segunda-feira, 21 de março de 2011

Todos estão Mudos

Através de Descartes em o Discurso do Método consegui chegar a algumas conclusões no que diz respeito a realidade que estamos inseridos hoje. O fato de sermos uma sociedade submissa às arbitrariedades não é novidade. Mas o que me incomoda neste momento é ter chegado a conclusão de que essa falta de voz da população talvez seja decorrente do profundo estado de conformismo que nos encontramos.
A maioria de nós caminha como ovelha muda em direção ao matadouro. Não vemos o SABER como arma fundamental para sobrevivência. Diz Descartes: "Aprendi a não acreditar com demasiada convicção em nada do que me havia sido inculcado só pelo exemplo e pelo habito, e, dessa maneira, pouco a pouco, livrei-me de muitos enganos que ofuscam a nossa razão e nos torna menos capazes de ouvir a razão". O que mais me choca não é somente saber que existem muitos que acreditam sim em tudo, por mera inocência e não estimulo de indagações, mas sim saber que a considerável porcentagem conhecedora das leis e direitos encontra-se neste momento na mais profunda zona de conforto, e quando se movem é somente em beneficio dos seus.
Danielle Nogueira 1° SS Diurno

Razão!

Através do texto de Descartes, podemos perceber a busca do intendimento do que é a Razão. Razão, que vem da palavra racionalizar, vem sendo racionalizada atraves da busca, da desconfiança dos conhecimento transmitidos, do fundamento da dúvida do novo método científico, da clareza com o criterio verdade.
É por essa busca de Descartes que são formados os príncipios básico da razão cientifica, que são: nunca aceitar algo como verdadeiro, realizar a analise melhores para responder suas duvidas, conduzir uma ondem de pensamento e efeituar em toda parte relações metódicas.

DÚVIDA:o ponto de partida!

Tudo o que se conhece surgiu de algum questionamento, desde aqueles da época em que éramos crianças e queríamos saber o porquê das coisas serem como são...

Descartes não perdeu a criança existente dentro de si, ansiosa por respostas, e questionou se tudo o que ele ja tinha como certo era mesmo verdade.

Acredito que muitas pessoas estabelecem como correto o que lhes é ensinado desde crianças, sem ao menos se perguntar, porque algo deve ser certo ou errado.

Concluo em concordância com Descartes que para alcançar a verdade deve -se:

-Duvidar : por em questionamento se tudo o que já se sabe sobre determinado assunto não tem uma mínima chance de ser falso.

-Fragmentar : dividir a linha de raciocínio de modo a tornar cada um dos pequenos detalhes mais claros.

-Ir do simples para o complexo: partir de um principio obvio e seguir desenvolvendo até se obter uma conclusão inédita.

e por fim

-Relacionar a conclusão obtida com o conhecimento ja existente: para analisar até onde o novo raciocínio avançou.

Duvidar?Conhecer?

O texto de René Descartes, nos faz pensar, duvidar, querer sempre conhecer. E é através da leitura, de diálogos e até de nossas dúvidas, que temos que buscar esse conhecimento, sempre correndo atrás da verdadeira verdade e não acreditando em tudo que nos é dito ou mostrado e principalmente reconhecer nossos erros, tentando concertar o que parece estar errado,fazer e ajudar, não porque somos bonzinhos, mas sim porque queremos ajudar e fazer com que faça diferença na vida das pessoas que ajudamos.

DUVIDAR PARA MODERNIZAR


René Descartes dá início a uma nova forma de se pensar o conhecimento e inaugura a modernidade. Propõe um novo conhecimento, que somos modernos porque passamos a ter como referencial, não mais a verdade dos astros, não mais a verdade da igreja, mais a do próprio homem. Dessa forma, as coisas começam a ser vista de dentro para fora: pensando, deduzindo, interpretando duvidando.
Contudo, Descartes não rompe com a relegião e propõe que Deus é um arquiteto e cabe ao homem desvenda-lo, desifrar o universo, Deus e toda a sua arquitetura utilizando para isso a ciência, de modo que não dá para de ante mão dizer oque é certo ou errado,e então se não tem certeza só cabe duvidar de tudo e disso selecionar aquilo que é realmente certo.
sintetizando, Rene deixa evidenciado que para conhecer é preciso duvidar sem contudo extremar essa racionalização, mantendo sempre a distancia entre os extremos filosofia sem sentido/ senso comum e a hiperracionalização do conhecimento.

