segunda-feira, 31 de março de 2014

Novum Organum

Saber é poder, transforme seu mundo!

Embora Francis Bacon não seja um filósofo atual, os seus conceitos e pesquisas em “Novo Organum” são até mesmo mais compatíveis com nosso mundo atual do que com a época em que ele vivia. O que Descartes chamava e método Bacon chama agora de instrumento. Ele propõe explorar o mundo e fornecer a ciência os elementos necessários, para que passe de ciência intuitiva e empírica para ciência racional. Bacon propõe a essa exploração, o conhecimento e logo após o conhecimento a formulação de ideias. Primeiro conhecemos, vivemos, observamos e por conhecer pensamos, raciocinamos e então formulamos princípios. Bacon traz à ciência um instrumento que explora o mundo tal como ele é, e a partir daí a ciência sai para o campo de pesquisa.
As ideias de Bacon eram uma solução para a ciência daquele século e muitas vezes também para o nosso, pois apesar de termos abandonado a ciência do achismo, antecipamos diversas vezes o conceito de determinados aspectos, como o pré-conceito em sua plena totalidade, vivido bastante atualmente. Construímos o conhecimento sem antes conhecer e segundo Bacon isso é negativo para ciência e se formos pensar bem, a antecipação da mente não é somente negativo a ciência e sim para nós mesmo. Aquela velha história de “sofrer antecipadamente” acontece muito em nosso cotidiano, principalmente pelo fato de sermos agitados, ansiosos e de vivermos constantemente preocupados. A minha existência leva o meu pensar, leva a minha razão e para pensar é preciso conhecer.
Devemos então dominar, sobretudo a nossa mente e ter contato com a realidade da forma que ela se apresenta e como ela realmente é. Assim como Bacon diz que não tem sentido a ciência sem transformar, sem modificar a condição humana também não tem sentido deixar que a nossa mente se guie por si mesma. Descartes mesmo dizia de que adianta ter um espirito bom se não aplica-lo para o bem? De que adianta se iludir com fantasias e não conhecer a verdadeira realidade?  Da mesma forma era com os gregos, citado no método, de toda a filosofia e todas as ciências dela derivada, durante um intervalo de tantos anos, não há um único experimento de que se possa dizer que tenha contribuído para aliviar ou melhorar a condição humana. Sabedoria sem obras é morta!

A ciência deve então ser colocada a serviço da transformação do mundo. Nossa razão deve ser colocada a serviço da transformação da nossa mente. Assim como a ciência é o espelho do mundo, nossa razão, portanto deve ser espelho de nossas ações.  
                                                                                            Larissa Bedo 1º SS Noturno 

    Triste fim

      Vivemos em período de grandes transformações e invenções.
 A todo instante algo de inovador surge e as tecnologias dominam o homem.
      No entanto o único animal racional da terra se perde em suas próprias engenharias.
E o ciclo vicioso que os envolvem , os vendam,os cegam e os matam. Deixando-os 
incapazes de tomar qualquer decisão por mais simples que ela seja.
    O homem perdera a vossa capacidade nata de agir e firmar suas próprias convicções.
E com o passar do tempo tornam-se apenas máquinas perfeitas capazes de reproduzir
fielmente aquilo que lhe for vomitado.
   Sendo assim é inútil crer que continuando a se portarem como meras máquinas,
um dia suas mentes voltarão a serem usadas com fim de buscar e adquirir conhecimento.
Logo o homem depara-se com um triste fim já não são capazes de pensar. 

Tahina Tatila SS/Noturno 1ºano

CiênciaXNatureza

Uma ciência que age,e não apenas fala,a ciência como instrumento da verdade,esse é o princípio que Francis Bacon toma por base.Bacon retrata o conceito de interpretarmos o mundo pela nossa experiencia vivida.
Ele propõe aos cientistas que saiam da sala,do laboratório e buscam o que é vivido,e não o que é só achado,buscar o que é real,e não acreditar no que é apenas imaginado.Bacon retrata também a questão da pré-noção,ter o conceito de algo que nem mesmo se conhece,um conceito criado pela mente,sem ter prova alguma se é real ou nao,ele diz que essa pré-noção é prejudicial a ciência. O método que Bacon usa para obter fatos verdadeiros é de observação e experimentação.

Retrata sobre a interpretação da natureza e a única forma de compreende-la, interpretá-la e vencê-la é explorando-a. Ele sugere que busquemos uma ciência útil para a luta contra a natureza.
"Que estejam preocupados,não com a vitória sobre os adversários por meio de argumentos,mas na vitória sobre a natureza,pela ação"(BACON,pág 5)
                                      Júlia Fonseca-1°SS-Noturno

A utilidade do silogismo

A Filosofia apareceu questionando o conhecimento especulado até então, conjeturando de todas as formas o saber e as ciências, a morte e os variados estilos de vida. Entretanto, com o tempo a ociosidade tornou-se desnecessária, e as deduções mostraram-se insatisfatórias. Pensadores como Francis Bacon julgaram que somente a "interpretação da natureza" não auxiliaria a humanidade em sua caminhada.
Desde os primórdios de sua existência, o homem encontra-se subjugado pela natureza e seus fenômenos, procurando compreender o clima, a geografia e a fauna do planeta. As adaptações, porém, desenvolveram-se tardiamente, devido ao caráter estacionário da Filosofia. Bacon defendeu que o método de "antecipação da mente" ajudaria a sociedade a compreender e transformar a realidade.
Tal método proporcionou uma abertura às ciências modernas, que fizeram descobertas cujo teor foi além do espírito filosófico dedutivo e alcançaram o empirismo em sua busca pelo real saber. Atualmente, qualquer dedução para ser aceita precisa provar sua veracidade através de experimentos, e a Filosofia é tida apenas como ciência social.

Fernanda da Costa e Silva - 1º ano de Serviço Social - Noturno
Graziela Donizetti dos Reis  1º Ano Serviço Social Diurno
A realidade também pode ser distorcida

Todos que acreditam em verdades absolutas, acabam se condicionando a verdades alheias e se privam de chegar a uma conclusão por meio de suas críticas e dúvidas.
para Bacon tal atitude se distancia da razão construtiva , a razão que atua de fato na sociedade. Segundo Bacon a razão deve ser considerada, porém não se deve acreditar na razão sem experimento, pois quando falta experiência sobra oportunidade para a razão ser distorcida e moldada de acordo com a vontade de determinada classe, situação ou época.
Por isso , deve-se atentar para as armadilhas da mente  e da realidade, pois a realidade também pode ser um simples espelho invertendo a natureza das coisas. No entanto, quando usamos os sentidos aliados à razão , a possibilidade de sermos confundidos diminui e aumenta a chance de intervirmos no mundo e de  não sermos apenas sombras caminhantes nele.

No que nos espelharemos?

