sábado, 7 de abril de 2012

Sem Duvidas - Francis Bacon

                          Sem duvidas.

Seguindo a mesma linha de pensamento de Descartes, Francis Bacon questiona tudo a sua volta até que se possa chegar a uma verdade de forma clara.
Bacon acredita que Deus criou tudo, porém devemos explorar, descobrir, entender e interpretar o nosso meio, para assim estarmos o mais perto da "Perfeição".
E indo além de Descartes onde sua ideologia fica apenas na Razão, para Bacon além da razão tem que haver a experiência (razão + experiência) "Só podemos  ter certeza (verdade clara) se além de chegar a uma conclusão, ter passado por uma experiência", e para isto devemos retirar de nossas mentes todos "falsos ídolos", crenças, idolatrias, ... , que nos confundem e nos fazem interpretar de uma forma simplificada sem questionamento, levando em conta apenas o que vemos.
Um exemplo antigo e muito conhecido: " O mar no horizonte acaba em grandes cachoeiras para o nada"
Assim devemos interpretar tanto o empírico quanto o metafisico, pois ambos nos deixa cheios de duvidas e "fatos inexplicaveis" na medida em que se é explorado vão se revelando.
Em um resumo simplificado sobre a ideologia de Bacon: " Se ainda existir a minima duvida devemos questionar e explorar até onde nossa interpretação nos de essa certeza, e ainda assim devemos continuar duvidando".


Paula Magalhães Rosa -  1º SS noturno

Do comodismo abstrato ao inconformismo concreto

Francis Bacon em sua obra “Novum Organum” enfatiza que o intelecto humano, juntamente com a exploração na natureza, do objeto de estudo, podem produzir novas perspectivas, calcadas na solidez da experiência, para consolidação de um conhecimento progressivo.

Diferente de Descartes, que priorizava o racionalismo como método, Bacon embasava-se na prática do empirismo; conseqüentemente para ele, os filósofos gregos que se apoiavam limitadamente em seus conceitos, análises metafísicas, lógicas, estritamente racionais e axiomáticas, poderiam ser corrompidos pelos desvios de seus próprios juízos e alimentados pelo egocentrismo da própria mente humana, para fundamentação de teorias e produção de conhecimento epistemológico falho.

Certamente, sob esse ponto de vista, a eloqüência das palavras e da argumentação, não constroem pilares sólidos para formação do saber, todavia, são somente indagações embasadas for falsas especulações populares, percepções limitadas pelas paixões, desejos, sentimentos, preceitos e influências socioculturais da mente humana, estas, afirmadas por Bacon como Ídolos.

Portanto, a disseminação de conhecimento generalizado, é conseqüência de uma sociedade, que inicialmente apoiou-se no comodismo da capacidade intelectual do homem, que correspondia à necessidade de justificar novos fenômenos, de cunho científico, nunca antes descobertos ou produzidos, restringidos pelo conhecimento unicamente teórico, sem a profundidade da experiência com o objeto de estudo, na composição do saber.

Em síntese, para Bacon todo conhecimento adquirido, que se mantém restritamente no campo abstrato da mente e da eloqüência, não é considerado útil para evolução humana, seja ela social, cientifica ou cultural. Pois, a partir do momento, que esse conhecimento pode ser aplicado, experimentado e analisado para aperfeiçoamento, torna-se concreto. Como podemos observar esse fenômeno, hoje, na produção tecnológica, constantemente em inovação; e também na indústria farmacêutica, que prioriza a pesquisa para aperfeiçoamento e inovação, na descoberta de novos medicamentos, para prevenção e combate de doenças através de experimentos.

Caroline C. Borges da Silva1º ano / S.S. Noturno


Método para se chegar a verdade


Francis Bacon em sua obra “Novun Organum”, mostra um novo método  para chegar a verdade que se baseia na razão e na experiência .E é através da experiência que se consegue achar respostas mais complexas do que somente aquelas respostas baseadas nas teorias. Bacon nos chama a ir alem dos sentidos ,ir alem da percepção imediata para se ter mais clareza dos fatos.
Bacon também fala da ciência como um instrumento para fazer com que a natureza fique a favor do homem, para o autor só através da ciência é que chegaremos a descobertas que mudará a vida do homem.

O conhecimento nunca se acaba,ele só tem que ser descoberto e usando da razão e das experiências iremos aprendendo  cada vez mais novas formas de compreender o mundo e fazer dele um lugar melhor para viver.Temos que estar sempre procurando algo novo mas sem deixar de fora o que os antigos já descobriram,pois o novo e o antigo se completam.

