segunda-feira, 18 de junho de 2012








    Capitalismo de ontem, capitalismo de sempre....


Apesar do livro "O Manifesto Comunista" ter sido escrito à quase dois séculos ele relata nitidamente a nossa realidade atual. Realidade essa, onde o trabalhador( proletariado) trabalha quase que escravo para sustentar o dono do capital(burguesia); com salários baixos que apenas suprem suas necessidades básicas e às vezes nem isso, fazendo com que o trabalhador insira toda sua família no mercado de trabalho.
Com cada dia mais inovações na tecnologia e tendo como janela do mundo uma interface tecnológica; as pessoas acabam sendo um tanto quanto escravas das máquinas, uma coisa que foi criada para melhorar as condições de trabalho acaba por ajudar de um lado e atrapalhar por outro. As máquinas foram tomando lugar do homem nas fábricas ao invés de facilitar seu trabalho.
Com o tempo uma inovação vai puxando outra, com a desculpa de facilitar nossas vidas os donos do capital nos iludem fazendo com que nos afundemos cada vez mais no capitalismo: Compre isso, compre aquilo, seja moderno gaste mais um pouquinho, essa maquina digital pode eternizar seus bons momentos, este carro pode te levar onde você quiser ir sem se cansar, este computador pode te ajudar a conhecer o mundo sem sair de casa... E por aí vai.
 Um exemplo, as pessoas não vivem sem seu celular, onde vão estão com o aparelho no bolso. 
 Outro exemplo seria o das fraldas descartáveis, quando nasci minha mãe usava em mim fraldas de pano, com o passar do tempo as pessoas passaram a usar fraldas descartáveis em seus filhos, o que facilita a vida das mães, e por outro lado polui cada vez mais o ambiente.
Contudo nessa sociedade capitalista as relações sociais estão cada vez mais escassas; as redes sociais por exemplo que deveriam servir para unir pessoas do mundo todo, acaba por separar pessoas que vivem vizinhas uma da outra. 
O quero dizer com isso é que nada é permanente no capitalismo; o mundo muda de acordo com suas maquinas, o que hoje está no auge, amanha pode nem ser lembrado, como disse o prof° Aguinaldo: "Tudo que é sólido se dilui no ar"


 Nasci, cresci,
 passei de criança a adolescente, 
 no mercado de trabalho me inseri,
o salário é indecente,
fazer o que?
Eu preciso sobreviver...
Vejo agora uma vitrine, 
fiquei feliz quero comprar.
Meu dinheiro vou gastar!
Mas e as contas do mês?
Será que o dinheiro vai dar?
-Ei não seja otário, nós abrimos crediário!
Ah! então eu vou levar!!
-Espere olha só essa mercadoria,
acabou de chegar.
Olhei logo com alegria 
acho que vou comprar, 
em quantas vezes a loja vai fazer?
-Não se preocupe em 12 meses pode ser?
Pode sim ,
vou pra casa enfim.
Cheio de contas mas feliz
pelo capitalismo me envolvi!




