sábado, 31 de março de 2012

A experiência como princípio do conhecimento

Francis Bacon procura em Novum Organum estabelecer um novo método para adquirir conhecimento através da experimentação, da observação e da cura dos vícios da mente humana. Com sua crítica aos gregos e a sua filosofia, ele nos passa a idéia de que somente palavras não são capazes de construir algo concreto, visto que nenhum conhecimento está pronto e acabado, pois este é infinito; e que a ciência só é relevante se for capaz de produzir bens úteis aos homens.
A mente não deve ser guiada por si mesma e sim por mecanismos da experiência que faz com que nós possamos conhecer afundo determinado assunto e não só se basear em conhecimentos já passados anteriormente, somente através da contemplação. É preciso também se livrar de alguns conceitos que obscurecem a mente humana e que Bacon os chama de ídolos. Estes conceitos divididos em ídolos da tribo, da caverna, do foro e do teatro; acabam nos dando falsas percepções de mundo. Vários fatores são responsáveis por obscurecer a nossa mente, como a interferência dos sentidos e das paixões para construir o conhecimento (ídolos da tribo), o ambiente onde o homem se formou e viveu (ídolos da caverna), as relações pessoais e as associações  que os homens fazem (ídolos do foro) e as superstições  e tudo o que está relacionado a ela, como a religião, a magia, a astrologia e os sistemas filosóficos
(ídolos do teatro).
Podemos observar esses fatores que obscurecem a mente na nossa sociedade. Basta olhar para os homens e constatar que muitos estão tomados de conceitos prontos e acabam não buscando experiências novas para conhecer determinado assunto. É necessário então se livrar de conceitos e viver a situação em que se encaixa determinado assunto para adquirir o real e o nosso próprio conhecimento em relação a algo, sem que outros fatores interfiram na nossa percepção.

Gabriela Cristina Braga Bisco - 1° Ano Serviço Social - Noturno

quarta-feira, 28 de março de 2012

Francis Bacon: Ciência Concreta




Francis Bacon, Ciência Concreta.


                                                      Bacon acreditava que para se fazer ciência, nada vinha de uma explicação qualquer, tudo teria de ser bem provado e comprovado, ele propõe clareza rompendo conhecimentos que não se possa experimentar. Fazer ciência como mero exercício da mente seria impossível. Sim, podemos fazer ciência a partir do momento que sinto e consigo racionalizar, ou seja, usar a razão, o experimento para nos guiar. O autor começa o texto criticando os filósofos gregos porque na filosofia deles a ciência está pronta e acabada, quando na visão de Bacon, nada está pronto e nem acabado, a ciência pode ir além.
                                                      O filósofo acredita que usar a razão com sensibilidade e indo a campo, viver as experiências, observar o real, ou seja, viver para se ter experiência, seria fazer ciência de verdade.
                                                        Bacon acreditava que, não existe ciência se não for para contribuir para a vida e que a ciência tem que mudar a vida do indivíduo e o homem tem que explorar a naturez ao máximo pondo-a a seus serviços. Enfim, ele convclui em duas formas: O cultivo das ciências, ou seja, tradicional, a antecipação da mente; A descoberta científica, que interpreta, observa o experimento e interpreta aquilo que vê e explora.
                                                         Bacom acredita que construir conhecimentos a partir da vivência e interpretar no sentido profundo seria o correto, mas para isso é preciso compartilhar da mesma experiência vivida e aproximar ao mundo real. Para Bacon, não existe ciência se não  chegar ao cotidiano, a realidade do indivíduo. Só vivendo para saber como é.



Keila S.Freitas - Serviço Social -diurno.
28/03/2012

Descartes e o uso da razão como a forma do conhecimento


Descartes e o uso da razão como a forma do conhecimento
    O discurso do método de René Descartes, é claro ao se tratar da razão, e realmente nos faz refletir sobre nós mesmos, assim também com o olhar sociológico e filosófico perante a sociedade.
    Primeiramente, para buscarmos a verdade e principalmente a "verdade científica" requer que olhemos para nós e que comecemos a refletir a cerca de lutar para vencer nossas próprias convicções e crer que a "nossa verdade" não é a verdade da/para a sociedade. Já que essa necessidade vem á partir de quando somos cientistas da sociedade,ou seja, quando abrimos nossos horizontes para entender á fundo o funcionamento desta determinada sociedade.
     A razão é o meio pela qual ele comprova, e que é a única forma de comprovação científica. Essa razão vem totalmente isenta de sentimentos e pré-noção, tendo como base essencialmente a RAZÃO . Pois a hipótese, ou a ideia tem que ser comprovada na experiência real. Descartes, coloca então a razão como o único método de estudo científico, que posteriormente viria juntamente com a experimentação.
     Á partir do uso da razão como método científico, a dúvida passa a ser o princípio fundamental deste mesmo método. Pois, a ideia requer a inovação, ou seja, a ciência requer cada vez mais ciência. Descartes passa então, a desconfiar e a buscar a verdade, tendo como regra a CLAREZA. Principalmente o bom cientista, o cientista que estuda e busca conhecer a sociedade e suas realidades de um modo em geral, sempre usa a razão e sua clareza para aplicar a ciência para seu cotidiano.
     Conforme esses critérios, Descartes desvenda a ciência a e as forças divinas (Deus) pela razão e não como uma mera revelação,mito ou fábula, mas sim, pelo olhar sociológico que advém da razão, deixando de lado todo o senso comum.

Mariana Costa, 1ºano de serviço social, diurno.

Descartes , em seu Discurso do Método,nos revela uma linha de pensamento bem interessante, em relação ao simples fato de duvidar.A dúvida, sempre fez parte de nossos pensamentos e não há como negar que ninguém nunca tenha passado por ela,pois precisamos sentir desconfiança para nos aprofundarmos em uma investigação  que possa nos revelar muito além do que já sabíamos e nos desprender  do hábito de viver concordando com o senso comum.

Quando os indivíduos constituintes de uma sociedade ,encaram a razão como uma só,ficam automaticamente frágeis à manipulação de idéias , por isso , Descartes nos fala da importância de duvidar , da importância de não só ser diferente ,como de ter a capacidade de associar suas próprias diferenças com as alheias e de quanto o conhecimento ,seja qual for , nos é valioso para construirmos nossas próprias conclusões, sem deixar que ela se perda no comodismo do senso comum.

Descartes ,tirou a idéia de razão única e absoluta ,muitas vezes , baseada em fé,nos mostrando, outras formas de se chegar à verdade ,de poder identificar o falso e não nos deixar ser enganados ,como diz suas três máximas:  a de adquirir experiência  por onde vive,de ter segurança e de não tentar mudar o mundo ,antes de tentar mudar a si mesmo.

