domingo, 30 de março de 2014

Experimentando Bacon


Francis Bacon, muitas vezes chamado de “fundados da ciência moderna” defendia que o conhecimento, sem abandonar o principio da razão, é adquirido através da vivencia e das e experiências, ou seja, deve ser empírico. Não se deve permitir que a mente se guie por si mesma, é preciso que algo concreto seja base para o conhecimento, pois até mesmo a mente pautada em princípios racionais pode se perder em fantasias. Um exemplo disso é descrever uma cadeira a uma criança, que pode imaginar suas pernas sendo iguais a pernas humanas ou pernas de animais, e somente ao observar uma cadeira real, tocar, se sentar que ela chegara a conclusão do que realmente são pernas de cadeira.

Em seus discursos, Bacon critica as formas antigas de pensamento, entre essas as dos Gregos, por afirmar que sua filosofia era “farta em palavras, mas estéril em obras” e que durante todo o espaço de tempo em que ela existiu não acrescentou nada que fosse pratico a vida dos homens.Ele propunha então um novo método de cura da mente, que regularia nossa mente pela experimentação e que daria ao homem controle sobre a natureza.

Bacon acreditava na existência de falsas noções que invadiam a mente do homem, dificultando ou até mesmo impedindo o acesso a verdade, a essas falsas interpretações do mundo ele deu o nome de Ídolos, esses se dividiam em quatro grupos.Os Ídolos da tribo são inerentes da tribo humana, generalizam todas as percepções e sentidos da mente humana, esquecendo-se que eles não se aplicam a todo o universo, permitem-se influenciar pelas paixões. Os ídolos da caverna são presos em preconceitos e ideologias pró pias, pois segundo Bacon, cada um de nós tem uma caverna a qual nos habituamos, ou seja, todos temos nossos princípios idéias e crenças que consideramos como verdade absoluta e que nos cobre a visão do real.Existem também os Ídolos da feira, que são considerados por Bacon os mais perturbadores, esses usam as palavras e o discurso para implantar idéias e convencer aos outros.E por fim existem os Ídolos do teatro que transformariam o mundo em um teatro de ilusões, por serem teorias sem relações com a natureza humana.

Analisando as idéias defendidas por Francis Bacon, podemos concluir que apesar do tempo que o separa da contemporaneidade ainda podemos notar semelhanças entre sua filosofia e a atualidade.As amarras que nos prendem,os “ídolos” são os mesmos, e nos ainda precisamos aprender a domá-los e contorná-los para que possamos alcançar a verdade e o real conhecimento.
Julia S. Corne (SS,Diurno)

Em busca do conhecimento

       Segundo Francis Bacon, nossa interpretação do mundo, ou seja nossos ideais, e conhecimentos obtidos durante o percurso da vida, devem ter embasamento não pelo método dedutivo, esse que se tem origem apenas superficial, sem informações aprofundadas, mas sim pelo método indutivo, que é aquele que se obtêm através da experiencia, do empirismo.Tudo aquilo que a razão não pode comprovar de forma clara, a experiencia irá comprovar tal fato, com isso evitando que nossa mente seja enganada, tomando por base fundamentos fantasiosos.
      Com o cultivo desse método, a ciência tem como instrumento uma realidade bem mais rigorosa, pois a descoberta científica necessita da experimentação, da junção do homem com a exploração perante a natureza,  para que esta se torne verdadeira e funcional na sociedade, rompendo com o modelo tradicional de ciência, como é o exemplo da crítica exposta por Bacon sobre os filósofos gregos, estes que apenas pensavam e expunham seus pensamentos. Bacon também expõe a questão atribuída aos "ídolos" que se derivam de falsas percepções do mundo, que são conhecimentos absorvidos de maneira superficiais, provocando muitas vezes confusões na mente humana, como é o caso dos ídolos da tribo, que sofrem interferência das paixões humanas e da incompetência dos sentidos.
      Conclui-se então a partir da obra que o novo método descrito por Bacon, tem como princípio utilizar dois fundamentos básicos para alcançar o conhecimento concreto, que são a razão e o empirismo, criando assim uma ciência transformadora da condição humana, pois esta nova ciência irá desvendar e aproximar o homem do mundo, da natureza, observando-a com mais cautela e critério, construindo novos caminhos e novas respostas para a humanidade.

