sábado, 2 de abril de 2011

Um Novo Paradigma



Falando em linguagem científica, os átomos são invisíveis a olho nu, igual a realidade das “classes invisíveis” em nosso sistema capitalista, a diferença é que para ver os átomos é necessário utilizar equipamentos de tecnologia avançada, já em relação as “classes invisíveis” precisa-se agir como seres humanos, não no sentido biológico, mas no sentido social da palavra Humanidade.

Querer mudar o mundo, querer solucionar problemas que sabemos existir, mas que no sistema em que vivemos parecem ser invisíveis, requer uma ação, uma mudança de paradigma, é necessário adquirir, como diria a cientista Sonia, uma nova visão de ver o mundo.

Talvez a solução seja utilizar a teoria dos sistemas vivos e finalmente entender o mundo como um conjunto de relações sociais e compreender que, o que rege a vida não são os objetos, mas as conexões entre eles.

Uma nova forma de concepção.


O filme "ponto de mutação" apresenta uma nova visão do mundo, uma nova forma de visualização, não mais a visão correta de Bacon, onde a natureza tem de ser explorada até as ultimas concequências. As teorias de Bacon e Descartes poderiam até estar corretas, o que seria erro é a forma de interpretação, a análise das consequências que isso trará para o mundo de amanhã, pois ao invés de explorar a natureza até o fim, porque não usá-la de forma racional e ecológica, preservando seus valores, físicos, biológicos, onde o que se arranca da natureza hoje, fará falta na geração de amanhã. Pois o pensamento humano deveria ser mais humanitário, muitos pensam de forma mecânica, como se tudo funcionasse como um relógio, e que para entender um todo é preciso desmontá-lo e analisar cada peça, porém esse meio de fracionamento, esse método cartesiano, não popa vidas, nem olha custo, ou sacrifícios futuros, como tantos políticos pensam que é preciso investir na cura, na intervenção de doenças, porém a prevenção seria muito mais econômica e totalmente indolor. Todos fazem parte de uma teia imensurável, a vida é um ecossistema totalmente dependente, o homem necessita da natureza, de uma forma a qual não existe meio de vida sem ela, porém a natureza sobrevive muito melhor sem o homem, seria prepotência achar que o mundo serve apenas para ser sugado, e pensar que ele nunca revidará. Ipocrisia mesmo é pensar que no dia de amanhã não estaremos mais aqui para arcar com as consequências, mas com certeza aqueles que amamos estarão aqui para pagar por nossos erros, e essa conexão é a natureza viva, é preciso ver o todo antes de dividir em partes, ver se o todo não abriga outras vidas, ver o todo de forma mais concreta e racional, pois o desenvolvimento sustentável e a busca do equilíbrio se tornam essenciais para conexões futuras.

Uma Tal de Mutação ...

Uma tal de mutação reside na mais ínfima forma de existência, seja no nosso código genético que nos faz viver em constante processo de transformação física, no obscuro de nossa mente que altera nossos pensamentos e ideais ao longo da vida, ou até mesmo em nossos olhos, que a cada piscar enxerga um mundo diferente a nossa volta.

Os processos de transformações caminham em paralelo a outra necessidade humana, o de domínio sobre tudo que o cerca, assim a busca por respostas se transforma em obsessão, questões sobre as causas das catástrofes naturais, o que existia no além mar, o que nos resta após a morte, quais as nossas origens, qual o segredo da vida, dúvidas que guiaram e ainda conduzem a história da humanidade.

O pensamento humano já peregrinou entre deuses, espíritos, força da natureza, vontade divina, métodos científicos, máquinas, tecnologia, entre outros. A ânsia por controle nos fez erguer verdadeiros altares de adoração para as respostas, cada uma em sua época se portou como um Deus detentor da única verdade, até que uma minoria visualiza umas peças danificadas e propõe um novo Deus perfeito, logo a minoria vira maioria, e assim por diante.

A busca por respostas que permitam ao homem ter a noção de controle o deixa sob domínio de suas descobertas, hoje acatamos passivamente as explicações fornecidas pela ciência, colocamos nossas vidas nas mãos da medicina moderna sem contestar seus métodos, exatamente como faziam nossos ancestrais de mil anos atrás com os padres, e os de dois mil anos com os sacerdotes.