Karine  Fico

terça-feira, 27 de março de 2012

PADRONIZAÇÃO DO SENSO COMUM

          Imensidão, reflexão, pontos de vista, sobrevivência, entre outras são palavras que diretamente e indiretamente interferem no seguimento psíquico do indivíduo, tal que, cabe à imensidão o ideal; reflexão, pensar sobre; o ponto de vista do indivíduo; e os meios de sobrevivência individuais, sendo essas, premissas que levam a existência do senso comum, que é a opinião crítica conseguinte da experiência adquirida ao decorrer dos anos, privando quaisquer que seja, de cometer fatos irrelevantes, isto é, de acordo com a concepção atual.

          Essa concepção atual está exposta na sociedade, intervindo na maioria dos indivíduos, na qual, cada um, conserva sua própria posição, ou seja, acredita apenas naquilo que se submete, porém, em uma visão comum entre eles, por exemplo, tem-se a religião, propriamente dita indiscutível por ter variedades de crenças, com suas respectivas razões, mas indiferente, pois de qualquer modo, darão a gritante superioridade a Deus. Segundo afirma o filosofo René Descartes “Deus é ou existe, e é um ser perfeito e porque tudo o que existe em nós se origina dele”, faz-se uma interpretação do quão mutável é o senso comum, visto que essa contextualização de Descartes faz referência também ao teocentrismo, teoria significativa na idade média, época em que a vida cultural estava dominada pela igreja e que todos davam a Deus o criador de tudo.
          Já na atualidade, a tendência é oposta, pois a partir disso, foi surgindo várias outras concepções de existência, a religião em que cada qual segue uma linha de pensamento, o ateísmo desacredita na existência Dele, e por fim chegaram os intelectuais com suas descobertas, superando as expectativas da tecnologia com sua ciência viável a milhares situações que antes não havia, inevitavelmente, superaram ainda mais. Sendo assim, as futuras problemáticas terão explicações sem a precisão de mencionar o nome de Deus.
          Finalizando, René Descartes, com seu livro Discurso de Método, defini o senso comum, na qual, sofre tamanha transformação, mas muitos não se deixam alterar preservando ideais, acreditando e cultivando seus próprios métodos, ao que tudo indica, é padrão de vida social e comum da sociedade.

TAUANE LUIZ - Serviço Social 1° Ano/Noturno.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Ciência e Razão em Busca da Evolução

Descartes introduz o seu método de atingir um Maximo conhecimento gradativo de forma que percebamos o seu esforço para conduzir a própria razão colocando também a hipótese de estar errado. A discrição dos fatos de sua vida mostra o modo que ele chegou a cada conclusão de seu discurso.

Descartes afirma ter apreço  por todas as áreas,dando a elas uma discrição e sentidos afetuosos como :... “ a poesia tem delicadezas  e ternuras deveras encantadoras.” Áreas como a matemática de sentidos exatos  e sólidos apesar de chamar atenção de Descartes o fazia gerar duvidas em relação ao tão certo da ciência. 

No Discurso do Método,Descartes acreditava no raciocínio de si mesmo, o homem pensando nele próprio colocando o homem como centro descartando como principal qualquer ciência.

Concordo com o método a partir das declarações cujo a extrema confiança no que nos é mostrado acaba afastando nossa razão verdadeira. Descartes era um homem que apesar do seu vasto conhecimento de mundo , colocando a ciência em sua extrema utilidade, ele era religioso e permaneceu na religião em que segundo ele Deus o proporcionou e que seus pais o ensinaram.Ele não anulava a religião da ciencia,concluindo a possibilidade de ambas ate evoluírem juntas.Fato este que por muitos já foi descartado com a evolução da sociedade perante  a tecnologia por exemplo.Com isso  para ele(Descartes) o homem “senhor da razão” tem a função de descobrir aos poucos a maior obra divina “ o mundo” e as coisas que nele cabem incluindo o próprio homem.Deus segundo ele nos deus a inteligência, a racionalidade para este fim de desvendar suas obras.

Portanto, Descartes acredita no principio de tudo ser duvidado principalmente  quando tudo esta ao seu favor.

 O principio da duvida para Descartes se afirma na crença que : nossos sentidos nos enganam.Então tudo aquilo que lhe trazia a menos das duvidas lhe era considerado falso  e depois refletia ou pesquisada chegando a conclusão se o fato apresentado era verdadeiro ou não.

Descartes nos apresenta este método de refletir sobre tudo que nos parece falso como modo de chegarmos a uma verdade absoluta sem  inseguranças.Como  uma das principais frases dele : “penso logo existo” mostrando que o homem pode crer que existe aprtir do fato que pensa e reflete sobre a dúvida.

O Discurso do método  hoje estudado a refletido por muitos filósofos  e estudantes tanto no ensino médio ( de forma mais básicas) como universitários , pode nos mostrar como era o pensamento básico de razão   em uma época distante da nossa realidade atual e como ate hoje existem pessoas que compartilham deste método como modo de vida sem ao menos saber que ele existiu ( os mais leigos).Quantas pessoas hoje ainda acreditam que a religião e a ciência podem caminhar lado a lado sem que ambas se anulem mesmo com toda esta evolução constante ,pois diariamente as coisas se transformam e modificam a forma de agir do homem .

Em Busca da Razão

Descartes acreditava que  precisávamos ter duvida de  tudo que nos é apresentado.Também dizia que a razão vinha em primeiro lugar.

Em algumas partes do texto ,pude perceber o antropocentrismo de Descartes, pois ele colocava o homem acima de qualquer outra coisa e diz que o homem tem que descobrir as coisas aos poucos. Descartes citava Deus como criador, para ele este ser era o ponto de  partida para as descobertas do homem.Sendo assim, conclui-se que Descartes foi muito importante para a ciência dando a ela uma grande utilidade que os filósofos  gregos esqueciam na maior  parte do tempo.

Atualmente as pessoas são cartesianas e seguem alguns métodos de Descartes, porém a maioria dos   autores não acreditam mais que Deus é o criador, pois adotaram a ciência como ponto de partida para todas as descobertas.
EM BUSCA DA RAZÃO...