Clareza como critério de verdade


Em o discurso do método, René Descartes propõe um método científico orientado pela lógica e razão, mostra um caminho inusitado da busca ao conhecimento. O filósofo, físico e matemático deixa claro que a verdade é construída a partir do ser humano, cabe ao homem decifrar o universo e todas as criações divinas, com isso é necessario obter uma nova forma de pensar, uma forma simples que nenhum pensador tinha estabelecido. Descartes visto como o "fundador da filosofia moderna" e como o "pai da matemática moderna", inaugurou a maneira de pensar racional, trazendo assim a modernidade e a tecnologia. O pensamento moderno concretiza-se com a dúvida. Duvidar é a premissa do conhecer, é tornar algo confiável, com ela desencadeamos formas positivas de pensar, uma nova forma de enxergar o mundo, que rompe por sua vez com o senso comum, tormando nosso pensamento mais claro.

"E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará."


Descartes, um homem sábio que estudou todas as ciências de sua época. Mas após concluir seus estudos, notou que havia muito mais pra ser conhecido. E não se conformando com tantas perguntas sem resposta saiu em busca de verdades. Quanto mais refletia , mais percebia que muito do conhecimento adquirido até então, não passava de expeculação sem comprovação.
Observou também que o mundo precisava não de teorias incertas que satisfaziam o ego de "sábios" da elite, mas sim de verdades práticas para ajudar na melhoria da vida dos indivíduos em geral.
Descartes desenvolveu uma nova ciência de conhecimento orientado pela razão, que duvidava , fragmentava, ordenava e revia os conceitos em busca da verdade, que liberta o homem para novas idéias , pesquisas, reflexões e para a evolução.
Grande Descartes!

Duvidar para informar

René Descartes propôs que sempre devemos duvidar de tudo para saber o quer realmente é confiável e verdadeiro. E pensando sobre essa teoria me lembrei dos dias que estive na África do Sul no ano passado, foram noventa dias de muita novidade e curiosidade, umas alegres outras não tão agradáveis. Um dos fatos que relembrei foi quando perguntamos ao nosso motorista onde ficava Athlone, ele assustado logo perguntou o que iríamos fazer naquela região, com calma o repórter que estava comigo explicou que queríamos fazer uma matéria sobre as famílias que estava sendo expulsas de suas casas pela FIFA para construção do estacionamento de um estádio na Cidade do Cabo.

O motorista não gostou da idéia falou que era muito perigoso chegar com jornalistas naquela região e que as famílias também eram muito agressivas e poderia nos agredir ou assaltar. No começo confesso que ficamos com medo e assustados, mas como disse Descartes devemos duvidar de tudo para chegar na verdade, duvidar é inovar e foi o que fizemos, mesmo com orientações de outras pessoas para não chegar perto daquelas famílias acabamos indo. E tudo aquilo que nosso motorista e outros sul africanos brancos falaram não se passava de senso comum falso, por que as famílias nos receberam muito bem no local, eram apenas pessoas negras e humildes que estavam tendo seus direitos retirados, mas infelizmente na África do Sul ainda existe separação racial , não como era quinze anos atrás mas o preconceito contra negros é enorme.


Esse e outros mitos sobre o pais da copa de 2010 que foram divulgados pela impressa internacional nos conseguimos desmenti-lo por simplesmente duvidar quando não tínhamos o máximo de informações para saber se realmente era real.

Descartes também afirmou da importância de conhecer culturas e hábitos diferentes aos nossos, para que julguemos os nossos mais justamente e não pensemos que tudo quando é diferente dos nossos costumes é ridículo e contrario a razão.Pode parecer simples pensar assim, mas na realidade é muito complicado, pois durante todos os jogos que assisti da copa do mundo um costume europeu muito diferente ao nosso me chamou atenção, enquanto os brasileiros assistiam os jogos em pé, cantando, vibrando a cada lance do jogo os europeus ficavam todos sentados nas cadeiras confortáveis o máximo que faziam eram bater palmas, quando acontecia um gol eles levantavam e logo sentavam de novo, isso me intrigou muito e me fez questionar quem estava certo, qual atitude era a mas correta, a festa que os brasileiros faziam ou o silêncio dos europeus?