           Quando paraliso e me ponho a observar algo, além de me encontrar na forma de espectador daquilo, nasce dentro da minha mente, a necessidade real de interpretação do que vejo e de suas lacunas que a procedem. Contudo, durante os séculos, foram várias as maneiras e métodos usados para que houvesse como preencher essas lacunas.
Seguindo isso, Francis Bacon em Novum Organum, coloca que algo só realmente existe nas suas próprias evidências empíricas. Visto dessa maneira, já que os sofistas e filósofos baseavam as suas ideias em princípios levados pela paixão/emoção, que se escoravam ao que Bacon chama de Ídolos (falsas percepções do mundo), e por meio de tais que o homem continuaria se enganando em todos os aspectos da vida, porque agir assim não resultaria em nada, o mundo em sua volta permaneceria igual. Assim, em um quão indutivo, para Bacon haveria na natureza e nos seus fenômenos, um acessível concreto, que agiria na antecipação do pensamento, que seria o fato e a comprovação. Pois, como ser capaz de modificar o mundo em sua volta, se não nele mesmo vivenciá-lo; explorá-lo, para compreendê-lo realmente? E certo disso , Bacon chega a conclusão que há tantas coisas no mundo que não podem simplesmente só ser pensadas, como até então acontecia.
O que nos faz questionar muita coisa: Será esta a origem do pensamento que nos fazem modernos? Será a ciência nada mais que o enfrentamento do mundo tal como ele é? Mas esse pensamento existiria se seu passado não fosse pela a fantasia ou paixão/emoção, que devia ser extinta segundo Bacon ? E quando a ciência não servir mais ao bem-estar do homem? No que nos espelharemos? O que nós dará respostas? O que outra vez, esperar do futuro do homem? A verdade é que haverá sempre algo mais além do que nossos olhos podem ver e no que podemos sentir.

Leonardo Pena Conrado - 1º ano de SS/noturno

Indução ao Conhecimento


O nosso conhecimento transformador não se dá apenas pela dedução e ela pode nos enganar sobre o caminho, afinal não temos experiência naquilo, então Bacon vem transformar dizendo sobre o conhecimento empírico, que é a indução, pois induz ao conhecimento, fazendo experimentos, interpretar com base naquilo que VEJO, diferente da dedução, que deduz mesmo sem conhecer, então pode ser facilmente traído pela imaginação, pois estou falando de algo que nem conheço. Então a clareza se oponhe a fantasia, o conhecimentos empírico vai orientando sua razão para que não tome caminhos fantasiosos, encobrindo o que realmente é verídico.

Não devemos deixar que a mente se guie por se mesma, porque primeiro conheço depois digo como é, quem vai construir a ideia é aquele que vai a campo pesquisar e buscar saber como realmente as coisas são. Uma das coisas que podem nos afastar da razão são os ídolos, que são falsas percepções do mundo, e esses ídolos são classificados em: Tribos(humana): que é influenciado pela interferência de paixões, incompetência dos sentidos algo do próprio ser humano; Caverna: que seria a formação do indivíduo, suas leituras e claro a educação, tudo aquilo que é da sua caverna onde você vive(família, educação, religião, cultura) é a fresta que faz nós enxergarmos o mundo; Feira: São criados pelas nossas relações pessoais e sócias, com quem temos contato no nosso cotidiano, o grupo com quem temos frequência de se relacionar, aqueles que sempre estão em locais que você costuma ir; Teatro: Vem do que você acredita por exemplo nos sistemas filosóficos, astrologia e magia.
                                                                             Caroline Alves Miranda/1ºSS Diurno

Razão + Experiencia

Segundo Bacon a Razão é a forma que temos de adquirir o conhecimento,mas esta Razão que deve ser  acompanhada da Experiencia, pois é através da experiencia que oriento a minha razão para que ela não tome caminhos imaginários.
 Dessa forma superamos o conhecimento rápido adquirido pelos antigos, que muito falava mas pouco realizava.
Bacon acredita que a Razão acompanhada da Experiencia é fundamental para o desenvolvimento da ciência que nos possibilita recursos para evoluir e progredir.
Ciência esta que tem que ser usada com cautela para que não venha a causar danos irreversíveis para o mundo em que vivemos.

Novum Organum - Bacon.

A defesa do uso do método científico se dá através da observação, logo após, nos cabe a experimentação regida por um raciocínio lógico e claro. Considerando que nenhum saber é absolutamente seguro e que se temos uma própria opinião interrompemos e excluímos qualquer investigação,é preciso sempre restaurar o saber, fazendo que usemos da dialética, que nos levará a vitória da natureza pela ação. Para isso, é necessário chegar nas mais fundas camadas da própria natureza, abstraindo as ideias divergentes e tendo como princípio a instabilidade verídica. Desse modo, o uso do intelecto faz com que o homem tenha êxito em suas buscas, alcançando a melhor ordem nas disparidades e singularidades da natureza. Atentando-se sempre para os aspectos positivos e nagativos da situação. Ana Caroline Vilioni - SSN
A cura da mente
Para Descartes, somente a razão é necessária, ao contrário de Bacon, que diz que a experiência é a única maneira de interpretar o mundo. Temos que observar nossos pensamentos e reflexões para termos certeza que estamos no caminho certo.
A ciência é a representação do mundo e algo que devemos creditar, embora o filósofo acredite que haja uma barreira entre a idealização da mente humana e a “intenção divina”, no qual complica o seguimento das duas coisas.
O mundo vive um momento de fantasias, onde as pessoas preferem acreditar em falsos ídolos do que no conhecimento e na experiência da ciência, se fecham em uma “caverna” e não o vê de forma ampla, como deveriam ver, ou seja, vivem em uma constante alienação, porque não tem estrutura e o conhecimento necessário para enxergar as coisas ao seu redor.
Francis Bacon propõe á essa situação a cura da mente, em que as pessoas passam a refletir sobre suas razões e começam a ver o mundo como ele é de forma empírica. Descartes disse, “penso, logo existo”,  para a teoria de Bacon seria, “existo, logo penso”.
Giovana Bandim, 1°ano SS noturno

Novum Organum, Francis Bacon.

 Na obra Novum Organum, Bacon apresenta o método que consiste em instaurar os graus da certeza, obtendo a verdade de uma forma clara e manifesta e a vitória sobre a natureza pela ação que restabelecera o saber e a ciência.
 Bacon explica em sua obra que o conhecimento e a natureza não podem ser separados, pois a natureza é fundamental para o conhecimento. E a busca pelo acumulo de conhecimento, que nunca é demais, deve ocorrer através de observações e experiências, formando assim um novo método.
 É também analisado as falsas teorias sobre Ídolos, classificados em gêneros: os Ídolos da Tribo, os Ídolos da Caverna, os Ídolos do Teatro e os Ídolos Foro. Segundo Francis esse Ídolos eram responsáveis pelo atraso e a falta de conhecimento, e é fundamental que nos livremos dessa falsa percepção.

Mariana de Castro Pereira-Primeiro Ano de SS-Noturno

domingo, 30 de março de 2014

Experimentando Bacon


Francis Bacon, muitas vezes chamado de “fundados da ciência moderna” defendia que o conhecimento, sem abandonar o principio da razão, é adquirido através da vivencia e das e experiências, ou seja, deve ser empírico. Não se deve permitir que a mente se guie por si mesma, é preciso que algo concreto seja base para o conhecimento, pois até mesmo a mente pautada em princípios racionais pode se perder em fantasias. Um exemplo disso é descrever uma cadeira a uma criança, que pode imaginar suas pernas sendo iguais a pernas humanas ou pernas de animais, e somente ao observar uma cadeira real, tocar, se sentar que ela chegara a conclusão do que realmente são pernas de cadeira.

Em seus discursos, Bacon critica as formas antigas de pensamento, entre essas as dos Gregos, por afirmar que sua filosofia era “farta em palavras, mas estéril em obras” e que durante todo o espaço de tempo em que ela existiu não acrescentou nada que fosse pratico a vida dos homens.Ele propunha então um novo método de cura da mente, que regularia nossa mente pela experimentação e que daria ao homem controle sobre a natureza.