Descartes nos mostra em seu discurso do método a busca pela razão....
Ele se opõe ao metodo tradicional de ensino começa  a usa a duvida como fonte para tal. Começa a duvidar da religião como explicação para tudo e com isso nos faz evulir.
Graças a essa ideia de duvida , de questionamento podemos evoluir até ondi estamos hoje,sem  estarmos presos a misticismo.
Juntamente com toda essa  mudança, tudo em nossa volta evoluiu,nossos habitos, nossa vida e isso faz com que buscamos sempre essa razão, essa mudança e a mudança de nossos pensamentos.
"Penso logo existo ", essa frase de Descartes mostra exatamente que pensar é existir, e tambem a melhor forma de procurar nosso proprio pensamento, nossa propria maneira, nossa propria verdade!
Hoje estou me questionandoo sobre mim mesmo e tudo a minha volta porque agora na faculdade tenho que  buscar meus métodos, minhas verdades, meus objetivos, e questionar a verdade imposta por outros, pois assim conseguirei o melhor para mim mesma e o melhor de mim mesma.

Larissa Marques Xavier / 1º ano de SS Noturno

A luz de Descartes

   Sem Descartes talvez nunca tivéssemos chegado onde chegamos, talvez até hoje estaríamos procurando verdades dogmáticas e incontestáveis dentro da bíblia. Ou ainda esperando ideias iluminadas vindo de um ser superior, que por ser verdades reveladas também era incontestáveis.
   Ao se questionar essas verdades Descartes abriu uma porta para o desconhecido e o inquestionável. Descartes colocou em pauta que os dogmas, filosofias e misticismos de nada servia para ele, pois não eram coisas vindas da razão do homem, e que este devia buscar conhecimento nele mesmo, pois se Deus tinha nos dado a razão era para cada um fazer um bom uso dela, nunca se deixando levar pela emoção, pois está poderia atrapalhar na hora das suas tomadas de decisões racionais.
   Com isso posso dizer que a ciência começou a engatinhar, o ser-humano começa uma grande busca por conhecer e entender coisas novas, que vinha para mudar sua vida, na maioria das vezes para melhor, e mesmo que Descartes tenha falado que talvez não estivesse correto, e que não era para as pessoas levarem aquele livro como a verdade absoluta, e sim para cada um ler e refletir sobre o mesmo e ver seu melhor uso. Mas ali estava um obra de extrema importância para o homem moderno e a ciência moderna, que fez o mundo começar a ir mais no antropocentrismo. Mas claro sem nos esquecermos que Deus ainda era necessário para as pessoas, pois tudo que ainda não era explicado se colocava como sendo coisas divinas, e que deviam ser questionadas também com a razão a fim de descobrir novas respostas, e cada vez chegarmos mais perto da perfeição, do criador.
   A verdade é que talvez sem Descartes estaríamos procurando quantos dentes tem na boca da mula dentro da bíblia, ou ainda achando que a terra era um disco igual uma pizza e que o sol gira em torno dela. Não conheceríamos talvez outras coisas que só vem pelo questionamento e pensamento lógico, razão e ciência. Talvez não conheceríamos nem mesmo esse meio de comunicação que é a internet, e a frase mais celebre de Descartes: "Penso, logo existo" tem menos de 140 caracteres.


Rafael Tognati Silveira -  1° ano Serviço Social  - Noturno 

Um Longo caminho a passar...


 

          Lendo  Descartes percebi que poderia fazer uma comparação com o que há de vir pela frente, pois afinal acabo de entrar na Universidade e esse foi só o primeiro passo e diga-se de passagem que não foi fácil, imagina nesses longos quatros anos e pro resto de minha vida como assistente social. Assim como Descarte não tem um método, a faculdade também não me apresentará um método de trabalhar, isso terei que aprender sozinha, dizem que o importante não é como vamos chegar no destino final, mas sim a chegada.
          Agora nesse mundo novo pretendo muitas coisas, uma delas é tirar o máximo de aproveito de tudo que vai ser passado, pois percebi que quanto mais vai se aprofundando em algo, mais isso me torna ignorante, por ser como mais um grão de areia na praia.Quero aprender a diferenciar o que certo e o que é errado, sempre usando a razão, deixando para atrás todas as situações passadas que possam vir interferir no meu profissionalismo, porque é mais fácil modificar a mim mesma do que todo o meu mundo a volta.Porém sei que isso é uma tarefa árdua e trabalhosa e que muitas vezes precisarei de um “canto” só meu, que me traga paz e forças pra continuar nessa caminha, e esse “canto” já encontrei, em Deus. É Ele que me guia e sempre me dá forças, inclusive é graças a Ele que estou aqui querendo algo melhor pro meu futuro.

A importância do questionar para Descartes

Somos dotados pelo senso, razão. Diferenciamo-nos dos demais animais por isto.
Contudo, cada individuo tem uma linha de pensamento diferente. Somos influenciados pelo meio que crescemos, e é necessário um método para viver, este que para Descartes é essencial duvidar de tudo, ignorar os pré-conceitos, adentrar o profundo de cada situação antes de tirar conclusões.
A crença de Descartes na existência de Deus é evidenciada ao longo do texto que acredita que ele é o ser maior que tudo criou, na mais perfeita necessidade universal do acontecer, e criou então o homem para que um dia o mesmo se descobrisse através do auto-conhecimento e vivência.

Do senso comum ao uso da razão

“No que diz respeito às más doutrinas, julgava já conhecer suficientemente o que valiam, para não mais correr o risco de ser enganado, nem pelas promessas de um alquimista, nem pelas predições de um astrólogo, nem pelas imposturas de um mágico, nem pelas artimanhas ou arrogâncias dos que manifestam saber mais do que realmente sabem” (p. 5).
                                                                      O Discurso do Método – René Descartes
Em todo tempo e em todo lugar do mundo existem crenças, costumes, religiões e com isso diferentes formas de pensar e tudo gira em torno de um senso comum, fazendo com que as pessoas acreditem naquilo que lhes é dito, mas para Descartes existe o bom senso, esse sim é fundamentado em conhecimentos afundo, no qual se acredita naquilo que se vê e é capaz de explicar.
Em “O Discurso do Método” Descartes deixa claro que se deve superar a superstição, o mágico, a alquimia entre outras coisas, e que o conhecimento deveria fazer uso da razão pois só a ciência é capaz de explicar e não crenças que são baseadas no senso comum, em algo sobrenatural. Tudo isso baseado na dúvida, sendo ela o princípio para novas descobertas, quando duvido sou capaz de ter olhos para ver além daquilo que está a minha frente, duvidando eu posso conhecer a verdade.
Ao longo de toda a historia a presença do senso comum é constante, essa crença no sobrenatural que determina o modo de pensar das pessoas, contudo Descartes nos traz a ideia de razão no qual podemos explicar acontecimentos através de conhecimentos científicos, a partir da duvida conhecer a verdade, isso é o bom senso.


Julia Mª de Oliveira Leandro / 1° ano SS Noturno


As certezas de Descartes

René Descartes é o pioneiro em querer modificar a linha de pensamento existente em sua época indo contra os conceitos fantásticos e supersticiosos, propõe que devemos duvidar de tudo em todos os momentos.

