sábado, 26 de março de 2011

“... pois tudo o que é digno de existir é digno de ciência...” (Francis Bacon).

Bacon propõe uma nova maneira para estudar os fenômenos naturais, para ele o conhecimento deve ser buscado através da observação e experimentação. Bacon não desconsidera a filoofia clássica, mas acredita na esterilidade desta, por não apresentar nenhum resultado prático para a vida do homem. Seu método propôs uma maior interação e domínio do homem sobre a natureza através de seu conhecimento, além disoo, o filósofo acreditava que o homem deveria livrar-se dos preconceitos chamados por ele de idolos para que não houvesse interferência em seus pensamentos. Portanto fica claro para nós que Francis Bacon gostaria que o conhecimento fosse algo inclusivo e que o fruto de nossas mentes fosse usado para um bem comum, por isso há uma diferenciação entre ele e os filósofos clássicos.

Amanda de Melo Barbosa , primeiro ano SS diurno.

Um novo instrumento da ciencia....

Para que a ciência seja eficiente Bacon prega que ela saia do mundo imaginario da mente, que se traduza em atos concretos (nao seja estéril) que possa ser usada para o bem comum.
Bacon preconiza que a boa ciência não é aquela produtora de pensamentos belos e complexos mas, que ela seja clara e real.
O que nos chama atenção tambêm é que Bacon dizia que a ciência devia deixar de ser acessível só as mentes brilhantes e aos sabios, mas que a ciência possa ser pública e utilizada em beneficio para o bem de todos.Bacon tambem diz que a mente não pode se guiar, por si mesma, teve ter instrumentos, para determinar o grau exato das certezas e dos sentidos.Bacon procura a cura da mente, pois para ele a mente pode-se, dizer doentia se não for capaz de colocar em prática, e traduzir para o material as suas descobertas.
A INSTRUMENTALIZACAO DA CIÊNCIA......ÉIS PARA BACON O MÉTODO DA VERDADE......

Andressa Vanusa Camargo-ss noturno

O homem e a ciência moderna.




As idéias do filósofo Francis Bacon, autor do texto "novo organum", assemelha-se em alguns pontos com as de Descartes, porém Bacon tem uma forma mais abrangente de interpretar a ciência.

Francis Bacon, acreditava que podia se fazer ciência por meio de conhecer e experimentar, e que só ficar pensando, estudando, não adianta muito. Bacon critica também assim como Descartes a filosofia grega, a religião, e as crenças em geral, pois não tem como base algo concreto.
A Filosofia de Bacon ainda presente nos nossos dias, dita a " inovação" propõe que o ser humano sempre busque coisas novas, justamente como é hoje ,o nosso sistema capitalista sempre busca coisas novas para vender, para conseguir lucro, sempre afim de mais tecnologia, mais novidades e de uma demanda de produção muito grande desses produtos, sem pensar se os recursos que temos hoje vão ser sufucientes para tanta " inovação" .


Enfim, será que Bacon e Descartes se vivessem nos dias de hoje apoiariam seus ensinamentos seres usados de tal maneira? Sem dúvida esse conhecimento é usado de forma inadequada, justo nós que somos seres possuidores de bom senso. Bom senso teriamos se soubessemos controlar o conhecer e o produzir!





Bruna Daniély Martins 1º SS Noturno.

a busca por descobertas


A sabedoria faz parte da mente humana a milenios.Desde os tempos biblicos nas histórias do livro dos Reis ,Salomão ouviu as palavras que talvez seriam as mais desejosas de todo ouvido:"pede tudo que quiseres,que te dê"(2REIS3.5).Sem exitar, Salomão pede a maior riqueza que até hoje um homem pode conquistar:sabedoria.Sem se preocupar com riquezas ou anseios carnais buscou para si o que seria a porta para tudo que ele desejasse conquistar e conquistous,sabendo que essa era a unica coisa incapaz de ser roubada.
No texto de Francis Bacom assim como no de Descartes ambos fazem menção a Deus em suas obras,notando-se assim que até mesmo renomados filosofos se rendem ,reconhecendo um Deus,que sim,possui os axiomas da vida do homem.Ademais,o homem busca por meio de palavras e experimentos certificar e provar suas teses, e estas embasadas muitas vezes na janela de seus ídolos buscam aprimorar-se em muitas antecipações que enfim podem custar-lhes tempo e no fim não alterar nada nem em sua vida nem em seus objetivos desejados.Em fim apesar do homem buscar conhecimento fazendo ciência,sabe que depende da natureza e que necessita desta para sua subsistêcia,alem de necessitar da busca para o conhecimento.

