quinta-feira, 31 de maio de 2012



"A máquina, a produtividade e a condição humana".


Homem escravo da máquina.


Com o surgimento das máquinas em sua fase da Revolução Industrial, o trabalho artesanal do homem foi substituído pela forma mecanizada, aumentando a produtividade e a desvalorizando a condição humana.
Ao substituir o homem pela máquina, houve um grande aumento da produtividade, pois este era imperfeito para produzir um movimento uniforme e cotinuo. Já a máquina opera com inúmeras ferramentas ao mesmo tempo, acelerando a produção e assim o acumulo de capital.
Devido as transformações ocasionadas pelo novo processo de produção, o homem se torna um objeto de escravização da máquina, perdendo seu valor social, aumentando as desigualdades, a fome, a miséria e etc.
A máquina se aperfeiçoou cada vez mas, diminuindo a força física do homem, mas este aperfeiçoamento é de acordo com os  interesses dos burgueses, com princípios de lucro e acumulo de capital, não vizando a melhoria das condições humana, pois, esta foi aperfeiçoada para atender os interesses do burguês e não para diminuir a força do homem no trabalho.
Ou seja, tudo é baseado por interesses , com a função de acumular cada vez mais.

GRUPO 5:        Bruna Alves Gazeta.
                         Josiane de Freitas.
                         Elvis Matheus Ferreira (noturno).
                         Fabiana Souza Soares.


1° S.S- Diurno - Aula 8


A destruiçao do capitalismo e a nova era do socialismo

                                  Na história da humanidade, uns ganham enquanto outros perdem, e uma nova história é retratada ao longo dessa tragetória.
                                  Marx e Engels relata que toda sociedade tiveram sua história baseada na luta de classes onde o antagonismo do mais forte, será derrubado por aqueles que são hoje os mais fracos.
                                  Ou seja, o mundo capitalista em que estamos inseridos desde sua criação, tem ganho mais força e com isso ocasionando uma série de problemas relacionado a questão social, onde a diferença é discrepante entre um indivíduo a outro, do ponto de vista econômico, e com isso teóricamente poderia causar uma revolta desse povo proletáriado contra a burguesia.
                                  Já dizia Marx: “A burguesia, porém, não forjou somente as armas que lhe darão a morte; produziu também os homens que manejarão essas armas - os operários modernos, os proletários", - "a burguesia produz, sobretudo, seus próprios coveiros. Sua queda e a vitória do proletariado são igualmente inevitáveis ".
                                  Assim se insere no mundo capitalista, onde a exploração da burguesia sobre os proletáriados um dia acabará, e finalmente o socialismo reinará, felizes para sempre.
                               Fim.


Rangel Eishi Homma 1ano SS Noturno