Bacon acreditava na existência de falsas noções que invadiam a mente do homem, dificultando ou até mesmo impedindo o acesso a verdade, a essas falsas interpretações do mundo ele deu o nome de Ídolos, esses se dividiam em quatro grupos.Os Ídolos da tribo são inerentes da tribo humana, generalizam todas as percepções e sentidos da mente humana, esquecendo-se que eles não se aplicam a todo o universo, permitem-se influenciar pelas paixões. Os ídolos da caverna são presos em preconceitos e ideologias pró pias, pois segundo Bacon, cada um de nós tem uma caverna a qual nos habituamos, ou seja, todos temos nossos princípios idéias e crenças que consideramos como verdade absoluta e que nos cobre a visão do real.Existem também os Ídolos da feira, que são considerados por Bacon os mais perturbadores, esses usam as palavras e o discurso para implantar idéias e convencer aos outros.E por fim existem os Ídolos do teatro que transformariam o mundo em um teatro de ilusões, por serem teorias sem relações com a natureza humana.

Analisando as idéias defendidas por Francis Bacon, podemos concluir que apesar do tempo que o separa da contemporaneidade ainda podemos notar semelhanças entre sua filosofia e a atualidade.As amarras que nos prendem,os “ídolos” são os mesmos, e nos ainda precisamos aprender a domá-los e contorná-los para que possamos alcançar a verdade e o real conhecimento.
Julia S. Corne (SS,Diurno)

Em busca do conhecimento

       Segundo Francis Bacon, nossa interpretação do mundo, ou seja nossos ideais, e conhecimentos obtidos durante o percurso da vida, devem ter embasamento não pelo método dedutivo, esse que se tem origem apenas superficial, sem informações aprofundadas, mas sim pelo método indutivo, que é aquele que se obtêm através da experiencia, do empirismo.Tudo aquilo que a razão não pode comprovar de forma clara, a experiencia irá comprovar tal fato, com isso evitando que nossa mente seja enganada, tomando por base fundamentos fantasiosos.
      Com o cultivo desse método, a ciência tem como instrumento uma realidade bem mais rigorosa, pois a descoberta científica necessita da experimentação, da junção do homem com a exploração perante a natureza,  para que esta se torne verdadeira e funcional na sociedade, rompendo com o modelo tradicional de ciência, como é o exemplo da crítica exposta por Bacon sobre os filósofos gregos, estes que apenas pensavam e expunham seus pensamentos. Bacon também expõe a questão atribuída aos "ídolos" que se derivam de falsas percepções do mundo, que são conhecimentos absorvidos de maneira superficiais, provocando muitas vezes confusões na mente humana, como é o caso dos ídolos da tribo, que sofrem interferência das paixões humanas e da incompetência dos sentidos.
      Conclui-se então a partir da obra que o novo método descrito por Bacon, tem como princípio utilizar dois fundamentos básicos para alcançar o conhecimento concreto, que são a razão e o empirismo, criando assim uma ciência transformadora da condição humana, pois esta nova ciência irá desvendar e aproximar o homem do mundo, da natureza, observando-a com mais cautela e critério, construindo novos caminhos e novas respostas para a humanidade.

Ana Laura Assis Siqueira - 1° ano SS diurno.
Novo Método
      Francis Bacon publica em 1620 sua principal obra denominada Novum Organum, propondo nesta, um instrumento para a interpretação e compreensão de tudo o que nos cerca, de tudo o que é possível ser analisado e compreendido. Este método tem como instrumento a experiência de algo, ao invés de apenas ficar pensando/refletindo sobre o objeto a se analisar, este também titulado como Interpretação da Natureza, tem como intuito descobrir e abranger nossos conhecimentos através da ciência, com o apoio de experiências, domar a natureza, pois domando a natureza conseguiremos dominar o mundo.
       Neste método se tem uma sequência de aforismos na qual traz consigo um fundamento que em cada sentença pode denotar um pensamento de teor prático ou moral. Um desses aforismos é o XXXVI: “Resta-nos um único e simples método, para alcançar os nossos intentos: levar os homens aos próprios fatos particulares e às suas séries e ordens, a fim de que eles, por si mesmos, se sintam obrigado a renunciar às suas noções e comecem a habituar-se ao trato direto das coisas.”. Neste trecho, como a obra completa, apresenta-se uma nova proposta de busca de conhecimento, onde é necessário seu lado empírico se sobressair e atuar na sua busca de compreender o mundo e seus dogmas e sempre perpassando por experiências que irão auxiliar no entendimento da ciência

José Carlos Simão - SS Noturno 1º Ano 

Percepção da verdade segundo Bacon.

 Bacon defendia o modo indutivo de pensar descartando totalmente o modo dedutivo, pois para ele o ser humano só chega no verdadeiro conhecimento através da experiencia vivida e não através da dedução. Bacon também acreditava que o sentido de um individuo tem grande influencia em sua razão, porém este sentido ofusca sua visão para chegar realmente á verdade. Sendo assim é necessário que o ser humano guie sua mente não deixando que os sentido e seu senso dedutivo á ofusque usando o poder investigativo para alcançar a verdade e o conhecimento.
 Há quatro fatores que segundo Bacon auxiliam o ser humano a raciocinar segundo o modo dedutivo, o afastando da verdade, que são: Ídolo da tribo, Ídolo da caverna, Ídolo do foro e Ídolo do teatro. Os Ídolos para Bacon são os principais fatores que afastam as vedardes dos homens e estes ídolos se baseiam na cultura, religião, percepção de mundo e outros fatores que o homem trabalha como certeza.
  As experiencias do passado para Bacon era essencial para o aprendizado humano e serviam como alicerce para novas experiencias.

Marcela Casagrande Manzolli, 1 ano SS.

Bacon - A interpretação do mundo

Ao observar as pequenas coisas aprendemos como funciona um todo.
Ao observar as ações dos outros descobrimos o que está errado.
Ao observar os erros dos outros diminuímos nossa chance de errar.
Ao observar as pessoas vejo quais merecem minha amizade, amor, atenção e respeito.
E essa é a melhor maneira que eu acho para viver a vida.
OBSERVANDO e APRENDENDO

- Phablo José Daniel



Como vimos no verso de Phablo, observar seria a melhor maneira de interpretar o mundo e assim aprender como se portar na sociedade em que vivemos; Bacon também vê como sendo a melhor maneira de viver, sempre 'observando'. Bacon segue a linha de raciocínio que se somente usarmos a razão como método é possível sermos enganados pela nossa propiá imaginação. Não devemos deixar que nossa mente nos guie por si só, mais devemos observar tudo ao nosso redor para tirar conclusões.  

- Vitória Raquel Ribeiro Rocha - 1º SS - Diurno

Quebrando os ídolos

Bacon e Descartes tornaram um paradigma para a ciência na época de transição do catolicismo para o protestantismo em que Bacon rompe os outros cientistas criando um novo método, o Novum Organun, isto é, uma nova forma de conhecimento através de fenômenos naturais em que a partir deste método pode ser a cura da mente que pela regulação desta por mecanismos da experiência. A experiência será o guia da nossa mente para que não caminhe pela indução.
Bacon em sua teoria diz que a força e o conhecimento tem que andar juntos, para que haja frutos não podemos só exercitar a mente sem por em pratica e não podemos por em prática sem ter o conhecimento.

