domingo, 27 de março de 2011

Inexistência da verdade


Bacon preconiza que a ciência não sirva apenas a estudiosos em seus pensamentos, mas também para que esta ciência se revele em conhecimento para a produção de bens aos indivíduos.

Para esta ciência ser criada é necessário interpretar a sociedade, para que se possa ver suas reais necessidades. E para aquele ser que está fazendo ciência é essencial que elimine suas crenças e culturas vivenciadas até então, para que seus conceitos não atrapalhem sua criação.

Consequentemente não podemos ser guiados por nossas mentes para a elaboração da ciência. Pois muitas vezes nossa mente cria fantasias. Para isso é necessário a junção do pensar, visão e a experiência para que não antecipemos e vejamos o que pretendemos e sim a verdade.

Para Bacon o homem deve conhecer a natureza para que ela sirva ao ser humano.

Francis Bacon também especifica que fazer ciência com qualidade é ficar mais perto de Deus, pois como exemplo quando o homem ser aperfeiçoa para curar uma doença, ele está fazendo uma ciência para melhorar o que Deus criou.

Busca pelo real conhecimento

No texto Bacon, ensina com produzir ciência através de um conhecimento real das coisas, sem deixar que tradições e costumes nos afaste desta realidade. Buscando através da experiencia e da pesquisa uma forma de produzir um conhecimento que fuja do senso comum e interprete a natureza de uma forma verdadeira, regulando a mente através da experiencia e pesquisa para um conhecimento real. Criando assim um novo método de se produzir ciência, se tornando o pai da modernidade.




Aline Barbosa Cardoso, SS 1ano noturno

Influência Cultural

" Não omitir opiniões elegantes e prováveis, mas em conhecer a verdade de forma clara e manifesta".

Trazendo este texto para o mundo atual percebemos o quão o homem é facilmete influenciado por coisas que vem de uma cultura antiga supersticiosa e sem uma explicação concreta. É proveniente de superstições, pelo orgulho, arrogância e por não ter uma certa vontade de ir além do que se é falado, e concretizar se realmente o que dizem é correto.

Outro fato que podemos observar em sua obra, é a forma de como a natureza deveria ser utilizada. Ela deve ser interpretada pelo homem, e ter seu uso e sua exploração voltada para nossas necessidades de uma maneira benéfica. O que de fato não é feito, atualmente vemos o quanto ela é explorada para fins lucrativos.

Concluindo vemos que homem é um ser que usa muito pouco de sua capacidade mental, fica muito preso ao senso comum que vem de suas origens ou seja de sua propria familia.


Bruna de Paula Mendes - 1º SS Noturno

Conhecer as ciências é interpreta Deus

Frances Bacon,

Acreditava que a boa ciência é aquela que

estabelece graus de certeza, determina o

alcance exato, com a mais absoluta clareza.

"Ciência tem que ter uma utilidade para a

vida e não apenas para sí próprio, tem de

ser prática". E com este pensamento se

tornou um dos pais da ciência moderna.

Cujo lema é inovar e inovar sempre....

Bacon queria interpretar a natureza que para

ele era como interpretar as intenções Divinas.

Cibeli Pacheco Melo Oliveira – 1º SS Noturno

" Lógica sem sentido "

Vivendo em um "faz de conta", estamos cada vez mais alienados.

Nossa liberdade é ilusória quando o pensamento permuta entre atavismos, falácias e paixões... Movemo-nos em círculos, a mercê de preconceitos e pré-conceitos que julgamos ser conhecimento.

Lógica sem sentido?

Quisera eu me libertar de tais amarras, daquilo que não melhora a vida do homem.


Em 1620 Francis Bacon já dizia: " O intelecto humano não é pura luz, pois recebe influência da vontade e dos afetos, donde se pode gerar a ciência que se quer."

Em sua principal obra, " Novum Organum", defendia a análise dos fatores(ídolos) que se revelam responsáveis pelos erros cometidos no domínio da ciência e pregava em sua metodologia a experimentação científica, onde o homem interpretaria a própria natureza, que sendo domesticada traria benefícios à humanidade, justificando assim o porquê da Ciência.

Fazendo uma crítica à Escolástica desprezava os silogismos racionais, a retórica e o próprio emprego da razão se desprovido de fins úteis.


Danusa B. Diniz - 1º ano SS / Diurno


Saber e utilizar o que se sabe.