Ana Laura Assis Siqueira - 1° ano SS diurno.
Novo Método
      Francis Bacon publica em 1620 sua principal obra denominada Novum Organum, propondo nesta, um instrumento para a interpretação e compreensão de tudo o que nos cerca, de tudo o que é possível ser analisado e compreendido. Este método tem como instrumento a experiência de algo, ao invés de apenas ficar pensando/refletindo sobre o objeto a se analisar, este também titulado como Interpretação da Natureza, tem como intuito descobrir e abranger nossos conhecimentos através da ciência, com o apoio de experiências, domar a natureza, pois domando a natureza conseguiremos dominar o mundo.
       Neste método se tem uma sequência de aforismos na qual traz consigo um fundamento que em cada sentença pode denotar um pensamento de teor prático ou moral. Um desses aforismos é o XXXVI: “Resta-nos um único e simples método, para alcançar os nossos intentos: levar os homens aos próprios fatos particulares e às suas séries e ordens, a fim de que eles, por si mesmos, se sintam obrigado a renunciar às suas noções e comecem a habituar-se ao trato direto das coisas.”. Neste trecho, como a obra completa, apresenta-se uma nova proposta de busca de conhecimento, onde é necessário seu lado empírico se sobressair e atuar na sua busca de compreender o mundo e seus dogmas e sempre perpassando por experiências que irão auxiliar no entendimento da ciência

José Carlos Simão - SS Noturno 1º Ano 

Percepção da verdade segundo Bacon.

 Bacon defendia o modo indutivo de pensar descartando totalmente o modo dedutivo, pois para ele o ser humano só chega no verdadeiro conhecimento através da experiencia vivida e não através da dedução. Bacon também acreditava que o sentido de um individuo tem grande influencia em sua razão, porém este sentido ofusca sua visão para chegar realmente á verdade. Sendo assim é necessário que o ser humano guie sua mente não deixando que os sentido e seu senso dedutivo á ofusque usando o poder investigativo para alcançar a verdade e o conhecimento.
 Há quatro fatores que segundo Bacon auxiliam o ser humano a raciocinar segundo o modo dedutivo, o afastando da verdade, que são: Ídolo da tribo, Ídolo da caverna, Ídolo do foro e Ídolo do teatro. Os Ídolos para Bacon são os principais fatores que afastam as vedardes dos homens e estes ídolos se baseiam na cultura, religião, percepção de mundo e outros fatores que o homem trabalha como certeza.
  As experiencias do passado para Bacon era essencial para o aprendizado humano e serviam como alicerce para novas experiencias.

Marcela Casagrande Manzolli, 1 ano SS.

Bacon - A interpretação do mundo

Ao observar as pequenas coisas aprendemos como funciona um todo.
Ao observar as ações dos outros descobrimos o que está errado.
Ao observar os erros dos outros diminuímos nossa chance de errar.
Ao observar as pessoas vejo quais merecem minha amizade, amor, atenção e respeito.
E essa é a melhor maneira que eu acho para viver a vida.
OBSERVANDO e APRENDENDO

- Phablo José Daniel



Como vimos no verso de Phablo, observar seria a melhor maneira de interpretar o mundo e assim aprender como se portar na sociedade em que vivemos; Bacon também vê como sendo a melhor maneira de viver, sempre 'observando'. Bacon segue a linha de raciocínio que se somente usarmos a razão como método é possível sermos enganados pela nossa propiá imaginação. Não devemos deixar que nossa mente nos guie por si só, mais devemos observar tudo ao nosso redor para tirar conclusões.  

- Vitória Raquel Ribeiro Rocha - 1º SS - Diurno

Quebrando os ídolos

Bacon e Descartes tornaram um paradigma para a ciência na época de transição do catolicismo para o protestantismo em que Bacon rompe os outros cientistas criando um novo método, o Novum Organun, isto é, uma nova forma de conhecimento através de fenômenos naturais em que a partir deste método pode ser a cura da mente que pela regulação desta por mecanismos da experiência. A experiência será o guia da nossa mente para que não caminhe pela indução.
Bacon em sua teoria diz que a força e o conhecimento tem que andar juntos, para que haja frutos não podemos só exercitar a mente sem por em pratica e não podemos por em prática sem ter o conhecimento.

Outro fator que ele aborda é que existe uma lacuna entre a idealização da mente humana e as intenções divinas. O ser humano está muito acostumado com falsas percepções de mundo, ou seja, enquanto os ídolos. O que nos aproxima da divindade é a ciência, no entanto, se continuarmos com o senso comum nunca irá saber o plano de Deus. Em relação aos falsos ídolos, Bacon aborda principais falhas para chegarmos ao conhecimento verdadeiro, que são:
Ídolos da tribo( Falhas da natureza humana, relacionadas aos sentidos e ao intelecto, comuns a todos os homens. Para corrigi-las somente por meio da experimentação),Ídolos da caverna – Falhas inerentes às características do próprio estudioso (história, ambiente, hábitos, crenças pessoais, etc.),Ídolos de foro – inerentes às falhas do uso da linguagem e da comunicação entre os homens. As palavras podem assumir acepções diferentes em diferentes contextos, levando a interpretações variadas,Ídolos do teatro – distorções introduzidas no pensamento advindas da aceitação de falsas teorias, de falsos sistemas filosóficos.