Outro fator que ele aborda é que existe uma lacuna entre a idealização da mente humana e as intenções divinas. O ser humano está muito acostumado com falsas percepções de mundo, ou seja, enquanto os ídolos. O que nos aproxima da divindade é a ciência, no entanto, se continuarmos com o senso comum nunca irá saber o plano de Deus. Em relação aos falsos ídolos, Bacon aborda principais falhas para chegarmos ao conhecimento verdadeiro, que são:
Ídolos da tribo( Falhas da natureza humana, relacionadas aos sentidos e ao intelecto, comuns a todos os homens. Para corrigi-las somente por meio da experimentação),Ídolos da caverna – Falhas inerentes às características do próprio estudioso (história, ambiente, hábitos, crenças pessoais, etc.),Ídolos de foro – inerentes às falhas do uso da linguagem e da comunicação entre os homens. As palavras podem assumir acepções diferentes em diferentes contextos, levando a interpretações variadas,Ídolos do teatro – distorções introduzidas no pensamento advindas da aceitação de falsas teorias, de falsos sistemas filosóficos.









Conhecimento é poder !


 
          Bacon propõe em seu método o pensamento indutivo e a experiência utilizando de aforismos para tornando suas ideias breves chegando a seu principio.  Deseja unir o homem e a natureza fazendo com que o mesmo a explore, podendo compreendê-la , se adaptar e usufruir de seus efeitos de maneira consciente.
          É através do conhecimento e experiência sobre a natureza que Francis Bacon iniciou seus métodos científicos, com isso ele nos transmite como a ciência contribui para melhorar as condições de vida da sociedade. Um exemplo da ciência em conjunto com a natureza é a Energia Eólica, método que beneficiou a sociedade sem causar danos à natureza.
          Francis Bacon também cita quatro ídolos sendo : Ídolos da tribo: caverna, foro e do teatro que acabam sendo falsas noções que ocupam nossa mente e geram dificuldades em relação a ciência, e para combate-los é necessário conhecimento sobre os mesmos.
          Portanto este método de Bacon nos passa uma nova visão de ciência através dos conhecimentos da natureza e visa  uma nova maneira de estudar estes mesmos fenômenos em função do bem estar da sociedade.

( Monike Campos - 1° SS Noturno )

Bacon para refletir comendo bacon





O “homem nada mais é aquilo que sabe”

Iniciando este texto com a frase do filósofo britânico Francis Bacon, e autor de Novum Organum escrito em 1620 nos convida em seu texto a pensar com profundidade sobre a busca  e produção de conhecimentos; aquele que a Ciência possibilitou ao homem a descobertas e interpretações de seus meios sociais. A gerir a percepção da criticidade ao conflito dos caos imaginário, oriundo pela dedução de ideias e ideais.


A busca de conhecimento exposta por Bacon, através dos métodos de cultivo de ideias integrado a Filosofia tradicional e descoberta cientifica pela exploração  e experimentação a descoberta da natureza e do mundo. Não apenas a afirmação que se propõem os gregos, tangendo a abstração como meio de encontro as verdades absolutas.


Em contrapartida pela Ciência que se tornou a uma das forças do homem sobre a natureza que o permitiu constituir seu conhecimento cientifico, divergindo das idolatrias até então impostas por aceitação e apego.  Para que todos compreendam as lacunas que existem entre imaginação, ciência  e dogmas.





Taciane Caroline Ferreira Araújo 1º ano SS diurno 

Quebra de Paradigma

Francis Bacon colabora com a quebra de paradigma da ciência tradicional, ciência que possui como escora permanente o falar, pensar e nada mais, este filósofo propõe uma ciência que saia do escritório e explore o mundo, fornecer os elementos necessários para se conhecer o “sensível”, que busque o vivido, e principalmente que conheçamos primeiro a natureza e o mundo e somente depois deixarmos a nossa mente formular uma teoria pertinente com o que realmente existe, aliás este é um dos principais aspectos que vai contra os ideais de Descartes (este último defende que devemos nos guiar pela razão e não aceitarmos conclusões advindas de nossos sentidos, pois são falhas), filósofo que também colabora para uma Ciência Moderna.
Existo e logo penso. Seria está a frase que poderíamos usar para descrever de forma sucinta parte de sua obra afim de trazer ao mundo uma ciência que realmente colabore com a humanidade, assim como foi feito com a natureza por exemplo, Bacon já descrevia em seu tempo sobre o domínio ou escravidão da natureza, e que poderíamos ter inúmeras vantagens através desses atos, conhecendo de forma clara e precisa podemos utilizá-la e torná-la mais útil do que já é.
Francis Bacon, assim como Descartes, busca uma ciência verdadeira que espelhe e reproduza a idealização divina, que consiga desvendar as obras de Deus, e o homem quando faz isso leva a plenitude da condição racional, da observação e a razão engendrando a exploração.

Ivone Carolina Fernandes da Silva - 1º Ano Sociologia - Noturno

Francis Bacon - aula 3

                                           O ser real


     A proposta de Francis Bacon, consiste na busca da verdade absoluta atraveis do metodo indutivo, e não somente pela razão, ja que esta pode ser facilmente traída pelos nossos pensamentos, uma vez que é, influenciada pelos sentidos.
    O filosofo acreditava que para se conhecer uma verdade de forma clara e manifesta era preciso, além da razão, explorar e fazer uso de experiências sem limetes dos fatos analisados.
     Seu pensamento empirico tinha como finalidade a transformação da condição humana, intervindo no mundo em que se vive. Ao contrario dos antigos filosos gregos que apenas contemplavam a natureza sem ao menos questiona-la.
     Segundo ele a mente humana é muitas vezes bloqueada  por aqueles que Bacon chama de "idolos" que ocupam o intelecto humano, obstruindo-o e dificultando assim o acesso a verdade.




Élica Batista dos Santos, 1ano de SS- diurno
   

     Francis Bacon foi um homem à frente de seu tempo. Era na época, difícil de pensar em ciências tais como as que nos deparamos hoje em dia. Quem naquele tempo já cogitava a formação de órgãos a partir de células?

     Tomando por base as filosofias antigas que tinham como método a ideia de que o empírico (real, palpável) era a materialização do que a mente imaginava, Bacon critica essas ideias já que podem não ser a verdade da realidade e propõe experimentações com o objeto palpável para só então extrair o conhecimento.

     Sua própria interpretação do seu método, de conhecer para concluir algo, é que este seja a "cura da mente humana", onde inicialmente se elimina preconceitos e utiliza dos conhecimentos adquiridos para a transformação da condição de vida humana.

     A cada ponto, abre-se um leque de informações e opções para  se explorar e conhecer. A própria ideia de transformação do meio a partir da ciência, aponta para a inquietação de Bacon ao criticar sabiamente qual a serventia do saber senão para tal transformação.

     É por esses e tantos outros aspectos que a metodologia de Francis Bacon se tornou um dos paradigmas da ciência moderna e suas transformações.