Sua prioridade era encontrar idéias claras e distintas para que houvesse um método  universal de encontrar a verdade, e um dos meios para que isso ocorresse era a razão. O filósofo então revoluciona e organiza o modo de se pensar, abrindo caminho para a razão caminhar junto com o pensamento cientifico.

Passa a buscar verdades, e sobre a criação, diz que ela não poderia ter vindo de um ser tão imperfeito como o homem, ela só poderia ter vindo de um ser de existência perfeita e então deixa claro sua crença em Deus.

Para ele a razão tem que seguir em sentido oposto a emoção, pois acredita que pensamentos envolvidos com a emoção atrapalham os pensamentos racionais e científicos, por isso, com a finalidade de conquistar um método de pensamento que permitisse chegar á verdade sem que houvesse a intervenção de pensamentos ilusórios, ele se baseia na duvida e passa a não supor certezas e nem verdades e estabelece que a essência do ser humano está no pensamento.



Feche os olhos para o mundo e então você o Verá
René Descartes em o Discurso do Método

Feche os olhos para o mundo e então você o verá. Despida-se de todos os seus conceitos, de todos os seus valores, ignore palavras jogadas ao vento por aqueles que julgam dizer a verdade, por aqueles cobertos de ceticismo e religiosidade e então, descubra-se, revele-se, descomponha-se a si e ao mundo e então você verá tais como realmente são.
Duvide, questione, não prenda-se a conceitos. Duvide de si, duvide do que vê, ouve e sente, duvide do que dizem ou pensa ser o certo, duvide do que dizem ou pensa ser errado, duvide da verdade e da mentira; duvide de novo e mais um pouco; duvide até que não aja mais dúvidas, duvide até que o que se apresenta à você seja totalmente e completamente incontestável e então, somente então, talvez terás encontrado a verdade.
A busca pela verdade, pura e plena, deve-se ao anseio do homem em querer descobrir e revelar tudo aquilo que não compreende. Tal anseio é parte do próprio ser. Deus criou o mundo e tudo que nele há, criou o homem a sua imagem e semelhança, deu-lhe a vida e também a razão; e é esta razão que diferencia o homem, que o faz duvidar, que o impulsiona a querer descobrir o manto de Deus e revelar a verdade que sob ele há.
Contudo, por mais que duvidássemos e questionássemo-nos, ainda assim não teríamos a verdade pura e plena porque não a conhecemos e, somente conhecendo, seríamos capazes de compreender totalmente e completamente a verdade, mas para que isso fosse possível seria necessário conhecer o que há sob o manto de Deus e, somente conhece e compreende tudo e todos em sua real totalidade e complexidade, aquele que é ilimitado, completo, perfeito, e para tanto e portanto, somente Deus, sendo o criador de tudo e todos, é o único ser capaz de conhecer e compreender perfeitamente o que não somos capazes de ver.

Feche os olhos, feche os olhos para o mundo e então abra-os como se  fossem os de uma criança, não há certo e errado, não há verdade e mentira, mas há todo um mundo a ser explorado, descoberto e revelado. Feche os olhos para o mundo e então você o verá tal como realmente  é.


Milena Regina da Silva Santos
1º Serviço Social - Noturno



domingo, 25 de março de 2012

Penso, logo existo

Descartes nos faz perceber que existir não é apenas estar vivo, é pensar, questionar, duvidar, ir em busca do que não conhecemos para desvendar mistérios e encontrar explicações para os fatos.
A partir do momento que nascemos, aprender se torna uma necessidade natural, crianças observam os adultos para aprenderem a andar, falar, comer e depois quando crescem precisam ler, escreve, trabalhar, etc.
Conhecimento é uma busca diária, porém acredito que a base fundamental é a observação, esta que deve ser feita com senso crítico e questionador, porque não considero viável ir em direção ao senso comum, juntando-se e agindo conforme a maioria.
Escolas e livros são ótimos pontos de partida para  aprender. Conhecer a história, saber como tudo começou nos ajuda a entender o presente e visar o futuro, porém a melhor fonte de descobertas é a curiosidade,  é sair de um mundinho fechado, é mais que abrir janelas, é quebrar as paredes e derrubar os muros que nos escondem a realidade.
Acreditar ou duvidar do que vemos é uma escolha individual.  é necessário perceber se estamos encontrando pelo caminho novidades concretas, se estamos adquirindo conhecimentos bem fundamentados, afinal se munir de inverdades é regredir. A essência da vida é pensar, portanto questione tudo que te rodeia para encontrar respostas claras e sólidas.

Josiane de Freitas 1º ano Serviço Social diurno



Além da razão
Nos capítulos abordados na obra de Descartes temos o Triunfo da Razão, como tema.
Refleti muito sobre o tema em questão, e de inicio cheguei a dizer que realmente devemos ter um método para distinguir o lógico do ilógico assim como Descartes, que por sinal dedicou-se por muitos anos.
Mas pensando de uma forma mais profunda, coordenando o que foi abordado em sala de aula, lembrei que toda essa fonte de razão provém do homem, ser repleto de imperfeições e principalmente dúvidas sobre si e seu mundo.
Chego a conclusão de que como podemos basear a razão em um ser movido por emoções e percepções diferentes?
Diante de tal reflexão, percebo que quanto mais buscamos a razão, mais fazemos uso de nossas emoções e experiências, ou seja usamos a emoção e nossas experiências para chegarmos a razão.
Vamos ter a disposição muitos pensadores a respeito da razão, assim como Descartes, mas ideia da razão apresentada não só pelo autor em questão mais por todos, será sempre impregnada com uma essência individual, do ser humano.
Concluo que dificilmente chegaremos numa razão "pura", mais creio que por meio de obras como a esta, sempre nos servirá como apoio para formularmos nossa própria opinião.

Samara Mori Santana  1° SS Diurno


  

Fechados para a razão


                                               

Começo a relevar as condições que já se passaram pela minha razão e vejo que não sou tão louco, ao menos percebo que há pequenas semelhanças com discurso do método e.
            Mas percebo ainda que há um horizonte desmedido aponto de sumir facilmente de minha razão. Creio agora severamente que estive errado em tudo em relação a minha razão pois tive conceitos, e acreditei neles, não percebendo que neste momento fazia meus próprios pré-conceitos, e pior fechava os olhos para verdade, percebo que nunca há conquistarei, pois ela se revelou para mim apenas como parâmetros para que me venha julgar os homens certos e classificar os errados, criar a fantasia de estar fazendo o certo e conciliando as emoções as razoes, nem percebendo que misturava coisas tão distintas que nunca poderiam seguir juntas, percebo que se misturar qual quer das duas entrarei em conflito, pois muitas das coisas que parecem tão sertãs para a razão nunca serão aceitas pelo coração, e coisas que parecem perfeitas para o coração nada serão para a razão.
Como simples exemplo aquela pessoa que reclama tanto do companheiro(a), e da mil motivos para não estar a sua companhia, e racionalmente se mostra simples a resposta, mas logo ela percebe não pode se ver sem aquela companhia, realmente são coisas que a razão não entende.

