segunda-feira, 2 de abril de 2012


Experiência a base do conhecimento

Bacon em seu método critica os vícios da mente humana, como forma de alienação, e enfatiza a experimentação como forma de adquirir conhecimento. A critica diz que devemos nos livrar de tudo aquilo que corrompe nossa mente, como por exemplo, os ídolos, que se tratam de falsas noções que impedem o homem de ir além em suas descobertas.
Apesar de Francis, ter como ponto principal a experimentação, ele não se opôs a razão nem a religião, destacando sempre que nós temos em colocar em duvida todo e qualquer conhecimento seja ele empírico ou não.
Portanto o homem não deve ficar preso a sua ignorância, achando que seu conhecimento é o limite, buscando sempre novas ideias. Enfim concluo que só experimentando é que chegamos a um conhecimento concreto.


Laís Fernanda de Oliveira - 1°SS noturno

Novum Organum: a experiência

Bacon, diferente de Descartes em alguns aspectos, não usava apenas a razão para chegar ao conhecimento, além dela ele utilizava um novo método, que era a experiência, pois para ele a razão era insuficiente para construir um conhecimento eficaz.A experiência pode ir desde a mais complexa até a mais simples possível, ela deve ser observada e comprovada.
É interessante quando Bacon fala em romper com as fantasias, ou seja, com os costumes, hábitos, magias, entre outras, pois estas não tem bases concretas. Como exemplo: não há nada que comprove que deixar a chinela virada faz com que a sua mãe morra ou que quebrar um espelho da 7 anos de azar, isto é algo que apenas foi passado de geração em geração ser ter como base o experimento.
Portanto, é necessário que haja experiência, para gerar um conhecimento real, ser passado para outras pessoas e para fazer críticas, pois é só experimentando e conhecendo afundo que se pode criticar e gerar conhecimento.

Caroline Lopes Boareto 1º ano de SS-diurno 2012

Novum Organum, Bacon.

Novum Organum, assim como o Discurso do Método, gera a necessidade do homem em duvidar, na opinião de Bacon, duvidar de todo aquele conhecimento empírico, aceitar apenas aquilo que pudesse ser comprovado pela ciência, e a observação e a experiência seria a base para novas ideias e razões.
“Não deixar que a mente se guie por si mesma”, com essa frase Bacon expõe a necessidade de cautela para com a nossa mente, pois ela cria valores e razões errôneas da realidade. Devemos combinar razão com sensibilidade, agir com profundidade e buscar explicações mais complexas e novos instrumentos para comprova-las.
A filosofia grega tem como base o misticismo e limita-se ao que os olhos vissem e os ouvidos escutassem, podendo ser chamada de Filosofia Tradicional, essa ideia do conhecimento contemplativo, baseia-se em eventos familiares, por isso muito aceita pelo senso comum. Algo que ia contra tudo aquilo que Bacon acreditava, para ele essa filosofia era estéril, não tinha possibilidade de gerar frutos científicos.
Bacon faz uma análise das falsas percepções do mundo (ídolos) que acarretam em erros das ciências ou dos homens que dizem faze-la. Esses ídolos foram classificados em quatro grupos:
Idola Tribus (Ídolos da Tribo): vinculam-se as distorções provocadas pela mente humana.
Idola Specus (Ídolos da Caverna): nossas relações, educação e a pressão dos costumes, há uma alusão à alegoria da caverna platônica.
Idola Fori (Ídolos da Vida pública): o mal uso e a ambiguidade das palavras, distorções que geram falsas teorias.
Idola Theatri (Ídolos da Autoridade): representações teatralizadas e impregnadas de equívocos e superstições.

Luísa Fernandes - SS diurno

Ver pra crer...

