terça-feira, 21 de junho de 2011

A Força trabalhadora...






A história da sociedade até os dias de hoje, é a luta de classes: proletariado e burguesia/ opressores e oprimidos.
A burguesia renasce das ruínas do feudalismo, mas não muda na luta de classes. Surge novas opressões, novas classes, novas lutas de classes.
A manufatura chega para substituir a antiga organização feudal, que logo depois também é substituída por máquinas e vapor. O mercado se expandia com instrumentos e comunicações que agilizavam a produção. A burguesia moderna ia ficando cada vez mais rica, se expandindo para todo lado e arranstando até as nações mais barbaras para o que eles chamavam de civilização.
Se dá então a Epidemia da super Produção, que com demasia nos centros urbanos e nas industrias, chegam a fome e a morte.
Com o desenvolvimento da burguesia, se tem também o desenvolvimento do proletariado (a classe dos operários modernos)
Conforme ia entrando as máquinas o salário do operário decrescia cada vez mais. Os operário se vendo na miséria, começaram a se unir e formar a classe trabalhadora para exigir melhores salários.
O comunismo aparece com o modelo da classe trabalhadora, para trabalhar e conquistar sempre para o coletivo e não para acumular riquezas para o monopólio.

Crítica ao modo de produção capitalista


Além de abordar diretamente a questão social, encarada como problema prático, reflexão teórica e questão histórica, o Manifesto Comunista fez a humanidade caminhar; não em direção ao paraíso, mas na busca (raramente, bem sucedida) da solução de problemas como a miséria e a exploração do trabalho.
O Manifesto fala de ontem, mas parece dizer de hoje. O desenvolvimento capitalista libera forças produtivas nunca vistas. A revolução tecnológica e científica a que assistimos, cujos ícones são computadores e satélites e cujo poder hegemônico é a burguesia, não passa da continuação daquelas descrita por Marx e Engels.
O Manifesto Comunista faz uma dura crítica ao modo de produção capitalista e na forma como a sociedade se estruturou através desse modo. Busca organizar o proletário como classe social capaz de reverter sua precária situação e descreve os vários tipos de pensamento comunista, assim como define o objetivo e os princípios do socialismo científico.
Marx e Engels afirmam que o operariado tomando consciência de sua situação tende a se organizar e lutar contra a opressão e ao tomar conhecimento do contexto social e histórico onde está inserido, especifica seu objetivo de luta. Além disso, destaca que o comunismo não priva o poder de apropriação dos produtos sociais; apenas elimina o poder de subjulgar o trabalho alheio por meio dessa apropriação. Com o desenvolvimento do socialismo, a divisão em classes sociais desapareceriam e o poder público perderia seu caráter opressor; enfim seria instaurada uma sociedade comunista.

Dica de vídeo (YouTube): O Manifesto Comunista de Karl Marx e Engels versão cartoon

Taowanah Vizoto - 1° ano SS - diurno

Processo de Reciclagem .



Manifesto onde Marx e Engels refletem sobre a novidade sobre esse novo modo de produção trazido pela burguesia. Trouxe transformações não apensas no modo de produção, mas um modo de produção cujos mecanismos impactam em toda uma nova forma de viver, um novo processo civilizatório.
O capitalismo que surge a partir da Ascenção da burguesia como classe dominante, impacta sobre uma nova civilização, uma civilização que cria uma nova forma de viver.
Então essa perspectiva global de um mercado, é um dos pressupostos da própria ideia do capitalismo. Porque não são apenas forças do mercado, é o mercado global. Que Marx e Engels vão dizer sem dó nem piedade que “a burguesia arrasta a tudo e a todos”.
Essa ideia de força de mercado global, ela nos cerca também em todas as perspectivas de nossa vida, por isso que como pretexto de discutir o modo de produção, Marx esta querendo compreender as transformações que o Capitalismo traz pra vida de todo mundo.
Pra Marx o capitalismo sucumbiria pelas forças das suas próprias contradições. Nessa força do mercado e do descontentamento. Descontentamento esse que justamente ia ser o mecanismo de dissolvimento do Capitalismo.
Assim como eles dizem que o capitalismo que forja os elementos da sua destruição, ele que gera essa massa de alienados e de oprimidos, ou seja, a substancias físicas e químicas vão atuar para dissolver o sistema quando essas pressões não forem mais suportadas.. Essa mesma dinâmica de um mercado global engendra os barbarismos por uma competição exacerbada, isso mesmo vai criar nos homens uma força para se ‘’revoltar’’.
O que Marx não conseguiu prever foi que nessa dinâmica de expansão o capitalismo fosse ter necessidade de usar a massa de oprimidos, para transforma-los em consumidores. Aí a ideia de inserção da ordem burguesa.
O Capitalismo percebeu que ele podia transformar aquele ‘’bagaço’’ que eram os trabalhadores explorados, em alguém que consumisse.
Afinal tinha que transformar o que era mão de obra explorada em consumidores, porque continua o dinheiro pago a ser gasto no mercado. Ela acabou reciclando o “bagaço”, multidão de desvalidos.
E isso valeu por quase 100 anos, essa reciclagem da classe C.

Beatriz da Silva - SS Diurno

Transformação da realidade


Com a ascensão do proletariado a burguesia enriquecia cada vez mais enquanto a classe operária sobrevivia de forma miserável em condições degradantes.
O manifesto comunista abriu os olhos dos trabalhadores e fez com que esses se reunissem e buscassem melhores condições de vida e de trabalho.
Onde o capitalismo é ressaltado como forma de dominação de poucos sobre muitos.Para transformação dessa realidade é preciso que a classe operária se perceba como classe e lute unida para que a mudança aconteça de forma concisa.


Valdirene Viviane do Nascimento. 1º Ano Serviço Social Noturno

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Heranças de uma sociedade

Com o surgimento da burguesia, o que se esperava era uma atenuação dos problemas enfrentados naquela época, por ser a classe que revolucionou e se fortificou através das ruínas da sociedade feudal, porém, todas as diferenças existentes foram mantidas.