A boa ciência cria o Intelecto com as mãos


Em Novum Organum, de Francis Bacon, percebemos que para ele, a ciência só é ciência quando há a conexão da ideia com a experiência (teoria e prática, simplismente).

Essa junção permite que a ciência ande paralelamente com a razão, pois a mente não pode guiar-se sozinha, ela deve procurar concretizar o que cria para que não caia em senso comum, é uma racionalização conjunta a elaboração, pois é dever da ciência sempre INOVAR em seus conceitos.

Esta espécie de crítica a ciência (ciência que não é posta em prática), ocorre na tentativa de se formular uma ciência para a sociedade, que gere benefícios à população, e não apenas escritos que em nada inovarão (como as teorias de alguns filosófos).

É necessário ir sempre além da teoria, já que as ideias por si só, não se mostram concretas, claras, é preciso que haja a afirmação do que se intelectualiza.

Essa forma de encarar a ciência serve para que deixemos de lado o senso comum que nos foi inculcado, pois somente o aceitamos por achá-lo fácil, de lógica simples, pois a análise científica é mais complexa. Porém com a interpretação dos fatos em que baseia-se o senso comum, vemos que ele nem sempre é a melhor opção para uma escolha, pois é através de análises que vemos a realidade.

Assim como Descartes, Bacon não acredita que a filosofia possa ser tida como ciência, pois a filosofia tradicional não serve ao bem estar do homem, nada de útil e concreto foi feito por ela. É fato que a ciência é uma representação do mundo: o real, o concreto, não é fantasia!

As fantasias devem ser esquecidas, estas são tudo o que formulamos a partir de uma conccepção não confiável, os chamados ídolos, que bloqueiam nossas mentes para o pensar e agir. E somente após isso, podemos ter um perfeito domínio da conexão do intelecto e da experiência, que são o vivenciado, o aprendizado, uma forma de criar teses e fundamentos reais, inquestionáveis e até mesmo desvendar as intenções divinas. É assim que devemos fazer e exercer a ciência.

"A boa ciência é aquela que cria o intelecto com as mãos".




Thaís Monteiro Braga 1ºSS-diurno

certa vez escrevi...

Como podemos nós enquanto filhos por meio da dúvida fazer Deus chorar?
Tantas lágrimas derramadas até se fazer esse imenso mar
Exuberante mar, farto onde me farto em profundas a sonhar
A explicação disso tudo ainda virá, ainda virá, virou
Vinho tinto, o vinho será um passarinho no ninho antes de aprender voar
Indo ouvindo seu canto é lindo quando pousa em jatobá
A verdade não nos foi dita nem por sua boca nem por sua escrita
É preferível mesmo não saber e esperar, a saber, da verdade e nos machucar
Diz o velho ditado que devagar se chega lá, si, sol não desafinar
Banho minh’alma no pranto de Deus onde um dia meu pranto irá derramar
Quero entender o por quê de tanta coisa, mas como entender sem fazê-LO chorar?

Escrevi e resolvi postar!

Cleyton da Silva Oliveira / Aluno do 1º ano de Serviço Social

" De que modo se muda a história, com discurso ou com ação?"




Francis Bacon criticava filósofos gregos que eram ricos em palavras porém pobres em obras concretas. Bacon desenvolveu um novo método no qual a razão se unia com a expêriencia.
Para ele o homem devia sair um pouco dos livros em busca
de novas descobertas, explorar a natureza afim de decifrar os enigmas do "grande arquiteto" e transformar a natureza pra usa-la em seu favor.
Em seu método ele fala também que para fazer ciência o homem precisa se libertar de todas possíveis influêcias , como cultura, tradição, religião, fantasias da mente... e
abrir a mente para usar a razão e por a mão
na massa pra descobrir o que realmente funciona.
O alvo era a inovação.
Suas idéias foram muito importantes pra nós. Mas talvez o homem não soube os limites dessa exploração da natureza.
Algo pra se pensar...

Experiência: suporte abrangedor da informação.



