de sua condição de explorado e senhor de sua emancipação.

Engels demonstra que é por meio da interpretação materialista da história que é possível realizar uma análise científica da sociedade capitalista, do modo de produção, de como se desenvolve a exploração do trabalho etc.

o capitalismo e suas tendencias...
















Desde os tempos mais remotos, surgem nomes que incomodados com as formas de organização da sociedade, onde sempre existe aqueles que sofrem com tal organização e aqueles que se deliciam com ela, introduzem correntes novas de pensamentos, que tentam mudar ou transformar essa situação de desigualdade da sociedade que até os dias atuais podem ser vistas, estudadas e aplicadas em nosso dia a dia.








O texto de F.Engels, escrito no sec.xix, passa uma mensagem a todos e propõe contra a propriedade privada uma luta organizada da classe ploretária contra o capitalismo.Assim como no mundo, em "nosso" país o capitalismo é a forma de organização da sociedade, e em meio ao ativo sec xxi, a tecnologia se desenvolve cada vez mais propiciando o surgimento de novas máquinas que tem como intuito produzir sempre mais, sempre mais rapido e onde imperam também os donos das tecnologias , os atuantes capitalistas que sendo uma parcela mínima da sociedade, possuem o capital referente a toda a classe trabalhadora em conjunto.








O socialismo é uma forma de organizar-se a sociedade onde impera a igualdade.E é engraçado pensar que em uma sociedade capitalista assim como é nosso país, onde a propaganda estímula o consumo, o governo anuncie "slogans":"Brasil, um país para todos".Ele, o governo, prega um estatuto para o povvo que todos são iguai e tem os mesmos direitos.Porém na prática iso é diferente, partindo deles mesmos, impera a ganância pelo dinheiro e pelo poder, e essa ganância rebate nas outra parcelas da população, aleatoriamente conforme vai descendo na hierarquia estatal.As organizações de igualdade são substituídas por cada um tentando passar por cima do outro, quando esse outro está no mesmo nível em que ele.Os trabalhadors não tem a visão de se auto ajudarem, antes tentam devorar uns aos outros nas mais diversas áreas de sua vida:social, privada, amorosa, política, etc.Não será nosso país um país que vive o capitalismo, mas para tal usa de praticas socialistas para se colocar no topo do capitalismo, e assim fazer com que as desigualdades reinem sempre?Não será o nosso governo um governo contraditório, ja que os exemplos estão aí, vide as imagens acima e tire suas próprias conclusões.

Um sonho para a realidade


Socialismo Utópico, como o próprio nome diz um sonho, que não foi concretizado , colocado em prática, apenas ficou na teoria.Seus precursores foram Saint-Simon, Robert Owen e Charles Fourier. No Socialismo Científico temos como precursores Karl Marx e Friedrich Engels que analisaram, criticaram, observaram o capitalismo, então propõe novas bases de construção de organização econômica e política ideias essas mais aceitas e reais. Continuaremos na busca de um novo modelo de sociedade, sonhamos com o dia em que o capitalismo nos dará de volta a vida. Caso a desigualdade não acabe que pelo menos amenize, a concorrência desenfreada tenha um basta, precisamos sim da tecnologia, afinal estamos em um novo tempo, mas que o exagero tenha fim. Que as pessoas possam mudar seu modo de pensar, pois hoje pensam em trabalho,trabalho,trabalho,trabalho para poder ganhar mais dinheiro,dinheiro, dinheiro e mais e mais dinheiro e que voltem em sua realidade e que sintam humanos, com sentimentos, emoções, desejos e claro continuem sonhando, mas que vejam que o dinheiro não é tudo na vida e que existe outras formas de se obter prazer como por exemplo viver em uma sociedade que use da soliedariedade e não concorrentes um do outro, pois hoje somos acorrentados ao capitalismo e inimigos de nós mesmos.


Angélica Borges de Sousa Pessoni Capel 1ºServiço Social/Diurno



















































































































Existiu muitos pensadores iluministas como Henri de Saint Saimon, Robert Owen, Charles Fourier; com o mesmo pensamento: o SOCIALISMO, mas suas idéias eram utópicas, longe da realidade.