       Francielli Jacinto da Silva         1ºano- Serviço Social noturno-Unesp Franca





A lógica devastadora do capitalismo



Desde que a monarquia deixa de existir e a burguesia toma o poder, instaurando assim o regime capitalista, onde se torna a nova classe dominante. A população passa a ser desvalorizada e encarada como uma ferramenta de trabalho, uma massa trabalhadora explorada e que ganhava cada vez menos e a burguesia se enriquecia cada vez mais.
É neste contexto de desigualdade que Marx consegue enxergar a essência devastadora do capitalismo, ele nota que com as novas tecnologias para o aumento da produção, ainda sim os trabalhadores ganhavam cada vez menos.
Isto ocorre porque quanto menor fosse o salário da classe trabalhadora, quando mais eles produzissem, mais lucro os burgueses teriam e menos capital ficaria na mão da grande massa de assalariados.
 Outro método de mercado que os burgueses queriam alcançar com esta nova tecnologia era a de competição com outras indústrias, se uma indústria criasse uma máquina fotográfica colorida, outra criaria uma nova máquina fotográfica colorida com uma resolução maior e que fizesse gravações e assim começaria um ciclo interminável de novos objetos de consumo.
Um exemplo notável do que Karl Marx analisa é o filme O germinal, onde mostra a realidade da massa trabalhadora que passava horas a fio em baixo da terra, em minas insalubres, com risco de desabamento e ganhavam uma miséria para sobreviver.
Mas o que o texto O manifesto Comunista de Marx também mostra é que essa realidade ainda existe e atualmente vivemos nela, por isso ao ler Marx pude notar o quão atual é o que ele descreve.
Passamos horas a fio trabalhando e enriquecendo o “chefe” e ganhamos um salário mínimo no final do mês para sobrevivermos.

Karina Emika Mori 1° Ano de Serviço Social Noturno

Manifesto Comunita






A burguesia fedeA burguesia quer ficar ricaEnquanto houver burguesiaNão vai haver poesia





Gilmara Melaine
Serviço Social
Noturno 


Eu Sou...

Sou primitivo,
Sou selvagem,
Sou escravo,
Sou servo,
Sou prole.

Sou máquina,
Sou produção,
Sou consumo,
Sou exploração,
Sou alienação.

Sou receber ordens,
Sou executar ordens,
Sou ordenado.
Sou ordem ?

Sou emprego
Sou trabalho
Sou dinheiro

Sou tudo,
Sou nada.
Sou começo e meio;
Sou fim ?

Sou tudo,
Sou nada.
Eu sou...
Eu não sou ?

Sou tudo;
Sou nada.
O que sou ?
Eu sou ?


Seu Mestre Mandou
Pitty

Da a pata, senta, deita
Não respire, apague a luz
Vote em mim e não discuta
Tenha fé, carregue a cruz
Seja livre, mas nem tanto
Pode criar, mas eu digo o que
Assine as três vias, entregue e aguarde,
não se preocupe, eu aviso a você
Não se informe, xá comigo,
Durma tranquilo, confie em mim
Não se importe, sem problemas,
Deixa que eu resolvo daqui
Pra que emprego, que coisa chata
Aproveite o Carnaval
Mesmo sem luz, proteção nem dinheiro
Por favor, não mude o canal

Seu Mestre Mandou

Compre sua roupa na loja mais cara
Entre na moda, ai vem o verão
Use, abuse, finja que manda,
Mas viva com o olho aberto se não

E daqui a pouco vão querer,
Morar em você, e daqui a pouco
vão querer morar em você !

Seu mestre mandou



Milena Regina da Silva Santos
1º Serviço Social - Noturno

Nossa tecnologia nos faz, atualmente, ser mais capitalistas!

Em nossa sociedade com o avaço da tecnologia,as máquinas cada vez mais desenvolvidas, percebemos que, o que nos parece de mais avançado hoje, amanhã ja não será mais .

Quando Marx escreve o manifesto comunista, parece que ele escreve com base nos dias atuais, pois vivemos isso diariamente, e consequentemente nos tornamos cada vez mais embaraçados nessa teia chamada capitalismos,nos tornamos consumistas.

Assim como acontecia no século XIX, é atualmente, a burguesia se torna cada vez mais rica e poderoza enquanto a clase trabalhadora cada vez mais pobre.

Sim nos tornamos mais dependentes do dinheiro a cada momento, e isso acorre em um ambito global pois, se não vendermos nossa força trabalhando não comeremos. 

Marx nos mostra a direção a uma sociedade igualitaria, entretanto não sabemos quando chegaremos a ela!

Larissa Marques Xavier 1º SS Noturno

“Mas o que eu tenho 
É só um emprego
E um salário miserável
Eu tenho o meu ofício
Que me cansa de verdade” (Musica de Trabalho-Legião Urbana)

 

O trecho dessa musica me faz pensar no capitalismo, esse sistema onde existem os donos do capital e a classe trabalhadora, que trabalha excessivamente e recebe um “salário miserável” e todo o lucro de seu esforço, a mais valia, é de posse da classe dominante, muito trabalho e pouco lucro.