Bacon = clareza; sua idéia central era não deixar que a mente não se guie por si mesma. Ele dizia que a ciência devia ser objetiva e explicar o sentido e o funcionamento das coisas.
Porém, mais importante do que saber e deixar registrado no papel seu conhecimento, era colocar em prática o que se sabia. Era essencial para ele, assim que se descobrisse algo novo, não apenas admirar e criar teorias novas, mas descobrir pra que aquele novo material descoberto servia na prática e como ele poderia utilizar de uma forma simples, e fazê-lo.
Com isso, Bacon foi considerado o pai da ciência moderna e o inspirador da industrialização, pois, já que queria colocar o conhecimento em prática, acabou por inspirar pessoas da época a produzir máquinas com o objetivo facilitar e agilizar a produção não utilizada apenas para o consumo, mas para troca de mercadoria (onde, de certa forma, começa a surgir o capitalismo).
Novo método = procura a cura da mente.







Priscila Costa de Souza (1° ano S.S. - noturno)

Inovar

Incrivel, mas as melhores universidades do mundo, estão nos paises mais emergentes, e o mais interessante, é que sempre foi pregado que o trabalho dignifica o homem.
Entretanto, o conhecimento para alguns ficou de lado, dando lugar ao trabalho, se a sabedoria traz status porque difundir que ideia de que o trabalho é o melhor para o homem?
O pensar é caro, precioso, enquanto trabalhar não tem o valor merecido, e neste mundo conturbado e capitalista a palavra de ordem é inovar, mas nem todos sabem que inovação existe desde os tempos antigos, a mente humana está em constante busca de melhorias para o mundo e seu dia a dia e para obter mais e mais lucro.
A mente humana é infinita e ela nunca para, esta em constante criação, e para inovar precisamos compreender a natureza e para compreendê-la é preciso buscar, explorar aguçar nossa mente para a ciência para assim continuar o legado da inovação que exige de nós, que se não formos criativos, competidores e andar com roupas de marca e ter um carro do ano certamente iremos ser considerados ultrapassados e antiquados em um mundo onde o capitalismo se auto destrói e escraviza os homens do mundo, todos alienados aos acontecimentes inerentes à sua realidade.





Yblia Menezes SS Diurno

Duvidar?... Sempre!

Não podemos confiar em nossas mentes ou em nossa intuição, pois muitas vezes estão processando idéias erradas sobre o universo; ela nos trai sem que percebamos e assim não procuramos o que é real de fato. Por isso, corpo humano e intelecto devem sempre trabalhar juntas para que possam chegar ao verdadeiro e real,indo além da ciência.

Experimentar é conhecer.

Em sua obra “Novum Organum”, Francis Bacon propõe que a ciência não se sustente apenas nas idéias, mas também nas experiências. Ele acreditava que o conhecimento só é adquirido por meio de experimentações no sentido de observar a realidade concreta e não apenas refletindo sobre ela.

Podemos pensar e formular equações complexas, mas se não reproduzirmos esses pensamentos na prática jamais conheceremos sua eficiência e a sua real utilidade. Nós, humanos, somos capazes de imaginar e fantasiar infinitas formas e situações em nossa mente, mas só saberemos se o que imaginamos é possível de se aplicar à realidade, ou seja, se de fato é algo útil ao homem se conseguirmos provar por meio da experimentação.



As idéias de Bacon fazem total sentido. Vejamos, ao perguntarmos quais são as características do sabor da acerola para uma pessoa que em toda a sua existência jamais tenha experimentado essa fruta, ela não saberá identificar o sabor da mesma. Por mais que ela pense e imagine ela não chegará a um resultado concreto do real sabor da acerola senão pela saborosa experiência de degustá-la. Portanto, a experiência é o meio que temos para conhecermos a verdade de fato e não apenas imaginando e refletindo, mas vivenciando, sentindo, experimentando.

Para Bacon devemos destruir os ídolos que habitam nossa mente, ignorar as superstições e racionalizar todos os processos superando todas as idolatrias. Devemos utilizar da exploração sem limites para buscar cada vez mais e só assim conhecer o universo e todas as coisas.

Bacon muito criticou a filosofia tradicional por ser um instrumento incapaz de oferecer alguma utilidade concreta ao bem estar do homem. Por isso, dizia que os gregos eram bons com as palavras, mas pobres em ações. Para ele a boa ciência é aquela que interpreta e explica com clareza o mundo à sua volta. Ela deve ser um instrumento para explorar e domesticar a natureza e extrair algo que seja útil ao homem.