Revisão de toda história

Karl Marx e Friedrich Engels perseguiam uma verdade cientifica não uma verdade qualquer, eles perseguiam uma objetividade. Quem colocou em prática o materialismo foi Marx, porém quem escreveu e conseguiu delinear com clareza os métodos foi Engels, era ele que tinha vinculação direta com o meio operário. Engels traça as linhas bases do método e faz o socialismo se fundamentar na ciência, em um diagnóstico e em uma interpretação densa. Propõe que o objeto social não seja observado como fixa e móvel e sim como todo o seu projeto, no presente no passado e na expectativa do futuro. Do inicio ao fim, na dialética. Ao analisar todo objeto social temos que estar atentos para as idéias e também contemplar os seus antagonismos.


O sistema capitalista tinha elementos da contradição, tinha riqueza infinita mais gerava um rastro de exploração imensa. Ao mesmo tempo em que havia riqueza havia pobreza também. E Engels diz que é essa contradição que leva a destruição da sociedade, porém o capitalismo ter um elemento diferente de qualquer modo de produção, ele encontra sua alta sustentabilidade da classe que explora, produz além da capacidade humana, utiliza a máquina e o homem com a ciência. Os homens são livres, mas não responde a um único senhor e sim ao mercado, por isso que Engels diz que essa contradição era tão cruel que apesar de ser um sistema que não domina o homem pela força trabalha de forma exaustiva e consegue explorar ainda mais as pessoas.


Para Engels e Marx o caráter científico de perceber o socialismo era desvendar as leis históricas inerentes ao capitalismo. O socialismo não depende de pura vontade do homem, mas da compreensão dessas contradições. Todos os objetos naturais e sociais devem ser analisados, pela vida e pela morte. Toda sociedade tem principio organizador de tudo, da política, cultura, das mentalidades, instituições e principalmente da economia e se não for por pesquisa não compreenderemos as respostas e as soluções da natureza, porque nada está somente nas idéias, temos que observar todos os movimentos que carregam em si e toda a sua história.


Texto(8) O materialismo dialético como método científico.


Adrielly Bevilaqua Stefani- 1º Serviço Social- Diurno

Cidadão - Zé Ramalho

Tá vendo aquele edifício moço
Ajudei a levantar
Foi um tempo de aflição
Eram quatro condução
Duas prá ir, duas prá voltar
Hoje depois dele pronto
Olho prá cima e fico tonto
Mas me vem um cidadão
E me diz desconfiado
"Tu tá aí admirado?
Ou tá querendo roubar?"
Meu domingo tá perdido
Vou prá casa entristecido
Dá vontade de beber
E prá aumentar meu tédio
Eu nem posso olhar pro prédio
Que eu ajudei a fazer...

Tá vendo aquele colégio moço
Eu também trabalhei lá
Lá eu quase me arrebento
Fiz a massa, pus cimento
Ajudei a rebocar
Minha filha inocente
Vem prá mim toda contente
"Pai vou me matricular"
Mas me diz um cidadão:
"Criança de pé no chão
Aqui não pode estudar"
Essa dor doeu mais forte
Por que é que eu deixei o norte
Eu me pus a me dizer
Lá a seca castigava
Mas o pouco que eu plantava
Tinha direito a comer...

Tá vendo aquela igreja moço
Onde o padre diz amém
Pus o sino e o badalo
Enchi minha mão de calo
Lá eu trabalhei também
Lá foi que valeu a pena
Tem quermesse, tem novena
E o padre me deixa entrar
Foi lá que Cristo me disse:
"Rapaz deixe de tolice
Não se deixe amedrontar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra
Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asa
E na maioria das casas
Eu também não posso entrar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra
Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas
E na maioria das casas
Eu também não posso entrar"

Hié! Hié! Hié! Hié!
Hié! Oh! Oh! Oh!


Nem tudo o que o homem cria, é possível se apropriar.

O Surgimento de Uma Revolução Atraves da Exploração


        
        Friedrich Engels é um teórico alemão que criou o Socialismo junto com o Karl Marx, o autor mostra a diferença entre socialismo utópico e socialismo científico, e critica a ideologia de três pessoas que são: Saint-Simon, Fourier e Robert Owe.
         Na visão do Engels, o mundo deve ser tratado de maneira cientifico, pois a sociedade está em constante transformação, por exemplo: na Era Escravista, os negros eram visto como objeto de trabalho e escravo que eram comuns naquela época, porém nos dias de hoje isto é considerado como crime, os negros têm os mesmo direitos que todos, por isso não dar para utilizar o pensamento de uma determinada época pra julgar a outra.
          
          Ele explica que só é possível aplicar o socialismo se houver o capitalismo, porque foi neste período que teve um grande avanço na parte cientifica e tecnológica, também a troca de proletários pela maquina, consequentemente a intensificação de exploração dos funcionários.