Com a revolução industrial as máquinas ocuparam o lugar dos trabalhadores e geraram cada vez mais lucro a seus donos, o homem enquanto produz uma quantia, a máquina pode produzir muito mais em muito menos tempo, logo muitas pessoas perderam o seu meio de sustento.

Refletindo o texto manifesto do partido comunista escrito por Marx e Engels no século XIX pude perceber que nada difere do século em que estamos, ainda existe essa exploração, embora tentem camuflar podemos ver claramente.

Marx e Engels tentaram mostrar uma solução aos trabalhadores, na qual eles deveriam lutar juntar essa classe e revolucionar, manifestar-se, mas com isso geraria guerras como exemplo o filme o Germinal, tantas mortes e nada adiantou. O paraíso que eles tentaram alcançar não foi possível até nos tempos de hoje. 


Pela imagem que segue podemos ver, não haviam chances contra a burguesia.

Filme- O Germinal

Julia Leandro 1º Serviço Social Noturno. 

O manifesto do partido comunista.

O manifesto do partido comunista foi um livro escrito em 1848, mas se você disser que é um livro atual, não tem como negar.
Ele traz todas as contradições do capitalismo, e um chamado para os trabalhadores se unirem e lutarem contra esse capitalismo burguês.
Para Marx toda a exploração que se criou em outras épocas, com a desculpa de religião, segurança e valores, foi substituída pela exploração pelo dinheiro. Mesmo que a burguesia tenha derrubado a monarquia opressora, logo em seguida subiu para a classe opressora do momento. Agora os donos das maquinas eram os novos reis, os novos cleros, e com o poder que o capital colocava na mão deles construiam grandes templos, com muitas maquinas dentro. O trabalhador era apenas o alicerce, a base desse burguês, e ele ainda não estava em condições de entender isso.
Conforme crescia o capitalismo crescia a dependência de novos mercados, isso foi fazendo com que a classe burguesa fosse a lugares que nunca tinha ido, e quando chegava nesses lugares obrigava eles a entrarem na nova onda de mercado mundial, já podiamos ver a globalização, que hoje liga o mundo inteiro, naquela época. Além disso, tudo se pautava nas relações de mercado, o que antigamente era necessidades do dia-a-dia agora são necessidades vulgares, podemos fazer uma comparação com hoje em dia, o celular que serve pra ligar não é o melhor, o melhor é o que tira foto, entra na internet, tem gps, e esse melhor vai ser superado pelo que fala, e o que fala vai ser superado por um que anda. É como ele mesmo diz no texto, tudo que é solido se dissolve no ar, e não só as coisas materiais, podiamos dizer que as relações e as morais também foram substituidas, o casamento era por interesse, as amizades idem, tudo que tinha sido criado com o feudalismo foi desfeito.
Mas Marx acredita que a classe trabalhadora iria reagir ante a esse mundo que estava se criando. Ele achava que a burguesia com suas propriedades privadas e seus meios de trocas não suportaria a classe trabalhadora, que assim que eles conseguissem reunir os pequenos grupos em uma grande massa a burguesia seria derrubada. Assim se criaria uma classe proletária onde não haveria opressão. Isso a própria burguesia iria criar, por reunir seus trabalhadores em fabricas, juntos eles teriam forças para se organizarem e lutar. Mas essa dominação do proletário não aconteceu naquela época, e nem nos dias de hoje, a burguesia e o capitalismo continuam mais fortes e opressores do que nunca, por isso termino meu texto igual Marx termina o seu. TRABALHADORES DE TODO MUNDO UNI-VOS


Rafael Tognati Silveira 1° Ano Serviço Social. Noturno!

