sábado, 22 de março de 2014

Análise Francis Bacon (Novum Organum)

Desconstrução do senso comum

Tudo que existe até hoje, ou pelo menos a maioria das coisas se dão devido a estudos, mais a maioria deles provem de teorias antes pesquisadas. Então a pergunta que tem de ser feita é a seguinte : porque devo acreditar em tudo aquilo que me é dito ? 
A sociedade segue suas vidas por base do que lhes é imposto, seja culturalmente, seja visualmente, o que quero dizer é que sem sombra de dúvidas e com perdão das palavras, nós somos ''Maria vai com as outras''. Digo isso com base no que me deparo todos os dias, a sociedade não mais questiona, se algo foi dito nas gerações passadas, hoje ou qualquer que seja a época, aquilo é aceito, tomado, como verdade.
O que quero dizer é que deve-se desconstruir o senso comum, desconstruir as idéias a nós impostas, as crenças que resultam de gerações passadas e que nós aceitamos com normalidade sem questionarmos se não há uma outra forma de enxergarmos e lidarmos com as situações. 
A partir daí renunciaremos as visões antigas, o comum, construiremos uma forma nova de enxergar e questionar, seguiremos novos conceitos, andaremos com nossos próprios pés, descobriremos uma natureza da qual não havíamos tido conhecimento anteriormente . A desconstrução do senso comum, é também a desconstrução das barreiras que tapam nossa visão a tempos. 

(Aline Neiland - 1º ano SS - noturno)

Mente Humana X Intenção Divina

Não é preciso filosofar muito...
Buscar em ídolos da mente, superstições,ideologias estranhas, teorias hipotéticas e improváveis.Também não é equívoco questioná-los, desde que se torne mais fácil descobrir uma ciência capaz de desvendar a finalidade do ser humano, neste mundo, sabendo que a própria natureza anseia muito para que ele mesmo, descubra as coisas recônditas que esta tem para o auxiliar, em prol de seu bem estar. É melhor que o homem não pense já ter descoberto tudo, visto que ainda há muito pra se desvendar...Deus fez a natureza e o entregou como uma ferramenta eficaz para que o mesmo usufrua, sem limites, de tudo o que ela possa oferecer-lhe. Embasando-se no Livro da Sabedoria, cujo Deus o criou com inteligência divina e/ou mente saudável, então este será capaz, através de sua experiência, chegar ao concreto.Mas, ao invés disso, muitos deixam suas mentes vagarem rumo ao mundo abstrato, culminando em frustrações e dúvidas, gerando indignação. Em contraposto disso, quanto mais ele se aproximar da mente divina, poderá então, ter como atalho de antecipação, descobertas cada vez mais interessantes, já que o próprio Deus o fez para isso.
  
" Se um homem começar com certezas, ele deverá terminar em dúvidas; mas se ele se satisfizer em começar com dúvidas , ele deverá terminar em certezas". 
Francis Bacon 

Maria Aparecida Alves Caldeira  1ºano Serviço Social-Noturno 
         


A verdade pela razão e a dúvida.

A razão é algo que se faz presente em todos os homens e da mesma maneira, sem maiores ou menores proporções de um indivíduo para o outro, não existindo pessoa que seja mais racional ou que seja menos racional. O que irá diferenciar uns dos outros é a maneira como cada pessoa utiliza sua razão, pois cada indivíduo a conduz de maneira única.
De criança começamos a formar nossos pensamentos e o que temos como verdade, porém, muitas vezes o são falsos. O que Descartes propõe é a dúvida e a contestação como princípio de reconstrução de nossos juízos, para que possamos aperfeiçoar nossa razão e buscar a verdade da melhor maneira, deixando de lado antigas certezas incoerentes e preservando aquelas que nos parecem mais coerentes, após bem analisadas e colocadas em xeque. Porém, para melhor análise, seria menos dificultoso se analisadas primeiramente as ideias mais simples, como uma espécie de treino para a análise daquelas que seriam mais complexas.
A análise e reconstrução de nossos juízos deveriam ser feitos de maneira lenta, sem a pressão de que haja pressa para conclui-las, para que não se torne danosa e que seja mais legítima possível. Tendo em conta que as análises são um processo lento e gradativo, Descartes propõe que haveríamos de se apoiar em uma moral provisória para que haja condição de se manter saudável durante esse processo, como o fez, por exemplo, apoiando-se em sua religião e as leis e costumes do país em que viveu.

Chegando assim a conclusão de que a verdade deve ser obtida através do uso da razão que possuímos, partindo do princípio da dúvida, desde as coisas que nos foram induzidas a partir de criança e aquelas que fomos adquirindo em caráter de costume, até as que nos depararmos ao longo de nossa vida. Colocando em duvida e submetendo-as a uma análise racional, estaremos mais perto possível daquilo que nos parece a verdade.

(O discurso do metodo - Rene Descartes)
Leonardo Romanelli da Silva, 1° SS diurno.