O aperfeiçoamento das ferramentas usadas na produção e todo o capital, impulsionaram e ainda mantém a classe burguesa como uma alavanca que move a sociedade, de forma exploratória e brutal.
Ou seja, quase tudo (se não, tudo) o que vivemos nos remente à alienção causada pela burguesia, como fato dominante e exclusivo a ser seguido: o consumismo desenfreado, que desencadeia à supervalorização de coisas supérfulas e medíocres que possuem efeitos longíquos, pois, se não nos adequarmos a um certo padrão de vida, consumindo certos tipos de produtos/coisas, não nos vemos como parte da sociedade, e é aí que mora o perigo.

O processo de acomodação à esse modo de enxergar a realidade "burguesa" proporciona um estado de satisfação instântaneo, pena que não é duradouro.. Pois estamos sempre querendo mais, e mais e mais..







".. É tão fácil ir adiante e esquecer que a coisa toda tá errada.."
Karen Tidori Kuboyama - 1º SS diurno

"Sua luta contra a burguesia começa com sua própria existência"


Sempre houveram lutas de classes onde opressor e oprimidos sempre estiveram em lados opostos. A contemporânea sociedade burguesa não alterou este contexto abolindo as rivalidades entre as classes, ela simplesmente inovou as condições e alterou as suas formas.

A sociedade consumia cada vez mais fazendo com que houvesse a substituição do sistema feudal pelo manufatureiro fazendo com que desaparecesse a divisão de trabalho entre os vários grupos corporativos (feudais). Enquanto o consumo aumentava foi se aproximando a forma de produção industrial, sendo deixada de lado também a manufatureira. Assim, a burguesia arrastava todas as sociedades para as civilizações. A exploração deixou de ser implícita para ser explícita.

O aumento do capital nas mãos da indústria moderna deixava para trás as classes provenientes da idade média. Este crescimento se torna dependente da globalização, do contato com o mercado mundial. É necessário mudar o que é permanente para novas estruturas sempre, para que tudo se torne atrativo o suficiente com o objetivo de se tornarem objetos de desejos extremos aos consumidores. Assim, o produto nacional não mais possui o mesmo valor de antes.

Com o consumo exacerbado e pessoas sempre buscando mais capital para se satisfazerem, há uma hiper-racionalidade nas relações sentimentais baseadas em interesses com o único foco de serem sempre recompensadas por tudo o que fazem, uma visão antiética, somente capitalista. São relações frias, distantes as quais os seres perderam um pouco o sentido sobre o que é realmente viver. Este é o fruto do consumismo contemporâneo, abafar o real sentido pelo qual estamos aqui.


Marlu Barcaroli - 1º SS - Diurno

Manifesto de um sonho em comum

“De que tamanho podem ser os meus sonhos?” - Pensaram juntas, Sara e Cecília, uma sem saber da outra.

Cecília conheceu Sara em um sábado de inverno, as duas tinham em comum o fato de trabalharem desde os catorze anos, mas espera, este fato em comum talvez seja o mais repleto de divergências possível. Cecília começou a trabalhar porque, para ela, trabalhar era a única forma que ela teria de crescer para poder continuar trabalhando, e porque a situação em casa não estava indo bem. Já a Sara começou a trabalhar porque não queria crescer igual a um bando de pessoas crescidas que conhecia, e não queria que no mundo só crescesse a desigualdade, então arrumou três serviços, voluntários. Ela acreditava que se acreditasse, mesmo que ninguém mais acreditasse, o que ela acreditava ia começar a ser verdade. A Sara sabia sonhar, às vezes pensava em querer arrumar um serviço que pagasse dinheiro, mas pensava que já que tinha casa, comida, não passava frio (e dava jeito de arrumar agasalho pra quem conhecia que passava) e sabia sonhar, o dinheiro por enquanto era dispensável. Cecília queria encontrar um rapaz trabalhador, bonito e educado para casar, Sara queria um amor complicado das músicas, filmes e palavras. É que a irmã da Cecília tinha dezesseis anos, dois filhos e nenhum marido, e ela não queria ser assim também. E a Sara deixava de dormir para ler poesia. Tanto uma quanto a outra sonhava, escovava os dentes, assistia novela, ia em show de sertanejo e tinha Facebook. Mas quando se conheceram(e nisso já passavam dos vinte anos) a Cecília não sabia como funcionava essa coisa que a gente passa numa prova e pode estudar de graça, “sem pagar nada”, pra se formar.


E foi nesse momento que pensaram juntas aquele pensamento em comum.


"comum

(latim communis, -e)
adj. 2 g.

1. Do uso ou domínio de todos os de um lugar ou de uma colectividade!. = comunitário, público

em comum: partilhando algo com outro ou outros; em conjunto com outro ou outros."



(...)

Uma chamada para Liberdade.

O Manifesto do Partido Comunista teve sua primeira edição em 1848 com o objetivo de apresentar ao proletariado os principais pontos da análise do capitalismo feitos por Karl Marx e Friedrich Engels, e para que o proletariado tenha fácil acesso a está análise a obra foi feita em poucas páginas e de fácil compreensão.

Sua análise é histórica e distingue várias formas de opressão que com o passar dos séculos tem como fator a luta de classe, onde sempre houve uma classe dominante e uma classe desfavorecida fazendo assim a História se mover como um motor abastecido por contradições. Após a análise histórica da evolução das classes dominante Marx e Engels situam a burguesia como a nova classe opressora sem deixar de citar como ela conseguiu chegar ao poder derrubando a monarquia.

Mais adiante O Manifesto Comunista explica com fortes críticas a forma de produção do capital e como seu desenvolvimento requer um novo modo de viver, onde para que exija riqueza é necessária a existência da contradição gerada pelo proletariado.

Por fim ele tenta estimular a união entre os proletários para que estes adquirão uma consciência e lutem usando as armas nas quais a burguesia usa para manter o seu domínio, as condições sociais e políticas.