Em relação à existência de Deus, seu pensamento é semelhante ao de Descartes. Bacon não ignora a existência Divina, ele procura por meio da ciência interpretar as reais intenções de Deus ao criar o universo. Para ele, Deus é um ser racional, perfeito e extremamente complexo o que extingue de vez a idéia que se tinha naquela época de que Deus é um ser mágico, de que as coisas aconteciam porque Deus assim queria.

Para Bacon a ciência deve explicar toda a complexidade do mundo de forma a ser reproduzida em nosso intelecto. Cada elemento da natureza deve ser alvo de estudos pelo homem para que assim possamos conhecer e nos aproximar um pouco mais de Deus.

Enfim, Descartes e Bacon definitivamente mudaram a ciência. Os avanços tecnológicos permitiram ao homem desenvolver novos produtos. O material transformou-se em imaterial e passamos então de seres modernos para pós-modernos, isso devido à capacidade que o ser humano tem de pensar e, além disso, colocar em prática os seus pensamentos. Portanto, devemos nos libertar de todos os nossos ídolos que nos prendem a ponto de nos impedir pensar e desenvolver melhorias para a vida do ser humano.

Cleyton da Silva Oliveira - Aluno do 1º Ano de Serviço Social / Noturno

À Procura do Desconhecido

Francis Bacon em sua obra “Novum Organum” critica a filosofia anterior que prega apenas o exercício da mente, o qual não passa de uma especulação inútil que não transforma e não contribui para o bem estar do homem. Sugere então uma reforma, propondo novos métodos, contudo não ignorando a filosofia vigente até então, mas conciliando a capacidade teórica com a capacidade prática. Ele busca com seus métodos, a antecipação da mente e a interpretação da natureza, explorar sem limites o desconhecido, pois o homem pode sempre ir mais além do que o momento, porém o desconhecido para o homem se torna tão angustiante que o impede de buscar novas fontes tornando-o alienado ao senso comum, o qual na maioria das vezes pode excluir e evitar melhores condições de vida a ele mesmo. Por isso Bacon trabalha com os Ídolos, falsas percepções do mundo, alegando que eles bloqueiam a mente das coisas invisíveis que permeiam o mundo como empecilho de usar a ciência para a criação da riqueza infinita. Seu método, portanto, incita assim a cura da mente através do experimento.Enfim a exploração da natureza se torna presente neste método, , notamos que a inovação surge para o alcance da verdadeira ciência que contribua proveitosamente para o bem estar do homem.

Cristina Leal Sanches 1º Serviço Social; Diurno

"O uso do nosso direito é o mesmo que o de todos"?

A fantasia aprisionava a mente das pessoas em um labirinto de ideias vagas. Muito se falava e pouco era exemplificado ou comparado com algo abstrato. Não foi necessário apenas uma revolução , mas uma atenuação das praticas vivenciadas no cotidiano e só assim uma ampla pesquisa pode ser reconhecida analiticamente pelo olhar já tão abtuado ao surreal. Tudo passou a ser baseado em provas concretas de sua existência. No entanto é sensato colocar que dependemos dessa filosofia tradicional como forma de comparação para que possamos nos abdicar de algo novo, sendo esse motivo de critica ou de exaltação. Visto que nem tudo que é dito como certo tem valor para outros. Mas é exatamente isso que move a busca pela ciência e sua evolução tecnológica. Caracterizada divinamente a mostra cientifica de Bacon, nos leva a refletir a forma com que Deus se baseia misteriosamente sobre a mente humana. Evidenciada em varias situações a obra divina que antes era denominada como algo complexo agora (depois de transformada em ciência) passa a identificar coisas obscuras como preciosas e essenciais para nossa existência, tirando a imagem de que deveriam existir por si só ou até mesmo por só fazerem parte de uma lenda. Que por outro lado também nos faz pensar que se tudo fosse explicito aos nossos olhos não haveriam as diferentes formas de filosofia. O bem e o mal se opõem e o que seria da razão sem a fantasia? Guieni Kelly Bandin de Castro

Além da Mente


Francis Bacon, em sua obra " Novo Organum ", deixa claro que a filosofia não é somente uma especulação, mas algo prático, que deve ser usado para o bem do homem.