Enfim, a mente humana esta ocupada com fantasias,com falsas percepções do mundo que não se arrisca a buscar algo novo,e nem a experimentar coisas novas,fazendo com que o conhecimento do mundo se acabe. O método que Bacon  propõe em a finalidade de    poder levar o conhecimento que temos a lugares em que nem imaginávamos que poderia existir,sempre buscando a verdade sobre tudo.


Brenda Stefany de Sá  Santos 1º ano SS diurno

A Base Para o Conhecimento Real



  Francis Bacon em sua obra, discorre sobre a extrema impotância da junção: Razão + Experiência como base para se chegar ao "verdadeiro conhecimento", abrindo mão de métodos com visões superficiais e inserindo ideias aprofundadas, a partir de vivências, para a correta interpretação da natureza.
  Umas das críticas reveladas no Novum Organum, se remete aos exercicios da mente, ausentes de conteúdos construtivos, ou seja "a mente funcionando por si só", sendo assim incapaz de produzir obras. O caminho inverso, seria o acúmulo de experiências, fornecendo os mecanismos necessários para o bom funcionamento da mente, em sua plenitude, sempre com o foco na razão.
  Porém, segundo o autor o caminho para razão também nos revela obstáculos,  são os chamados ídolos, elementos bloqueadores da verdade, que se mostram como uma versão falseada da realidade, nos atrasando na busca por conhecimentos mais coerentes.
  Essas figuras se mostram mais do que presentes na contemporaneidade, logo, a ideia exposta por Bacon nos leva a pensar se de fato existe a necessidade dessa idolatria à pessoas "irreais", e tão comuns quanto nós mesmos.
  O autor deixa claro a importância do acúmulo de experiências, e de se eliminar falsas hipóteses, para construção de um bem maior, o conhecimento. E consequentemente, melhor entendimento do mundo.

Sandra Morais 1ºSS Diurno.

A teoria da experiência- O experimentar

 Francis Bacon, propõe com "Novum Organum", um novo instrumento para se chegar ao conhecimento verdadeiro. Para ele, conhecer melhor um objeto, por exemplo, é preciso experimentar antes. É fácil o reconhecimento para ele, que poucas pessoas estabelecerão a relação certeira com esse método, visto que é um método fácil de ser apresentado, porém difícil de ser aplicado pois ao consistir em um método que estabelece graus de certeza, determina o alcance exato dos sentidos e rejeita, na maioria dos casos, o labor da mente, causa choques. Então ele propõe para seus possíveis seguidores  sabor novo de não deixar que a mente guie por si mesma, pois apartir dai pode-se chegar a qualquer conclusão, mesmo que incerta. Nada para Bacon é concreto, nada esta acabado e sim em constantes mudanças, por isso a grande crítica aos filósofos gregos. Tudo estará sempre em constantes mudanças pelo fato de existir as novas experiências.
 O ser humano tem a "mania" de deixar que seus ídolos, que são falsas percepções de mundo, ocuparem o intelecto humano assim o obstraem a ponto de tornar mais difícil o acesso a verdade e para acabar coom isso Bacon, propõe como remédio, a formação de noções e axiomas pela verdadeira indução, visto que a doutrina destes ídolos tem a ver com a interpretação da natureza.
 Enfim, para Bacon, nós seres humanos somos percusores da tecnologia então devemmos utilizar desta como meio de denominação da natureza.

Proclamar a Natureza, e não o indivíduo.

Tirinha como reflexão sobre "Novum Organum" de Sir Francis Bacon.
por Vitor Moretti Zonetti, Serviço Social, Noturno.

Experiência no conhecimento

                                                        

Francis Bacon acreditava que nenhum conhecimento é totalmente seguro , e que devemos opinar com base nas experiências de que adquirimos com um tipo de apreendizado.

Devemos  nos preocupar com os nossos sentidos porque eles muitas vezes veem acompanhado de doutrinas , costumes , que podem nos enganar. Acreditava que não devemos apenas conhecer alguma informação por exemplo : Há existência do atomo , porém para que isso me serve? De que ultilidade apenas esta informação me proporciona, e sim que devemos saber ultilizar a ciência a nosso favor , conhecendo quais os benificios que podemos aproveitar e colocar em prática e não apenas contempla-lá .

Para o filósofo não devemos deixar a mente guiar por sim mesmo pois ela pode errar ou mesmo entrar no senso comum, pois é ''mais fácil ''  para ela ir pelos caminhos que conhece.