Além do mundo sensível

Para Descarte, o duvidar é o que nos leva ou nos impulsiona a conhecer tudo sem limite algum, se há dúvidas, o método para seu entendimento é por meio da razão, que é acima da experiência do mundo sensível; deixando claro a sua total fé em Deus, porém diz para não aceitar aquilo que possa nos gerar dúvida pois o que entendemos com clareza podemos afirmar verdadeiro.
          Nos  passa uma grande obediência e gratidão aos pais pelo costumes, religião e opiniões herdadas, que segundo ele seria melhor aproveitar as dos mais sensatos, mostrando receio em fazer escolhas; atualmente, principalmente os jovens não se deixam influenciar tão rapidamente, mesmo pelos costumes e opiniões familiares, tudo isso por compormos uma geração que busca por mais liberdade e independência quando não se deixa a influência do mundo sobrepor a vontade pessoal.
           De uma maneira simples, nos diz através desse discurso, para não nos “deixarmos levar” tão facilmente por inúmeras coisas e situações, sem ao menos ter o mínimo de conhecimento sobre aquilo, afinal somos seres racionais.

A racionalização do ser humano


Para Descartes devemos duvidar de tudo, não devemos aceitar uma resposta pronta, para que assim não sejamos enganados. Sempre é melhor conhecermos a fundo o que iremos discutir para que assim evitemos julgar algo que não conhecemos profundamente, a razão é o fator mais importante para ele, pois sem a razão ficaríamos a disposição do misticismo. Para Descartes o conhecimento deve ter uma base sólida. Acreditava em Deus, como um ser superior que criou a humanidade, porém é o homem que faria as descobertas. Buscava sempre entender o que é certo ou errado para escolher qual caminho trilhar. Para o pensador iluminista não se deve acreditar plenamente em algo que nos é passado por costume. Atualmente a sociedade julga casos polêmicos como a reforma agrária baseados em informações superficiais o que ilustra o que Descartes diz sobre julgarmos assuntos sem conhecermos na integra. 


 Ana Carolina Magiero - 1º ano SS/ Diurno









O conceito "Deus" da analise do Discurso do Método

Descartes não concebia nenhuma d suas ideias como verdadeiras a principio, para que pudesse analisa-las sem se deixar iludir. Levando isso em conta, pode-se imaginar que ele não tenha considerado nem mesmo Deus como sendo verdadeiro, mas a partir do momento em que desenvolve o raciocínio "penso, logo existo", e dai começa dai começa a criar sua teoria filosófica, tendo refletido quanto a semelhança do sonho com a realidade, sem saber qual desses dois espaços é de fato sonho e de fato realidade, desconsidera a existência do corpo relevando apenas a existência da mente que é pensante e por isso existe. Assim sendo, talvez considere a existência de Deus, apenas por um ser pensante e imaterial, o então criador do universo. Uma vez descrendo de sua própria matéria física, torna inteligível por meio de sua teoria a veracidade de uma força denominada "Deus".

O homem e a razão


  
     René Descartes, em seu livro "Discurso do Método" propõe o questionamento de tudo àquilo que nos cerca para encontramos a verdade, abandonando assim explicações provindas do senso comum, do sobrenatural e procurando um embasamento científico para tais afirmações.
     A razão é o principal elemento que diferencia, nós humanos dos animais e é por meio dela que devemos julgar algo verdadeiro ou falso, não se deixando levar por sentimentalismos e ideias pré-concebidas. Segundo o seu método nunca devemos tomar algo como verdadeiro sem antes analisá-lo cuidadosamente e livre de qualquer interferência emocional. O que é verdadeiro não pode ser aceito simplesmente por um juízo de senso comum, ele tem que ser analisado e questionado até que não deixe sombra de duvidas.
     Uma das ideias principais de Descartes, é a da famosa frase “penso, logo existo”. Partindo deste pressuposto, podemos pontuar acerca da discussão da existência de Deus. Descartes, mostra em algumas de suas obras – incluindo esta em questão – a ideia desta existência através de uma tríade. Em um primeiro momento, Descartes diz que a ideia da existência de Deus vem do pensamento humano que, existe em nós a ideia de um ser perfeito e que precisa existir para explicar as outras existências. Deus está talvez, em nosso imaginário e existe em nós. Em um segundo momento, Descartes simplesmente diz que esse ser perfeito existe também a partir das nossas imperfeições, ou seja, nenhum homem possui o titulo de mais perfeito e, portanto, só existe um perfeito: Deus. E finalmente, na terceira explicação que Descartes propõe, é a existência de Deus enquanto uma espécie de “alimento espiritual”, ao passo que nós humanos não teríamos forças, nem condições de dar-nos a perfeição e muito menos a nossa conservação.

Ana Sofia C. Natali / 1º ano S.S diurno

Oposição Contemporânea

A base do pensamento cartesiano é a razão. Para isso, ele a utiliza de modo extravagante e constante, tomando como seu próprio método a dúvida acerca dos assuntos de sua época. Atualmente, como existe a grande influencia capitalista, percebe-se a importância dos questionamentos que permitem o avanço das ciências e, consequentemente, da tecnologia hoje presente.

Porém, sua época o enganou, atraindo-o apenas para o lado racional e quase nunca por instinto, como fazem os animais. Um exemplo de situação contrária é o da obra "O Cortiço" de Aluísio de Azevedo, na qual as pessoas se movem pelo desejo do que pelos princípios racionais.

Além disso, a onipresença do capital no globo aliena os indivíduos, de forma que a razão fique em segundo plano. Assim, notamos a grande virtude de Descartes, pois seus pensamentos se contrapõem aos desvirtuamentos que podem surgir ao longo de um caminho, ou seja, a moderação no modo de pensar se faz imprescindível para seguir uma determinada meta.

Portanto, Descartes revolucionou o conhecimento científico, mas, de outro modo, proporcionou diversidades no que dia respeito à ideologia e aos métodos de raciocínio das pessoas. Por fim, tem-se um exemplo eterno que ilustre tais diversidades: as guerras, que são resultadas do confrontamento ideológico.