Larissa Cristina Oliveira - 1º SS diurno

Francis Bacon

A mente e suas complexidades


 A mente humana é um campo minado, cercado de incertezas, para se ater ao verdadeiro conhecimento, não deve deixar que ela se antecipe e julgue como correto conceitos fora da razão.O mundo está cercado de falsas paixões,  uma  religiosidade cega,  teorias sem comprovação, e perde-se total  sentido  da realidade. 
O intelecto  humano se limita quando se deixa levar por especulações sem sentido, confunde a mente que se vê diante de um abismo, e fecha os olhos para e realidade como se detivesse  uma verdade absoluta, fragiliza a mente que se escraviza e mergulha em um mundo imaginativo.A ciência  vive de experimentos e através dela, é que se pode testar  dúvidas e  questionamentos, é um recurso investigativo onde não é aceito teorias sem fundamentos.
A maneira de buscar algo concreto é através da experimentação e observação da natureza,  esquecer as filosofias que  só ficam imaginando teorias, e não alteram em nada o mundo real.Deter o conhecimento é ter em mãos o poder sobre as coisas, e  só através do saber, é que o homem consegue utilizar a natureza a seu favor e encontra utilidade dos recursos naturais sem agredi-la.
Deixar de lado as verdades obscuras e sem fundamentos, é um caminho difícil, cheio de vias turbulentas, onde diferenciar o verdadeiro do falso se torna uma missão perigosa, e confundir-se é mais fácil do que se espera.A verdade só pode ser encontrada através de um saber divino, que não se atem as religiões impregnadas de falsas teorias.O fanatismo nos empurra de cabeça no abismo das ilusões, encarar a realidade  é a unica maneira de se ter e evolução da humanidade.
Lilian Greice de Paula 1° ano SS/noturno.



P

Penso,não pratico

Diante de tantas correntes filosóficas e de tantos pensadores,um causou ir em ir além dos pensamentos apenas e questionar as "experiências do mundo".
Este pensador atende pelo nome de Francis Bacon que criticava a ciência como mero exercício da mente.Para ele,a ciência deveria ser clara.
Bacon propunha também uma busca por um novo conhecimento por meio da exploração e experimentação sem limites.



Tamara dos Santos Oliveira-1 SS/Diurno 



Os ídolos e o conhecimento.

Bacon propôs que a ciência saia da cabeça do pesquisador, devemos eliminar a idéia do "achar" pois só vamos conhecer determinada realidade a partir do momento em que começarmos a vivenciar e pesquisar sobre ela e não pensar em como ela é apenas, devemos ver as coisas com clareza, da maneira como realmente são.
Não podemos ficar apenas em nossos discursos, devemos ter como objetivo mudar a condição humana e para isso é preciso conhecer certa realidade como ela realmente é, através de pesquisas e não somente do que achamos pois o acúmulo do conhecimento só vai gerar mais conhecimento.
Para isso, nos livrar dos ídolos, que são falsas percepções do mundo, é fundamental pois nossa mente está repleta deles, que fazem com que não encherguemos determinadas coisas e nossa mente só será curada quando eliminarmos esses ídolos.

Tainá Batista Ferreira, SS noturno.

UMA CIÊNCIA QUE BUSCA SER VIVIDA E NÃO SÓ PENSADA

O filosofo busca entender a natureza até ao átomo, o que muitas vezes acaba sendo desnecessário até por que algumas descobertas não vão acrescentar em nada na vida do homem, e precisamos entender que só vamos vencer a natureza a partir do momento em que se interpreta, compreende ela, afinal, saber é poder.
O método de Bacon nos deixa a entender que não devemos formular ideias sem fatos. 
É muito fácil quando se trata de um determinado assunto a nossa mente ter uma pré definição e opinião sobre tal, mas isso não pode ser suficiente, até por que muita das vezes nossos sentidos podem falhar, por isso, devemos ir á campo, explorar, viver tal situação para que assim possamos saber e entender ainda mais sobre o que estamos estudando.

                                      
           Julia Cristina da Silva - 1° ano SS - Noturno

Bacon e o mundo pela experiência

Como conhecer/interpretar o mundo se não pela for pela experiência! Com certeza essa seria a afirmação de Francis Bacon, pois ele a ressalta no seu livro Novum Organum (ou Verdadeiras Indicações Acerca da Interpretação da Natureza) de  1620, Bacon na sua obra defende a ideia de interpretar o mundo pela experiência e não só pela razão como até então faziam.

Bacon em sua obra propõe que a ciência deve ter papel de transformação da condição humana, mas ao mesmo tempo a crítica quando ela é usada apenas como mero exercício da mente. Recomenda também que haja clareza científica, porque assim esta se opõe a fantasia.

Segundo ele não podemos deixar que nossa mente se guie por si mesma, mas sim pela observação das coisas do mundo. Pois a mente humana pode enganar criando imaginações/fantasias, e assim, fazendo nos agir pela emoção imediata.

Bacon cita também os ídolos da mente que para ele são falsas percepções do mundo, pois estes obstruem a nossa visão na busca da verdade e podem “ressurgir como obstáculo à própria instauração das ciências”. Há quatro ídolos: os ídolos da tribo, os ídolos da caverna, os ídolos do foro (ou da feira) e os ídolos do teatro.


Natyéllen Casimiro de Moraes – 1º ano SS - Diurno

3º aula - Francis Bacon

O mundo mais mundo


O mundo meio mundo 
se torna mais mundo 
quando é mundo?
Hoje o homem, 
mais homem porque 
encontrou um jeito novo do mundo?
Melhor é quando esse homem 
desperta seus interessantes 
e coloca em pratica 
seu conhecimento e saberes.
O mundo não foi tão mundo 
quando os homens não tinha fontes.
Acreditava no começo, meio e fim,
sem interesse pelo futuro
por avançar, expandir...
Havia ídolos, falsos.
Diziam isso que os ídolos que se adoram
 acabam tampando os olhos e a mente, 
fazendo com que não olhe os lados 
e só a frente. Cegueira, cegos, 
como buscar o conhecimento, 
se o falso estava ali? 
De repente não foi um acidente, 
os caras começaram a notar 
que poderia ir além, 
saiu desse meio que os cegavam
que fazia sentir tantas emoções
tirando seu pensamento e razoes,
e decidiu ser alguém.
Tornou sua vida 
um mundo de pesquisas 
descobertas, injustiças, ou justiças?
Dominou a natureza 
por um lado bom e ruim.
Mas ela só é calma
quando lhe obedece
pois sua fúria
nem o homem segura...
 Há um jeito, 
interprete-a e compreende-a, estude-a...
Mas em seguida, reparou
um mal que lhe frigia.
Notou que sua mente cria
antes de ver e sentir.
Prejudica sua ciência, sua ciência...
O mundo, já é mais mundo,
pois encontrou seu mundo
e parou de ser o mundo de alguém?
Conhecer a verdade
é desapegar o falso. 
Um cara que notou tudo isso
escreveu e dizia: ‘’ O homem pode,
tanto quanto sabe.” (BACON, Francis).


(Ana Laura Silva - Serviço Social Noturno 1º ano)

Bacon: Fundador da Ciência Moderna?