"A leitura torna o homem completo; a conversação torna-o ágil, e o escrever dá-lhe precisão".
(Francis Bacon)


Aliado a todo conhecimento e raciocínio
Bacon apresenta um novo instrumento
A experiência e sua exploração
Vinculada a ciência e seu domínio.

Por si só não podemos guiar a mente
A clareza cientifica estabelece antítese a fantasia
Afinal, um amplo saber aproxima-nos de Deus
Descartando todo obstáculo comitente.

Entretanto, de nada basta tagarelar e se exaltar
Criticando dessa forma, a filosofia grega
A qual não almejava o homem no seu bem estar.

A ciência tem que ser útil ao senso comum
E não apenas um exercício da mente
Despertando a inovação e o invisível de cada um.


Larissa Barbin Gasola 1°ano SS - Noturno

Mais que imaginar... devemos experimentar!



Para Bacon, os cientistas, filósofos, não deveriam apenas criar teorias, mas colocá-las em prática, ou seja, não deveriam ficar esperando alguma iluminação divina, na qual os fariam descobrir todos os mistérios existentes, mas desvendá-los através de estudos, observação, experimentação; usando de seus métodos científicos para produzir conhecimento que seja acessível a todos. Mas, para isso, devemos interpretar a realidade sem nos deixar guiar pela antecipação da mente, quer dizer, não nos basear nas nossas fantasias, mas nos apegar ao concreto, no que se pode afirmar pela boa ciência, evitando as crenças que adquirimos ao longo da nossas vidas.
(Tirinha = relação aos filósofos gregos, que muito falavam e pouco faziam)

Novo Método

O "Novum organum" é a expressão de uma perspectiva que tanto se afasta do empirismo radical quanto do racionalismo exagerado - ambos duramente criticados por Bacon.

Para bacon tudo o que é digno de existir é ciência, mas deve ter como critério promissor a clareza e o concreto, a busca do novo conhecimento deve ser realizada através da exploração e experimentação sem limites e sem a interrupção da natureza e a ciência só pode avançar se alcançar a compreensão das matérias invisíveis aos sentidos, porem a falácia dos sentidos é o seu maior obstáculo na realização desses avanços.

Bacon escreveu o Novum Organum no século XV, entretanto suas idéias, teorias e métodos se encaixam perfeitamente nos dias de hoje. Bacon diz que a antecipação da mente é a base para o senso comum, a mente baseia-se em eventos familiares, daí sua fácil aceitação pelo senso comum. Baseando-se nesta afirmação pode-se agravar a questão do pré-conceito que é de extrema facilidade de acolhimento pela mente, pois esta mais próximo do senso comum.

Um exemplo clássico de pré-conceito é o homossexualismo, que ainda gera muita repercussão na sociedade, que não os aceitam pelo fato de serem ‘diferentes’, mas o diferente não é errado, é apenas diferente e não muda o caráter de ninguém. Outro exemplo de pré-conceito e senso comum é o fato de que alguns homens da cultura brasileira acreditam que tomar leite com manga faz mal ou pode levar a morte, entretanto nenhuma dessas pessoas pesquisam se realmente faz mal, apenas acreditam na superstição que é passada de geração em geração e se acomodam, pois é mais fácil acreditar e simplesmente se acomodar do que pesquisar e quebrar essas crenças populares, caindo então no senso comum.


Fernanda Meneghel Justi - 1ª Ano Serviço Social Diurno.

A necessidade de captar a invisibilidade


Vivemos numa sociedade absurdamente tecnológica, onde a cada dia quando ligamos a televisão ou quando abrimos uma página de jornal e até mesmo da internet, visualizamos produtos e serviços que nos proporcionam bem-estar.

Podemos dizer que Francis Bacon teve uma grande importância para esse grande desenvolvimento da sociedade. Em “Novum Organum”, Bacon defende a ideia de que a ciência não está alicerçada somente na razão, mas também na busca e exploração do conhecimento baseados na experiência. Para ele, tudo que existe é digno de ciência, uma vez que também a ciência deve ser revertida para o bem da sociedade.

Contudo, podemos notar que desde sempre os cientistas tentam lutar para uma sociedade melhor, pois a ciência tem o papel de desmascarar o que está escondido, retirando toda invisibilidade.