Colocam claramente que os objetivos dos comunistas só poderão ser alcançados com derrubada de todas as condições existentes, e que a classe proletária não têm mais nada a se perder devido a crise que já vivem, mas que com a luta poderão obter o controle gerando um modo de vida mais digna.

“Os proletários nada têm a perder fora suas correntes. Têm o mundo a ganhar ”

Cássio Balatore Giansante – 1º ano Serviço Social / Diurno

O Manifesto

O Manifesto do Partido Comunista escrito por Karl Marx e Friedrich Engels é um expoente da luta e da organização do movimento proletariado. Nunca um panfleto explicou tanto em tão poucas e simples palavras, e nunca mexeu tanto com um sistema.
Este texto não pode ser comparado ao "Capital" ou à "Ideologia Alemã" por não ser tão denso e esmiuçado, no entanto é tão importante quanto, não pelo seu aspecto intelectual, mas sim pela práxis que incentiva. É um documento que conclamou os trabalhadores não a apenas reclamar sua condição de vida, mas convida-os a entender o mundo (capitalista) em que vivem, a compreender as causas de sua exploração e com isso forjou a consciência necessária para que o proletariado pudesse se organizar e lutar por condições dignas de trabalho e sobrevivência.
Diferente dos socialistas utópicos, o socialismo científico (pautado nos pensamentos de Engels e Marx) percebe que antes de tentar mudar a sociedade é necessário entendê-la. É preciso compreender o sistema e a exploração em que o trabalhador se insere, para que conscientemente este se reconheça e reconheça seus iguais como uma classe social. Este será o Norte da revolução.
Não faz sentido lutar contra um inimigo que está em todas as partes, de vendas nos olhos. Deve-se primeiro desvendar o sistemas e suas artimanhas para aí então combatê-lo com todas as armas necessárias, físicas e intelectuais.

Pedro Fernandes Russo 1º SS diurno

O Manifesto Comunista

Manifesto Comunista, de Karl Marx e Frederich Engels,1848, com uma linguagem de fácil entendimento e uma estrutura simples (introdução concisa, seguida de três capítulos e uma conclusão curta), nele continham os principais Ideais do comunismo. Foi escrito a partir de uma reunião entre comunistas de diversas nações e publicado em diversas línguas.
Sua criação foi em meio a uma época onde o capitalismo e a burguesia tinham a prevalência do poder, e a desigualdade social entre os burgueses e o proletariado era grande e evidente. “(…), pois os que no regime burguês trabalham não lucram e os que lucram não trabalham”. Este trecho presente no segundo capítulo do manifesto demonstra de forma clara essa diferença da época entre o trabalhador e o chefe. Diferença está que é o alvo-centro comunista a ser combatida.
Seu primeiro capítulo (“Burgueses e Proletários”) aborda em linhas gerais a relação entre a burguesia e o proletariado. Mostra a evolução dessas duas classes sociais até a época de publicação da obra (apesar de que muitos conceitos apresentados, ainda são válidos para a atualidade).
O texto critica a produção capitalista e as consequências de organização social que esse tipo de produção causou. Apesar dos contras, o capitalismo é ressaltado como um pensamento revolucionário, pois acabou com a prevalência do poder monárquico e do poder religioso.
O segundo capítulo, de nome “Proletário e Comunista”, onde são abordadas as relações entre o partido e os proletários. O partido é relacionado no texto a outros partidos e movimentos, desvendando alguns objetivos comuns a eles, como o desejo pela queda da superioridade do poder da burguesia, e consequentemente a passagem do poder político ao proletariado.
Sobre as propriedades, ressaltemos que o comunismo não é contra a propriedade geral, mas sim da propriedade burguesa (ou seja, a abolição da propriedade privada). O capital e o trabalho assalariado também são abordados.
A terceira parte, “Literatura Socialista e Comunista”, critica três tipos de socialismo:
● Socialismo reacionário:
- Socialismo feudal
- Socialismo pequeno-burguês
- Socialismo alemão
Possuía um ponto de vista burguês, e procurava continuar com os métodos de produção e troca.
● Socialismo conservador ou burguês
Possuía um caráter de reforma, não de revolução.
● Socialismo e comunismo crítico-utópico
Procuravam modificar a sociedade através da boa vontade e dos exemplos burgueses, sem luta política.
Já o socialismo passado por Marx e Engels é conhecido como Socialismo Científico (o oposto de utópico).
O quarto capítulo faz um apanhado geral das principais idéias do manifesto, motivando e dando um grande destaque ao apelo pela união do proletariado pela causa, como por exemplo, com a conhecida frase:
“Proletários de todos os países, uni-vos!”
O Manifesto Comunista fez a humanidade caminhar. Não em direção ao paraíso, mas na busca (raramente bem sucedida, até agora) da solução de problemas como a miséria e a exploração do trabalho.



Amanda Angélica Aziani, 1ºano, Serviço Social - Diurno
O manifesto comunista de Marx e Engels, tinha o intuito de ajuda a sociedade a caminhar em busca de uma solução como, por exemplo, a pobreza, a miséria, a exploração do trabalho. Ele expoem as ideias dos revolucionários da época. É através dele que a sociedade conservadora passa a reconhecer o comunismo. O texto afirma que o comunismo não tira o poder de apropriar-se a coisas materias, tira apenas o poder de escravizar o trabalho de uma outra pessoa. O proletariado passa a se revoltar contra a burguesia e começa assim um movimento de caráter nacional. E é através dessa luta de classe ( burguesia contra proletariado) que Marx e Engels mostrava o que acontecia de fato, na realidade.

PROLETÁRIOS DE TODO O MUNDO, UNI-VOS!