Se alguém tiver curiosidade sobre as matérias que produzimos sobre a África do Sul pode conferir no nosso blog http://comercionacopa.wordpress.com/
Marcos Limonti 1º ano SS Noturno

Cogito ergo sum


No método Descartes expoe que a razão e igual em todos,
e ele usa ela para buscar o conhecimento, a verdade.
A forma para evidenciar o pensamento é a duvida,vendo isso ele elabora o
cogito ergo sum ( penso logo existo).
Para duvidar e preciso pensar,assim quem esta pensando tem que ser algo.
É o primeiro princípio da filosofia,atendendo ao critério de uma verdade que
tem que ser clara e distinta.
Descartes vê que ele é, um pensamento sem corpo,
e que para existir não precisa de lugar, nem de nada material.
O cogito é a descoberta do espírito por si mesmo,que existe como sujeito,
é a primeira verdade descoberta, fornecendo o critério da idéia verdadeira.
René Descartes nos mostra que a dúvida é um meio de chegarmos a verdade, e por isso devemos duvidar mais para não sermos levados por ilusões.

Duvida , Crítica e Autoconhecimento.

A obra de Descartes "O Discurso do Método" pode ser vista como uma sistemática reflexão sobre seu tempo através de uma tomada de posição específica frente a uma crise que, a partir de seu posicionamento, inaugurou uma nova epistemologia e uma nova maneira de olhar a realidade.
Ele argumenta a idéia de que todos seres humanos são dotados igualmente de razão e que só chegam a opiniões distintas por não possuirem um método adequado. Toma a razão como o principio que norteia o método empreendido para discernir entre o falso e o verdadeiro, tendo em vista que nossa percepção sensorial nos transmite informações enganosas sobre o mundo. Acredita também que somente com a dúvida, a crítica e o autoconhecimento é possivel atingir o verdadeiro saber. Cabe na busca incessante pelo conhecimento desatar as amarras do preconceito e dos dogmas impostos pela sociedade a fim de abandonar o senso comum e encontrar a real sabedoria baseada na observação e experimentação.


Juliana Andrade Braga - 1º SS / Diurno

"Digerir", decifrar e interpretar para, realmente, conhecer.

Contrariando a posição filosófica clássica de conhecimento, e qualquer outra que valorize apenas a intuição e o hábito, Descartes apresenta uma forma de conhecer que se utiliza da dúvida, da busca, da observação e fragmentação de informações, para que a partir destas, e de acontecimentos, seja possível adquirir conhecimentos fundamentados na experiência e razão.
A dúvida é primordial para o conhecimento, pois instiga a busca e a investigação. A reação precedente ou imediata diante das coisas resulta na formação de um conhecimento sem fundamentos ou bases fortes, e quando este pré-conceito é suficiente para satisfazer a necessidade de conhecimento, isso pode desencadear alienação. Além de, ainda segundo Descartes, resultar em um conhecimento fútil e sem útilidade. E por isso, ele enfatiza a necessidade de se decifrar e decodificar o que há, e acontece, no mundo para que se possa aprender e adquirir sabedorias práticas, esclarecedoras e úteis.


Marianna Ambrosio Rodrigues - 1° Serviço Social - Diurno

Conhecimento, Razao...Verdade

Eu pude notar, através dos textos propostos, que René Descartes surge com a proposta de uma nova forma de interpretar o mundo: através da razão. Ou seja, para ele de nada adiantava as grandes filosofias e o ensino tradicional, se estas não estivessem enraizadas na racionalidade e depois em atos concretos que contribuíssem para o bem-estar do ser humano. Mas, toda essa nova proposta não surge do nada; é através da desconfiança e das dúvidas, da inquietação que as antigas filosofias lhe trazia, até mesmo dos próprios sentidos, que o levou a buscar esse novo método, um meio de racionalizar, de usar a razão como fórmula fundamental para se viver. René chega assim, na conclusão de que Deus é o modelo dessa busca pela perfeição, pelo conhecimento e razão, é o arquiteto, a razão absoluta, um Ser perfeito, o grande matemático, o ponto de partida. Compreender o mundo agora, é também compreender esse grande arquiteto que é Deus. Para ele, até naquele momento a natureza é que mandava no homem, agora, guiados pela razão, o homem conseguiria mandar na natureza, cumprindo assim o que diz na Palavra de Deus em Gênesis : “E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra...”. Podemos concluir portanto, que René pretende mostrar a importância da razão e o quanto ela pode se tornar benéfica para o homem, se ele a usar. Partindo, assim desse modelo de perfeição que nos leva a utilizar a razão que é Deus, o conhecimento, esse novo método, a ciência, agora só tem valor se ela passa a contribuir com a melhoria do ser humano. Vamos torcer, para que se Deus quiser, sejamos profissionais que transformem todo conhecimento, em ações que levem todo ser humano a viver melhor.