Karl Marx e o Manifesto Comunista

       Marx no Manifesto Comunista irá retratar muito bem as condições vividas pelo capitalismo, e o que este sistema era e seria capaz de transformar as sociedades cada vez mais desiguais. Portanto, quanto mais o proletariado se empobrecia, mais a riqueza acumulava-se para a burguesia.
      O Capitalismo interferiu até nas relações sociais entre as famílias, na infância, na educação e nos tempos modernos. Para as famílias, era necessário que todos trabalhassem para ter o sustento e quanto mais filhos, era mais compensador. A infância era tomada por longas jornadas de árduo trabalho e condições precárias de trabalho, o que condicionava na sua maioria, mortes precoces, diminuindo bem mais a vida dos jovens trabalhadores. A educação, por sua vez, passou a ser simplesmente para preparar a criança para o mundo do mercado, o mercado capitalista.Além, de todas as explorações impostas ao proletariado pela burguesia. Seu objetivo não era formar intelectuais e que por fim acabavam sendo alienados pela divisão do trabalho, não sendo necessário que pensassem ,manifestassem e tomassem consciência de sua identidade social.
       Até os dias atuais isso claramente continua presente em todas as sociedades, onde as relações sociais passam a ser cada vez mais dominadas e escravos do capital, e onde as desigualdades acentuam-se frequentemente.


Mariana Costa, 1 ano de Serviço Social, diurno.

"Sem trabalho eu não sou nada?"



A música da Banda Legião Urbana - Música de Trabalho – mostra direitinho o manifesto comunista, o lucro na mão de pouco e o trabalho nas mãos de muitos. Isso mostra a desigualdade social, onde antes o homem trabalhava para si mesmo para obter o seu sustento, hoje tem que trabalhar para uma determinada empresa para sustentar a sua família, onde muitas vezes não é necessário para ter uma vida digna. No livro “O que é etnocentrismo” há uma passagem em que mostra que os europeus queriam domesticar o índio para lhes servir como escravo, diz o seguinte: “os índios eram incapazes de trabalhar nos engenhos de açúcar por serem indolentes e preguiçosos. Ora, como aplicar adjetivos tais como “indolente” e “preguiçoso” alguém, um povo ou uma pessoa, que se recuse a trabalhar como escravo, numa lavoura que não é a sua, para a riqueza de um colonizador que nem sequer é seu amigo: antes, muito pelo contrário, esta recusa é, no mínimo, sinal de saúde mental.” Isso mostra que antes o homem tinha o conhecimento de que para a sua sobrevivência bastava apenas à força do seu trabalho para produzir o seu sustento. Com a introdução do capitalismo no mundo econômico, a realidade do trabalho foi transformada, fazendo com que essa ação fosse executada para obter lucro, fazendo o que “o rico fica cada vez mais rico e o pobre cada vez mais pobre”. Agora, olhando pelo lado de quem faz o capital girar, esse ser deveria ter uma grande parte dos lucros, pois “se na terra que não há o exercício da força de trabalho, ela é considerada sem valor” e se terra só tem tal valor porque alguém exerceu uma força sobre ela, logo essa pessoa é merecedora de ganhos em cima da produção. A classe trabalhadora tem mais poder do que se pode imaginar, pois se um dia todos os trabalhadores do capitalismo resolverem parar só para obter melhor qualidade de vida no trabalho e socialmente, certamente que essa classe alcançará muito mais, pois as pessoas que fazem o capital girar são os verdadeiros donos dos lucros.
Fabiana Souza 1.SSD

Manifesto Comunista


O manifesto comunista em si, é um manifesto feito para os operários com o intuito de mostrar a dimensão complexa do capital e a hegemonia da burguesia sobre aquela sociedade. Um manifesto político em que Marx e Engels apresentam aos operários uma nova política de mudança e superação do capitalismo.

O proletariado como sendo uma grande classe social, esta por sua vez a mais prejudicada, agora tinha que ter consciência do que era de fato o capital, do mal que ele traz a sociedade, pois o capital cria um mundo a sua imagem. Então, era chegado o momento da união dos proletários, para que juntos pudessem mudar a realidade.