O Manifesto sugere um curso de ação para uma revolução socialista através da tomada do poder pelos proletários.
Marx e Engels partem de uma análise histórica, distinguindo as várias formas de opressão social durante os séculos e situa a burguesia moderna como nova classe opressora. Não deixa, porém, de citar seu grande papel revolucionário, tendo destruído o poder monárquico e religioso valorizando a liberdade econômica extremamente competitiva e um aspecto monetário frio em detrimento das relações pessoais e sociais, assim tratando o operário como uma simples peça de trabalho. Este aspecto juntamente com os recursos de aceleração de produção (tecnologia e divisão do trabalho) destrói todo atrativo para o trabalhador, deixando-o completamente desmotivado e contribuindo para a sua miserabilidade e coisificação. Além disso, analisa o desenvolvimento de novas necessidades tecnológicas na indústria e de novas necessidades de consumo impostas ao mercado consumidor.
Afirmam sobre o proletariado: “Sua luta contra a burguesia começa com sua própria existência”. O operariado, tomando consciência de sua situação, tende a se organizar e lutar contra a opressão, e ao tomar conhecimento do contexto social e histórico onde está inserido, especifica seu objetivo de luta. Sua organização é ainda maior pois toma um caráter transnacional, já que a subjugação ao capital despojou-o de qualquer nacionalismo. Outro ponto que legitima a justiça na vitória do proletariado seria de que este, após vencida a luta de classes, não poderia legitimar seu poder sob forma de opressão, pois defende exatamente o interesse da grande maioria: a abolição da propriedade(“Os proletários nada têm de seu para salvaguardar”).
O Manifesto Comunista faz uma dura crítica ao modo de produção capitalista e na forma como a sociedade se estruturou através desse modo. Busca organizar o proletariado como classe social capaz de reverter sua precária situação e descreve os vários tipos de pensamento comunista, assim como define o objetivo e os princípios do socialismo científico.
A exclusividade entre os proletários conscientes, portanto comunistas, segundo Marx e Engels, é de que visam a abolição da propriedade privada e lutam embasados num conhecimento histórico da organização social, são portanto revolucionários. Além disso, destaca que o comunismo não priva o poder de apropriação dos produtos sociais; apenas elimina o poder de subjugar o trabalho alheio por meio dessa apropriação. Com o desenvolvimento do socialismo a divisão em classes sociais desapareceria e o poder público perderia seu caráter opressor, enfim seria instaurada uma sociedade comunista.
No terceiro capítulo, analisa e critica três tipos de socialismo. O socialismo reacionário, que seria uma forma de a elite conquistar a simpatia do povo, e mesmo tendo analisado as grandes contradições da sociedade, olhava-as do ponto de vista burguês e procurava manter as relações de produção e de troca; o socialismo conservador, com seu caráter reformador e anti-revolucionário; e o socialismo utópico, que apesar de fazer uma análise crítica da situação operária não se apóia em luta política, tornando a sociedade comunista inatingível.
Por fim, no quarto capítulo fecha com as principais idéias do Manifesto, com destaque na questão da propriedade privada e motivando a união entre os operários. Acentua a união transnacional, em detrimento do nacionalismo esbanjado pelas nações, como manifestado na célebre frase: “Proletários de todo o mundo, uni-vos!"

Lúcio Willian Mota Siqueira - 1º Ano de Serviço Social - Diurno

O MANIFESTO E AS CONTRADIÇÕES




A contradição é clara, vivemos em um mesmo ambiente, onde existe tanta riqueza de um lado, e existe também tanta pobreza de outro, o mercado com seu poder de dominação deixa explicito que, aqueles que não têm moedas para trocar, a miséria é certeira. Todo o mundo é domado pelas contradições, a luta de classes também com os opressores e os oprimidos, desde sempre, esse mundo abriga as desigualdades, e parece nem se importar com isso. O compromisso de Marx e Engels é estender a analise do movimento atual deles, com um entendimento do passado e compreender a sociedade atual propondo um novo caminho para o futuro, o alvo deles era a classe operaria, os trabalhadores que gerariam uma transformação, onde para eles o ideal era não haver classes, nem explorações, que essa contradição não fosse tão dominadora, mas podemos entender que hoje mesmo com tantas tentativas de mudanças, o mercado ainda toma conta deste universo desigual, e com as novas tecnologias, isso vem é piorando a cada ano que passa, as contradições continuam claras, e o capitalismo ainda barbariza a sociedade.

Exploração

Os trabalhadores sempre foram explorados por seus superiores e Marx faz uma critica a isso no Manifesto Comunista dizendo que o proletariado deve tomar consciência de sua condição e se organizar e lutar contra a opressão também faz critica ao modo de produção capitalista.
O Manifesto Comunista foi publicado em 1848 e pode servir para os dias de hoje em que os trabalhadores continuam sendo explorados de forma direta e/ou indireta e temos o modo de produção fordista isso mostra que a sociedade não mudou muito.

A luta continua

Marx em o Manifesto Comunista criticava o capitalismo e a desigualdade, dizia que os trabalhadores deviam se conscientizar e se unirem, já que almejam o mesmo e juntos seriam mais fortes para lutar contra a repressão e desigualdade do capitalismo.
Apesar do Manifesto Comunista ter sido publicado em 1848 ainda é possível extrair e aproveitar os estudos realizados na obra que dentre outros aspectos visava abrir os olhos dos trabalhadores, para que lutassem pelos seus direitos e contra o poder burguês que ainda é maioria. Pode-se analisar que mesmo depois de tanto tempo os trabalhadores ainda sofrem com as conseqüências do capitalismo e ainda lutam contra a burguesia, uma luta que ainda continua e parece estar longe do fim.