Ana Carolina Magiero de Sousa - 1 ano de SS diurno

O homem e a ciência

                                                         
   De acordo com  Francis Bacon o homem não se deve prender aos fatos passageiros. Antes de tomar decisões precipitadas, deve-se explorar.
   Devem-se estabelecer certezas e descartar hipóteses.
   Segundo Bacon não existe limite para o conhecimento e, aquilo que não tem base científica, deve ser quebrado para que a mente construa a verdade e desvende o conhecimento divino.
   Em  "O conhecimento em si mesmo é poder" Bacon cita que o conhecimento pode ser frutífero somente se a tecnologia e a filosofia estiverem unidas, ou seja, sem a tecnologia o ser humano é incapaz de progredir.


Antônio César de Assis Júnior - 1° ano s.s. noturno

Arauto da Experiência


Bacon propunha em sua obra um novo sentido para as compreensões da sociedade. Sua ideia contrasta a razão com a experiência, o experimentar como algo realmente plausível e concreto, não existindo ciência válida sem a prática, sem a experiência para o bem da vida. Outra crítica abordada é a dos ídolos, a relação e interferência que eles têm na sociedade e no homem. Ele propunha o uso da experiência, da razão, para a limpeza da concepção do ídolo.
Mas, como sabemos, é evidente que a ideia não consegue fazer-se na prática, uma vez que, até os dias atuais os ídolos têm uma influência absurda na sociedade, ditando gostos, maneiras de agir, criando estereótipos e manipulando até mesmo formas de uma pessoa pensar e agir.
Infelizmente as pessoas se deixam levar, por não usarem a razão, não questionarem, não usarem a experiência para a "limpeza" do ídolo, e acabam sendo usadas como massa de manobra, ou seja, continuam a ser influenciadas, continuam a buscar e acreditar na falsa percepção do mundo, que são os ídolos.

Juliana Marton Moretti - 1° Serviço Social - Diurno.

Homem, ciência e natureza


Sob uma nova ótica Francis Bacon mesmo com dificuldades por conta da época em que vivia traça um pensamento em que não devemos nos basear em fatos passageiros, inconstantes, temos que procurar verdades em “coisas” eternas como a natureza.
Partindo de uma lógica do universal para o particular, o filósofo, crítica a ciência como somente um instrumento para pensamentos sem aplicações reais e a filosofias anteriores, como a dos gregos.
Como Bacon disse devemos “estabelecer os graus de certeza, determinar o alcance exato dos sentidos e rejeitar na maior parte dos casos, o labor da mente”.
Com esse pensamento, fica claro para nós o método que ele usava para não deixar os pensamentos vagos, influenciar nas certezas que ele buscava.
 Dessa forma com sua obra “Novum Organum”, Bacon tem a intenção de reorganizar a imagem do homem e da ciência no contexto da natureza.
Para ele o homem utiliza a natureza como meio de compreensão dos fenômenos que nela ocorrem.
Transplantando com seu modo de pensar, Francis se utiliza então da ciência mais racional possível para firmar seu conhecimento de que a natureza é uma obra a ser cuidada.

Marília Barichello Barbosa da Silva, 1°SS diurno


Inove-se!



A interpretação e o entendimento da natureza só se baseia em verdades científicas a partir da experiência e da observação, afinal, sem a experiência nada se pode comprovar.
Francis Bacon se opõe assim como Descartes, ao conhecimento adquirido da fantasia e do simples achar oriundo de um raciocínio, pois nossa mente cria percepções e valores próprios, podendo ser errôneos ou não. Contudo, a razão e a sensibilidade devem andar juntas para que haja um alcance exato dos sentidos e desse modo, conseguir chegar ao tão desejado conhecimento.
Sendo o homem possuidor da razão e consequentemente da ciência, a cada novo dia a partir da experiência, sua sabedoria e tecnologias são ajustadas para o prol da melhoria da condição humana, do mesmo modo em que Bacon acreditava que devia ser feito.
Porém, como citado no Novum Organum, ainda há falhas para se chegar no conhecimento verdadeiro: os ídolos, que são exemplos de uma falsa percepção do mundo, que faz com que a mente humana e toda e qualquer relação individual e social, se formem de uma determinada maneira a partir do modo estabelecido, sem que haja, portanto, uma explicação adequada para a formação das percepções.
Em suma, desta forma fica necessário a quebra das convicções existentes que não possuem base científica, para que a mente possa construir a verdade a partir da experiência individual, e, assim, aproveitar posteriormente, para desvendar as vontades de Deus.

Mariana Aguiar 1 ano/ SS - diurno