Conhecimento é poder !


 
          Bacon propõe em seu método o pensamento indutivo e a experiência utilizando de aforismos para tornando suas ideias breves chegando a seu principio.  Deseja unir o homem e a natureza fazendo com que o mesmo a explore, podendo compreendê-la , se adaptar e usufruir de seus efeitos de maneira consciente.
          É através do conhecimento e experiência sobre a natureza que Francis Bacon iniciou seus métodos científicos, com isso ele nos transmite como a ciência contribui para melhorar as condições de vida da sociedade. Um exemplo da ciência em conjunto com a natureza é a Energia Eólica, método que beneficiou a sociedade sem causar danos à natureza.
          Francis Bacon também cita quatro ídolos sendo : Ídolos da tribo: caverna, foro e do teatro que acabam sendo falsas noções que ocupam nossa mente e geram dificuldades em relação a ciência, e para combate-los é necessário conhecimento sobre os mesmos.
          Portanto este método de Bacon nos passa uma nova visão de ciência através dos conhecimentos da natureza e visa  uma nova maneira de estudar estes mesmos fenômenos em função do bem estar da sociedade.

( Monike Campos - 1° SS Noturno )

Bacon para refletir comendo bacon





O “homem nada mais é aquilo que sabe”

Iniciando este texto com a frase do filósofo britânico Francis Bacon, e autor de Novum Organum escrito em 1620 nos convida em seu texto a pensar com profundidade sobre a busca  e produção de conhecimentos; aquele que a Ciência possibilitou ao homem a descobertas e interpretações de seus meios sociais. A gerir a percepção da criticidade ao conflito dos caos imaginário, oriundo pela dedução de ideias e ideais.


A busca de conhecimento exposta por Bacon, através dos métodos de cultivo de ideias integrado a Filosofia tradicional e descoberta cientifica pela exploração  e experimentação a descoberta da natureza e do mundo. Não apenas a afirmação que se propõem os gregos, tangendo a abstração como meio de encontro as verdades absolutas.


Em contrapartida pela Ciência que se tornou a uma das forças do homem sobre a natureza que o permitiu constituir seu conhecimento cientifico, divergindo das idolatrias até então impostas por aceitação e apego.  Para que todos compreendam as lacunas que existem entre imaginação, ciência  e dogmas.





Taciane Caroline Ferreira Araújo 1º ano SS diurno 

Quebra de Paradigma

Francis Bacon colabora com a quebra de paradigma da ciência tradicional, ciência que possui como escora permanente o falar, pensar e nada mais, este filósofo propõe uma ciência que saia do escritório e explore o mundo, fornecer os elementos necessários para se conhecer o “sensível”, que busque o vivido, e principalmente que conheçamos primeiro a natureza e o mundo e somente depois deixarmos a nossa mente formular uma teoria pertinente com o que realmente existe, aliás este é um dos principais aspectos que vai contra os ideais de Descartes (este último defende que devemos nos guiar pela razão e não aceitarmos conclusões advindas de nossos sentidos, pois são falhas), filósofo que também colabora para uma Ciência Moderna.
Existo e logo penso. Seria está a frase que poderíamos usar para descrever de forma sucinta parte de sua obra afim de trazer ao mundo uma ciência que realmente colabore com a humanidade, assim como foi feito com a natureza por exemplo, Bacon já descrevia em seu tempo sobre o domínio ou escravidão da natureza, e que poderíamos ter inúmeras vantagens através desses atos, conhecendo de forma clara e precisa podemos utilizá-la e torná-la mais útil do que já é.
Francis Bacon, assim como Descartes, busca uma ciência verdadeira que espelhe e reproduza a idealização divina, que consiga desvendar as obras de Deus, e o homem quando faz isso leva a plenitude da condição racional, da observação e a razão engendrando a exploração.

Ivone Carolina Fernandes da Silva - 1º Ano Sociologia - Noturno

Francis Bacon - aula 3

                                           O ser real


     A proposta de Francis Bacon, consiste na busca da verdade absoluta atraveis do metodo indutivo, e não somente pela razão, ja que esta pode ser facilmente traída pelos nossos pensamentos, uma vez que é, influenciada pelos sentidos.
    O filosofo acreditava que para se conhecer uma verdade de forma clara e manifesta era preciso, além da razão, explorar e fazer uso de experiências sem limetes dos fatos analisados.
     Seu pensamento empirico tinha como finalidade a transformação da condição humana, intervindo no mundo em que se vive. Ao contrario dos antigos filosos gregos que apenas contemplavam a natureza sem ao menos questiona-la.
     Segundo ele a mente humana é muitas vezes bloqueada  por aqueles que Bacon chama de "idolos" que ocupam o intelecto humano, obstruindo-o e dificultando assim o acesso a verdade.