Marisa Silva
1º Ano  Serviço Social - Noturno

Razão ou Bom senso


  Descartes claramente demonstra o quanto se era discernido a questão do verdadeiro e falso, que para ele era o mesmo que o bom senso ou a razão; Mostrando o caminho em que decidiu ''trilhar'' em sua vida, mostra-se a importância do conhecimento geral, do ''saber'' de várias coisas como poesia, matemática, filosofia (que ao seu ver é algo que não se encontra nela uma unica coisa da qual não seja discutida e duvidosa) e não focar só em poucas coisas.
 O diferenciamente sobre o verdadeiro e o falso vinha para que ele mesmo pudesse ter certeza de suas ações e assim caminhar com segurança e com isso começou a estudar sobre si mesmo pois a sua procura constante era a felicidade absoluta, aceitando seus limites, tal como os filósofos faziam convencidos de que nada estava em seu poder, além dos seus pensamentos, diferenciando a vida, fez suas próprias ''leis'' para que nada pudesse fazer que ele se desviasse do que parecia perfeito, aceitando às leis e os costumes do país, ser firme e decidido em suas decisões, procurar vencer a ele próprio do que ao destino (acreditando que tudo em que não se saisse bem, seria absolutamente impossível em relação a ele).
 Focado na idéia de nunca sair do caminho reto, acreditando que assim, não se afastaria nunca do caminho certo. Mostrando assim aquela idéia de mundo perfeito e sem problemas, esquecendo (ou querendo esquecer) que a aceitação de erros é totalmente normal e natural.

Danielle Carvalho Lopes, Diurno

Ruptura de princípios limitados


René Descartes em “O Discurso do Método” corrompe a linha tênue entre religião e ciência, na sociedade do século XVII, pois ele vai além, unindo os dois caminhos, que até o momento eram totalmente adversos. Contudo, partindo do princípio de fundamentos teológicos, ele conseguiu racionalizar a construção do universo, embasado na capacidade do homem, proporcionada por um ser superior, permitindo, assim, torna-se um ser racional, capaz de refletir sobre seus próprios conhecimentos, provocando no indivíduo a possibilidade de exceder limites metafísicos, viabilizando a reflexão de seus atos para interação com a sociedade.

Por outro lado, Descartes mostra o mundo visto de fora para dentro, primeiramente é necessário sermos atacados pelos antígenos produzidos pela sociedade; ou seja, assimilar os pensamentos, verdades, preceitos e até mesmo os preconceitos, já fabricados e idealizados, podendo, desta forma, ativar o mecanismo racional , refletindo e produzindo anticorpos para neutralização. Portanto, somente o conhecimento, é capaz de fortalecer o nosso sistema imunológico racional, extinguindo e identificando, através desses padrões, as linhas de raciocínio dos demais para fundamentação de decisões e de uma própria linha de raciocínio, fortalecendo a autodefesa, afirmado por Descartes como “a verdade”.

“Ter direito ao corpo e ao proceder, sem inquisição... ser indiferente ao ser diferente é sem senso”, a canção de O Teatro Mágico, exemplifica o questionamento apresentado por Descartes como “dúvida”, pois em meio a diversidade de ideologias e pensamentos adversos  aos nossos, esse fenômeno provoca a emancipação de nossas próprias concepções. Portanto, a dúvida é o principal pilar para construção de um ser racional, contudo, a percepção de algo já consolidado nos propicia mudanças relevantes, para compreensão de um conhecimento justificado.

Sendo assim, Descartes demoliu e rompeu os paradigmas de uma sociedade restringida a dogmas religiosos, não com intuito de extinguir o caráter revelador de religiões, mas sim reconstruir os pilares com novas perspectivas sócio evolucionais futuras, à vista disso, a progressão do conhecimento produzido pelo homem para favorecimento da sociedade, nos permite hoje em pleno século XXI, a ascensão do meio científico tecnológico, resultante dessa ruptura de princípios limitados.

Caroline C. Borges da Silva
1º ano / Serviço Social / Noturno. 
              Certezas através das dúvidas
                                     Discurso do método
                                        Renê Descartes
                                                       
O método cartesiano consiste em apenas quatro regras e a primeira dessas regras seria encontrar a verdade através da duvida , dos conceitos que Descartes utiliza em seu método para a confirmação da verdade.
O discurso do método de Renê Descartes baseava-se no seguinte contexto; que através da dúvida pode-se chegar a uma idéia ,e concluir assim se é certo ou errado, pensar , agir e tomar alguma atitude.De acordo com o método uma idéia ou um pensamento referido só se tornaria uma verdade ao passo que as dúvidas começam a serem esclarecidas ,e ao momento em que essas dúvidas vão se extinguindo ,a verdade se torna mais clara.
A razão ou bom senso só poderia existir com a verdade sem dúvidas, assim podendo distinguir o verdadeiro do falso.
Para se obter uma certeza,é necessário duvidar até dos conceitos pré estabelecidos.
Essa era apenas a primeira regra do método cartesiano,mais a frente podemos perceber que há mais três regras que se deve seguir para se obter um bom senso ,isto é claro segundo o discurso do método que Descartes escreveu .
O segundo passo para se obter um bom senso ou melhor uma clareza de pensamento era resolver os problemas dividindo-os em varias parcelas,assim podendo resolve-los de uma forma mais fácil e rasoável.
Havia também um conceito bem simples com a terceira regra,que o conhecimento traz conhecimento, começando com as coisas mais simples a se conhecer,e assim ir a cada passo conhecendo e esclarecendo as demais como se fosse uma escada ,como se fossemos subindo em escalas que a cada dia que se passa o conhecimento e a ciência vai se elevando.
A quarta regra talvez seria a mais difícil pois consiste em seguir todas as outras três regras , revisa-las e enumera-las passo a passo.
                                                                 Damaris Valença da Silva

Um discurso tanto quanto atual


No discurso do método, de Descartes a razão é utilizada como forma de construção do conhecimento, não buscando-se o mesmo fora do homem nenhuma informação para tal. O início disso é a dúvida, a qual é o ponto de partida e o princípio básico da ciência, que se supera cada vez mais. A forma como o mundo se movimenta contribui para isso, pois com toda essa correria e busca de respostas e soluções rápidas e eficientes, deve-se encontrar também uma forma para encontrar tais respostas, e é aí que entra toda ciência, pois Descartes mostra em seu discurso uma descrença no ensino tradicional. Embora haja toda essa crença no lado científico, a religião não é deixada de lado. O autor crê na existência de Deus, afirmando que apenas um ser superior seria capaz de dar ao homem esse poder de raciocinar. Mesmo que toda essa evolução dê a ideia a muitas pessoas de que há possibilidades de o homem (ciência) acabar substituindo Deus em algum ponto, pois avança muito rápido em suas descobertas e pesquisas, e que Descartes apenas considera a existência de um ser criador apenas por, na época, ainda se precisar de Deus, pois ainda não era possível explicar muitos pontos (que hoje em dia já são possíveis).
Analisando então o texto, embora tenha sido escrito há muito tempo, continua sendo atual, e a dúvida permanece sendo o melhor meio de se chegar a uma constatação de algo que se queira descobrir.