Um exemplo disso se dá através dos homossexuais que antigamente eram vistos como “anormais” ou até mesmo pessoas possuídas por espíritos malígnos. Por meio de estudos aprofundados e ações de pessoas com grande coragem, podemos notar que eles saíram da invisibilidade e garantiram seu espaço, seus direitos e o respeito na sociedade atual, não totalmente, mas em grande parte.

Por fim, o papel fundamental dos assistentes sociais é tornar visível aqueles pelo qual a sociedade, dentro do plano histórico insiste em ocultar.


Jéssica Taís da Silva - 1º Serviço Social/ Noturno

Nossa mente junto da experiência para fazer ciência.


Para chegar a tecnologia que nós dispomos hoje, foi necessário conciliar os saberes que adquirimos em pesquisas junto da experiência. E é justamente isso que fala Francis Bacon em seu texto "Novum Organum", para ele fazer ciência é primeiramente se despreender de tudo o que lhe foi passado, ou seja, ao fazer ciência você deve "limpar"a sua mente das crenças, da influência das pessoas, do meio social em que vive, dos sentidos, enfim de tudo o que lhe possa tirar o foco. Não devemos deixar que nossa mente se guie sozinha, pois ela sofre constante influência de tudo o que nos é passado enquanto ser humano.
Embora você tenha idéias brilhantes, acredito que nao terá nada de concreto se não dispor de pesquisas, métodos, se não usar suas mãos para materializar o que você pensou.
A ciência deve ser feita para beneficiar o homem, por isso também não pode ser somente idealizada pela mente. Bacon faz duras críticas a filósofos gregos, dizendo que o único método que eles possuem são apenas falácias e que não dispõem de nenhum método que comprove a sua "ciência" e afirma também que tudo o que eles falaram de nada serviu para beneficiar o homem.
Enfim, o que eu quis dizer com tudo isso é que nossa mente sozinha não é ninguém, mas nossa mente junto de outras ferramentas que dispomos pode nos levar a criar coisas dignas de contemplação.

Ceticismo e Experiência: suas armas, minhas armas, nossas armas!

"[...] Informação manipulada contribui pra formação da juventude limitada,
que aceita facilmente a sufocação, tratando como herói, quem age como vilão.
Não acredite em tudo que vê, não dê moral a tudo que lê. [...]
Liberdade de expressão é direito de todos, mas ao invés de falar,
então, faça algo que preste. [...]
Falador passa mal, manda e não acrescenta nada, sabe o preço de tudo e o valor de nada! [...]"

O trecho acima, da música "Sem Medo da Escuridão" - Charlie Brown Jr., explica, de certa forma, as ideias propostas por Francis Bacon.
Em seu discurso, "Novum Organum", Bacon expõe suas percepções quanto aos rumos da ciência. Acredita, assim como Descartes, que para se fazer ciência é necessário um embasamento racional, neutro e liberto de sentimentos. No entanto, Bacon, complementa tais proposições ao propor a experiência como método de prova.
Para ele, a teoria, apenas, não é suficiente. É necessário combinar ao pensar a obeservação e a comprovação por meio de testes. E mais, Francis explica, ainda, que tanto a Teoria quanto a Experiência não são eficazes separadamente.
De fato seus conceitos são coerentes. Teorias apenas podem ser guiadas por percepções individuais, tal como explica em Antecipação da Mente, que são bases para o senso comum.
Juntamente a essa primeira forma de ciência, é possível destacarmos novamente a coerência de Bacon, ao citar os Ídolos, que concorrem para o erro ao se fazer teorias científicas, uma vez que estes facilitam falsas percepções de mundo (mais uma vez individuais e de senso comum).
Francis, expõe 4 tipos de ídolos: da Tribo, que influenciam os seres por meio das paixões; da Caverna, que influenciam os seres por meio da formação; do Foro, que influenciam os seres por meio do círculo social; e do Teatro, que influenciam os seres por meio das crenças.
Para completar, descreve como eficaz o método da Descoberta Científica, que explora e experimenta proposições a fim de desvendar verdades.
Trazendo tais conceitos para a atualidade e fazendo um paralelo com o trcho musical citado acima, é possível percebermos que as constatações de Bacon foram fundamentais para a formação do que somos hoje no campo científico, e devem ser expostas aos leigos, de forma clara, para a formulação de uma consciência no cotidiano, conspirando para um senso crítico e revolucionário, no que diz respeito a fatos rotineiros políticos, econômicos e sociais.
O ceticismo e a procura por provas que comprovem ou neguem os fatos, a fim de se exigir mudanças e prestações de contas, são fundamentais para um bom funcionamento da máquina chamada Sociedade.