A partir do século XVI com o surgimento do pensamento cientifico e posteriormente com o advento da Revolução Industrial, o homem encontrou os meios materiais e ideológicos que lhe forneceu mais tarde não apenas uma nova resposta sobre as questões da natureza, mas sim uma maneira de controlá-la, um fato inédito que molda a sociedade contemporânea.

A ciência surge atualmente como o deus da moda, os avanços tecnológicos aparecem como dádivas divinas, porém, ainda é possível vislumbrar algumas minorias em torno de engrenagens do passado, como castelos medievais perdidos, patronos do pensamento irracional e de outras respostas antigas, surgem também alguns defensores do pensamento sistêmico que trazem uma nova visão do uso da racionalidade e avanços científicos. Temos assim um velho cenário, uma verdade no altar seguida pela maioria e debatida por algumas minorias, vemos a história seguindo suas engrenagens com um desfecho desconhecido, mas com a sensação de uma eterna mutação.


Link de uma canção que expressa a ideia do texto
http://www.youtube.com/watch?v=HJJGI6nvMjs


Alex Almeida da Silva - 1º SS - Diurno

Reflexões


A ciência como instrumento de produção de bens a serviço do homem, tão alardeada pela comunidade científica nos últimos séculos, se encontra em um momento reflexivo em que se questiona seus valores. Esse momento requer uma mudança e então é preciso que se reaprenda a olhar o mundo. Talvez com os olhos do passado, construiremos um mundo menos material para o futuro. Esse olhar, precisa ter a complexidade do criador, pois que, enxergar o mundo como uma máquina, da qual se pode desconectar alguma peça quando necessário ao seu bel prazer é temerariamente perigoso. Há que se entender as conexões existentes em cada plano do criador e respeitá-las. O homem não pode simplesmente colocar-se em uma dimensão à parte de toda a criação e usá-la, recriá-la, transformá-la sem que isto se volte contra ele. Estamos em um momento limite. A natureza pede; o futuro da humanidade depende disso, e cabe à comunidade científica dar o start. Precisamos parar, repensar, reconceituar para depois continuar, mais humanos e menos Deuses, mais criatura e menos criadores.


Teoria dos Sistemas

Ao fim de “O Ponto de Mutação”, Fritjof Capra deixa tantos caminhos para serem discutidos, que fica difícil decidir quais aspectos abordar, porém seu lado científico chama mais a atenção.

O calor das palavras do poeta, as teorias frias e puras da cientista e das idéias práticas do político têm o objetivo de defender um modo de vida integrado, porém, provido de essência. A vida não se resume a uma máquina e nem a uma rede de conexões bem feitas. Existe algo maior que é fruto da convivência, da vida em comum; é a teoria dos sistemas (vivos), da auto-organização da vida, da sociedade sustentável que se preocupa com as gerações futuras.

“Nenhum homem é uma ilha isolada;
cada homem é uma partícula do continente, uma parte da Terra(…)
E por isso não perguntes por quem os sinos dobram;
eles dobram por ti.”

Este poema inspirou um romance de Ernest Hemingway, Por Quem os Sinos Dobram, que foi baseado na experiência do escritor americano como correspondente de guerra.

E agora, Agnaldo?


E agora, Agnaldo?


Mestre, que com sapiência

impar nos apresentou

Descartes, o qual defendia

um novo método para a ciência,

bem como buscava na razão

a explicação para os fenômenos

científicos.


E agora, Agnaldo?


Você, que não se deu por

satisfeito e nos trouxe,

ainda, um tal de Bacon, que

pretendia domesticar

a natureza e defendia

uma ciência não só alicerçada

na razão como também na

experiência.


E agora, Agnaldo?


Semeador de cabeças

pensantes, as quais carregam

pragas da incerteza e da dúvida;

como não mudar diante da ideologia

de Fritjof Capra, a qual defende

interligação do todo, criticando os

posisionamentos de Descartes e

Bacon, com relação a visão fragmentada

e mecânica do todo que estes propunham.


Saiba, Agnaldo!!!


Que, por ora, comungo

do mesmo ideal de interligação,

interrelação dotada de conexões,

e de estudo do todo, proposto por Capra,

persistindo sempre na busca e na pretensão

de ser conexão que possibilite boa perspectiva

para algum ser.