- Mylena Sousa Piantamar - 1º ano SS noturno

Há um caminho para a verdade?

O bom senso é conseguir julgar de forma correta e conseguir discernir o verdadeiro do falso, o que se denomina também como razão

Isso não quer dizer que alguns têm melhor senso ou pensam mais racionalmente sobre um determinado assunto, pois, há diversidade e divergência de opiniões desde que não sejam incoerentes as duas formas de pensar poderão estar certas.

Descartes acreditava ter conseguido criar um método pelo qual consiga aumentar gradativamente seu conhecimento, no entanto segundo ele seu propósito não é ensinar o método eu cada um deve seguir sua razão,mas sim como conduziu sua própria.

Segundo Descartes os que se aventuram a fornecer normas são  mais hábeis do que aqueles as dão, e esses quando cometem uma falha por menor que seja serão por isso   censurados e que por fim como em uma fábula servirão de exemplo pra ser seguidos ou não.

No caso ao observarmos o mundo e as coisas que acontecem ao nosso redor podemos aprender com os acertos e com os erros das outras pessoas sem que nos seja prejudicial, sem que tenhamos que cometer para aprender.
Ao decorrer de seu método percebe- se que não há uma verdade absoluta, pois ela é vista a partir do ângulo e das circunstâncias do que acontece.

E só é possível chegar em uma suposta verdade a partir do momento em que se existe duvida sobre algo, pois é através dela que começamos a analisar a questão na qual estamos envolvidos para dessa forma resolvermos ma melhor forma de agir.

Descartes no cotidiano profissional


Descartes propõe a sua época um novo modo de se chegar ao conhecimento que não mais baseado nas paixões, mas sim na razão, utilizando a duvida como ferramenta essencial, tornando ela o ponto de partida pra chegar à verdade, fazendo assim o que chamamos de ciência.
Entender a visão de Descarte e o seu método é de extrema importância pra o assistente social, pois como lidamos na maioria das vezes com as mazelas da sociedade precisamos estar sempre muito atentos, e em um exercício constante de fazer com que a razão seja o nosso modo central de analisar cada situação, para que não nos deixemos levar pelas nossas paixões, colocando assim em risco o que é o melhor possível para o nosso usuário.
Portanto precisamos duvidar de nós mesmos, questionar nossas percepções e ações, buscando assim ver cada vez com mais clareza a realidade, como nos diz Descartes no seguinte trecho: “Minha terceira máxima era de procurar sempre antes vencer a mim próprio do que ao destino, e de antes modificar os meus desejos do que a ordem do mundo; e, em geral de habituar-me a acreditar que nada existe que esteja completamente em nosso poder”.

Tatiane O. Cardoso 1° SS Diurno 

A Busca da Verdade Pela Razão


     Em o Discurso do Método, Descartes nos remete a ideia da importância do discernimento na implicação da razão em nossas vivências.
    Podemos perceber o quão contemporâneo se mostra esse pensamento em nosso dia-a-dia. Estabelecemos um foco e seguimos, como nos mostra máxima evidenciada pelo autor, sobre o desejo de aprender a diferenciar o verdadeiro do falso, e consequentemente caminhar com segurança pela vida, sempre mediados pela razão, a qual acreditamos ser o caminho da verdade e a única capaz de explicar as diversas dúvidas e questionamentos que encontraremos ao longo de nossa trajetória.
    A obra também deixa claro a necessidade de deixarmos velhos paradigmas e pré-conceitos adquiridos, em busca do melhor entendimento de realidades distintas das nossas, desse modo tendo melhor aceitamento de outras culturas e assim, abrindo as portas para o "novo".
     Descartes não mostra dúvida quanto á existência de Deus, e ainda mais, o associa a um ser perfeito, sendo o criador de todas as coisas, esse pensamento é comparado através de uma ciência exata, a qual possui veracidade indiscutível, deixando assim qualquer dúvida para trás.
    Como vivemos numa sociedade essencialmente cristã, nos deparamos com essa ideia do autor cotidianamente, podemos dizer que na maior parte da população fica eminente a extinção da dúvida quanto á existência de Deus.
    Portanto analisando o Discurso do Método, vemos que a ideia de René Descartes, se faz presente em nossa atualidade, talvez mais do que possamos imaginar.




Sandra Morais 1º SS Diurno.

"Porque eu um ser imperfeito, sou capaz de pensar?"

       O filósofo Descartes,apesar de viver há séculos, nos faz refletir muito. Considero muito interessante, a idéia de que o conhecimento sozinho sem utilidade, não nos leva a lugar algum.Pois todas as ciências; exatas,humanas ou biológicas se não nos levam a olhar o mundo com criticidade, se não nos fazem  ter atitudes diferentes do senso comum, não são produtivas. Como diz Descartes, viajar e conhecer pessoas, me tornam mais sábio e filósofo do que só entrar em meu gabinete e devorar livros.
        Concordo com o filósofo quando ele coloca que a minha vontade, o meu discernimento nem sempre é o correto; e sim que devo modificar meu pensamento de acordo com a ordem do mundo.E assim duvidar, sempre, do que os outros colocam, do que me é "inculcado só pelo exemplo e pelo hábito". O homem deve estar sempre questionando, isso é ser racional! Assim ele coloca sua máxima: "Penso, logo existo".Só existo, se uso o meu racíocinio, a minha mente para estar refletindo a ordem das coisas ao meu redor. Se o homem só pensa no seu dia a dia , no seu trabalho, no seu mundo; ele vive e é até feliz, porém não utiliza uma importante faculdade humana, a razão filosófica, que nos faz refletir sobre a ordem natural do mundo, que nos faz mudar hábitos que nos é comum, que nos ajuda a sermos melhores.
         O ser humano, quando pensa profundamente na sua existência e na sociedade em que vive, ele tem o poder de transformar a humanidade; isto é o que fizeram e fazem os filosófos.E é através do pensamento, que podemos usufruir dos bens da natureza , para o bem da humanidade. O PENSAR , é a maior riqueza que Deus nos deu para sermos felizes, como dizia o filósofo.

Andréa B. Defendi Feliciano
Serviço Social (diurno). 

