sábado, 4 de junho de 2011

Grupo 5: Crianças/ Novo caráter da infância


Emancipação via Trabalho

A maquinaria permitia o emprego de trabalhadores sem força muscular ou com desenvolvimento físico incompleto, com isso o capitalista buscava agora empregar não só o trabalhador, mas a família toda, incluindo no ambiente de trabalho mulheres e crianças. Porém as conseqüências desta “inclusão” foram graves, sentidas principalmente, pelas crianças, consideradas mercadoria e, além disso, devido à exploração do trabalho infantil e do trabalho das mulheres (mães), as crianças ora morriam de exaustão, ora por desleixo, descuido ou até mesmo envenenadas pelas mães, assim houve um grande aumento em relação á mortalidade infantil.

Para amenizar, aparentemente, a situação de exploração foram introduzidas nas fábricas, escolas, as quais as crianças deviam freqüentar, além de trabalhar. Porém a precariedade deste ensino era notável, já que, muitas vezes, nem os professores e mestres-escola sabiam ler e escrever. Logicamente esta obrigatoriedade de ensino era ilusória, e a exploração do trabalho infantil continuou com o que podemos chamar de “emancipação” da criança via trabalho, já que estas não eram vistas como crianças e sim, tratadas como adultos.

1º Serviço Social Noturno

Amanda Inácio

Elaine Cristina Rocha

Jéssica Tais da Silva

Letícia Nascimento Silva

Stevam Fernandes


Luta de Classes/ Dialética


A origem da luta de classes deu-se com maior força com o surgimento da propriedade privada, por consequência os burgueses, junto com o Capitalismo. Um dos elementos que resultam na luta de classes é a mais-valia e revoltas proletárias organizadas, com um objetivo definido.
A classe proletária, no Capitalismo, tomou consciência da exploração de sua força de trabalho, exigida pelo capitalista, e de serem uma classe fundamental nesse sistema. Descobriram não serem apenas "peças" no trabalho capitalista e a dependência da burguesia em relação a mais-valia obtida com seu trabalho.
A dialética observada, em linha do tempo contínua, é a seguinte:
TESE: dono de escravo, senhor feudal e capitalista/burguês
ANTÍTESE: escravo, servo e proletariado
SÍNTESE: Sitema escravocrata (anteposto ao sistema de propriedade privada), Feudalismo (senhor feudal x servo) e o Capitalismo (sistema vigente, com capitalista/ burguês x proletariado)


Aldívio Lisboa
Ana Paula Silva
André Luis de Souza
Danilo Bezerra da Silva . 1- SS noturno
Jacqueline Janoszka Miani
Jaqueline Thaise

Objetividade / Subjetividade do Trabalho.

Antes da Revolução Industrial, os trabalhadores detinham em suas mãos o controle dos meios de produção, prevalecendo dessa forma a subjetividade do trabalho. Com o advento da Revolução o trabalho que antes era exercido por artesãos, ferreiros e etc; passou a ser exercido pela máquina.
Dessa forma o trabalhador passou a ter que se adequar a máquina, não participando diretamente da processo de produção, não tendo contato com o produto final de seu trabalho, passando a servir apenas a demanda de mercado, realizando um trabalho objetivo.






Grupo 2 : Amanda de Melo Barbosa, Amanda Gabriela Porta, Jennyara Carolina de Campos, Karen Iidori Kuboyama, Yheda Maria Gaioli; Primeiro Ano ,SS, Diurno.