sexta-feira, 3 de junho de 2011

Filme Admiravel mundo novo

Acredito que esse filme deveria ser visto por todas pessoas.

Evoluindo máquinas e desvalorizando homens.


A camada burguesa tem sua origem no período feudal onde faziam parte da sociedade como comerciantes, seu modo de obtenção de lucro era por meio da troca de mercadorias. Com a evolução dos meios de navegação e de transporte novos comércios foram sendo descobertos onde a necessidade de mercadorias tomou uma parte fundamental para a obtenção de riquezas. Sendo assim o sistema de manufatura tomou seu lugar onde havia um maior número de trabalhadores e uma divisão do trabalho, mas ainda a ferramenta de trabalho era as próprias mãos, por isso o nome manufatura. Mas neste meio tempo os mercados continuaram a crescer, em consequência disto surgiu a máquina, revolucionando a forma de produzir.

A partir do novo modo de produção, que introduziu a maquinaria, tornou-se possível o trabalho de mulheres e crianças, devido ao fato do trabalho poder ser exercido por pessoas sem força muscular ou físico desenvolvido. Disso, decorre o crescimento da exploração humana, o homem além de vender sua própria força de trabalho, ve-se obrigado, por necessidade de sobrevivência, a vender o trabalho de sua mulher e filhos.

A exploração do trabalho infantil ocorria de forma absurda, algumas crianças chegavam a ser mercadoria de leilões, nos quais eram alugadas para prestação de serviços diversos. Contrariando a lei que estipulava que os menores de 13 anos não podiam trabalhar mais de seis horas diárias, os compradores nos leilões preferiam crianças com aparência de serem maiores de 13 anos, pois poderiam trabalhar como um adulto.

Além disso, devido à inclusão da mulher no trabalho, as crianças pequenas ficavam abandonadas ou mal cuidadas. As mães se tornavam estranhas aos filhos e chegava ao ponto de algumas que entorpeciam ou mesmo envenenavam seus próprios filhos. A mortalidade infantil decorria, ainda, de trabalhos de risco que as crianças exerciam na produção.

Como anteriormente citado, havia algumas leis que limitavam o trabalho das crianças e, por isso, essas eram menos remuneradas no trabalho, porém algumas empresas burlavam estas leis e contratavam crianças de 13 (ou aparentemente 13) anos para trabalharem como homens adultos. (Alguns pais preferiam que os filhos trabalhassem nessas empresas, pois ganhariam mais).

Ao trabalho infantil ser reconhecido como uma "máquina de produzir mais-valia" por alguns pensadores surgiram leis fabris que, entre outras coisas, exigiam que as crianças estudassem. Tais leis eram ilusórias, pois as escolas eram extremamente precárias e essas crianças nada aprendiam.

Em 1844 foi conseguido que o mestre-escola tivesse que escrever a punho o numero e assinatura dos certificados escolares. Porém a precariedade das escolas perdurava, nas salas de aula, ficavam em torno de 75 crianças, que, além de cansadas do serviço diário, não conseguiam se concentrar. Não havia ensino, apenas atestados de presença. Além de tudo, havia ainda a falta de materiais.

Concluindo, a situação de explosão e consolidação do capitalismo foi de extrema valorização do acúmulo de capital em detrimento do valor da vida.


Cássio Balatore Giansante/Naiara Cristina Rosa Araújo/ Marianna Ambrosio / Thaís Monteiro Braga/ Danielle Nogueira/Mayara Laudares - 1º Ano de Serviço Social - Diurno.