Escolha uma estrada,não olhe pra trás

O discurso do método de Descartes propõe a busca da verdade de alguma maneira. Embora  escrito em meados do séc.XVII ,a proposta é  atual. Ao falar de ‘’bom senso” ou razão, ele busca discernir o verdadeiro do falso.
Usamos essa palavra em nosso dia-a-dia para saber o que é bom ou ruim, ou para se enquadrar nos padrões de certo e errado que a sociedade impõe.
Por exemplo, é questão racional( e jurídica) não sair as ruas sem roupas; é o que nos  diferencia de animais como o macaco.
Essa exagerada racionalização cartesiana ,fez-se banalizar acontecimentos  mágicos por não terem  base científica, como por exemplo, as enchentes como resposta a ira dos deuses .Hoje, sabe-se que esses fenômenos naturais ocorrem devido, principalmente, à ação humana.
Se atualmente sabemos que fenômenos naturais  podem ser explicados pela ciência é porque algum dia,alguém questionou e se enganou em suas próprias certezas.A dúvida, portanto,é o princípio fundamental do método científico.
Descartes afirma que é importante compreender o passado para aceitar o diferente,as outras culturas .Isso faz do mundo um lugar
legal para viajar e conhecer novas paisagens,culturas,linguagens e costumes.A  viagem é importante na ciência pois o estudo de gabinete é diferente da realidade do estudo de campo.
Ele duvidava de tudo e até certa parte do texto, chega-se a acreditar que ele era cético,no entanto, ele tem ideologias inquestionáveis a respeito da existência de Deus. Ele chega a questionar inclusive a própria existência, mas chega a conclusão de que se ele pensa, logo ele existe e vice versa: ele existe, porque pensa.
Por pensarmos e existirmos, devemos “ calcular” antes de fazer que não resulte em ações negativas. É importante que façamos, afinal, ações tem mais valor que palavras.
Ao ver uma proposta política de qualquer partido,esperamos que as “promessas” sejam cumpridas.
Ao apresentar uma proposta, Descartes afirma que as pessoas devem ter segurança e certeza em relação aquela verdade.Antes de conhecer essa verdade ou o mundo ou o resto, devemos conhecer a nós mesmos afinal só os pensamentos estão em nosso poder,o resto foi imposto ao nascermos e devemos sempre buscar por mudanças na procura da verdade.
Para tal, devemos nos desfazer de opiniões e “achismos”, que são as inverdades;devemos sempre manter a mente aberta a sugestões.Essas,por sua vez, devem ser sempre questionadas.No entanto,é melhor sempre uma linha de raciocínio do que vagar e se perder em teses absurdas.
O quadro “ Ceci n’est pas une pipe”- Isso não é um cachimbo de Magritte retrata a ideia que nossos pensamentos julgam algo e na verdade pode não ser.A ideia fixa nos leva a dizer que é um cachimbo quando na verdade é a figura de um cachimbo.
Embasado na teologia,ele explica a existência como uma verdade absoluta,afinal, se não há a existência de deus, não há e existência de nada .Termino o comentário com o trecho da musica “não olhe pra tras “  do capital inicial pois acho que condiz com o pensamento cartesiano.
“Se não faz sentido, descorde comigo, não é nada de mais ;São aguas passadas, escolha uma estrada e não olhe pra trás.”

P.s:ficou grande essa postagem, na próxima manerarei.

Cada Alma uma Razão


Há quatro séculos, quando o francês René Descartes (1596 – 1650) divulga o livro “Discurso do Método”, aponta pela primeira vez um objeto que hoje nos é comum; o pensar na razão, cuja concepção minuciosa defendia um método de produzir conhecimento não a partir de fatores externos e sim de dentro do próprio homem.

Por se tratar de algo tão abstrato, Descarte presa a libertação do pensamento padrão refere-se a pontos fortes e fracos de cada área do saber como a poesia, a matemática, a filosofia e a teologia, esta que por sua vez foi primordial para polêmicas entre religião e ciência, já que o estuda da razão e do bom senso deveria ter caráter cientifico, porem deixa traços de uma influencia cultural, tendo a religião como base do ensino familiar, é perceptível as correntes culturais nas Máximas do autor que gera uma ideia/horizonte de sua pesquisa á razão plena.

Não bastava conhecer o que já se era próximo o conhecimento advém da mudança e vivencia com outros povos. O que é, afinal discursar sobre o método? Trata-se da defesa de um ponto de vista sustentado numa coesão de mistérios ciência e mistérios divinos. Fazer o exercício de tornar adaptável e não ver além e sim o que outro vê, ou melhor, pensa, para encontrar a razão.

Chega – se ao final de uma longa viagem em que Descartes na infinidade de homens que acertam e erram e se aproximam de Deus ao desvendar sua criação, sendo assim a alma dos indivíduos oferece soluções, portanto o saber era fruto de uma RAZÃO.

Thais Pereira da Silva - 1º SS - Noturno.

Princípio, meio e fim

René Descartes em seu livro “O discurso do método” nos propõe que a dúvida é a base para a busca da razão e da verdade.  Através de seus estudos, o filósofo dá início ao método científico e se dedica a estudar o homem em suas mais diversas formas e contextos. Desta forma, o homem passa a desvendar e descobrir a natureza e toda a criação e passa a ser sujeito de suas próprias ações, tornando-se o centro de seus estudos – seu modo se vida, seus costumes, sua cultura, suas crenças e esperanças.
                Descartes desejava sempre discernir o verdadeiro do falso, a fim de viver plenamente nesta vida. Para tanto, ele descobre que não pode ter todas as respostas para suas dúvidas e que é um ser imperfeito, suscetível a erros e acertos e que fora criado por alguém maior e mais perfeito que ele mesmo: Deus.
                Deus é o princípio, o meio e o fim de toda a história humana. Ele é o criador de todas as coisas e sem Ele nada do que foi feito se fez. O homem surgiu a partir de uma idéia que surgiu no coração de Deus e que foi elaborado pela mente do Criador. Nele encontra-se a fonte da vida e de todo o existir. Resumindo nas palavras de Descartes: “Tudo o que existe em nós se origina dele.”



 “Assim como você não conhece o caminho do vento, nem como o corpo é formado no ventre de uma mulher, também não pode compreender as obras de Deus, o Criador de todas as coisas.”(Eclesiastes 11:5)

“Olhem para o céu e vejam as estrelas. Quem foi que as criou? Foi aquele que as faz sair em ordem como um exército; Ele sabe quantas são e chama cada uma pelo seu nome. A sua força e o seu poder são tão grandes que nenhuma delas deixa de responder.”  (Isaías 40:26)

“Como são grandes as riquezas de Deus! Como são profundos o seu conhecimento e a sua sabedoria! [...] Pois todas as coisas foram criadas por Ele, e tudo existe por meio Dele e para Ele.” (Romanos 11: 33a; 36)

Juliana Paco - SS noturno - 1º ano.