Tendo como base a experiência para a busca do conhecimento, e eliminação dos "ÍDOLOS" ( as falsas percepções do mundo) para observar a realidade, e não apenas propor teorias.

Para ele o homem deve se desprender das suas falsas realidades,ou seja, tudo aquilo que a mente cria, não se deixar enganar pelos sentidos,pois esses estão sujeitos a grandes erros,se confundem. A boa ciência é a racionlização das boas idéias feita com as mãos; é aquela que é real e tem clareza.

Mayara Laudares Costa 1 ° SS Diurno

“Saber é Poder”

No texto “Novum Organum” Francis Bacon fala a respeito de falsas imagens do conhecimento, o que ele dá o nome de ídolos. Para ele estes ídolos eram responsáveis pelo não progresso da ciência e pela forma como o homem era educado, reproduzindo-se uma tipologia de homem.

Pensando nisso Bacon conclui que para fazer ciência é preciso entender e seguir as leis da natureza; para entender a ordem natural é preciso observar, quanto mais se observa mais se sabe, e somente obedecendo às leis da natureza é que se pode vencê-la, e assim conseguir poder, daí vem que ciência e poder do homem se coincidem, originando a famosa frase do próprio: “Saber é Poder”.

"Aquele que começa uma investigação repleto de certezas acabará terminando cheio de dúvidas. Mas aquele que começa com dúvidas poderá terminar com algumas certezas" - (Francis Bacon)

O ápice da descoberta.




Para Bacon somente nossas fantasias não eram necessárias para a compreensão do mundo, precisava-se de algo concreto, científico, para que encontrasse a verdadeira ciência, com isso era preciso fazer experiências, observações, logo, o indivíduo se inseria no meio, sem desvincular-se das idéias divinas.Podemos dizer que o mesmo, foi o inspirador da industrialização pois seus ideais estavam projetados para um futuro além do seu tempo, além da natureza, estava voltado a inovação, a tecnologia, ambas voltadas ao capitalismo, a ciência era o ápice da época, mas para que existisse, era preciso destruir os “ídolos”, ou seja, falsas visões do mundo. Trabalhava muito o lado da racionalidade, o fim prático das coisas, e o trecho em seguida representam isso: “ Bacon diz que grandes homens têm relações tão diversas com a natureza, e com o mundo, tem tantos objetivos a reter-se a atenção, que lhes é fácil esquecer a dor de qualquer perda”. (Karl Marx)

Elvira Mendes Flóro 1º ano SS Noturno

Olhando a realidade sob o olhar de quem realmente a vive.


É bem notável como as idéias de Bacon e Descartes sobre ciência se complementam. Francis Bacon não rompe com a idéia de Deus como o grande arquiteto do mundo e afirma que fazer ciência é estar mais próximo de Deus e decifrar a intenção divina ao criar este mundo. Com uma crítica sem rodeios à filosofia grega tradicionalista, doutrina repleta de pré-conceitos, pouco aprofundamento em experimentar verdadeiramente as realidades que as pessoas vivem, Bacon quer provar que a ciência que não serve para o proveito da maioria é algo apenas para os sábios; é algo que não transforma a sociedade.

Os pensamentos de Bacon, mesmo para nós em mais de 400 anos depois, realmente nos influenciaram muito. Todos os avanços científicos e tecnológicos foram conquistados pela insistência da experimentação e só obtiveram sucesso porque foram avanços que propiciaram melhoria de vida para a sociedade, em qualquer campo que estejamos falando.

É necessário cada vez mais que nós que estamos em uma formação de cunho humanista analisemos muito bem esse ideais de Bacon de conviver com as realidades para depois julgarmos, para à partir daí formularmos bem ações que farão a diferença na nossa sociedade, olhando para a realidade no olhar de quem realmente vive determinadas situações.

Raquel Aparecida de Mesquita – 1º SS noturno.


União entre ciência e tecnologia


                                             

          No discurso do autor, ele deduz que as pessoas têm muitas fantasias, ou seja, não podemos deixar nossa mente seguir a própria vontade, pois constrói ideias imaginarias que não é confiável, geralmente o foco é distorcido, porque não há contato com a situação concreta.


          Muitas vezes nós, seres humanos, não vemos as necessidades das pessoas que precisam de ajuda, pois preferimos fingir que não há solução ou ficar num local fechado e escrevendo teorias, sem se preocupar com nada, devemos chegar à invisibilidade e atender as necessidades que são omitidos por pressão, por exemplo: a desigualdade entre homens e mulheres, preconceito com determinados etnias e outros fatores. 