           O Friedrich diz que foi o socialismo científico que permitiu os trabalhadores tomar consciência, ou seja, começaram a surgir os questionamentos e insatisfação de condição explorada pelos seus senhores.

            Com isso criaram vários movimentos operários requerendo seus direitos, pois o desenvolvimento das máquinas novas deveria servir à redução do trabalho dos homens e não o aumento da exploração dos operários e também a concentração de riqueza e poder destinado ao determinado grupo que é a minoria que possui.

                                          

Do sonho pra realidade


Devido as grandes desigualdades sociais presentes no sistema capitalista, onde cada vez mais a riqueza ia para os ricos e a miséria pra quem vivia na miséria, alguns pensadores desenvolveram teorias com o sonho de um mundo mais justo. Porém por suas teorias não terem estrutura e fundamentos, não passaram de sonhos. Engels e Marx juntos foram buscar na realidade as respostas para uma possível mudança no sistema. Desenvolveram sua teoria fundamentada em pesquisas , estudos da realidade dos trabalhadores, conhecendo cada detalhe do capitalismo para poder assim criar o socialismo científico. E com ele lutar por um mundo mais justo.

As questões de Engels e Marx


A teoria de Engels e Marx, possui como destaque o materialismo dialético e a exposição das contradições capitalistas.
Entre as análises do Capitalismo, observamos a superabundância aliada à miséria, ou seja, oo capital fica acumuludo na mão de poucos, juntamente com privilégio; enquato a miséria envolve a maior parte da população: o proletário.
A economia, no sistema capiitalista, gera a reflexão de todas as outras dimensões, como religião, política, cultura etc. Além da produção ser a base da ordem social (a apropriação do fruto do trabalho social pelos proprietarios dos meios de produção).
Já em relação ao materialismo dialético, que é a confrontação de duas dinâmicas, antagonismos permanentes, resultando numa síntese. Deve-se visualizar totalmente qualquer objeto e, ao observar a dialética histórica, necessitamos obrigatóriamente observar a realidade. "A solução deos males de qualquer época está no seu próprio cntexto histórico.".


Jacqueline Janoszka Miani - 1 SS noturno

Mudança

















Autores como Henri de Saint-Simon, Fourier e Owen buscavam o socialismo, mais para Engels esse eram exemplos de socialismo utópicos porque não tinha como base a realidade.
E para isso, e necessário analisar dialeticamente a história do homem que esta marcada por lutas de classes. E até mesmo a síntese, esta em constante movimento e nós que queremos ver mudança na sociedade em que vivemos, temos que fazer essa analise antes de tomar atitudes, pois sem uma ciência definida, será só mais um tumulto.
Para Engels um ponto essencial para que a mudança ocorra é o Estado, que colocara "ordem" na sociedade, e quando a desigualdade não existir mais, ele não terá mais necessidade de existir.
Já sabemos que o capitalismo explora, causa miséria, fome e etc . mais o que foi mostrado pra gente nessa aula, foi que muitas pessoas que seriam da classe "proletariado" pensam como capitalistas, então será que elas querem essa mudança ? E é isso que o capitalismo quer, todos pensando igual, alienação.
Mais a sociedade, esta em constante movimento, então se há pessoas que querem lutar pela diferença de classes, acho mais que justo. Mais se uma parte não quer, elas são oprimidas de alguma forma, então todos temos um luta em busca de direitos, de mudança.

Higor Mouro/ Noturno

domingo, 29 de maio de 2011

O caminho.


Na obra de Engels, fica destacado que só obtemos uma analise científica da sociedade a partir de uma minuciosa interpretação histórica materialista.
Para Engels e Marx, para que haja um regime de igualdade, precisamos desenvolver o próprio socialismo. Para que algo seja feito, precisamos conhecer o capitalismo em si. Já que para que cheguemos ao socialismo, tal caminho é fundamental, segundo eles.
Destaca também a importância do pensar em movimento, propõe socialismo através de criticas e intensifica que o mesmo não apareceu graças a "seres iluminados", mas sim á questões históricas e analises da realidade, surgindo então materialismo dialético, onde analisando as transformações históricas passamos a entender a estrutura do capital.

Rita de Cássia, 1º s.s, noturno.

Friedrich Engels

Engels expõe os méritos e os equívocos das teorias socialistas do passado: “para converter o cocialismo em ciência era necessário, antes de tudo, situá-lo no terreno da realidade".