A ideia de Marx era englobar aquela sociedade e ir além da mesma, fazer com que os operários juntos lutassem para o fim da propriedade privada e assim no lugar da antiga sociedade burguesa o livre desenvolvimento de todos e não apenas de alguns.

A música abaixo nos mostra o mal que o capitalismo trás a sociedade, a exploração da mão de obra, a divisão de classes, e vários outros fatores que não contribuem para um mundo estável, onde não é levado em conta as condições de trabalho e sim só o lucro que ele produz.

Capitalismo Não! (Geração Suburbana)
Um grito de revolta preso na garganta
Que ecoa como um ruído contra o capital
Capitalismo não!
Uma vida não se compra, não se vende, não se ilude.
Cada um tem seu valor suas virtudes
Dinheiro, ganância, poder e exploração.
Um grito que ecoa
Capitalismo não!
Seu dinheiro sujo, pra mim não tem valor.
Todo esse dinheiro financia o terror
Humanos desumanos estão ficando loucos
Em vez de se amarem uns odeiam os outros
Pra que tanto dinheiro
Pra que desigualdade por quê?
Se somos todos iguais
Não agüento mais essa roubalheira
Temos que mudar isso de qualquer maneira
Trazer para o mundo a paz, trazer para o mundo a liberdade.
Contra o capital e toda essa falsidade
E passam-se os tempos
E o homem ainda não aprendeu
A amar as pessoas
E continua vivendo em seu mundo
Egoísta e brigando entre si
Tudo isso por causa de uma ganância
Que parece não ter fim
E assim criando blocos entre a sociedade
Sendo que desses blocos
Uma pequena parte é privilegiada
Enquanto a grande massa
Vive em condições precárias
E eu abro os olhos
Só vejo fome e miséria
FOME E MISÉRIA!

Marisa Silva – 1º Serviço Social - Noturno

Mudança de direção

O manifesto comunista veio literalmente para o mundo como um movimento revolucionario,capaz de causar choque na civilização burguesa, no intuito de trazer soluções para a miséria, exploração do trabalho,desemprego,etc. A intenção de Marx e Engels era transformar o mundo burguês em uma sociedade igualitária. Mas com o aumento da burguesia (capital) surge-se o proletariado, e é onde vemos que o capitalismo dominou o mundo.
Os operários dependiam de trabalho para sua sobrevivência e sem o aumento do capital, não haveria trabalho,causando assim uma concorrência muito forte na area trabalhista. O crescente emprego de maquinas e a divisão do trabalho desvalorizou totalmente o trabalho autonômo dos operários.E assim apenas os burgueses saiam ganhando, e o salário dos trabalhadores diminuindo,e dessa forma caminhava a situação,a medida que aumentasse o carater enfadonho do trabalho, descrescia os salários. Os operários se tornam escravos da classe burguesa e de suas fábricas.
E até hoje no mundo atual, vivemos esse dilema, ainda mais forte,mais concorrente,vivemos as consequências da Burguesia, uma burguesia que ganhou mais força, mais aliados, e mais lucro, formada por politicos, corruptos, e principalmente formada pela injustiça.

Na letra da música abaixo, podemos analisar a realidade do capitalismo que nos cerca cada vez mais:

Anacrônico- Pitty

É claro que somos as mesmas pessoas,Mas pare e perceba como o seu dia-a-dia mudou
Mudaram os horários, hábitos, lugares,Inclusive as pessoas ao redor

São outros rostos, outras vozes,Interagindo e modificando você
E aí surgem novos valores,Vindos de outras vontades,

Alguns caindo por terra,Pra outros poderem crescer
Caem 1, 2, 3, caem 4,
A terra girando não se pode parar...

Outras situações,Em outras circunstâncias,
Entre uma e outra as vezes,Se vêem os mesmos defeitos,
Todas aquelas marcas,Do jeito de cada um

Alguns ainda caem por terra,Pra outros poderem crescer
Caem 1, 2, 3, caem 4,
A terra girando não se pode parar...

