segunda-feira, 10 de março de 2014

Análise do Discurso do método de René Descartes

              

             O primeiro passo é compreender a si mesmo


Certa idade começa-se a compreender que nem tudo são verdadeiros e que existem várias formas de interpretar determinado assunto. René Descartes no começo de sua juventude se encontra em um labirinto mental, tentando achar o que precisava para compreender as atitudes e o pensamento de uma sociedade. O maior começo para esse tipo de busca encontra-se primeiramente dentro de nós, oque se passa por dentro do eu. Começar a questionar as suas próprias escolhas assim encontrou-se em plena juventude. Qual seria sua verdadeira felicidade? Começou a por em mesa que talvez aquilo que ele achava que seria real, não se passava apenas de irreal. O mundo hoje esta exatamente dessa forma, a sociedade impõem de alguma forma certas coisas que não passa de outras que não conseguimos enxergar. A forma como o filósofo encontrou para se entender foi viajando dentro de si. René cria vários métodos para atingir sua conclusão a respeito de toda a sociedade e de seu interior. Uma delas era sempre vencer a si próprio antes mesmo que qualquer desafio. Não há menor cabimento quando um indivíduo quer debater sobre algo que nem se quer sabe realmente oque é. A melhor maneira que o jovem encontrou para saber sobre tais assunto foi exatamente viajando para todos os lugares possíveis conhecendo diversas culturas.
Descartes deixou seus métodos tudo muito bem explicado para aqueles que iriam seguir do mesmo modo que ele seguiu. 
A maior grandeza é o pensamento e o raciocínio. Ele cria qualquer coisa que se pode, mesmo jamais existindo, não somos seres perfeitos para fazer algo existir apenas com o pensamento.

(Aluna: Ana Laura Silva / 1º ano SS - noturno )
   “Não poder se opor a dor, é revelar-se a si.”* 


Durante séculos e ate os dias atuais, o homem esta ligado a um questionamento de si mesmo, pensa-se que é preciso conhecer a si mesmo, para depois conhecer o outro, no entanto esse conhecimento de si, torna-se muito complexo ao passo que o homem não se entende, mesmo buscando esse conhecimento, esse entendimento. São diversas as situações que coloca o homem em questionamento de si, tanto dos atos causados aos outros, quanto dos atos causados a si mesmo. Pode-se deduzir que o conhecimento de si na totalidade, torna-se cada vez mais difícil, pelo fato do homem tornar-se com os anos cada vez mais complexo. Complexo pela busca do próprio eu.

 Desde muito cedo o homem é colocado como autor da sua historia, busca recursos para a sobrevivência, para desenvolvimento da inteligência, e para conhecimento de si, pode-se afirmar que o homem não pode viver solitário, é preciso conviver, é preciso viver e existir, usar a razão que o difere dos outros seres para se conhecer, e conhecer os outros indivíduos. A razão é fundamental para o homem entender, pelo menos um pouco de si, e buscar algo melhor, com essa busca, pode também buscar um conhecimento do outro.

Conhecer a si é embarcar numa viagem que levara a vida inteira, pois entender-se na totalidade parece estar muito distante da condição que foi colocada: humana. Mesmo assim, ele busca e não cessa de descobrir coisas novas sobre ele, sobre o que é capaz de fazer e sobre o que foi capaz de executar. Sujeito a erro, homem na busca do seu eu, pode cair na tentação do egoísmo, pensando ou certificando que o mundo esta sobre sim, e não ele que está sobre o mundo. Com essas ideias percebemos que o homem busca, contudo uma solução para os problemas, haja vista que ele próprio os causa.

 O medo o faz buscar entender o por que do próprio medo, por que tem medo, e se não o tem. Existe uma contradição, em relação ao medo e as descobertas, o homem sente medo, às vezes de descobrir quem ele próprio é, pelo fato de ser complexo o bastante para se descobrir, todavia, corre o risco sempre de se encontrar e buscar a si, como meta de vida.

 A construção do homem começa quando ele busca o conhecimento além do que lhe é oferecido, assim ele poderá ter uma luz em si, e nos outros, não para ver defeitos ou qualidades, mas para buscar entender o por que dos vícios e das virtudes.



 (Pedro Paulo Pereira Cardoso.1° ano SS - Noturno)
 * Trecho da musica: O novo testamento- Compositor: Fernando Anitelli - O teatro magico.