terça-feira, 3 de abril de 2012

Bacon a desconfiança e a experiência

Analisando a obra Novum Organum de Francis Bacon escrita em 1620 podemos chegar a conclusão de que para Bacon só a razão não era suficiente, ele precisava de mais, algo que comprovasse e acarretasse conhecimento para o indivíduo através da vivência, da experiência. Como saber se gosto ou não de um determinado alimento se nunca o experimentei? Como saber se a favela é tão ruim para viver se nunca morei em uma? São perguntas que deixam lacunas para serem preenchidas e a solução dessas se chama experiência, só vivendo aquilo que é estudado ou submetido para saber. 

Bacon deixa claro quando diz que não acredita no lado místico, no lado da fantasia
já que ele não é comprovado pela razão e muito menos pela experiência mas é passado
de geração em geração através de histórias de faz de conta, mitos, feitiços e mesmo por âmbito familiar quando uma pessoas mais velha diz que se você chupar manga e depois beber leite irá passar mal, se você se deparar a noite com um gato preto tome cuidado póis ele da azar. 

Bacon desconfia da mente, para ele o cuidado em relação a ela é primordial, afinal ela prega várias peças no indivíduo. É preciso usar a razão, a experiência e o sentimento para compreendê-la. Bacon críticava a filosofia por implantar uma idéia na percepção dele como errada sobre a mente.

 

   

Gabrielle Sgarbi 1°SS Diurno

Existir é preciso


Francis Bacon dita a seguinte ideia em “Novum Organum”: Tudo o que é digno de existir, é digno de ciência. Não basta apenas separar o que é útil ou inútil em questões de pensamentos para usar na construção de ciência, mas sim aproveitar tudo o que há na natureza para tirarmos o melhor dela.
A razão por si só não é o suficiente para se construir um conhecimento eficaz. Ideias brotadas, estudos da mente em geral e qualquer outro tipo de sabedoria adquirida por pensamentos, são iguarias fracas para se ter um base sólida de conhecimento cientifico. O ingrediente essencial para isso é a experiência. Viver aquilo o que se estuda, o que se pensa e o que se remete como filosofia é o diferencial na questão do conhecer. Não é válido deixar que a mente guie-se por si mesma. É preciso provar daquilo que se fala.
Tendo como base experiência no que diz respeito a nossa razão, podemos então criar uma ciência social. Não é apenas estudar o modo de vida de uma sociedade ou cultura qualquer. É vivenciar seus dias, seus costumes, e suas esperanças e meios de viver. Entender de forma clara e justa é que podemos então contribuir, principalmente na profissão de assistente social, para a melhoria da sociedade injustiçada.

Mariane Stabile Gomes - 1º ano Serviço Social - diurno

Despir-se de equívocos

Francis Bacon com a publicação de Novum Organum , 1620, nos propôs um novo instrumento,um novo método para que cheguemos a uma construção do conhecimento, sem que equívocos sejam cometidos. O filósofo em sua publicação diz que a verdade não se fundamentava em pensamentos silogísticos , mas sim em experiências, pois para ele , era necessário romper com os conhecimentos que não tinham base na ciência.

Bacon desejava que o conhecimento tivesse base em fundamentos científicos e na interpretação e exploração da natureza, para que antecipações da mente não ocorressem , pois estas são baseadas na contemplação do conhecimento,abrindo caminhos para o senso comum, que torna a aceitação dos fatos e das coisas mais fáceis e familiares.

Fazendo um paralelo com a atualidade, o senso comum é o que move grande parcela da opinião da massa populacional, juntamente com a projeção de ídolos.Bacon , no século XVII, já denominava os ídolos como “falsas percepções do mundo”,denominação esta que ainda pode ser empregada no atual contexto em que vivemos ( a mídia é o maior meio de projeção de ídolos).

Para que falsas ilusões não impregnassem em o nosso intelecto,podemos concluir que Francis Bacon desejava uma limpeza dos equívocos que nos cercam , através da ciência e da experiência.



Helyssa Alves Bafum - SS Diurno

Experiência: O caminho para a ciência


Bacon relata em sua obra, que chegar ao conhecimento através da razão com base na observação e na experimentação, é de extrema importância para se construir bases concretas no estudo da ciência, e alega que a mente não deve ser guiada por si mesma, ou seja, só a mente não é capaz de construir um determinado conhecimento. Por isso, ele rompe com qualquer tipo de fantasia ligada à magia, à superstição, aos costumes, à religião; pois são inúteis e não possuem nenhuma base na experiência.
O filósofo ressalta a ideia de que o conhecimento é infinito e exerce forte crítica aos gregos, justificando que eles não são capazes de produzir verdadeiros conhecimentos, pois criam ideias de sua própria mente e que suas filosofias não servem ao bem-estar do ser humano. Valoriza também a dominação da natureza como forma de se construir conhecimentos científicos, e deixa claro que a ciência contribui para gerar sempre mais ciência.
Hoje posso perceber que a ciência está ligada à melhoria da condição humana, sendo de grande utilidade e instrumento para a nossa vida, cuja finalidade é servir aos homens, ajudando-os a intervir na realidade do mundo e intensificando suas relações sociais, graças à sua capacidade de compreensão de tempo e espaço, que os auxiliam no estudo dos fenômenos da natureza. Por outro lado, a ciência permitiu e ainda permite que a humanidade usufrua dos recursos naturais sem moderação alguma, que acaba comprometendo e destruindo o meio ambiente.              