Fernanda Meneghel Justi - 1ª ano Serviço Social Diurno

Na base de lutas

O texto Manifesto Comunista reflete a visão critica de Marx e Engels sobre o capitalismo, a luta e a necessidade da união dos proletários contra a burguesia. Delineava em seus pontos essenciais as bases econômicas e a luta de classe como o motor da história. Onde só surgiria uma sociedade sem classe e sem exploração através da união dos proletários.
Este texto histórico é um ponto de convergência de várias tendências políticas e ideológicas, fundamentada em muitas lutas proletárias e que viria influenciar gerações posteriores do movimento operário e as posteriores lutas de libertação do homem pelos seus direitos.
Marx e Engels fornecem ferramentas necessárias para a compreensão da exploração do homem em suas diferentes dimensões, mostrando as contradições de realidade. Destacam as duas grandes classes oposta: a burguesia e a proletária.
Eles referem-se em posição dos comunistas distante dos proletários, afirmam que o objetivo dos comunistas é o mesmo que o de todos os partidos proletários: constituição dos proletários em classe, derrubada da supremacia burguesa e a conquista do poder público pelo proletariado.
Os comunistas deveriam procurar constituir-se em grupos organizados no interior dos partidos operários de massa que possuíssem nítidas características democráticas, a fim de encontrar direção mais firme na luta socialista.
Engels e Marx não estavam preocupados em apresentar uma fórmula universal, pronta e acabada de partido, mas sim, princípios que deveriam ser adaptados às organizações proletárias tendo como objetivo final a transformação da classe trabalhadora na verdadeira liderança intelectual e política.

O Mercado de Consumo Opressor do Capitalismo

                                                                  
          O livro Manifesto Comunista foi escrito por Karl Marx, juntamente com Friedrich Engels, ressaltando que o capitalismo não pode existir sem interligar o mundo, pois a burguesia precisa da força produtiva, a economia e o modo de produção é global, ou seja, não pode haver fronteiras, o mercado nacional é pouco e o objetivo do capitalista é atingir o mercado internacional, visando o maior acumulação de riqueza .
          Toda produção é necessário ser transformado pela indústria e com valor acessível para todos, mas a verdadeira intenção é acabar com indústrias nacionais e fazer com que a população consumirem produtos internacionais por falta de escolha e também o mesmo símbolos circulando pelo mundo inteiro.
          E explicaram o motivo e a razão de o consumo interno é mais caro que o produtos importados, não há como produzir um produto dentro do próprio país, além do custo alto, pode não ser qualificado, o mercado em si é competitivo e as pessoas procuram pelo preço mais barato, lei da oferta e da procura. Não há como viver só, porque não tem como sustentar o país economicamente sozinho, por exemplo: Cuba, um país que possui o sistema socialista, porém por precarização econômico, precisou abrir o país para turismo, para poder circular o capital.
          O mercado consumidor precisa ser modificado e aglobado constantemente, pricipalmente classe dos trabalhadores que são explorado e maltratados, porém precisa incoporar, pois precisa reciclar a massa do desvalido e transformar em consumidores (classe dos operários), o gasto volta-se em consumo como reciclagem.
          O importante é conscientizar os proletariados para essa questão, essa opressão que vem sofrendo desde da Idade Média, mas que intensificou quando foi introduzido o capitalismo. A Revolução vem dessas contradições, a grande questão Marxismo contêmporaneo e precisa ser partido através da consciência e motivando a união entre eles.


 
                                                    

Roteiro de cinema?

Em uma sociedade onde a opressão de uma minoria sobre uma maioria era garantida pelas leis dos homens e justificada por uma hereditariedade sangüínea, surgiu um pequeno grupo que soube se tornar indispensável dentro da corte e aos poucos foram moldando a cabeças das pessoas com sonhos de liberdade e igualdade entre os homens.

Esse grupo colocou a vestimenta de herói e se tornou a esperança dos homens, guiou as sociedades para as revoluções. Os homens se tornaram iguais perante a lei e o sonho de liberdade parecia estar perto de se realizar. As décadas foram passando e aquele grupo de herói passou a ser o vilão, no lugar da herança sangüínea entrou os senhores do dinheiro e a população se viu longe de sua liberdade.

Dentro desse contexto os novos dominantes criam um grupo de explorados para se manterem no poder, e estes buscam assumir a roupagem de heróis defensores da igualdade e liberdade dos homens.

Os 3 parágrafos anteriores parecem terem sido retirados de algum livro de ficção ou de um roteiro hollywoodiano digno as saga de Star Wars, mas se trata da idéia central da obra “Manifesto Comunista” contada de uma forma mais romanceada.

A burguesia que já teve seu caráter revolucionário agora assume uma postura reacionária e antagonista do proletariado (novo herói), exploração, alienação do trabalhador e desigualdade social é algumas das ferramentas que mantêm o capitalismo.

O primeiro passo para o proletariado assumir o seu papel histórico seria a compreensão da sua condição de explorado pelo capital e de todos os mecanismos de ação da burguesia, para depois de forma unida iniciarem um processo de revolução.

O manifesto comunista escrito com uma linguagem simples e direcionada para os trabalhadores das fábricas tanto do século XIX como do XXI acarreta em si um objetivo de conscientizar a classe operária.

Alex Almeida da Silva – 1º SS – Diurno.

A contradição capitalista.




Desde que existe sociedade, existe o opressor o oprimido e a luta de classes. Mas nunca houve na história da humanidade um modelo econômico que conseguisse oprimir tanto, se reorganizar após suas crises, globalizar o mundo, despertar o desejo de consumo em todas as classes, como faz o capitalismo hoje em dia. E ele o faz mascarando, escondendo todos os seus problemas, porque ao mesmo tempo em que ele produz para alguns uma riqueza abundante ele produz para outros uma pobreza extrema, uma contradição nunca vista antes.
E o capitalismo é tão bem projetado, que ele desperta nas pessoas um desejo de querer sempre consumir mais e mais , fazendo com que as mesmas não percebam a exploração que sofrem, seria basicamente dizer que ele embeleza seus defeitos.
O capitalismo bipolarizou a sociedade, de um lado os capitalistas (detentores dos meios de produção) e de outro lado os trabalhadores ( força de trabalho). E é por essa opressão , por essa miséria gerada que sempre existiu a luta de classes, porém qualquer luta que seja só acontece quando você encontra objetivos, motivações para isso. E é isso que faz o capitalismo, ele esconde o que tem de ruim, faz propagandas sobre o consumo, fazendo com que as pessoas queiram se inserir nele e não lutarem contra, não lutarem a favor de seus direitos.
Enfim, seria interessante que a classe trabalhadora se enxergasse como tal e lutasse por seus direitos, nada mais justo porque são eles quem produzem toda a riqueza acumulada pelos burgueses através da mais-valia.

