sexta-feira, 8 de junho de 2012

MANIFESTO COMUNISTA

O Manisfesto Comunista surgiu como uma forma de defender os trabalhadores. Desde que surgiu o capital no Brasil e no mundo houve as diferenças de classes e então o acumulo de riqueza e o trabalho como prioridade, o ser humano tornou-se mercadoria, onde só importavam os lucros produzidos e não havia direito. Foi aí que o homem colaborou para sua prórpia desumanização, onde a burguesia era a classe dominante e os proletariados não tinham vez.
Mas foi no manifesto comunista em que os trabalhadores se encorajaram, se organizaram, tiveram conciência de que eram também uma classe e tomaram o poder. Foram atrás dos seus direitos, em busca de igualdade, da distribuição de bens, onde havia valorização do ser humano e não a exploração deles..contra o capitalismo que surgia cada vez com mais força entre os homens.

Todos por um!



Sim. Todos por um. Não é mesmo verdade? Todo o contingente de trabalhadores empurrados para as fábricas. Sim. Eles são obrigados a trabalharem oito, doze, quatorze, dezesseis horas por dia por apenas uma razão: a razão do capital. Não pensem que trabalham com boa vontade. Não que sejam preguiçosos ou que não queiram dar o melhor de si. Na verdade eles estão exaustos. Olhe para seus rostos. Posso ver neles o sinal da fadiga.  Trabalham em péssimas condições a troco de algumas migalhas, na qual o capitalista chamou de “salário”. Trabalham por necessidade. Necessidade não. Sobrevivência. Sua e de suas famílias. Na lógica do capital está tudo certo. Contanto que seus lucros não reduzam não há razão para se preocupar. “O que seria deles sem o emprego?”, diz o burguês. Sem eira nem beira eles caminham.



Olhe agora pela janela. Do lado de fora da fábrica também há homens, mulheres, jovens, velhos e crianças. Mas o que eles querem? Ah, eles também querem emprego, pois com o trabalho eles carregam a esperança de viver. “É uma pena que nem todos tenham a oportunidade de usufruírem de nossas modernas instalações fabris, mas é melhor assim. O operário que ousar reclamar, murmurar ou reivindicar será expulso e contrataremos outro”, pensa o industrial. “Mas também quem precisa destes homens? Agora temos máquinas. Elas não fazem greve, não reclamam seus direitos, não comem, não se cansam, não ficam doentes e ainda por cima aumentam nossos lucros. Isto é uma maravilha!”



E assim vai a multidão de homens arrastando suas famílias. A lógica é “todos por um”, mas e a parte A do ditado “um por todos”? Não seria bom se o capitalista ou o Estado fosse por nós? É, mas este sonho está bem longe de chegar. Enquanto o dinheiro valer mais que os seres humanos, isto não vai acontecer. Resta apenas uma esperança...

“O trabalho do pobre é a mina do rico.” (John Bellers)


Grupo 5: A máquina, a produtividade e a condição humana.

Juliana Paco
Bárbara Piraí
Jamile Nardi
Suellem Bueno
Samara
Daniele Lopes (Diurno)

A luta pelo justo


   


A classe burguesa, capitalista comanda, dita as regras, não trabalha e fica com o lucro, explora o trabalhador que fica sem nada, isso é o correto? Não, o correto é tratar o próximo como respeito e muitas vezes se colocando no lugar dele. A burguesia não respeita o próximo, ela é fria e egoísta, vê o trabalhador como coisa, útil somente enquanto gera capital, sem gerar capital ele é um lixo que é descartado da sociedade.

  Por muitos anos os trabalhadores tiveram que aceitar calados a desigualdade, a falta de direitos, a exploração e a injustiça, mas quando a burguesia começa a perder as forças e ao mesmo tempo da algumas ferramentas para que os trabalhadores possam mudar esta realidade, os trabalhadores se unem e começam a tomar consciência de que são uma classe, ai a história começou a mudar, eles já não eram aqueles trabalhadores que aceitavam tudo e permaneciam calados, agora eles estavam em busca de seus direitos, melhores condições de trabalho, melhores salários enfim em busca da igualdade e para conseguir eles se manifestavam, cada vez mais manifestos surgiam. Surge então o Manifesto Comunista que busca defender o povo das garras da burguesia, acabar de vez com a desigualdade entre as pessoas, em busca de que os direitos dos trabalhadores fossem garantidos e respeitados.

 

Gabrielle Stéphany N. Sgarbi 1º ano de Serviço Social


Aquilo que é comum.


Como já foi dito, devido a queda do feudalismo a ascensão da burguesia reina e com ela surge os burgueses privilegiados.
Com este ''reinado'' da burguesia, veio a industria, avanços políticos, produtividade, lucro, forças produtivas, livre concorrencia, revolta, exploracão, escravização, desumanização,
e como toda a história, a luta de classes.
Esta sociedade baseada no antagonismo das classes opressoras e oprimidas, é revoltante, pois mesmo com o progresso da indústria o trabalhador não se beneficia destas condições , ao contrario se afundou, ou seja a existência da burguesia não é compatível com a sociedade.
Assim, em 1848 foi publicado ''O manifesto comunista'', de Karl Max e Friedrich Engels, na qual tem por objetivo a conquista do poder politico pelo proletariado, a formação do proletariado como uma classe, abolição da propriedade privada, abolição da individualidade, abolir nacionalidades, abolir as famílias burguesas e etc.
Ou seja a emancipação  deste se dá pela revolução , para assim tomar a posição de classe governante.
Primeiramente a classe trabalhadora tem que criar consciência para assim criar sua identidade como classe, assim unir-se a outros explorados e escravizados para assim fazer a revolução do proletariado.

Bruna ALves Gazeta - 1° S.S - Diurno.   Aula 10

Enquanto houver burguesia não vai haver poesia

    A burguesia  é uma classe revolucionária, pois fez o que nenhuma outra classe pôde fazer, com suas técnicas avançadas realizou um enorme desenvolvimento e acúmulo de capital.
    Com sua característica empreendedora, libertou a humanidade  rompendo antigas tradições e criou um mundo a seu reflexo, onde todos almejavam se não ser, ao menos parecer burguês.
   O desenvolvimento das técnicas e dos meios de comunicação criados pela sociedade moderna, serviram como armas poderosas para a união dos trabalhadores, que não se encontravam satisfeitos com sua situação, a medida que o trabalho ia aumentando os salários diminuíam cada vez mais.
    O manifesto comunista, foi feito para ensinar os operários sobre a complexidade do capital e da hegemonia burguesa. Um conteúdo de fins mais políticos do que científicos, para fazer o proletariado enxergar o que Cazuza cantou em uma de suas músicas:
"A burguesia fede
A burguesia quer ficar rica
Enquanto houver burguesia
Não vai haver poesia"

Josiane de Freitas, 1º ano Serviço Social diurno