Outro ciclo em diferentes fases,Vivendo de outra forma,
Com outros interesses,Outras ambições mais fortes,
Somadas com as anterioresMudança de prioridades,
Mudança de direção,

Alguns ainda caem por terra,Pra outros poderem crescer...



Victória Amazonas- 1º Ano SS- UNESP

Diga nãs ás tendências


Marx e Engels apresentam para a classe operária uma proposta de mudança política, de superação do capitalismo, onde pela primeira vez, o homem passa fome em uma sociedade em que há a abundância, pois a maioria das relações que existe, se passa de uma relação com o mercado, onde os donos do poder importam-se com o lucro e não com a condição de trabalho e muito menos de vida das pessoas, dos trabalhadores.
Eles buscavam a abolição da propriedade privada e motivam a união entre os operários.
A letra dessa música mostra claramente os efeitos colaterais que sentimentos bruscamente até hoje de uma sociedade capitalista que nos é imposta ; há muitos anos atrás Marx já dizia que a mercadoria no capitalismo é despertado pelo “fetiche da mercadoria”, mostra que o consumidor nada mais é que um produto, assim como os que consome.
Com o  Manifesto, deixa uma mensagem para as pessoas que buscam melhores condições de vida, principalmente para nós futuros assistentes sociais, de persistência, para tentarmos evitar que a sociedade continue a ser comprada pela sociedade burguesa, deixar nos levar as “tendências” do capitalismo, pois muitos sofrem até as suas más consequências; e termos punhos firmes para lutar e alcançar uma sociedade com mais igualdade.
 
3° do Plural – Engenheiros do Hawaii
Corrida pra vender cigarro
Cigarro pra vender remédio
Remédio pra curar a tosse
Tossir,cuspir,jogar pra fora
Corrida pra vender os carros
Pneu,cerveja e gasolina
Cabeça pra usar boné
E professar a fé de quem patrocina
Eles querem te vender, eles querem te comprar
Querem te matar de rir…querem te fazer chorar

Quem são eles?
Quem eles pensam que são? 

Corrida contra o relógio
Silicone contra a gravidade
Dedo no gatilho,velocidade
Quem mente antes diz a verdade
Satisfação garantida
Obsolecência programada
Eles ganham a corrida antes mesmo da largada
Eles querem te vender, eles querem te comprar
Querem te matar a sede, eles querem te sedar

Quem são eles?
Quem eles pensam que são? 

Vender…comprar…vedar os olhos
Jogar a rede contra a parede
Querem te deixar com sede
Não querem nos deixar pensar
Quem são eles?
Quem eles pensam que são?

Luciana Pires, 1° SS - Noturno
                         A interpretação do capitalismo pelo SERVIÇO SOCIAL

   O Comunismo sempre foi um fantasma para os poderosos que não tinham informações objetivas sobre ele.
   É o espectro que rondou a Europa no século XIX e ainda hoje no século XXI muitos temem o mesmo.
  O maior medo era a perda da supremacia, isso em todas as classes sociais. Com todas essas dúvidas existentes, com o intuito de tentar ajudar no esclarecimento, com a intenção de "trazer a luz" que Marx e Angels elaboram o MANIFESTO DO PARTIDO COMUNISTA.
  O livro traz consigo alguns pontos importantes, a diferenciação dos vários tipos de socialismo existente e traz a proposta do socialismo proposto pelos autores.
  O Manifesto reconhece completamente os fatores históricos na evolução do mundo:" A história de todas as sociedades que existiram até hoje é a história das lutas de classes".

" Capitalismo é crise, quando tenta-se combater as crises do mesmo só consegue gerar mais capitalismo". ( NETTO)

  Vemos explícito neste trecho a visão do Serviço Social sobre o capitalismo, representada pela ideia de José Paulo Netto.  Temos uma profissão que é totalmente baseada nos ideias do socialismo e que tenta difundir esta tese a cada momento, embora vivamos em uma sociedade em que o capitalismo não consegue ser combatido hoje, mais quem sabe em um futuro próximo?

