quarta-feira, 28 de março de 2012

Francis Bacon: Ciência Concreta




Francis Bacon, Ciência Concreta.


                                                      Bacon acreditava que para se fazer ciência, nada vinha de uma explicação qualquer, tudo teria de ser bem provado e comprovado, ele propõe clareza rompendo conhecimentos que não se possa experimentar. Fazer ciência como mero exercício da mente seria impossível. Sim, podemos fazer ciência a partir do momento que sinto e consigo racionalizar, ou seja, usar a razão, o experimento para nos guiar. O autor começa o texto criticando os filósofos gregos porque na filosofia deles a ciência está pronta e acabada, quando na visão de Bacon, nada está pronto e nem acabado, a ciência pode ir além.
                                                      O filósofo acredita que usar a razão com sensibilidade e indo a campo, viver as experiências, observar o real, ou seja, viver para se ter experiência, seria fazer ciência de verdade.
                                                        Bacon acreditava que, não existe ciência se não for para contribuir para a vida e que a ciência tem que mudar a vida do indivíduo e o homem tem que explorar a naturez ao máximo pondo-a a seus serviços. Enfim, ele convclui em duas formas: O cultivo das ciências, ou seja, tradicional, a antecipação da mente; A descoberta científica, que interpreta, observa o experimento e interpreta aquilo que vê e explora.
                                                         Bacom acredita que construir conhecimentos a partir da vivência e interpretar no sentido profundo seria o correto, mas para isso é preciso compartilhar da mesma experiência vivida e aproximar ao mundo real. Para Bacon, não existe ciência se não  chegar ao cotidiano, a realidade do indivíduo. Só vivendo para saber como é.



Keila S.Freitas - Serviço Social -diurno.
28/03/2012

Descartes e o uso da razão como a forma do conhecimento


Descartes e o uso da razão como a forma do conhecimento
    O discurso do método de René Descartes, é claro ao se tratar da razão, e realmente nos faz refletir sobre nós mesmos, assim também com o olhar sociológico e filosófico perante a sociedade.
    Primeiramente, para buscarmos a verdade e principalmente a "verdade científica" requer que olhemos para nós e que comecemos a refletir a cerca de lutar para vencer nossas próprias convicções e crer que a "nossa verdade" não é a verdade da/para a sociedade. Já que essa necessidade vem á partir de quando somos cientistas da sociedade,ou seja, quando abrimos nossos horizontes para entender á fundo o funcionamento desta determinada sociedade.
     A razão é o meio pela qual ele comprova, e que é a única forma de comprovação científica. Essa razão vem totalmente isenta de sentimentos e pré-noção, tendo como base essencialmente a RAZÃO . Pois a hipótese, ou a ideia tem que ser comprovada na experiência real. Descartes, coloca então a razão como o único método de estudo científico, que posteriormente viria juntamente com a experimentação.
     Á partir do uso da razão como método científico, a dúvida passa a ser o princípio fundamental deste mesmo método. Pois, a ideia requer a inovação, ou seja, a ciência requer cada vez mais ciência. Descartes passa então, a desconfiar e a buscar a verdade, tendo como regra a CLAREZA. Principalmente o bom cientista, o cientista que estuda e busca conhecer a sociedade e suas realidades de um modo em geral, sempre usa a razão e sua clareza para aplicar a ciência para seu cotidiano.
     Conforme esses critérios, Descartes desvenda a ciência a e as forças divinas (Deus) pela razão e não como uma mera revelação,mito ou fábula, mas sim, pelo olhar sociológico que advém da razão, deixando de lado todo o senso comum.

Mariana Costa, 1ºano de serviço social, diurno.

Descartes , em seu Discurso do Método,nos revela uma linha de pensamento bem interessante, em relação ao simples fato de duvidar.A dúvida, sempre fez parte de nossos pensamentos e não há como negar que ninguém nunca tenha passado por ela,pois precisamos sentir desconfiança para nos aprofundarmos em uma investigação  que possa nos revelar muito além do que já sabíamos e nos desprender  do hábito de viver concordando com o senso comum.

Quando os indivíduos constituintes de uma sociedade ,encaram a razão como uma só,ficam automaticamente frágeis à manipulação de idéias , por isso , Descartes nos fala da importância de duvidar , da importância de não só ser diferente ,como de ter a capacidade de associar suas próprias diferenças com as alheias e de quanto o conhecimento ,seja qual for , nos é valioso para construirmos nossas próprias conclusões, sem deixar que ela se perda no comodismo do senso comum.

Descartes ,tirou a idéia de razão única e absoluta ,muitas vezes , baseada em fé,nos mostrando, outras formas de se chegar à verdade ,de poder identificar o falso e não nos deixar ser enganados ,como diz suas três máximas:  a de adquirir experiência  por onde vive,de ter segurança e de não tentar mudar o mundo ,antes de tentar mudar a si mesmo.

Karine  Fico