Quebra-cabeça social

O filme “Ponto de Mutação” me fez refletir sobre o pensamento já estudado de Descartes e Bacon. Digamos que me decepcionei com o que eu pensava ser o ideal para se descobrir os mistérios do mundo e da vida. A discussão entre os personagens deixa claro não somente o pensamento e o que propõe cada um dos filósofos, mas também as conseqüências que isso trouxe para a humanidade.


Podemos dizer que as idéias de Descartes e Bacon são úteis para o bem estar do homem na mesma proporção que colaboram para a sua autodestruição. Essa racionalidade extrema o fez agir e pensar feito máquina. Uma máquina programada para produzir artefatos e meios que permitam a ele dominar outros homens e assim conquistar coisas de uma necessidade abstrata, ou seja, desnecessárias para sua sobrevivência que ao mesmo tempo em que oferecem a sensação de bem estar, o destrói aos poucos.

Enfim, o cartesianismo de Descartes propõe fragmentar o todo para se conhecer cada parte, é uma visão parcial do todo, mas o que vemos no filme “Ponto de Mutação” é que devemos conhecer o todo e não apenas cada parte dele. Afinal, são inúmeras as probabilidades contidas no todo. Tudo está interligado, portanto, nossas atitudes vão definir o todo assim como o todo influenciará de certa forma, em nossas atitudes.

Cleyton da Silva Oliveira - 1º Ano de Serviço Social / Noturno

Até onde vai o pensamento?

Decifrar, buscar, pesquisar, experimentar, categorizar, colocar em planos, explicar, duvidar, fracionar, fragmentar, juntar, destrinchar, desvendar, desmontar, desconsertar, entender, compreender. Tantos verbos, e eu me pergunto: "será mesmo?" E já me vejo, na mesma linha, tentando decifrar, duvidando e tentando escrever nesse comentário o meu entendimento, a partir do filme "Ponto de Mutação" e da bagagem que carrego da vida. Teorias, experiências, estudos e pensamentos. Pensamentos que, quanto mais se contradizem, mais, eu acho, acabam por se completar. Porque, de cada um, algo se aproveita. Mas entender a vida, o mundo, os problemas, as sonhadas soluções e 'tudo', parece interminável e constantemente renovável. A mulher no filme, quase convincentemente entendia "tudo" no mundo, mas havia esquecido, ou preferia ignorar, a própria existência, e o fato de também ser parte desse "tudo".

Até onde vai o pensamento? Até onde deve ir? Até onde vamos?


Marianna Ambrosio Rodrigues - 1º SS - Diurno

Novas visões e perspectivas já!


Acreditamos em novas descobertas e as idealizamos como verídicas e imutáveis. O filme Ponto de Mutação contradiz essas ideologias, pois, ao dizer que todo o nosso sistema é equivocado, nos mostra que devemos mudar o nosso pensa, agir, a forma de vermos o mundo e de tratá-lo. O filme também faz crítica às idéias de Descartes e Bacon, colocando-os como os responsáveis pela nossa situação atual, que é utilizar da natureza e das pessoas sem escrúpulos algum, trantando-as como máquinas e enxergando-as como uma ferramenta de trabalho e descobertas sem maiores utilidades a não ser o que produzem.

Visto os defeitos desse sistema, o Ponto de Mutação propõe que mudemos nossa visão e perspectiva à respeito da vida ambiental e social, trabalhando com a interdependência, auto-organização, em suma, trabalhando com um TODO e não com partes específicas. Propõe que não desfragmentemos para compreender, mas que compreendamos o todo, porque tudo está ligado, como um teia de conexões em que tudo possui dependência um do outro.

Peças indispensáveis


O filme Ponto de Mutação relata bem a maneira de como deve ser feita a compreensão do mundo atráves dos estudos e das teorias por estes formuladas. O que é concreto é a interligação das formas que regem o todo. Essa conexão existente entre os seres, os objetos e destes com o mundo, devem ser sempre levadas em consideração, pois o estudo de uma única parte não satisfaz as perguntas formuladas quando se estuda estas, interligando-as com o todo.