Empírico é tudo aquilo que só se crê, quando há uma experimentação que comprova o que foi dito apenas com o mero exercício da mente. E como é falado: “Fazer algo e falhar é ao menos dez vezes mais produtivo do que não fazer nada. Todo sucesso deixa uma trilha de falhas atrás de si, e cada falha é um passo rumo ao sucesso.” Com esse texto temos abertura para falar um pouco mais da vida de Francis Bacon, grande filósofo, apaixonado pelo conhecimento indutivo, pois é através dele que você é induzido a fazer algo e se propõe a investigar isso, e receoso do conhecimento dedutivo, pois neste as confirmações são faladas sem ao menos conhecer, ou seja, apenas é deduzido. Por conta desses sentimentos com a ciência ele foi chamado de fundador da ciência moderna, não só pelo fato de ser apaixonado pela indução, mas sim pelo fato de Bacon não deixar que a mente guie por si mesma, e ir até a pesquisa de campo, é ai que ele pôde explorar, tocar, descobrir e sentir, dessa forma mais nada foi dedutivo para ele. E foi em uma dessas investigações de campo que o grande filósofo morreu, seis anos depois da publicação da sua obra, estava tentando realizar na prática o seu método, e nesta desejava saber por quanto tempo uma carne iria se conversar com o frio, porém não resistiu o rigoroso inverno, e foi vítima de bronquite. Com isso analisa-se que nenhum grande processo foi finalizado por Bacon, mas se não fosse por ele, não iria existir nenhum esboço dessa inovação da ciência.


Maisa Bozelli Vieira – 1º ano SS noturno.

Bacon e o princípio da experiência

    Bacon em sua nova maneira de chegar ao conhecimento, questiona a utilização da razão, de forma que, pode ser traída pela imaginação do indivíduo, a razão deduz sem conhecer. É proposto um novo mecanismo, que seria este a observação e a experimentação, baseando - se no empírico, a experiencia supera o que a razão não consegue mostrar claramente, para que ela não tome caminhos fantasiosos. 
    O novo instrumento, a exploração, torna -se o regulador da mente humana, assim, passamos a tratar a realidade de forma mais rigorosa e criteriosa, levando em conta que, a mente por si só, pode nos levar a realidades descompativeis ao real. Bacon foi fundamental para a ciência pois ainda que nos moldes atuais, ela permanece baseada em experimentos e na própria exploração, manipulando os objetos, apartir das observações do mundo, alcançando o verdadeiro conhecimento, existente e empírico. 
(Bruna Moreira, 1° SS Diurno) 
 

                                                            Saber é poder
Cura da mente,
sua regulação experimentalmente.
Ciência como a expressão da verdade
conhecer o que se passa verdadeiramente na realidade.

Se opondo a fantasia vem a clareza da ciência,
a interpretação do mundo pela experiência.
Estabelecer graus de certeza,
e ainda a possibilidade do domínio da natureza.
Ciência, um instrumento de grande riqueza.

Bacon empírico;
Razão, Observação, Experimentação
para que não haja equívoco,
com seu método da indução
estava a serviço da transformação.

Tem os ídolos da mente;
ter percepções do mundo corrompidamente.
Ciência e seu método podem antecipar uma eventualidade,
repletos de confiabilidade.

                                           Caroline dos Santos 1º ano Serviço Social - Noturno

Bacon:A interpretação do mundo pela experiencia


De fato,a interpretação do mundo através da razão,teoria defendida por Descartes,pode trazer a todos que a aplicam resultados positivos,porém,nos basear apenas no que a nossa razão nos apresenta pode nos levar a interpretações errôneas.
Para que isso não aconteça  Francis Bacon publica o “Novum Organum ou Verdadeiras Indicações Acerca da Interpretação da Natureza”,onde o mesmo explica que todas as conclusões que se deve tirar a cerca de determinado assunto,devem ter como base o conhecimento empírico,ou seja,conhecimento obtido através da observação.
Deve-se conhecer de fato o objeto a ser estudado,sem levar em conta qualquer pré-conceito que já tenha sido apresentado para o mesmo.Antes de qualquer conclusão a investigação é o que vale,para se chegar então a uma conclusão bem fundada.


Germayne Francisco Silva- 1º ano de Serviço Social-Matutino 

O mundo e suas diversas interpretações


É perceptível na grande parte da sociedade humana, seu anseio por conhecer o que lhe parece incomum ao seu cotidiano. Unindo- se ao princípio da razão de Descartes, sem o abandonar, Francis Bacon incrementa seu paradigma, transformando a forma humana de fazer, e praticar a ciência, que até então era apenas observada, questionada e baseada somente na razão pertencente ao homem. Bacon, sabendo que somos seres passionais, movidos diariamente por paixões e emoções, que podem nos influenciar na interpretação do mundo, e assim distorcer os fatos observados, propõe um novo instrumento para se gerar conhecimento, e aprofundar ainda mais, o que até então sabiam.
Para Bacon a ciência deve servir para transformar a condição da vivência humana, e a experiência leva a isso, era necessário baseá-lo não apenas na observação, mas também em experimentos, explorações e investigações, fazendo da experiência peça fundamental, para a interpretação do universo. Somos seres influenciados por ídolos, que nos causam falsas percepções do mundo em que vivemos, sejam eles, ídolos da tribo: provocados pelas interferências das paixões, vinculadas ás distorções de nossa mente, ídolos da caverna: que impede o ser de ver o mundo como ele realmente é, baseado na formação individual, ídolos do foro: relacionados as influências que sofremos nas relações interpessoais estabelecidas durante a vida, e por fim, os ídolos do teatro: relacionados as superstições que carregamos.

Para transformarmos algo, é de extrema importância antes, conhecer; e a observação apenas, não nos leva a tal façanha, precisamos concretizar o que a razão nos mostra, criando formas possíveis de se comprovar, e não deixa-lo apenas no abstrato de nossa mente.

Marina Neves Biancini 1º ano SS Diurno
De: Cheliman Alves
Para: Gilberto Gil
                        
 Andar com fé eu vou, que a fé Não costuma faiá  
É Gilberto Gil você tem razão quando diz que a fé não COSTUMA “faiá” por que ela realmente não costuma falha, mas ela pode falhar e falha quando se trata de fé religiosa no sentido de que ela pode ludibriar os fieis, com os discursos inflamados e pretensiosos de seus sacerdotes e são estes sacerdotes que Bacon chamou de ídolo do foro “Os homens se associam graças ao discurso”(Francis Bacon pg14).  Estes sacerdotes se beneficiam de ter boa retorica para convencerem seus fieis a pagar dízimos absurdos como doarem suas casas, carros e quantidades altíssimas de dinheiro para igreja um exemplo disso que lhe digo Gil é pastor Edir Macedo que aparece em um vídeo ensinando seus pastores a tirar dinheiro de seus seguidores está no you tube Gil pode ver .


Seu patrimônio pessoal está avaliado em US$ 1,1 bilhão e ele está na lista dos 64 bilionários da lista da Forbes.
 Por isso Gil que se deve atentar-se ao que o Bacon disse que é necessário se desfazer-se destes tipos de ídolos para que busquemos o acesso á verdade e conhecimento, pois como a fé costuma “faiá” nós sempre teremos uma segunda opção que é o intelecto.