NOVUM ORGANUM Francis Bacon

A Busca do Invisível aos Nossos Olhos

Ao contrário dos filósofos clássicos, Francis Bacon defendia o método de fazer novas descobertas, ele acreditava na existência de Deus, por isso, tudo que era digno de existência, era digno de ciência, de ser observado, pesquisado e experimentado, assim acreditando que poderia descobrir muito mais sobre a natureza.

De acordo com Bacon, se você usasse mais o seu lado racional, teria muito mais chances de diferenciar o falso do verdadeiro, pois para ele nem tudo no mundo a ciência explicava, e por muitas vezes algumas explicações se distorciam em falsas teorias.

Para Bacon, é muito grande a diferença entre a mente humana (científica), e a mente divina (espiritual), causando ai um interesse maior na descoberta espiritual, pois a natureza esconde muitas coisas de grande utilidade que não se tem vinculo algum com algo já existente no mundo e que ainda não foram descobertas.


João Paulo de Carvalho, 1º Ano de Serviço Social - Noturno.

Texto da aula 2-Discurso do método (Descartes)



O mundo em que vivemos está tão repleto de certezas,dogmas,costumes e verdades ditas,que os indivíduos que nele acabam de "chegar" já tem uma receita pronta sobre os caminhos que devem seguir para serem "felizes" de uma maneira geral.

A problemática que pode-se perceber,é  que esses indivíduos não tem unidade,pois pegam essa receita e a "aplicam" sem parar para questionar sobre tudo o que tem como certo,acabam tendo uma vida confortável demais,e conformam-se com o fardo de levar uma vida "normal",atrevo-me a dizer até que tem uma vida insossa.

Verdades ditas,dogmas e costumes existem e devem ser questionados,investigados e observados para que se possa chegar a uma momentânea conclusão,e esta também deverá ser investigada,fazendo assim,com que nada seja concluído. Em resumo,vê-se que se deve utilizar da razão para aceitar algo como verdadeiro ou não,talvez o melhor caminho a seguir seja o caminho da dúvida.

Germayne Francisco Silva-Primeiro ano de SS-Matutino

Razão principio da certeza


Descartes através de seu discurso do método coloca em questão os conhecimentos então existentes, estes eram baseados em crendices, dogmas, revelações sobrenaturais para ele de nada adiantava tal saber pois eram impostos, trazido de outras gerações,de lendas e não tinha proveito algum para o homem senão para sua própria admiração.

O interessante é que ele não impõe mas propõe sua metodologia, com grande cautela não desprezando as demais.O que ele buscava era um ponto de equilíbrio, algo que conseguisse abranger todas em uma só, que transformasse o mundo a serviço do homem e também que tivesse fins práticos para a humanidade.

Seu principal instrumento para construção de seu discurso foi a RAZÂO fora dela não existe verdade. A razão é aquilo que distingue o ser humano de todos os outros, ela dá a capacidade de examinar tudo e todos.A partir dela pode-se obter verdades claras, objetivas e sólidas.

Essa nova visão de Descartes foi uma das bases para a ciência moderna, possibilitando um conhecimento baseado na lógica, no concreto, em evidências libertando o homem de seu senso comum e o convidando a desvendar e encontrar as respostas para seus dilemas pela racionalidade.

                                                                   Jordânia Mara 1ºAno Serviço Social- Diurno

SABER É PODER

Francis Bacon vai em contradição a teoria dos  filósofos clássicos,em dizer que  fazer ciência não é ir contra Deus, é pelo contrario é desvendar a natureza divina, o sobrenatural. Apresenta uma tese que ,não da mais para pensar na razão somente pela ciência, agora também se procura uma espiritualidade, a sensibilidade, o empírico.
A verdadeira indução o método proposto, pelo qual o homem poderia construir uma nova ciência capaz de interpretar a natureza. Acreditava numa filosofia que favorecia a humanidade. Para pensar basta ter um sentido útil e só tem finalidade se muda de alguma forma o mundo a sua volta, intervir, agir.
Como guia da nossa razão, a experiencia. E nada melhor que ela, afinal é por meio dela que temos um conhecimento, seja qual for, e em ciências sociais essa é um ótimo instrumento, para a reflexão .

Observe
argumente
encontre um sentido
conhecimento é poder
seja filho da ciência.


Paula Eduarda Martins Coutinho ( 1º ano S.S Noturno)

NOVUM ORGANUM Francis Bacon

Francis Bacon se atraia por novas descobertas, pelo desejo de um novo método, o que o levou a grandes pesquisas. Tinha como um objetivo buscar novas questões para as ciências.
Francis Bacon fez vários experimentos, e causava uma grande polêmica entre os filósofos; por acreditar na existência de Deus e não aceitar a causa final.
O grande sucesso das ciências vem do trabalho da natureza, até mesmo a razão provém dela.
Não adianta esperar que a ciência se erga em cima de uma ideia que já foi utilizada e fracassou. É preciso recomeçar.
A intelectualidade sempre esteve em questão, muitos se perdem no decorrer das pesquisas por defenderem um ponto de vista, e assim afetando o objetivo real da pesquisa.
O essencial é observar os fenômenos, fundar teorias e assim concluir ou iniciar uma nova questão a partir desta.

Laiane Mirelli / 1º ano S.S. Noturno