O método de estudo que fragmenta o todo para estudar apenas uma parte, deve ser substituído pelo método que visa a interação dos sistemas sociais, ecológicos e físicos, pois é nesse contexto que encontramos as ligações existentes entre tudo e todos no universo, é essa interligação que facilita a compreensão das funções de cada ser, e ajuda no entendimento das mesmas.

Devemos deixar para trás nosso pensamento mecanicista (fragmentário), para dar espaço ao estudo das partes conjuntas do todo, pois mesmo cada uma possuindo uma função específica, são juntas que movimentam os sistemas.

Tudo está interligado, conectado, relacionado. É uma questão de probabilidade, probabilidade de percepção do mundo, com suas partes movendo apenas um núcleo, um único e completo sistema. Um conjunto de peças que formam o que contemplamos, cada qual com sua função, sua forma, seu valor,mais todas indispensáveis.


Fonte da imagem: www.google.com

Thaís Monteiro Braga 1º Serviço Social- diurno

Nada que esteja só permanece vivo

Ao considerarmos um elemento ou indivíduo isoladamente, acabamos por diminuí-lo, porque a influência que ele tem sobre tudo o que está a sua volta e os efeitos do resto sobre ele são desprezados. Mas nada que esteja só permanece vivo.
Um exemplo exagerado e também verdadeiro: um indivíduo com características psicopatas não é considerado um problema até calcularmos os resultados que tal patologia pode trazer sobre a segurança e a vida de outras pessoas. Assim lidamos também com toda a vida que nos cerca. "Minha atitude não muda nada", pensamos a cada passo.
Temos desprezado as pequenas coisas, os pequenos gestos e os resultados dessa forma de encarar o mundo tem tido efeitos não tão pequenos assim. Estamos no caminho errado: fazendo partícula simplória o que é todo complexo. Abandonemos, pois, o reducionismo.

(Imagem: sustentabilismo.wordpress.com)

Rafaella Rodrigues - 1º SS noturno

Visões e conexões.

“Pela ciência ninguém nunca é responsável."

Todo contexto atual que vivemos é evidente no filme: Ponto de Mutação, pois diariamente convivemos com questões polêmicas argumentas e interpretadas por diversas visões,assim como, acontece no filme. Pois, um candidato derrotado a presidência dos EUA, uma cientista e um poeta nunca terão uma visão incomum sobre determinadas situações. Portanto, podemos afirmar que tais personagens discutem o paradigma do século moderno.
Essa discussão também atordoava Descartes e Bacon em relação à astrologia e alquimia,no filme, uma metáfora simbolizada por um relógio tem a finalidade de representar tal passado medieval. Sendo assim, foram impulsionados pela dúvida a qual foi percussora da clareza e responsável por introduzir a razão como caminho para verdade e a indispensável experiência.
Em suma,podemos concluir que o século moderno é sustentado pelas grandes tecnologias,porém, muitas foram e são utilizadas para agredir o homem e todo o senso comum. Contudo,as idéias de probabilidade rodeiam nossas vidas,mas, são as conexões que dirige as ciências e os homens.

Larissa Barbin Gasola 1°ano SS - Noturno

A nova percepção

Gostei muito do filme ponto de mutação, nele traz um diálogo extenso porém muito interessante que trata de uma analise sobre a história humana e uma síntese que essa analise causa no mundo atual.

Antes a visão do mundo predominava o método cientifico baseado no modelo mecanicista, vigorando o preceito de que “para conhecer o todo basta conhecer as partes”, proposto por Descartes em seu “Discurso do Método”. No entanto a insustentabilidade desse modelo cientificista ficou comprovada com a evolução da ciência e da sociedade.

No filme é citado por Thomas o seguinte trecho de Jonh Donne:

“Nenhum homem é uma ilha isolada

Cada homem é uma partícula do continente, uma parte da Terra

E por isso não perguntes por quem os sinos dobram

Eles dobram por ti.”

Esse trecho resume perfeitamente a forma sistêmica de pensar. Para se compreender uma parte, deve-se compreender o todo no qual ela está inserida. É preciso ver o todo, entender sua conexão, integração, antes de fracioná-lo.

Sem dúvidas, a maior contribuição de “O ponto de mutação” é a proposta de uma nova percepção de mundo que poderia ser a solução para a crise paradigmática da sociedade pós-modernidade. É o pensamento voltado para o todo e não para as partes que responde de maneira adequada as novas necessidades da sociedade. E para se alcançar essa nova percepção do mundo é necessário que cada um consiga implantar essa teoria em sua própria vida.

