sexta-feira, 21 de março de 2014

DESCARTES E O CONHECIMENTO ACUMULATIVO

                 A sabedoria é de suma importância para a evolução da raça humana.Mas uma pergunta  a persiste:Onde e com quem buscar resposta para tantos questionamentos?                                          Descartes em O Discurso do Método deixa explícito que o único método para responder a muito questionamentos existentes é o uso da razão,já que ao utilizá-la,haverá uma quebra de barreira e superação em relação a alquimia,a supertição e tudo que se diz mágico.                                                             Mas ele atenta para que o conhecimento através da razão não se torne vaidade,já que a razão é igual para todos,mas sim que se torne um conhecimento acumulativo para que consigamos mudar o mundo.                                                                                                                                                                                                                                                                                                             Tamara dos Santos Oliveira 1ano SS/Diurno  
TODA CERTEZA, JÁ FOI UMA DÚVIDA.
A ciência de Descartes muda os conceitos, sai da magia e vem diretamente para a razão, a partir desta mudança, o ser humano passa a ser o centro do mundo, a dominar a natureza, que antes o dominava, e a isso nomeamos, modernidade. 
É com o discurso do método que se inaugura esses novos tempos, onde se valoriza a razão, o conhecimento real, nos faz diferenciar do senso comum. É pela razão que os homens se diferenciam dos demais seres vivos, é pela capacidade de pensar que esse conhecimento passa a ser constante e mais próximo da verdade.
Com base na razão, podemos dar respostas objetivas a questões do dia a dia.
O discurso do método, não lhe dá respostas prontas, mas te propõe a dúvida, o pensar, o questionar. A razão juntamente com a dúvida é o que impulsiona para que se tenha novas verdades para o mundo.
Será???
Silmone de Lima Albino 1º SS (matutino)

Despir-se do mundo.



Descartes coloca o conhecimento como ferramenta fundamental de transformação e no livro o “Discurso de método” propõe a sua visão da razão não para nos convencer de seu método, mas sim para explicar como chegou a sua razão.
   Em uma de suas citações no livro ele diz: “ Tendo Deus concedido a cada um de nós alguma luz para diferenciar o verdadeiro do falso, não julgaria dever satisfazer-me um único instante com as opiniões dos outros, se não tencionasse utilizar o meu próprio juízo em analisá-las”, (DESCARTES, 1637, p. 16) e isso nos ínsita a desconfiança em relação ao conhecimento transmitido pelo habito/senso comum, duvidar de tudo que lhe é dito sem uma explicação racional, acreditar que a verdade advém dele mesmo que ele é sua própria razão foi umas de suas convicções.
   A partir desse texto ganhamos a consciência que o homem passa a ser o centro do mundo e que o próprio pode explicar o mundo não por alquimia, formas transcendentais ou divindades mais sim por um raciocínio lógico, concreto e comprovado.
   Contudo, que possamos assim como Descartes nos despir de tudo que lhe fora imposto e que não sejamos mais um alienado entre tantos, mas sim criadores de nossas próprias convicções.

Tatiane Gomes Montes, 1º ano SS/ Diurno.

Desamarrando as amarras

O homem nasce livre de crenças, mas desde a sua infância lhe é impregnado costumes, conceitos religiosos e culturas, antes mesmo de buscar suas verdades. Dizem a roupa que devem ou não colocar, a conduta que é, ou não, permitida em algumas situações ,o alimento que não se deve misturar com o outro, é quase automático bater na madeira três vezes ao ver um gato preto ou anunciar uma morte, embora em nosso intimo não acreditamos totalmente nisso. 
Esses costumes estão tão presentes em nosso cotidiano que fica difícil, ou até mesmo impossível, nos desprendermos dessas manias.Para nos libertar, é preciso traçar um caminho onde seguir o nosso pensamento e conhecimento seja livre de qualquer preocupação com o que nos foi ensinados a nossa vida toda, e isso é um dos maiores desafios da humanidade. 
É inevitável não acontecer uma transformação no pensar e no agir do homem que passa a ver o mundo com um olhar mais critico e observador. 

Élica Batista dos Santos, 1° ano de SS/ diurno

Dúvida, a melhor forma de conhecer


"Novum Organum", Francis Bacon 

 Todo ser humano é dotado de dois lados em seu interior, o lado passional e o lado racional, segundo Bacon quando utilizamos apenas a nossa razão e nos distanciamos do lado passional nós somos capazes de diferenciar o que é verdadeiro e o que é falho. 
  Seria necessário então, duvidar de todo e qualquer tipo de preceito conhecido, senso comum, religião, superstições, alquimia e afins, acreditando apenas no conhecimento cientifico. Porém é necessário observar cada acontecimento com cautela, pois segundo o autor o conhecimento se constrói sem pressa. 
  A razão surge do questionamento, e nos conduz para a verdade, e a ciência passa a nos ser um instrumento útil de domínio da natureza para o bem estar do homem 

                  Fabrício Venerando - Serviço Social - Noturno

Descartes

Desamarrando as amarras 

O homem nasce livre de crenças, mas desde a sua infância lhe é impregnado costumes, conceitos religiosos e culturas, antes mesmo de buscar suas verdades. Dizem a roupa que devem ou não colocar, a conduta que é, ou não, permitida em algumas situações ,o alimento que não se deve misturar com o outro ,é quase automático bater na madeira três vezes ao ver um gato preto ou anunciar uma morte, embora em nosso intimo não acreditamos totalmente nisso. 
Esses costumes estão tão presentes em nosso cotidiano que fica difícil, ou até mesmo impossível, nos desprendermos dessas manias.Para nos libertar, é preciso traçar um caminho onde seguir o nosso pensamento e conhecimento seja livre de qualquer preocupação com o que nos foi ensinados a nossa vida toda, e isso é um dos maiores desafios da humanidade. 
É inevitável não acontecer uma transformação no pensar e no agir do homem que passa a ver o mundo com um olhar mais critico e observador. 

Élica Batista dos Santos, 1° ano de SS/ diurno
                                                                                                                                               ( Discurso do Método, René Descartes)