1º ano ss - Noturno



sábado, 29 de março de 2014

                                  Teorias de Francis Bacon


    Francis Bacon veio por meio de seus métodos indutivos, constituir concepções
além da razão.Tomando como base a experiencia, onde consiste em estabelecer
graus de certeza, determinar o alcance exato dos sentidos, não levando em conta 
 o mero exercício da mente que toma conclusões precipitadas sem que haja construção
 no conhecimento. 
    Bacon diz que para se conseguir o conhecimento correto da natureza seria necessário ao investigador libertar-se daquilo que ele chama "Ídolos" que levam as noções falsas. Existem quatro tipos de ídolos para Bacon em sua teoria que são:
Ídolos da Tribo: São vícios inseparáveis da própria natureza humana, tal como o hábito de acreditar cegamente nos sentidos é a falsa asserção de que os sentido do homem são a medida das coisas
 Ídolos da Caverna: São erros devidos à pessoa, não à natureza humana; trata-se de diferenças individuais de habilidade, capacidade. 
 Ídolos do Fórum: São erros implicados as palavras, como se elas tivessem sentido duplo  a linguagem é responsável. Uma mesma palavra tem sentidos diferentes para os interlocutores e isso pode levar a uma aparente concordância entre as pessoas. 
Ídolos do Teatro: São as opiniões formadas em nós em decorrência dos poderes das autoridades que nos impõem seus pontos de vista e os transformam em decretos e leis inquestionáveis. 
Para Bacon o avanço dos conhecimentos e das técnicas, as mudanças sociais e políticas e o desenvolvimento da ciência e da filosofia levaria a uma grande reforma do conhecimento humano e na vida humana.
"O acúmulo de conhecimento, gera mais conhecimento"

                                                                                        Gabriela Teixeira SS Noturno.

R A C I O N A L I D A D E

Sim, racionalidade... Tornar reflexivo, empregar o raciocínio para resolver problemas. Trata-se de uma operação mental complexa que consiste em estabelecer relações entre elementos dados.

"Procuramos cercar nossas reflexões dos maiores cuidados, não apenas para que fossem verdadeiras, mas também para que não se apresentassem de forma incômoda e árida ao espírito dos homens, usualmente tão atulhado de múltiplas formas de fantasia"

Esse trecho marca bem a posição de Bacon sobre o ato de pensar racionalmente, usando dessa ferramenta, pode-se distinguir o real da ideia já formada pela sua mente. Não se pode deixar levar por uma suposição e sim, conhecer antes de ter qualquer conclusão, evitando uma posição precoce e erronia, fugindo do senso comum e aprendendo a analisar e julgar de acordo com a realidade, não apenas com a suposição. Bacon contrapõe-se também ao uso somente da razão, acreditando que o uso da sensibilidade é fundamental, já que há coisas que a razão por si só não explica.



"Uma coisa é você achar que está no caminho certo, outra é achar que o seu caminho é o único. Nunca podemos julgar a vida dos outros, porque cada um sabe da sua própria dor e renúncia..."
Paulo Coelho

Júlia Carvalho Rodrigues - 1SS/Noturno

A nova visão (entre aforismos da mente)


                Não há conhecimento sem experiência.
                Isso me faz recordar de uma das minhas lembranças mais antigas. Minha avó, insistindo para que eu provasse do peixe que uma vez fizera pro jantar, da qual eu sentia toda minha fome se esvair, encarando o peixe morto que me encarava de volta. Como se estivesse estribada apenas na ideia de que aquilo me faria mal de alguma forma.
                Sim, eu era criança. Criança teimosa e com ideias próprias de criança. Criança que, como todas as outras, pergunta sobre tudo. E, como todas as outras também, ouvia as mesmas respostas. As mesmas respostas para serem construídas as mesmas cavernas.
                Juntamente com a lembrança de minha avó, me veio uma outra um pouco mais antiga: Anabelle, a autora de meu trauma relacionado a peixes ou qualquer outro ser que vive dentro d'água. Anabelle me contara, enquanto esperávamos mais crianças para brincarmos de pique-pega numa rua sem saída, que quase morreu uma vez por ter comido peixe. Nunca a tinha visto antes. E depois, nunca mais a vi. Entretanto, após alguns anos, descobri que ela tinha um tipo de tolerância a peixe. Mas eu não tinha. O que me fez pensar em como vamos construindo nossas ideias a partir das de outras pessoas, não pelas nossas experiências.
                Nossos pais, mestres, desconhecidos, sempre no ensinando o mesmo, o mesmo também por eles aprendido, como se esse mesmo fosse o único meio coerente a se acreditar, a se seguir. É como se não existisse mais nada além desse mesmo. Como numa tribo.
                Estava cansada dos falatórios da feira e dos gestos calculados para seguirmos doutrinas, como num teatro. Cansada de tudo o que me forçava a fazer coisas das quais não era as que eu queria. Cansada de nãos.
                Comecei a perceber que estava sendo enganada e que poderia fazer o que eu realmente ansiava, pensar em coisas menos percebidas, apreciar outras pequenas que não faziam parte do mesmo sistema, consideradas na maioria das vezes inúteis. Se existe, não é inútil.
                Enfim chegava eu num momento extremo de vontade de gritar para todos meus ídolos para que me deixassem em paz, para pararem de dizer no que eu devia acreditar. Comecei a ver que todos possuem noções falsas que nos invadem e dificulta o acesso à verdadeira natureza. Eu queria ser diferente, ver e sentir coisas diferentes, adquirir experiências próprias. Viver.
                A partir daquele momento, certos assuntos começaram a rodear minha mente, nunca antes cogitados por mim, já que outras lições me foram apresentadas ao invés dessas. Ideias como o espaço. Será que os corpos celestes realmente se movem alinhadamente? Se antes o homem achava que éramos o centro do universo por ter a impressão de que o sol que nos rodeava, e não o contrário, porque deveria acreditar na dança perfeita dos astros hoje?
                Ainda não me encontro completamente curada, mas certos passos já foram dados. Minha visão está um pouco mais aguçada.
                Por isso hoje isso afirmo com plena convicção: 'Não há conhecimento sem experiência'. Já que hoje sento à mesa para comer o peixe por mim preparado.

Por pseudônimo.


(Letícia Braga Carrijo – 1° ano SS – Noturno)

Novum Orgnum - Francis Bacon

    Bacon vai nos fornecer elementos da ciência, pra nos conhecer verdadeiramente, Bacon diz que primeiro devemos buscar o conhecimento, para que possamos ter pensamentos realistas, concretos, pois o homem tem um pré noção, que antes de conhecer, já tenho um conceito formado. Bacon também diz que devemos buscar ver sempre o
mundo como ele realmente  e sempre a ciência expressando a verdade.
   A ciência tem como função explorar o conhecimento, pois conhecendo e que podemos  propor questões para melhor resolve-las. Pois o homem sempre tenta buscar o conhecimento, buscando formas e metodologias para melhorar a condição humana, chegando até as ultimas consequências para alcança-lo.    Bacon  também diz que a verdadeira ciência e a reflexão do divino, retratando as condições divina que a nos foram concedidas e desvendando seus mistérios e conhecimento, buscando na ciência as verdadeiras marcas e impressões criados por Deus para as criaturas
    "Obras devem ser estimadas mas como garantia da verdade que pelas comodidades a vida humana, Bacon,p.77".
   Bacon também fala sobre a cura da mente, buscando retirar ideias fantasiosas, e buscar a contemplação da verdade e realista.   Tem a intenção de repaginar a posição do homem e da ciência frente a natureza. A natureza não se vence, e a exploração e a única forma de compreende-la e vence-la.
    "Todo estudioso da natureza deve ter por suspeito o que o intelecto capta e retem com predileção. Em vista disso, muito deve ser a precaução para que o intelecto se mantenha integro e puro, Bacon,p.20". 
Andréia Aparecida da Silva 1°Ano S.S. Noturno

Análise da obra de Bacon

Hoje teremos uma entrevista exclusiva para o nosso blog com o filósofo Francis Bacon.