Contradição Permanente


O livro " O Manifesto Comunista", autoria de Karl Marx e Friedrich Engels, é um texto de fácil compreensão , que continua muito atual.
A historia da sociedade, é constituída, na luta de classes, uma contradição permanente sempre existiram opressores e oprimidos. No período do feudalismo os servos produziam para si e para seus senhores. Com o surgimento do capitalismo os operários começam a produzir para um mercado sem rosto, e muitas vezes não sabem o que estão produzindo, por ficarem apenas com uma parte da produção. O trabalho se torna tão mecanizado que enquanto isso o cérebro fica livre para pensar. E tomar consciência de classe.
Pela primeira vez na historia nossas crises não são de escassez mas de superprodução. A barreira que separa a abundância da escassez é o capital. Você pode estar do lado de um depósito de mercadorias, morrendo de fome não vai ser possível o acesso, se não possuir o dinheiro para adquiri-las.
Era nessa perspectiva que Marx acreditava que as pessoas tomassem consciência dessa contradição e fizessem uma revolução. Ele só não contava com a reciclagem do capitalismo. As pessoas não querem fazer uma revolução contra a burguesia mas sim participar dela.


Livia de Paula Barbosa - 1° ano de Serviço Social - Diurno

Karl Max..

O manifesto comunista pela primeira é um texto que consegue atingir o operariado em geral atravês de sua linguagem simples.Max diz que o enfrentamento entre as duas classes antagônicas em si, o proletariado e a burguesia, são o que move a história anterior ou atual, e toda a produção dentro do direito social e produto desse enfrentamento.Opressor e oprimido estiveram em constante oposição um ao outro,uma luta que todas as vezes terminou com uma trasformação ou com uma ruína das classes em disputa.Max fala tambêm da religião diz, que a religião e o "ópio do povo"a religião esta no visão de Max a serviço do modo capitalista de produção,pois e um fator de dominação da população e para ele a dominação não existiria em uma sociedade sem lutas de classes.A familia para ele é mais uma reprodução do capitalismo,as relações de afeto dentro na sua concepção, de um salario e dependem do mercado.
Andressa Vanusa Camargo-1°ss noturno
Dizer que o que Marx escreveu naquela época ainda pode ser dito, seria óbvio. Perceber como as coisas não mudaram muito, é muitas vezes revoltante. Ver que a revolução está por vir mas não saber quando, é estressante.
A classe operária só consegue mudar a sua realidade a partir do momento que se enxerga como classe e luta por melhores condições de vida, afinal quem produz a mercadoria nunca fica com o dinheiro que deveria, já que o mesmo fica acumulado nas mãos dos capitalistas (contradição do capitalismo).
Assim, lutando para conseguir o que lhe é de direito, tentando igualar um pouco - ou desigualar -, os trabalhadores fariam a tão esperada revolução e mudariam a injustiça que é o mundo atualmente.
O único problema é que é difícil para a maioria dos trabalhadores ver sua família passar fome para tentar resolver uma coisa que eles acham que não mudará, já que perderiam seus empregos. Não é apenas o modo de pensar dos trabalhadores que tem que mudar, mas também o dos capitalistas ao perceberem que são todos iguais, que todos estão sujeitos a passar fome quando algo lhes faltam. A partir do momento em que percebessem isso, ao invés de explorar seus iguais para comprar um carro novo, dariam ao menos o que é de direito aos de classe mais baixa para que tivessem uma VIDA e não uma sobrevida, com direito a educação, saúde e lazer.
Mas no mundo atual, sabemos que isso é impossível, então somos obrigados a fazer o que nos é possível dentro das condições atuais.

Atuação compreensiva

Max Weber ressalta as ações como importantes ao individuo. Aquilo que ele não consegue fugir. Portanto , a necessidade de compreender o comportamento individual, valores, influencias, estímulos, que os guiam e os encoraja em determinadas ações. Como inicio de mudança em relação ao coletivo.

"Neutro é quem já se decidiu pelo mais forte"


Joseane da Silva Poli - 1° ano SS - noturno

Até onde posso suportar..

A luta de classes sempre esteve presente, em todas as sociedades. O opressor e o oprimido sempre estiveram em constante oposição. Gerando 'motivos' necessários de mudança e deixando evidente as contradições existentes, Capital vs Trabalho / Burguesia vs Proletariado. Entre aqueles que não tinha outra riqueza, que não seja sua prole.Sendo o Capitalismo produto para aqueles que não tiveram outra escolha a não ser sua prole. Levados pelo impacto , causados pela burguesia. Não havendo fronteiras para o mercado, o trabalho passou a ser central em suas vidas, gerando lucro aos grandes através da inclusão das pessoas e dos diversos lugares como meio de mercado ativo.

Joseane da Silva Poli - 1° ano SS - noturno

Presos da LIBERDADE

“Se você busca a justiça social e a dignidade humana, o sistema de mercado livre é o caminho a percorrer” pode parecer piada, mas esta frase foi dita pelo ex-presidente dos Estados Unidos, George W. Bush.
Conhecendo um pouco os estudos de Karl Marx percebemos tão cruel é este sistema na qual estamos, tudo bem que só de viver no sistema capitalista já percebemos as injustiças causadas pela exploração do trabalho e do consumismo. Mas Marx, com sua analise nos detalha todo o funcionamento do sistema e é incrível como conseguiu há 153 anos escrever o que estamos convivendo em pleno século XXI concordo que em alguns aspectos já foi ultrapassado mas também é pedir de mais.

Mas até quando vamos ficar prisioneiros em notas de papeis? O dinheiro é mesmo a razão do ser?

