quarta-feira, 30 de maio de 2012

A criança como força de trabalho

Na época em que Marx escreveu sua obra, era mais evidente o trabalho com as maquinas,pois este trabalho era legalizado.
Atualmente observa-se explicitamente crianças e adolescentes sendo obrigados a seguirem determinados caminhos para obter a sobrevivência.
Podemos citar exemplos como ; a exposição das crianças como forma  marketing  para as empresas, a prostituição e a vida de mendicância nas vias de transito.
Sendo assim conclui-se que as formas de exploração mudaram, entretanto a exploração em si continua

Caroline Stéphani Pinheiro 
Gabriela Inácio Faciroli
Julia Leandro
Larissa de Oliveira Cerneiro
Leticia Lunardelli
Mayra Ribeiro de Oliveira
Thamires de Oliveira 
Primeiro ano Serviço Social 
(noturno)

A máquina e a "libertação" da produção.

A máquina e a indústria moderna
TEMA 02

A criação da máquina surgiu com o intuito de auxílio aos antigamente chamados de artesões. Contudo, como a Revolução Industrial a máquina substituiu a força da mão de obra dos que passaram a ser chamados operários.
Para exemplificar o que foi dito anteriormente: "Na manufatura moderna de envelopes, um trabalhador dobrava o papel com a dobradeira, outro passava a cola e um terceiro dobrava a aba do envelope sobre a qual é impressa a divisa, um quarto punha a divisa etc., e em cada uma dessas operações cada envelope tinha de mudar de mãos. Uma única máquina de fazer envelopes executa todas essas operações de uma só vez e faz 3 mil envelopes ou ate mais, em 1 hora. Uma máquina americana para fazer cartuchos de papel, exibida na exposição industrial de Londres de 1862, corta, cola, dobra e apronta 300 peças por minuto. (Karl Marx - O capital).
Associando o surgimento da  máquina com a atualidade, chegamos ao que hoje denominamos "libertação da produção" que passa de uma produção individualista para uma produção em massa, tornando-se global.





Luísa Fernandes 
Sandra Morais
Ariana Marcelo
Marília B.B da Silva
Juliana Moretti
Ana Carolina Magiero de Sousa

O trabalhador, sua ferramenta e seu saber.

O século XIX foi marcado pela Revolução Revolução Industrial que consolida o capitalismo.Anteriormente, o homem utilizava ferramentas e sua própria força de trabalho como meio de produção:a manufatura. O homem usava essas ferramentas para construir as máquinas e depois da revolução industrial as máquinas construíam as máquinas; Os homens passaram a participar apenas de pequenos processos.
Existiam frentes antagônicas acerca do trabalho no capitalismo:uma acreditava no trabalho como meio de ascensão social e satisfação econômica.A outra,afirmava que o assalariado é explorado e marginalizado das coisas que produz.O trabalhador fica alienado ao processo produtivo e não se via no seu produto.O trabalho produtivo acaba por tornar-se uma obrigação para o proletário.
 Com a inserção da máquina na indústria, a força motriz do homem é substituída.O capitalismo visa o lucro e a maquinaria proporcionou isso.Antes, o mesmo produto era produzido por 3.000 funcionários, depois esse número reduziu em 50% com a ajuda de uma máquina.A produção aumentou,o número de funcionários diminuiu e com isso diminuiu a quantidade de salarios pagos, logo, aumentou o lucro.A máquina é o que produz a mais valia(menos gasto e mais lucro para o detentor do capital)
Nota-se que o trabalhador passa a ser alienado diante do processo de produção.Ele produz uma parte do produto e não conhece o total para chegar ao final.Nos cursos técnicos, hoje em dia, as pessoas aprendem, por exemplo,o processo todo da mecatrônica mas ao ingressar em uma empresa,ele produz apenas uma parte que é o que criticado em " Tempos Modernos".
Conclui-se que o sistema capitalista fez a técnica transformar em tecnologia.Não é mais o trabalhador que emprega os meios de produção, mas os meios de produção que empregam o trabalhador.Em relação ao saber do homem, a alienação encontrou-se na organização social da produção, é o próprio poder social foi percebido como uma força alheia.
Essas contradições perderam até hoje e cada dia mais aumentam o índice de pobreza e miséria social.A introdução da maquinaria e hoje, da tecnologia aumentam o desemprego e a exclusão social como é mostrado no filme Roger e eu(crítica ao fechamento, pela General Motors, de 11 fábricas em Flint,desempregando 30.000 pessoas.

Grupo : Ana Sofia C. Natali
            Helyssa Alves Bafum
            Larissa Martins Ferreira
            Mariana Aguiar
            Mariana Ruzzi