          Somos considerados pós-moderno, pois com o avanço tecnológico, muitas coisas que possuímos deixam de ser material e passam a se tornar algo invisível, como: internet e coisas virtuais. Outra coisa que foi dito pelo Bacon é que a natureza em si é brutal, mas se for domesticado, ele pode virar algo útil e essencial em nossas vidas, tornando em beneficio ao nosso favor, mas para isso é preciso conhecer o efeito e a força dos fenômenos para poder utiliza-lo de maneira correta.

          Gerar novas tecnologias é, sempre procurando inovar as coisas, ou seja, ir até o lugar e explorar, criando coisas úteis para melhorar a condição de vida das pessoas. A ciência útil é usar o intelectual com as mãos e experimenta-lo. E devemos se libertar dos quatro ídolos que são: tribo, caverna, foro e teatro, pois nos manter cegos pela ideologia que foram ensinados desde o dia que nascemos. 


     Chu Hsien Jung - 1º ano de Serviço Social / Diurno

Olhando aprende-se


Acredito que não seja plenamente correto mas apenas com a filosofia e a diversidade de pensamentos o conhecimento sem experiências concretas possa ser possível.

Ao ver a experiência de uma outra pessoa acabo aprendendo/entendendo o mesmo que a pessoa capitou, não terei as mesmas sensações e experiências mas terei conhecimento das consequências que sofrerei caso tenha as mesmas ações que a pessoa.

Sabe-se então que é possível compreender uma certa realidade mesmo sem vivê-la mas sabe-se plenamente quando vive essa realidade.No caso da ciência quando se faz cálculos e experiências até que esteja tudo formulado e escrito na linguagem científica, isso seria viver uma certa realidade e provar todos os seus benefícios e superar todos seus obstáculos.



SIMPLES FATO DE EXISTIR.

A natureza em si é um conjunto de raridades, onde em seu estado bruto, pode ser relacionada a uma pedra rara, que em seu formato rustico passa quase despercebida de seu valor, porém se unida a ciência coisas simples e aparentimente sem útilidades na natureza se tornam jóias raras, de grande valia para o ser humano, onde para Bacon tudo é digno de ciência, sabendo domestica-la a natureza e seus componentes desde ao quimico até ao gigantesco conjunto fisiologico e biologico, se tornam essenciais para a sobrevivencia do homem moderno, a exploração da natureza constitui em compreende-lá, interpreta-lá e vence-lá, porém o homem tem usado essa natureza ao seu extremo bem estar, e se agarrado ao supérfluo, entreterimentos sem útilidade alguma. Para Bacon o homem tem de se desprender de suas falsas percepções do mundo, destruindo idolos, e se concentrando mais naquilo que o universo oferece, usar a tecnologia a seu favor, unindo ciência aos beneficios que a natureza oferece e ir mais além de meros entreterimentos modernos, principalmente não se deixando enganar pelos sentidos, nem pelo que se vê, nem pelo que não se vê, pois a mente humana por si só é nociva, chegando a um ponto que ela se assemelha muito ao senso comum, devido a isso é necessária a ciência onde saber é poder, e só sabe realmente aquele que pesquisa, aquele que realmente faz ciência.

Não basta só pensar


Assim como Descartes Bacon se baseava na clareza dos fatos, pois nenhuma saber é absoluto. Acredito que por mais que se conheça tal assunto, sempre tem algo a ser desvendado, ou acrescentado.

Para que tenhamos acesso a uma verdade é necessário se desvincular de tudo que pode atropelar a clareza de nossa mente. Não se pode deixar envolver em mentiras, ou informações que tenham um certo grau de duvida. Pois o que somos é resultado daquilo que acreditamos.

Bacon gostaria que a ciência fosse criada para o bem de todos e de forma útil. Assim como não adiantaria se um pensamento ficasse só na teoria, ou não tivesse nenhuma utilidade.

A forma de Bacon ver Deus é muito interessante, pois ele analisa os fatos, as criações e tanta desvendar como tudo aquilo aconteceu, ele tem a imagem de Deus como um arquiteto, um químico, um biólogo.

E cabe a nós distinguir aquilo que é claro ou duvidoso, desvendar os segredos do mundo, ter ótimas ideias e tentar contribuir com ciência para o mundo, fazendo e não só pensando é claro.