Maria Isabel Baldo Gorno - 1° Ano Serviço Social/Noturno.

Uma luz para ciência...

No texto “NOVUM ORGANUM “ Francis Bacon diz que ciência é busca do desvendamentos dos segredos que o universo apresenta, seja ele em todas suas dimensões. E para ser um cientista você tem que ter critérios, ou seja, um método no qual resultará no foco principal de Bacon que é a clareza cientifica, onde a ciência que cria é a ciência que combina o intelecto com as mãos, a racionalização com a experiência ( vivido; o real ) essa sim é a boa ciência, e é com essa visão que ele critica os filósofos, dizendo que eles não fazem ciências mas apenas especulações, e não trazem suas pesquisas para o bem comum, ocultando e deixando de lados diversos fatos, apenas buscando o mais complexo das questões sem se preocupar com as coisas mais simples. E para isso ele propôs dois métodos para se fazer ciência, um era antecipação da mente com nossos pré-conceitos e pré-noções, e o outro é a interpretação da natureza com a busca do conhecimento por meio da exploração e experimentação sem limites podendo assim construir um conhecimento novo e inovar , gerando novas tecnologias.

Bacon diz que precisamos curar nossas mentes e para isso devemos adquirir uma regulação por meios de mecanismos da experiência, pois não devemos deixar nossas mentes se guiar sozinha.

"Um homem esperto cria mais oportunidades do que encontra." ( Francis Bacon - 1561/1626 )

Cássio Balatore Giansante - 1º ano Serviço Social - Diurno.

A CIÊNCIA NATURAL TRANSCENDE OS VALORES HUMANOS

Francis Bacon em seu texto "NOVUM ORGANUM" busca estabelecer meios, instrumentos, métodos para a proposição de uma nova filosofia natural. Defende que ocorrem duas fontes gerais capazes de propagar as doutrinas: uma é a antecipação da mente e outra é a interpretação da natureza; essa última irá permear toda a sua discusão, pois para ele é um método capaz de ir além do que as filosofias científicas propõem.
A ciência natural deve ser analisada por uma ótica que transcende os valores humanos, que são restritos e impede a compreensão do todo, Bacon define quatro tipos de ídolos que seriam fatores de bloqueio da mente humana na busca pela verdade: o ídolo da tribo, o da caverna, o do foro e do teatro.
Esses quatro ídolos são intensamente combatidos e erradicados do pensamento baconiano durante sua obra.
O que talvez chame mais a atenção é a forma radical como Bacon rompe com a filosofia da Antiguidade. Ele critica veemente filosofos consagrados como Platão, Aristóteles, Pitágoras aos julgá-los falaciosos e pouco produtivos.
Dessa forma contasta três tipos de filosofia que devem ser evitadas: a sofistica de Aristóteles; empiristica que tem no alquimismo de Gilbert profunda antecipação e pressa; e a supersticiosa, a mais condenada de todas que tem em Pitágoras a sua mais forte expressão.
Dessa maneira é nítido o descontentamento de Francis Bacon com a inquestionabilidade dos filosofos da Antiguidade e a falta de coragem dos cientistas. Por isso propõe essa forma nova de análise que crê ser autônoma, independente e mais próxima de tornar a realidade da natureza intelegível.

Lúcio Willian MOta Siqueira 1° ano Serviço Social - Diurno

Inovação e aperfeiçoamento da ciênica

   Francis Bacon deixa claro que as filosofias são inúteis para o conhecimento concreto, porém, discordo. As filosofias servem de base para um conhecimento embasado na experiência. As filosofias são os primeiros questionamentos sobre determinados assuntos.
   Para a prática de uma adequada ciência consideramos a combinação da inteligência com o trabalho. É preciso unir a teoria à prática. Para isso, Bacon, sugere duas técnicas: uma contempla a filosofia clássica, os preceitos da mente  e a outra busca o conhecimento pela averiguação sem fronteira, exploração e interpretação da natureza.
   Sendo assim, acredito que a filosofia é o primórdio da ciência e que está ao passar dos tempos sofre inovações e aperfeiçoamento.

Amanda Angelíca Aziani - 1° ano de Serviço Social - Diurno