Larissa Martins, 1°ano SS Diurno                                                                                                                                                      

Pense e comprove


As ideias de Baicon são voltadas para o conhecimento acompanhado de experimentos, não basta saber é preciso comprovar para garantir que seja verdadeiro.
Se basear em descobertas e acontecimentos passados não é errado, desde que seja apenas um ponto de partida para se chegar incontestavelmente a realidade, afinal a história está sujeita à mudanças, já a experiência não. Acreditar simplesmente no que já foi dito é acompanhar o senso comum, gerando assim a debilidade de alcançar o que é certo de fato.
Conhecimentos que não trazem nenhum beneficio para a melhoria da vida humana são inúteis, um exemplo disso são os gregos que se expreçam exageradamente bem, porém na pratica não apresentam nada concreto que possa proporcionar algum desenvolvimento considerável.
Baicom nos deixa claro que além de pensar é preciso experimentar, conhecer a natureza para só assim conseguir domina~la. É fazermos descobertas não para parecermos mais intelectuais que os outros e sim desvendar e comprovar o que antes era incerto para evoluirmos e melhorarmos nosso modo de vida progressivamente.


Josiane de Freitas 1º ano Serviço Social diurno
Pense e comprove


As ideias de Baicon são voltadas para o conhecimento acompanhado de experimentos, não basta saber é preciso comprovar para garantir que seja verdadeiro.
Se basear em descobertas e acontecimentos passados não é errado, desde que seja apenas um ponto de partida para se chegar incontestavelmente a realidade, afinal a história está sujeita à mudanças, já a experiência não. Acreditar simplesmente no que já foi dito é acompanhar o senso comum, gerando assim a debilidade de alcançar o que é certo de fato.
Conhecimentos que não trazem nenhum beneficio para a melhoria da vida humana são inúteis, um exemplo disso são os gregos que se expreçam exageradamente bem, porém na pratica não apresentam nada concreto que possa proporcionar algum desenvolvimento considerável.
Baicom nos deixa claro que além de pensar é preciso experimentar, conhecer a natureza para só assim conseguir domina~la. É fazermos descobertas não para parecermos mais intelectuais que os outros e sim desvendar e comprovar o que antes era incerto para evoluirmos e melhorarmos nosso modo de vida progressivamente.


Josiane de Freitas 1º ano Serviço Social diurno

Interpretar e Criar

Francis Bacon tenta unir razão e experiência, ou seja, devemos sim nos utilizar da razão mais essa “razão” só se torna realidade através da experiência, do sentir, do conhecimento profundo.
        Temos que ter em mente que Bacon, quer que compreendamos que toda ciência e conhecimento deve criar, gerar, melhorar o mundo em que vivemos, ou seja, encontrar uma utilidade para tudo o que observamos, visando sempre o bem estar humano.
        Para isto temos que separar nossa imaginação, isolá-la para que esta não se torne infecciosa em nossas investigações.
        Bacon criticou os grupos que somente observavam, e não geravam conhecimento, e deixou bem claro que para fazer uso de seu método que se baseia na interpretação da natureza, era necessário ter uma mente limpa, pura, sem fantasias sem a intervenção de nossa imaginação e de tudo criado por ela.
        Assim posso concluir que Francis Bacon cria e nos orienta a usar seu método simples e prático, para que possamos encontrar a verdadeira realidade, unindo a nossa razão e a experiência, e através dessa união procurar melhorar e facilitar cada vez mais nossas vidas.

        POR- Pâmela Eunice Moreira- primeiro ano Serviço Social noturno

Bacon

A diferença entre  Bacon e Descartes é basicamente a experiência ,enquanto Descartes preza a razão ,Bacon preza a razão juntamente com a experiência chamando esse pensamento de conhecimento empírico (aquele conhecimento fundado a partir de algo que  foi real ,já aconteceu)
Pontos principais :
-Clareza cientifica se opondo a fantasia
-Ciência como mero exercício da mente
-Cura da mente
-Falsas percepções do mundo
O texto de Bacon  é complexo um pouco pelas palavras que ele usa ,mais quando começamos entender o que ele quer dizer é bem mais simples ,ele se baseia na teoria que o homem não pode acreditar em algo sem ter a certeza ,sem ter vivido,sem ter tido alguma experiência que comprove que aquilo realmente é verídico e ate que se prove ao contrário, não podemos ver a ciência como um mero exercício da mente como ele mesmo diz.