    Robson de Jesus Ribeiro 1° SS Noturno

O manifesto comunista


“O manifesto comunista” apesar de ser uma obra antiga, muito nos diz sobre os dias atuais, ela faz uma crítica à forma com que o capitalismo ‘transformou’ a vida do homem.
O capitalismo criava classes sociais, onde os ricos se tornavam cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais miseráveis,e a classe trabalhadora era a cada dia mais explorada, trabalhavam cada vez mais e ganhavam cada vez menos.
O manifesto comunista surge com o objetivo de proporcionar o bem comum e não apenas a quem possuía meios de produção ,como acontecia no século XIX. Com a obra publicada em 1848 muitos trabalhadores se juntaram para busca de seus direitos, e se hoje temos nossos direitos trabalhistas garantidos devemos parte disso a eles, que foram encorajados a lutar por uma vida melhor.




A letra dessa música muito fala sobre o resultado do capitalismo na vida daqueles que fazem parte do “proletariado” de hoje em dia.


Como ele pode ter o que ele está tão longe
Na vitrine coisas que ele nunca vai poder ter
Se ninguém o ajudar o que ele vai fazer?
Onde vai morar e o que vai ser quando crescer?
Impunidade, hipocrisia, dançam de mãos dadas
O hino nacional de uma nação condenada
A sociedade prega o bem
Mas o sistema só alimenta o que é mal
Se a nossa cara é prosperar,
o povo tem que evoluir também
...


Vendo o mundo regredindo entre a fé e o dinheiro  ... ♪ (Charlie Brown Jr.)

                       Larissa de Oliveira Carneiro
                           (1° ano de SS noturno)

Fabricados em série somos produtos perecíveis para o sistema


O socialismo Científico de Marx e Engels que é proclamado através de “O manifesto Comunista”, nos apresenta a constante opressão dos trabalhadores, resultante dos processos de exploração no modo de produção exacerbante capitalista, e suas conseqüências, que se propagam desde a Revolução Industrial e se mantém camufladas hoje, em meio à alienação do progressivo e desenvolvimento tecnológico e científico.

A evolução na escala social, do ponto de vista burguês, era sustentar os pilares de seu império, consolidado sobre o poder econômico e repressão da classe reprimida, o Proletariado. Pois, essa antagônica luta de classes, foi instaurada na sociedade causada pela supressão do acúmulo de capital nas mãos da Burguesia.

Conseqüentemente, com o surgimento da máquina e os processos de trabalhos cada vez mais mecanizados, surge a desvalorização do operário, que passa a se tornar, apenas mais um “produto Polishop”; ou seja, possui uma determinada função, executa uma determinada operação, através de um apertar de botões, teclas e movimentos, e por um preço acessível de mercado. E quando estiver desgastado, não for mais útil, pode ser substituído por outro produto fabricado em série. Assim, é visto o operário no sistema capitalista.

A mercantilização da classe operária, a desvalorização salarial, e a precarização nas condições de trabalho, frente ao custo de produção investidos pela burguesia, acendeu a força trabalhadora, que refutou em uma demasiada luta pelo segmento de seus direitos e a valorização da mesma dentro do sistema capitalista de produção; essa luta se alastra de forma eclosiva e perpassa o tempo, até hoje no século XXI.

Em síntese, O manifesto comunista evidenciou a desordem social e econômica, que possibilitou uma nova perspectiva por parte do proletariado, formando uma massa que através de movimentos e revoluções lutaram pela emancipação, e melhores condições na sociedade antagônica burguesa. Hoje, ainda presenciamos os reflexos dessa silenciosa guerra que tem como arsenal bélico a exploração, o consumismo, a má distribuição salarial, e evidentemente, a segregação das classes sociais.


Caroline C. Borges da Silva - S.S. noturno