sexta-feira, 18 de março de 2011

Prefácio da ciência

   Para começar meu comentário pego emprestado às palavras de Fernando Anitelli “A razão é como uma equação de matemática...”. A base da ciência é a razão, através dela conseguimos explicar fatos até então esclarecidos pela especulação, pela magia ou pela alquimia.
   Ao duvidarmos da veracida de algo começamos a fazer ciência, de acordo com o livro O Discurso do Método de René Descartes, a partir disso o próximo passo é repartirmos as dificuldades para que elas possam ser ordenadas das mais simples para as mais complexas e por fim ter a certeza de que esteja tudo claro.
   Além da razão como base da ciência, René Descartes deixa bem claro que a existência de Deus é incontestável e que Ele continua sendo o referencial definitivo do conhecimento.
   Em um mundo onde todos são manipulados por uma máquina consumista é de extrema importância romper com isto e duvidar, questionar e mudar. Sendo assim, René Descartes deixa um prefácio de como podemos começar a fazer isto.

Amanda Angélica Aziani -  1° Serviço Social / diurno

PENSAR, EXISTIR E CONQUISTAR

Após a leitura do texto DISCURSO DO MÉTODO de René Descartes procurei realizar uma reflexão da influência da razão sobre o conhecimento e liga-lá ao lado da espiritualidade contida no texto.

Descartes busca a certeza para as afirmações das ciências e defende que não há o conhecimento inato, isso ao afirmar que a aquisição do conhecimento é adquirida atrvés de experiências alicerçadas na observação e experimentação. E vem dizendo também que a RAZÃO é o melhor caminho para alcançar o desejado conhecimento.

No pensamento "PENSO, LOGO EXISTO" Descartes expressa que a objetividade do conhecimento depende da capacidade de percepção de cada homen, ou seja, de cada ser pensante, isso nos meios que cada um possui para ter acesso ao dado objeto. Dessa maneira arrisco a dizer que o conhecimento é limitado pelo ponto de vista, da maneira como cada indivíduo, como cada ser enxerga determinada realidade.
Agora sob uma análise espiritual do dito "PENSO, LOGO EXISTO" me prendo sobre esse pensamento no que diz respeito a fé sobrenatural que é racional, pois é fundamentada na RAZÃO e não na EMOÇÃO, dessa forma penso que se eu crer que vou conquistar, assim terei o que que quero, consiguirei o que estava projetando nos meus pensamentos, pois prendi minha mente no objeto de anseio, de desejo.
Descartes aborda no seu texto que a existencia de Deus é algo real e é provada porque,existindo a RAZÃO e o PENSAMENTO, é preciso que haja um ser que endoce, ou seja, um fiador dessa razão e desse pensamento, algo que lhê dê coerencia. Pela razão existe Deus, mas creio e acredito que Descartes queria dizer que pelá FÉ existe Deus.

Lúcio Willian Mota Siqueira 1º ano de Serviço Social - Diurno

Em busca do próprio conhecimento


René Descartes em 1637 escreveu o " Discurso do Método ", demonstrando sua decepção com a filosofia, onde tudo que existia era uma presunção e nada de concreto. René critica a enganação da astrologia, alquimia e a magia, forças sobrenaturais que introduziam nas pessoas conhecimentos arraigados. Ele busca romper essas crenças e livrar dos enganos que ofuscam a razão.

Refugar como falso tudo aquilo que pudesse presumir a duvida. Se livrando das pré-noções e acreditar somente no que fosse comprovado, pois a filosofia não era algo seguro sendo ela guiada pela intuição.

Enfim, esta leitura nos leva a não acreditar em tudo que ouvimos ou lemos. E assim nos motiva ir em busca do nosso próprio conhecimento.



Livia de Paula Barbosa - 1° Serviço Social - Diurno

Penso logo existo ? Ou existo logo penso?


Descartes duvida da filosofia vigente em seu tempo. Para ele, tal ciência não demonstrava nenhum método, não passava de especulações, nada que comprovasse o verídico, numa base sólida e confiável.
A partir do momento em que a ciência expulsa o sobrenatural ocorre uma desilusão de um mundo até então conhecido.

Então, ele reflete sobre suas dúvidas, e conclui que : " conhecer é mais perfeito do que duvidar", que a perfeição só poderia vir de algo mais perfeito que ele mesmo. Tal perfeição só podia ser de Deus, sendo Ele a razão absoluta. Descartes decifrava e racionalizava a obra divina, onde a razão explica a divindade.

Para Descartes a partir do momento em que pensamos, logo existimos e que sua única certeza era de sua existência.
Angélica Borges de Sousa Pessoni Capel 1° Serviço Social / diurno

Bom senso, a base.

Não desejo fazer um comentário geral do texto nem tão pouco um resumo, tratarei nesse comentário um tópico que Descartes trata em seu texto "Discurso do Método", que creio eu ter sido se não completamente, mas uma parte da base que usou na construção do livro, o bom senso.Tal assunto é sempre discutido e trabalhado, mas o que tange ao essencial ou básico do bom senso não é explicado. Um tanto abstrato, o bom senso levou até Descartes a pensar sobre ele e utilizá-lo como abertura de seu livro. Cada um pensa ter o maior senso critíco e saber distinguir o bem e o mal, o certo e o errado. Entretanto, tal requisito que deveria ser incorporado desde criança, quanto a questão de educação, o que nem sempre é a realidade, o senso critíco é diferente em cada pessoa. O trajeto da vida, e os caminhos que o cidadão passa durante sua vida é que vai transformá-lo e torná-lo capaz de representar, conforme o senso que lhe foi apresentado, sendo esse bom ou não. Mas as diferentes vivencias de vida torna o significado do 'bom senso' um tanto quanto vago, porque cada individuo tem a sua concepção desse substantivo. A questão de avaliar o outro quanto a esse requisito deve se basear no bom senso, sendo este a base para a vida e uma melhor socialização do mundo. Antes que me torne redundante, despeço me aqui.

A razão na busca da verdade

René Descartes decidiu estudar a si próprio e empregar todas as forças de seu espírito na escolha dos caminhos, e no ''O discurso do Método'' ele mostra todos esses caminhos que traçou buscando a verdade através da razão. Tentou também discernir o verdadeiro do falso para ver sempre claramente suas ões, pois ele diz que à razão é a única coisa que nos diferencia dos animais.

Ele questiona primeiro a filosofia, mostrando a decepção da descrença de uma filosofia clássica, toda a filosofia feita pelos clássicos não tinha um método pra chegar no conhecimento, até então, no início do século XVII todo conhecimento era somente especulação, era inútil, fútil e estéril, não tinha construído nada sólido.

Não é por acaso que passamos a ser chamando de homens modernos, porque abandonamos as outras formas de ver o homem, paramos de acreditar na magia na alquimia e passamos a acreditar na ciência.

Ele também prova a existência de Deus e diz que tudo o que existe em nós se origina dele, Ele é o grande matemático e arquiteto, é o que explica a razão divina.

Em sua conclusão de que nada foi produzido era verdade, utilizou a dúvida como princípio fundamental do novo método científico, ele busca informação, para explicar e entender o conhecimento sólido. A idéia do Descartes de racionalizar era não apenas o próprio homem, mas também a natureza, ele queria clareza na ciência, que dava essa exata idéia de transformar, de modificar o mundo.

Após essa leitura pude perceber melhor o porquê Descartes é conhecido como o “Pai da modernidade”, pois o livro é um paradigma para o agora, para o presente, nele mostra claramente o sentido e a necessidade do domínio da razão.

(Adrielly Bevilaqua Stefani 1° de SS matutino)