Ciência útil



Segundo o pensamento de Bacon a Ciência não deveria servir apenas para contemplação, mas também para a utilidade humana, para o bem coletivo.

Também, através da ciência a natureza seria interpretada, desvendando a arquitetura divina e possibilitando a proximidade humana com a perfeição de Deus.




Fonte : http://www.youtube.com/watch?v=IX60l93FeBE


Letícia Silva Gimenes - 1º ano SS - Noturno

Agir (e pensar) para mudar


Com a leitura do texto Novum Organum, de Francis Bacon, foi possível a compreensão de que para se obter o conhecimento da realidade completa, é necessário o uso de experimentos, e não ficar apenas em reflexões e teorias, como faziam os gregos.
A "boa Ciência", que é aquela que explica os fatos com clareza, não ultilizando apenas de argumentos complexos e eruditos, tem sua utilização para o bem comum, ou seja, experimentos que interfiram direta e positivamente na sociedade. A ciência não deve ser usada como simples exercício da mente ou que seja guiada por fatores sentimentais, supersticiosos etc. O ideal é que a mente formule a teoria para experimentá-la na prática.
Outro fator importante retirado do texto foi: Inovação, que é a palavra de ordem, não só na Modernidade, mas muito anterior a isso. No Serviço Social esse termo é essencial para a descoberta de novos grupos sociais com necessidades ainda não reconhecidas (ou conhecidas) pela sociedade.
Enfim, muito se absorveu com essa leitura, mas a principal questão é que devemos agir se queremos que algo mude, inclusive em sociedade, não adianta ficarmos idealizando um mundo mais justo, por exemplo, e não nos movimentarmos contra o que achamos errado.

Jacqueline Janoszka Miani - 1 SS noturno

Ciência para servir a Sociedade

Bacon em sua obra Novun Organum reproduz a angústia de uma época onde a filosofia tradicional e clássica não tinha aplicação na vida direta do ser humano, era indiferente ao bem estar social. Farta em palavras e estéril em obras. A ciência do autor tem propósito transformador, prático e experimental, tendo a razão como guia e rompendo com a ciencia regida pelos sentidos e conduzida pela mente.
Para Bacon tudo que existe é digno de ser ciência, desde que tenha um método adequado e seja uma dimensão da vida cotidiana.Experiência e exploração da natureza é a síntese de seu método, a única maneira de atingir a clareza cintifica necessária á boa e moderna ciência. Ciência esta, que tem como premissa servir a sociedade, contribuindo para sua evolução e crescimento. A noção de inovação está na essencia da ciência moderna, cujo Bacon é um dos pilares de sua fundação. O empreendedorismo tão em alta atualmente advém dos estudos, da pesquisa e do desenvolvimento realizado no seculo XVII.
Nessa busca de observar o que é invisivel aos olhos e tendo a idéia de infinito como a base para outros avanços, cabe as ciências sociais inovar, pesquisar e desenvolver novas tecnologias que sejam capazes de absorver os novos grupos sociais vigentes, cumprindo o seu papel social, assim como Francis Bacon.

Juliana Andrade Braga - 1º SS , Diurno.

Ver para crer


Penso o que diria Bacon com seu metodo, no qual o que não fosse palpavel não era ''real'', se viesse aos dias atuais, onde com tanta modernidade, nem tudo o que vemos é de certa forma ''concreto'', mas que tornou-se essencial ao homem.
Nós seriamos capazes de mudar sua concepção,ou seriamos tachados de lunáticos sonhadores e desfrutadores do ''irreal''?
É uma pena , pois jamais saberemos...

Amanda Inacio Faciroli 1º ano S.S noturno


Francis Bacon ,em sua obra “Novum Organum” , rompe com a ideia de que a verdade é adquirida pelo simples racíocinio dedutivo e defende que o conhecimento só é adquirido a partir da experiência pessoal com o concreto.

Para ele, quando deixamos nossa mente guiar-se por si mesma ela acaba por nos levar para longe da verdade, sendo assim necessário regular a mente por mecanismos da experiência.

Bacon critica a filosofia tradicional pois não é usada para um fim específico. A ciencia tem que ser um instrumento para construção do bem comum, para o bem coletivo e não servir apenas para vaidade pessoal.

Fonte da imagem: www.google.com/images


Fernanda D. Tozatto