Francis Bacon viveu em uma época de transição do catolicismo para o protestantismo.A Europa estava insatisfeita com a perda de valores da igreja e resolveu mudar.Essas transformações religiosas,desencadearam uma série de mudanças no sistema produtivo:Expansão industrial, do comércio e das navegações.Bacon, acreditava, nesse contexto, que a ciência deveria ser aplicada à indústria a serviço do progresso.
 “SABER É PODER”
Bacon não descobriu nenhuma nova lei nem propôs novas teorias, mas dedicou-se a desenvolver e propagar um novo método,NOVO ORGANUM ,produção do conhecimento científico.Ele propunha o domínio da natureza pelo conhecimento de suas leis, melhorando a vida do ser humano, para isso, ele deve entrar em contato com ela para conhecê-la, de forma empírica e experimental. “A natureza não se domina, senão obedecendo-lhe”.
Para Bacon,a ciência e o conjunto de conhecimentos, deveria contribuir para melhorar  a condição de vida do homem, trazendo implicações praticas, baseadas em fatos e observações ,e não em ideias.
Sendo assim, Bacon diferenciava experimentos frutíferos( resultados práticos para a vida) de experimentos lucíferos(traziam luz sobre aspectos da natureza (teóricos) que resultarão algum dia indiretamente sobre a vida do homem)
Em sua tese, Bacon tentou mostrar as principais falhas para se chegar ao  conhecimento verdadeiro, que são os ídolos:
Ídolos da tribo( Falhas da natureza humana, relacionadas aos sentidos e ao intelecto, comuns a todos os homens. Para corrigi-las somente por meio da  experimentação),Ídolos da caverna – Falhas inerentes às características do próprio estudioso (história, ambiente, hábitos, crenças pessoais, etc.),Ídolos de foro – inerentes às falhas do uso da linguagem e da comunicação entre os homens. As palavras podem assumir acepções diferentes em diferentes contextos, levando a interpretações variadas,Ídolos do teatro – distorções introduzidas no pensamento advindas da aceitação de falsas teorias, de falsos sistemas filosóficos.
Bacon criticava a filosofia por propor teorias a partir de ideias da mente (“Mente vazia, oficina do diabo” – antecipação de pensamentos, sem experimentos) e não de experimentos. Ele afirmava que as leis ou axiomas deveriam ser construídos por meio de experimentos, do particular para o geral.
Método indutivo(experimento gera conhecimento que gera experimento e começa tudo novamente.
Diferença entre  Aristóteles(filósofo) X Bacon
Indução de Aristoteles...
Ideia - Experimentos para comprovar
         -
Aceitação dos resultados positivos
          -
Rejeição dos resultados negativos
Indução de Bacon...
Observação/Experimento- Resultados positivos(indice de presença)
                                         -Resultados negativos(índice de ausência)
                                      - Índice de graduação(variação da ideia)
Concluo que Bacon "só acreditava vendo", pois nada era válido sem o método de experimentação.
Bibliografia utilizada para fazer o comentário:
PEREIRA,M.E.M.,A indução para o conhecimento e o conhecimento para a vida prática:Francis Bacon.In:ANDERY,M.A, et al. Para compreender a ciência:uma perspectiva histórica. 14ª edição RJ: Garamond Universitária, 2007.

Mariana Ruzzi - 1º ano SS diurno
                        A experiência na construção do conhecimento

" Mas aqueles dentre os mortais, mais animados e interessados, não no uso presente das descobertas já feitas, mas em ir mais além..."

  É de extrema necessidade que se tenha conhecimento, mas é de maior importância que esse conhecimento venha acompanhado da experiência. É nesse contexto de explorar o conhecimento que Bacon propõe NOVUN ORGANUM, novo conhecimento. Ele quer que o conhecimento seja real, a verdade para o autor só existe quando comparada na prática, todo conhecimento para o idealista só é verdadeiro se for explorado.

 A razão do autor trabalha somente com a exploração da realidade que vive na sua frente. É de extrema necessidade que se elimine as fantasias, para que se tenha a razão das coisas e use a experiência para a construção do conhecimento.

                                                                                                Robson de Jesus / 1 ano ss noturno

Descartes

Segundo Descartes, todo ser humano é provido do bom senso. Para ele o bom senso é a capacidade de distinguir o verdadeiro do falso. Chegamos mais perto da verdade quando somos capazes de duvidar de nossos sentidos, e conclui- se q algo é verdadeiro ou falso a apartir da nossa razão, o duvidar seria a fonte de nosso conhecimento, duvidar é a única maneira des e chegar a uma resposta correta , ou perto do correto.

Diz que a última coisa que se pode duvidar é de Deus,que é perfeito perante os homens que se acha perfeito por ser o único animal provido da racionalidade, contudo, se o homem tem essa capacidade racional, segundo ele é graças a um ser muito mais perfeito, que toda a perfeição do homem só pode vir de um ser muito mais perfeito. Julga que nossos sentido não provam o quanto de verdade existe em algo se não fosse a nossa razão.