Adrielly Bevilaqua Stefani 1º ano de SS- Diurno


Interdependência de sistemas

A percepção fragmentada introduz uma indagação sobre a dimensão em que a sociedade se situa no mundo e os mecanismos que o regem. O que verdadeiramente pode-se analisar é uma interdependência dos sistemas vivos, haja vista a reflexão das conexões físicas em um parâmetro mundial. Estas conexões entre sistemas são o elo de harmonia e equilíbrio das dependências configuradas, colocando assim em questionamento tais fragmentações construídas pelo homem, exigindo-se uma nova e real percepção de uma existência de integração do todo, onde a automaticidade e a idéia mecanicista dão lugar ao pensamento de associação dos sistemas e da dependêcia dos conjuntos vivos para uma sustentabilidade. Marco Antonio Diniz Bastianini - 1º Ano - diurno / Serviço Social

Sistema sustentável de conexões.

No filme O ponto de mutação deixa-se bem claro a visão de Descartes e Bacon, onde estes teêm uma visão mecânica, comparando a natureza e o mundo como um relógio, provocando assim uma ruptura com a igreja católica.

O essencial do filme foi o modo de olhar para o todo, não analisando somente parte do todo, e sim o interligando com o resto em geral. O exemplo da música e da árvore foram convincentes e realistas. Com essa análise de sistema caminhamos para a sustentabilidade e probabilidade de conexão.

Também acrescento a teoria dos sistemas onde todos os seres vivos estão interligados através de sistemas ecológicos e sociais.Com esse pensamento poderíamos alcançar um bom relacionamento ético entre homem e natureza .

O sistema vivo se mantém, se renova e depende do ambiente porém não é determinado por este.

“ A essência da vida é a auto-organização. “

Possível...


 "Ainda que pareça paradoxal, nossa liberdade só é completa quando entendemos o verdadeiro sentido da palavra interdependência. O amor é a energia que cria a atração e nos une ao outro para gerar extraordinária sinergia. O egoísmo pode produzir riqueza, mas é incapaz de gerar felicidade." 

(Michael Oher com a familia Tuohy)

Quero deixar aqui registrado que este filme apesar de antigo vem trazer uma idéia bem funcional, gostei de tê-lo assistido!
Bom, o filme em vem para questionar  e colocar  a prova o pensamento de Descartes e Bacon; que tinham uma visão mecanista e parcial do homem e da natureza, Capra vem trazer um novo conceito uma visão ampla de ambos.
No filme vemos esta discussão, porém vemos, além disso, podemos ver algo que é mais real do que simplesmente dominar sobre a natureza ou vê-la como uma mulher ou “bruxa” que deveria se submeter aos caprichos do homem, mas vemos aqui que precisamos ter um pensamento ecológico.
Mas o que mais me chamou atenção foi à maneira de olhar o todo e não mais as partes, a comparação que eles fazem no filme em relação à música e também da árvore, vem firmar este pensamento da probabilidade de conexão. Tudo se interliga de uma maneira fantástica! Não há como ter uma definição por antecipação sem antes entendermos que existem possibilidades. Quero deixar aqui uma história verídica para entendermos um pouco melhor estas “possibilidades”.
“Havia nos EUA um pai que era bêbado, pobre e burro. Ele gerou dois filhos. Um se tornou um perigoso assaltante e criminoso, e o outro um médico famoso e amado por todos. Um repórter da revista Time procurou o filho bandido e perguntou: - Por que você desceu tanto na vida? E teve como resposta: - Ora, também com o pai que eu tive você queria o quê? O mesmo repórter foi entrevistar o médico famoso, irmão do temido assassino e perguntou: - Por que você subiu tanto na vida? E teve como resposta: - Ora, também com o pai que eu tive você queria o quê? Moral da história. Não existe determinismo do destino. Ou, como dizia minha avó: Você não pode proibir que os passarinhos voem sobre sua pessoa, mas você tem livre-arbítrio para impedir que eles façam ninhos sobre sua cabeça.”
Para pensar: Se olhássemos o fragmento, qual seria o destino mais provável para os dois?
Isto prova que devemos olhar o todo e não somente as partes...