FAMILIA/RELAÇÕES SOCIAIS/NOVAS SOCIABILIDADES – GRUPO 4



FÁMILIA: a concepção de família
a desagregação da família
exploração no âmbito familiar

RELAÇÕES SOCIAIS: Relação entre trabalhadores
Relação no trabalho contexto familiar
Relação de Poder
A perca do sentido do humano

NOVAS SOCIABILIDADES: Automação
Especialização
A formação de novas tribos

Percebemos que ao longo do tempo a concepção de família foi-se diluindo por meio da busca incessante da independência. Onde atualmente perdeu-se o respeito entre pais e filhos e cada dia mais cedo os filhos deixam a casa dos pais para conquistar seu espaço. Também não há mais tanta intenção de construir famílias e se construídas os filhos se tornam segundo plano perdendo o espaço para o trabalho de seus pais que de certa forma um tanto inconscientemente se alienam neste trabalho para uma busca de conforto, educação e um bem estar para seus filhos deixando de lado o significado de família, atenção, amor, carinho que são necessários para a criança e também para a estrutura familiar.
Ao analisarmos a influencia direta do capital nas famílias principalmente nas famílias mais pobres percebemos assa exploração. Onde sem exceção pais e filhos vendem sua força de trabalho não para a busca de conforto e luxo mais para a sobrevivência, para ter o que comer, há ai incutido a relação entre trabalhadores onde busca-se a separação destes para aliená-los, para que não se organizem em greves, revoltas, e com isso os patrões em meio a mais valia, a exploração, não pode ser contestada pois, não há mais o contato entre trabalhadores, perdeu-se o sentido de humanidade e cada vez cresce o sentimento de individualidade e isso é usado pelos capitalistas como forma de manter a ordem e o progresso. (Com isso o trabalhador se torna uma peça de fácil substituição que pode ser por um trabalhador mais qualificado ou também por uma nova maquina)
A respeito da automação esta aumenta em um ritmo muito acelerado, destruindo empregos e forçando os trabalhadores a se especializarem cada vez mais, tornando assim o mercado cada vez mais competitivo, dessa forma começa a criação de novas tribos. Ex: O bairro de Higienópolis em são Paulo não aceita a presença do metro alegando que atrairá a presença de pessoas diferenciadas.

Daphenner Sierra Gonçales
Lúcio Willian Mota Siqueira
Marco Diniz Bastianini
Mônica Cesaretti Borilli
Priscilla Elisama S. Araujo

1º ano de Serviço Social Diurno

http://www.youtube.com/watch?v=nmwRR-CmkCw

A mecanização do homem

Ao longo da sua história o homem sempre buscou a criação de métodos que facilitassem o seu cotidiano. As ferramentas foram evoluindo gradativamente suprindo a necessidade de cada período, uma vez que o modo como o homem geria a sua produção refletia diretamente na sua reprodução social.
A sociedade vivia em uma suposta harmonia, na qual o trabalhador controlava sua força de trabalho e seu produto final. A utilização desses utensílios gerou uma produção material exorbitante a qual não havia mais consumidores culminando na Revolução Industrial.
Com o começo da Revolução Industrial o homem passou a criar novas máquinas e métodos que mudaram drasticamente o seu modo de produção, refletindo então diretamente em seu convívio social. O trabalhador deixou de ter controle sobre a sua força de trabalho e o seu produto fabricado, caindo então na mais-valia, deixando de produzir por necessidade e produzindo para a demanda do sistema capitalista.
Dentro das fábricas o operário passou a ser visto como parte do maquinário, perdendo seu caráter humano e adquirindo sentido de ser apenas mais uma peça. Sendo facilmente substituído, conscientemente ou não explorado e obrigado a fazer parte de um sistema superficial e alienante.
As relações sociais sofreram alterações com essa mudança do modo de produção algumas delas foram o contato humano torna-se mais impessoal, potencializa-se o sentimento de competição com o próximo e a marginalização vai se tornando comum no cotidiano.
É a tecnologia como superação das matérias orgânicas com a ajuda da máquina facilita as comunicações, a tecnologia reflete uma orientação do mercado, mas também cobra.
Refletindo neste contexto, segundo o pensamento Marxista o trabalho humaniza o homem, porém o capitalismo degrada as potências de suas criatividades, desumanizando-o.


Texto: “A maquinaria e a indústria moderna”, Karl Marx
Grupo 1 - tema: Máquina/ferramenta/tecnologia
Discentes: Alex Almeida, Adrielly Bevilaqua, Amanda Aziani, Fernanda Meneghel, Josilene Facioli, Juliana Braga e Maria José de Freitas.
Curso: Serviço Social - 1º ano/Diurno