JANAINA FARIA - 1ANO SS NOTURNO

Em defesa da criticídade universitária!

O acesso de um aluno em uma universidade espelha a dinâmica de valorização do mercado de trabalho, por trás da acessibilidade universitária concentra a negação social quanto a classe em que o individuo pertence , dessa forma existem inumeros casos de não alfabetização , acesso restringido a bancos de universidade e mais ainda a utilização da mão de obra não qualificada com salários assombrosos ,isso vem marcar a necessidade de alargamento das vagas .
Um aluno quando instrumentalizado seguindo os parametros que Descartes prega em seu texto, investigação, solidariedade, aceitação das idéias alheias . Com as ferramentas as quais Descartes se fundamenta auxiliado pelos seus professores, analisará esse acesso a universidade ou uma outra forma, colocando modelos criticos tanto na produção academica , tanto na pratica como futuro profissional formado.
O serviço social corresponde a uma parcela que busca sair da "neutralidade" enunciada e negada por Decartes , oferecerá a ampliação do pensamento onde esse acesso a universidade passará simplesmente de uma mera entrada, para os problemas que envolvem nossos sistemas educacionais.Dessa maneira destruiremos o sistema que agrega peças humanas as grandes empresas, e formaremos um exercito como acentuado por Descartes, um exército que envolve a fé e a vontade de um mundo amplamente digno.
Beatriz da Silva Mendes de Araujo - 1° SS (Diurno)

Duvidar é um modo de pensar

Em "Discurso do Método", René Descartes parte de um relato de sua biografia intelectual. Ele expõe de forma clara as experiências que teve.
Descartes parte da certeza inicial do sujeito pensante, nela descobre Deus como ideia inata, logo conclui-se a impossibilidade do erro absoluto. Temos assim o saber fundado agora na subjetividade humana e não mais no ser. Ele duvidou inicialmente de suas sensações como forma de conhecer o mundo, pois as sensações enganam sempre.
Em toda dúvida está presente a certeza do sujeito que duvida. Eis a primeira certeza: duvido, logo existo. Duvidar é um modo de pensar, então: "Penso, logo existo.", que significa: penso, logo tenho consciência de mim mesmo. Penso, posso me opor ou posso escolher; logo existo.
Descartes assegura-nos a certeza da dúvida: a dúvida é um pensamento e, no instante em que a penso, não posso duvidar de que a penso.
O filósofo nos faz refletir sobre algo: até aonde nos deixaremos levar pelas verdades alheias? Quando buscaremos nossa própria verdade? Se duvidamos, é porque temos certeza de que aquilo não é certo. Resta a nós questionar o mundo, refletir sobre o que realmente julgamos verdade, ter sempre em mente que nada é absoluto e acima de tudo; duvidar para que possamos de fato existir.


Taowanah Lorena Vizoto - 1° Serviço Social - diurno

Duvidar para acreditar.

René Descartes trouxe em sua obra “O Discurso do Método” a importância que a dúvida tem em nossas vidas. Segundo o autor, o conhecimento é adquirido através da dúvida, da curiosidade. Ele se mostra insatisfeito com o modo de pensar de sua época e elabora um novo método de estudos que revolucionou a maneira de se fazer e pensar a ciência.


Pensar e refletir, dessa forma deixamos de acreditar em tudo aquilo que é superficial e que antes da dúvida, acreditávamos cegamente ser verdade. Passamos então a duvidar até mesmo daquilo que é comum aos nossos olhos. Essa descrença nas coisas cotidianas e comuns é o que nos leva a buscar caminhos alternativos, meios diferentes de fazer.

Podemos receber, com demasiada passividade, declarações que nos são ditas e assim repassá-las adiante sem ao menos refletir sobre o que estamos ouvindo, lendo ou dizendo. Por outro lado, podemos deixar que a dúvida se manifeste e busque por respostas através dos “por quês”. Que a dúvida nos faça questionar aquilo que é para se acreditar.

Cada um de nós com uma opinião diferente sobre determinada coisa ou assunto, cada um com suas razões de ser ou estar, mas todos utilizando da razão e da dúvida para se chegar a alguma conclusão. São muitas perguntas originadas da dúvida e por mais que encontremos respostas para essas perguntas, para nós, humanos, a verdade será sempre algo incompreensível, fora da nossa capacidade de entendimento.

Enfim, devemos chegar às nossas próprias conclusões, nos questionar sobre nós mesmos e sobre todas as coisas.


Cleyton da Silva Oliveira - 1º ano Serviço Social / Noturno