Blog: Olá Bacon! Gostaríamos de saber como o homem está agindo perante a natureza?
Bacon: Olá! O homem já consegue dominar a natureza, principalmente quando se utiliza da observação, o que na verdade não foi aplicado por muitos filósofos, matemáticos, por isso não obtiveram resultados satisfatórios.

Blog: Mas e as novas descobertas científicas?
Bacon: A maioria delas aconteceu por acaso e não propriamente pela ciência. Claro que tem fatos que a ciência não consegue explicar como, por exemplo: a fé, há uma lacuna entre a idealização humana e a  “intenção divina “diferente de alguns fatos que podemos sentir, comprovar como: o quente e o frio.

Blog: E há um método para se fazer ciência?
Bacon: Há o método da antecipação da natureza, que torna a ciência mais propicia ao erro, porque antecipamos um conhecimento da natureza sem antes conhecê-la enquanto que no método de interpretação da natureza, o senso da natureza é utilizado.

Blog: Na sua concepção como é formado o conhecimento humano?
Bacon: Em outros seres humanos, em nossas próprias convicções interiores do conhecimento de mundo adquirido e na magia, na feitiçaria, tornando assim os pensamentos distorcidos e sem fundamentos. Nós vivemos cercados de sensibilidade frágil e errônea que influencia nosso intelecto e nunca escaparemos disso. As pessoas às vezes se apegam a uma filosofia porque os convém, porque se simpatizam com os autores  e não pela aplicabilidade que as idéia deles tem. A ciência deve ficar livre dos encantos, ela deve ser minuciosa.

Blog: Deixe sua última mensagem para nossos leitores:
Bacon: Mesmo que seja em vão, ou que não tenha utilidade, a ciência deve tentar desmascarar seja na religião, nas falsas filosofias ou tudo o que não tiver um fundamento coerente para que nós possamos chegar cada vez mais próximos da verdade!

( Aline Rosilei Vanin, 1°S.S Noturno )


Pensar, experimentar, praticar
"Avião sem asa, fogueira sem brasa, razão sem experimentos, sou eu assim sem você."


 Francis Bacon se fosse analisar um bacon, com certeza não utilizaria critérios fantasiosos, de algum mito do bacon, muito menos deduziria o gosto pela consistência, forma e demais aspectos visuais reais, pensados de forma racional, porque não seria o bastante para sentir o gosto, ele teria que provar, experimentar. Isso é um exemplo bobo para exprimir o que Francis Bacon pensava. Não basta usar a razão e apenas a razão, porque até mesmo ela pode criar outros caminhos, baseados na imaginação, para determinada conclusão. Por exemplo: Se descreverem (racionalmente) uma mesa de quatro pés para uma criança, ela pode (racionalmente) pensar em quatro pés humanos, a não ser que ela observe uma mesa, utilize da prática e perceba que não são quatro pés humanos. Aproveitando o assunto sobre a mesa, podemos analisar outra critica de Bacon, sobre os cientistas que ficavam em suas mesas, trancados, apenas pensando, pensando e pensando, não utilizando do conhecimento para um bem maior, ou seja, para melhorar aspectos da sociedade no geral. Os gregos, conhecidos pela bagagem filosófica, eram criticados da mesma forma, por só falarem e não praticarem, não criarem obras.
Vitor Veiga Corne, 1º SS/Diurno


Conhecimento + Natureza + Experiências = Francis Bacon

Francis Bacon em seu método procurava verdadeiras ações e indicações para poder interpretar a natureza, mas não apenas usando a razão e sim indo além, usando as experiências. Como ideia, Bacon dizia que a ciência deveria chegar à verdade. O que transformava esta ciência era a natureza, e é o que acontece até hoje com o uso das grandes tecnologias, muitos meios foram criados até por meio da preservação da natureza. Uma observação interessante e feita dentro da sala de aula foi sobre a “Energia Eólica” que consiste na transformação da energia produzida pelo vento e depois passa ser uma energia útil, como exemplo produção de eletricidade. É por essas novas utilidades que se pode perceber o quanto a ciência é capaz de transformar o mundo.
Em sua época Bacon dizia que a sociedade era constituída por quatro ídolos, ou seja, constituída por falsas percepções do mundo. Tinha o “ídolo da tribo” que era aquele que se vinculava a distorcer as ações provocadas pela mente humana (interferência de paixões/incompetência de sentidos), o “ídolo da caverna” que se vincula com ações do homem e o mundo a sua volta, o “ídolo do forro ou feira” que se referiam ao individuo e as influencias causadas por suas associações e o “ídolo do teatro” que se vinculavam com as representações teatrais baseadas em duvidas e superstições. E com isso se nota que a população não pensava, apenas vivia naquela Antecipação da Mente, que é negativa.
Bacon criticava os gregos, que para ele, apenas ficavam tagarelando sua filosofia, e em suas sabedorias apenas existiam palavras.  Para ele esta filosofia tradicional não servia para nada, muito menos para o bem estar do homem. Era necessário explorar e experimentar para buscar novos conhecimentos e saberes. Não pode se propor nenhuma solução antes de conhecer, apenas conhecendo é que se pode propor uma transformação. Acho que o Bacon nunca esteve errado em relação aos gregos, não se pode concluir uma experiência apenas falando e falando, é preciso investigar, explorar, irmos atrás para buscar novos conhecimentos, são por esses motivos que muitos ainda se questionam da filosofia, muitas vezes são apenas palavras que não foram comprovadas com experiências. 













Ana Carolina dos Santos Soutello Alves / 1°SS Noturno 

Mudança na mente.

Novum Organum – Francis Bacon

    A capacidade humana de observar o mundo é o que realmente nos move, pois mais importante que as respostas são as perguntas.
    Bacon defende a ideia pelo método de indução que devemos vivenciar o mundo, conhecer sobre o assunto antes de opinar sobre ele e não meramente se basear em nossas próprias convicções.
    A ciência é as portas para a mudança do mundo e devemos transformar a teoria em prática essa será a nossa “salvação” e pra isso precisamos tomar as rédeas de situação buscar em si mesmo o senso critico e não aceitar tudo que lhe é imposto por uma sociedade de cultura e valores destorcidos.



Tatiane Gomes Montes 1° ano SS. Diurno



Experimentação guia do saber

Bacon como Descartes tem uma mesma visão em comum, através de seus métodos buscam estabelecer algo que transforme a condição humana consequentemente algo que traga a ela o bem estar.

Bacon vai mais além quando em seu discurso afirma que a razão por si mesma pode percorrer por outros caminhos por ele chamado de “descaminhos da mente”, quando isso ocorre leva a antecipação da mente e esta pode levar ao senso comum.

Para ele a razão deve ser guiada pela experimentação mas para se chegar nesse ponto antes  necessita-se interpretar o mundo através da observação: “Não há como explicar o aquilo que não se observa, que não se conhece profundamente”, para isso deve-se explorar, investigar ,ir a campo, seu meio mais utilizado foi o método da indução.

Também questiona de forma acirrada a filosofia tradicional com seu método de dedução e especulações, para Bacon a ciência deve intervir nas coisas do mundo e não apenas pensá-lo e contemplá-lo. Também afirma que a mentalidade científica só pode ser alcançada pela eliminação de preconceitos por Bacon chamados de ídolos.

Através do método de Bacon podemos concluir que para se provar algo é necessário conhece-lo por completo em todos seus aspectos e só se consegue isso por meio da observação, interpretação e experimentação.

                                                          Jordânia Mara 1°ano SS Diurno