Marcos A. Limonti Fillho 1º SS NOTURNO

Um sonho

Para Marx e Engels o capitalismo não é apenas um modo de produção, mas um modo de vida idealizado e concretizado pela burguesia, o eixo regulador de todas as ações sociais. Acreditam que a dialética da história se resume à luta de classes, o enfrentamento entre opressores e oprimidos, enfrentamento este que gera a modificação das normativas sociais. O modelo de família burguês não passa de mero jogo de interesses do capital, hipócrita e luxurioso.
Eles sonharam uma revolução no modo de produção e distribuição de riquezas (que seria o socialismo) pois acreditavam que a burguesia havia criado o elemento germe para sua destruição, ou seja, a exploração e condições de vida subumana em que vivia a massa trabalhadora. O que não aconteceu, afinal se estamos até hoje vivendo um capitalismo que não dá nem vestígios de enfraquecimento, apesar de suas muitas crises ao longo da história, sempre teve astúcia para se manter endeusado perante a sociedade, (até mesmo transformar em consumidores o "bagaço" dos explorados), induzindo-nos cada vez mais ao consumo exacerbado e nos proporcionando uma infinidade de facilidades sem as quais não teríamos condições de sobreviver. Sem deixar de levar em consideração, é claro, as pessoas que vivem à margem da sociedade, os marginalizados pelo capital.

domingo, 19 de junho de 2011

A História mudou e os Marxistas, onde estão?

Em “O Manifesto Comunista” Marx e Engels, utilizando de uma linguagem muito elementar apresentam os principais pontos da sua análise do Capitalismo, assim como a antecipação de muitas das reflexões de Marx sobre esse sistema econômico, tais como: a ideia de globalização, mercado internacional interligado e o mercado como eixo regulador de todas as relações sociais.
Para Marx todo o movimento histórico é baseado na história da luta de classes. Esse enfrentamento produz a essência de todo o movimento histórico. É evidente que após a publicação do Manifesto a história já é outra, portanto não podemos justificar todos os problemas sociais como sendo resultado dessa contradição da luta de classes. Devemos perceber a dialética para além da luta de classe.
A antítese hoje luta não para suprimir a tese, mas para se incorporar ao sistema, ou seja, enquanto não houver de fato uma conscientização de classe não haverá a tão sonhada revolução.
A burguesia foi eficiente ao expandir seu modo de vida para o mundo. Ela não construiu um novo modo de produzir apenas, mas todo um processo civilizatório. As determinações do mercado definiram muito do padrão de sociabilidade que temos hoje.
Enfim, sabemos que algumas dessas reflexões de Marx precisam ser atualizadas devido às transformações que a história sofreu nos últimos anos. Precisamos agir não no plano das ideias, ou seja, não apenas imaginar a revolução como sempre fizeram os Marxistas Ortodoxos, mas agir no intuito de propor uma mudança na sociedade em que vivemos, e será a partir dessas pequenas mudanças que chegaremos, portanto, à revolução.


3ª Do Plural
Composição: Humberto Gessinger

Corrida pra vender cigarro
Cigarro pra vender remédio
Remédio pra curar a tosse
Tossir, cuspir, jogar pra fora
Corrida pra vender os carros
Pneu, cerveja e gasolina
Cabeça pra usar boné
E professar a fé de quem patrocina
Querem te matar a sede, eles querer te sedar
Eles querem te vender, eles querem te comprar
Quem são eles?
Quem eles pensam que são?
Corrida contra o relógio
Silicone contra a gravidade
Dedo no gatilho, velocidade
Quem mente antes diz a verdade
Satisfação garantida
Obsolescência programada
Eles ganham a corrida antes mesmo da largada
Eles querem te vender, eles querem te comprar
Querem te matar de rir, querem te fazer chorar
Quem são eles?
Quem eles pensam que são?
Vender, comprar, vendar os olhos
Jogar a rede... contra a parede
Querem te deixar com sede
Não querem te deixar pensar
Quem são eles?
Quem eles pensam que são?

MANIFESTO COMUNISTA


O Manifesto do Partido Comunista foi uma tentativa de difusão dos ideais socialistas que surge a partir do Materialismo Dialético de Marx. A proposta se amadurece no final do século XIX.
É uma crítica ao modo de produção capitalista e tem como fundamento a conscientização da classe operária para que essa consiga se estabelecer e reverter a sua situação de alienação. Os revolucionários comunistas visavam acabar com a sociedade privada e assim a divisão de classes seria extinta, já que Marx e Engels diziam que em todo o momento da história das sociedades houve luta entre as classes, sendo uma classe dominante e a outra dominada (burguesia e proletariado), a medida que essa desigualdade vai sumindo, some também o Estado. Eles criticam o socialismo reacionário, o socialismo conservador e o socialismo utópico. Marx e Engels prega o socialismo científico que é contrário ao romantismo dos utópicos. Marx encerra o manifesto motivando os proletários com a famosa frase : 'Proletários de todo o mundo, uni-vos'

Samanta Cristina Baptista, 1º SS noturno

Novo tempo, novas causas.



Algumas coisas que sabemos: o capitalismo é um sistema que causa alienação, desigualdade social, miséria entre outros. Isto sempre ocorreu, antes e depois do descobrimento dos "novos" continentes, mas a idéia de globalização e de expansão de mercado se intensificou com esse novo sistema, até porque se ele não atingir novos mercados ele entra em crise.
Marx analisando a história notou que outro fato deriva desses problemas, a luta de classes e segundo ele só essa luta pode causar transformação.
Muita coisa deve ser mudada na sociedade, principalmente porque esse sistema que vivemos reduz a vida de um homem á uma simples nota. E essa ideia de liberdade daqueles que tem dinheiro " eu pago, eu posso" iria acabar junto com o próprio sistema, que segundo Marx afundaria na própria concorrência/competitividade que causaria revolta da classe trabalhadora.