Dialéticas do Socialismo e do Capitalismo


Engels Para Quanto mais produz o acúmulo de riquezas, mais gera miséria.....

As contradições estão na Economia e não na cultura ou perspectiva da sociedade..

É como a leis da MaisValia = quanto mais se produz, menos se ganha....podemos dar

Um exemplo real.... um trabalhador que trabalha por 8 horas diárias para ter um salário fixo no final do mês em uma fábrica... onde o equivalente a 1 hora de seu trabalho paga-lhe o seu salário e o restante é lucro do empreendedor...ou seja as outras 7 horas diárias são lucro do empreendedor.

Mas uma maneira de camuflar esta situação, criou-se uma sutileza – como na época do Ford que remunerava melhor seus funcionários (trabalhavam na ind. Automobilística), dizia que seus funcionários tinham o direito e o poder para comprar seus produtos. Criando assim o consumismo....

Cibeli Pacheco Melo Oliveira 1º S.S. Noturno

Um novo Socialismo

Engels parte da idéia de que não bastava imaginar e desejar um “mundo novo”, ou seja, só um estado de alma não era suficiente, era necessária transformação, e o homem só conseguia transformar se entendesse do que queria transformar.

Enquanto só havia um Socialismo primitivo, onde os socialistas acreditavam numa verdade revelada, pensavam ser “iluminados”, e consideravam desnecessário o entendimento, achando que apenas a razão pensante era capaz de transformar, surgiu, com auxílio de Engels, um Socialismo professado por Marx, que vinha romper com a metafísica da Filosofia, um Socialismo que baseava-se na ciência e tinha como base uma análise intensa da sociedade e de suas características.

Falava-se na libertação de toda a humanidade de um sistema opressor, e Engels surge com a idéia de que era necessária a distinção entre as classe, pois o proletariado era a classe realmente oprimida.

Engels então tinha uma conclusão sobre o Socialismo existente até ali, e vinha quebrar com o mesmo, inovando a visão sobre a sociedade, enquadrando tal sociedade em sua dialética.
"A massa não é apenas objeto da ação revolucionária; é sobretudo sujeito" Rosa Luxemburgo







No livro “Do socialismo utópico ao socialismo científico” Engels faz alusão aos teóricos do socialismo utópico: Saint- Simon, Owen e Fourier. Elogia-os por serem os primeiros a pensar um socialismo, mas defende que é necessária uma ação mais concreta a partir da organização da classe trabalhadora.

Engels é contrário à metafísica por ela lidar com as coisas de maneira estática, rígida. Defende deve ser seguido o caminho da dialética para chegar a um conhecimento exato, usando o esquema: tese, antítese e síntese. É dada uma tese inicial, usada uma antítese como forma de oposição à tese e desse confronto entre tese e antítese surge a síntese.

Pela dialética a revolução socialista se daria pela tensão social provocada na classe trabalhadora pela mais-valia. O Estado tomaria o controle dos meios de produção e seria encarregado de distribuir a riqueza produzida de uma forma igualitária e num segundo passo quando não existisse mais uma classe social dominada, o Estado não teria mais necessidade de existir.


MARX (Nem contra, nem a favor)



Marx viveu em um tempo em que os homens se debatiam em conflitos, outros filósofos já haviam interpretado o mundo de diversas maneiras quando ele concluiu, "Cabe agora transformá-lo".
Os conflitos continuam aparentes, mas felizmente vários cidadãos ( alguns Marxistas e outros não) trabalham efetivamente para construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

DANUSA BARBOSA DINIZ / 1º Ano SS Diurno

Tese VS antítese = síntese


Para Engels esse é o método cabível para o entendimento profunda de todas as ramificações da sociedade. Devemos estudar as coisas partindo de um pressuposto de que sempre tem forças que se sobrepõem forças essas que, estão em constante mudança gerando assim um produto sempre novo a cada momento.

O socialismo para ser efetivado deve ter bases nessa analise, caso contrario temos ai, o socialismo utópico, algo que só será eficaz no plano mental de quem o idealista. Para a implementação de uma solução para qualquer problema a qual se passa a de se fazer uma analise no plano do agora, no contexto imediato, pois para Engels a realidade sempre está em mutação e as soluções não estão no passado e sim no presente, no agora.

Partindo desse ponto percebemos que a analise da sociedade contemporânea não se pode partir bases rígidas do passado, pois a realidade e mutável e, a aplicação de soluções por meio de estudos que se remetem totalmente do passado é passível de equívocos.


Aldivio Alves Lisboa ss noturno