Higor Mouro 1° Serviço Social





O CAPITALISMO
No manifesto comunista Marx e Engels distingui as várias formas de opressão social e critica ao modo da produção capitalista,o poder da burguesia.
Burgueses x proletariados= desigualdade social que teve grandes consequências na organização social:desemprego,fome,miséria e a exploração e eles tentam solucionar esses problemas presentes na sociedade.
E um grande elemento do capitalismo é o mercado que incentiva as pessoas cada vez mais a um consumo desnecessário para satisfazer um prazer que não passa mais de uma mercadoria em que vai favorecer a concentração de riqueza nas mãos de poucos.
Hoje é o dinheiro que move todas as relações existentes precisamos até pagar pelos nossos prazeres futuros e é esse capitalismo que gera a massa de marginalizados e oprimidos e são esses que Marx e Engels querem "abrir os olhos" para este problema.

http://www.youtube.com/watch?v=A4Cikknx1Uc

O principal objetivo do Manifesto Comunista é instigar os trabalhadores, que foram privados de seus próprios meios de produção e que agora são obrigados a vender sua força de trabalho para garantir sua sobrevivência, à luta por seus direitos perante esse novo modo de vida que lhes estão sendo impostos: o Capitalismo.

Dessa forma, em todo o seu decorrer Marx e Engels deixam claro quais são os ideais Comunistas e também demonstram suas insatisfações quanto aos ideais Capitalistas, dentre eles o ideal da Propriedade Privada na qual defendem sua abolição.

Grito.

O Manifesto Comunista surge ameaçando todo o sistema capitalista. A obra propõe uma forte utopia banhada pela união dos trabalhadores em prol de um mesmo ideal. Propõe ferramentas para que haja um ideal de igualdade, eliminando miséria e exploração, já que todos tem o direito de governar suas próprias vidas.
A obra com papel fundamental na história da humanidade, parte de uma análise minuciosa histórica, destacando várias formas de opressão.
Mesmo Mark e Engels não tendo presenciado o resultado, creio que não previam longevidade desse capitalismo, tão oponente. Mas previam que o Manifesto abriria os olhos dos proletários para que lutassem pela conquista de um poder político e a destruição da burguesia tão dominante.
A obra traz contém claramente objetivos comunistas, enfatizando que todos os homens são iguais.
E destaco aqui o grito de protesto, que para mim, resume a obra:
" TRABALHADORES DO MUNDO, UNI-VOS "


Rita de Cássia F. Henrique 1 ano S.S noturno.

``Androides``





O manifesto comunista explicita as características do sistema capitalista em que a desumanização do homem é visível, tudo o que fazemos , estudos , relações sociais no fim , é para servir ao ``sistema; pegando

uma família clássica ( pai,mãe, filhos) por exemplo ,segundo a visão do processo capitalista, cada integrante seria apenas mais uma peça para a ``maquina`` que faz o sistema capitalista funcionar.



Então no manifesto comunista Marx convoca a classe oprimida a lutar contra as condições impostas pela classe dominante ( burguesia) , no intuito construir uma nova sociedade baseada na igualdade.







Amanda Inacio Faciroli 1 S.S noturno.

Os tempos mudaram.

O Manifesto do Partido Comunista baseado na ideia de que todos somos iguais e temos direitos iguais, foi uma tentativa de Marx e Engels juntamente com comunistas de toda a Europa de tentar solucionar os problemas da sociedade, como miséria, pobreza, opressão e a exploração do trabalho, que vem fazendo parte do contexto histórico da sociedade desde seus tempos primordiais...

Logo em seu inicio cita com um tanto de orgulho, o quanto o comunismo já assustava os lideres da época, o fantasma do comunismo rondava a Europa!

Em geral o texto de Marx e Engels faz um critica contra o capitalismo, e as suas mazelas, a relação trabalho/capital explorador/explorado. O texto meio que incentiva a massa explorada, o proletáriado a se organizarem para que a revolução acontecesse... Tanto é que termina com a frase PROLETÁRIADO DO MUNDO TODO, UNI-VOS!! Marx quando escreveu o manifesto, não imaginava a que ponto o capitalismo era capaz de chegar, ele sem dúvidas contava que o " proletáriado " fosse cada vez mais se revoltar com a sociedade injusta e exploradora, mas parece que aconteceu o contrário, o capital conseguiu fazer desses explorados, consumidores e sustentadores do capitalismo. Todos vivem felizes com seus tênis da nike, pagos em doze suaves prestações, ou com suas televisões de plasma, seus computadores de tela plana, e nootebooks.

O proletariado de hoje em dia,nem sabe quem foi Marx, aliás não passa na cabeça da maioria das pessoas que são explorados, a parcela da população que tem conhecimento e enxerga a exploração, a galera que lê Marx, na maioria das vezes não precisa de uma revolução, assim como os chamados marxistas de corredores, que além de não saber explicar nem a dialética de Marx , com certeza não sabem o que é de fato um trabalho, não sabem o que é levantar as 5:30 da manhã, trabalhar o dia todo e logo após ainda ir a faculdade, não sabem e não precisam saber , pois seus pais mandam uma boa grana par gastar com a estadia em uma cidade distante, incluindo festas bebidas e baseados, entraram facilmente na universidade pública , devido aos seus ótimos cursinhos particulares e muitos ainda recebem presentinhos de seus pais como recompensa...

Essa é a nossa sociedade de hoje, que não só explora força de trabalho física, mas também, explora saber, aliena o trabalho das pessoas com suas máquinas o desvalorizando. Mas todo mundo acha lindo, ama a tecnologia, acha ótimo ter um computador que faz em seu lugar todo o trabalho, basta dar alguns cliques, e digitar algumas coisas! E o pior de tudo: ainda tem gente espalhando por aí que a revolução está a caminho!..



"Escute, garota, o vento canta uma canção
Dessas que a gente nunca canta sem razão
Me diga, garota: será a estrada uma prisão?
Eu acho que sim, você finge que não
Mas nem por isso ficaremos parados
Com a cabeça nas nuvens e os pés no chão
"Tudo bem, garota, não adianta mesmo ser livre"
Se tanta gente vive sem ter como comer..."

Engenheiros do Hawaii- Infinita Higway

Titãs – Homem Primata

http://www.youtube.com/watch?v=vkOvm3_oXyg


Ultraje a Rigor- Rebelde sem causa

http://www.youtube.com/watch?v=A4Cikknx1Uc