Élica Batista dos Santos, 1ano de SS- diurno
   

     Francis Bacon foi um homem à frente de seu tempo. Era na época, difícil de pensar em ciências tais como as que nos deparamos hoje em dia. Quem naquele tempo já cogitava a formação de órgãos a partir de células?

     Tomando por base as filosofias antigas que tinham como método a ideia de que o empírico (real, palpável) era a materialização do que a mente imaginava, Bacon critica essas ideias já que podem não ser a verdade da realidade e propõe experimentações com o objeto palpável para só então extrair o conhecimento.

     Sua própria interpretação do seu método, de conhecer para concluir algo, é que este seja a "cura da mente humana", onde inicialmente se elimina preconceitos e utiliza dos conhecimentos adquiridos para a transformação da condição de vida humana.

     A cada ponto, abre-se um leque de informações e opções para  se explorar e conhecer. A própria ideia de transformação do meio a partir da ciência, aponta para a inquietação de Bacon ao criticar sabiamente qual a serventia do saber senão para tal transformação.

     É por esses e tantos outros aspectos que a metodologia de Francis Bacon se tornou um dos paradigmas da ciência moderna e suas transformações.

Larissa Cristina Oliveira - 1º SS diurno

Francis Bacon

A mente e suas complexidades


 A mente humana é um campo minado, cercado de incertezas, para se ater ao verdadeiro conhecimento, não deve deixar que ela se antecipe e julgue como correto conceitos fora da razão.O mundo está cercado de falsas paixões,  uma  religiosidade cega,  teorias sem comprovação, e perde-se total  sentido  da realidade. 
O intelecto  humano se limita quando se deixa levar por especulações sem sentido, confunde a mente que se vê diante de um abismo, e fecha os olhos para e realidade como se detivesse  uma verdade absoluta, fragiliza a mente que se escraviza e mergulha em um mundo imaginativo.A ciência  vive de experimentos e através dela, é que se pode testar  dúvidas e  questionamentos, é um recurso investigativo onde não é aceito teorias sem fundamentos.
A maneira de buscar algo concreto é através da experimentação e observação da natureza,  esquecer as filosofias que  só ficam imaginando teorias, e não alteram em nada o mundo real.Deter o conhecimento é ter em mãos o poder sobre as coisas, e  só através do saber, é que o homem consegue utilizar a natureza a seu favor e encontra utilidade dos recursos naturais sem agredi-la.
Deixar de lado as verdades obscuras e sem fundamentos, é um caminho difícil, cheio de vias turbulentas, onde diferenciar o verdadeiro do falso se torna uma missão perigosa, e confundir-se é mais fácil do que se espera.A verdade só pode ser encontrada através de um saber divino, que não se atem as religiões impregnadas de falsas teorias.O fanatismo nos empurra de cabeça no abismo das ilusões, encarar a realidade  é a unica maneira de se ter e evolução da humanidade.
Lilian Greice de Paula 1° ano SS/noturno.



P

Penso,não pratico

Diante de tantas correntes filosóficas e de tantos pensadores,um causou ir em ir além dos pensamentos apenas e questionar as "experiências do mundo".
Este pensador atende pelo nome de Francis Bacon que criticava a ciência como mero exercício da mente.Para ele,a ciência deveria ser clara.
Bacon propunha também uma busca por um novo conhecimento por meio da exploração e experimentação sem limites.



Tamara dos Santos Oliveira-1 SS/Diurno 



Os ídolos e o conhecimento.

Bacon propôs que a ciência saia da cabeça do pesquisador, devemos eliminar a idéia do "achar" pois só vamos conhecer determinada realidade a partir do momento em que começarmos a vivenciar e pesquisar sobre ela e não pensar em como ela é apenas, devemos ver as coisas com clareza, da maneira como realmente são.
Não podemos ficar apenas em nossos discursos, devemos ter como objetivo mudar a condição humana e para isso é preciso conhecer certa realidade como ela realmente é, através de pesquisas e não somente do que achamos pois o acúmulo do conhecimento só vai gerar mais conhecimento.
Para isso, nos livrar dos ídolos, que são falsas percepções do mundo, é fundamental pois nossa mente está repleta deles, que fazem com que não encherguemos determinadas coisas e nossa mente só será curada quando eliminarmos esses ídolos.

Tainá Batista Ferreira, SS noturno.

UMA CIÊNCIA QUE BUSCA SER VIVIDA E NÃO SÓ PENSADA

O filosofo busca entender a natureza até ao átomo, o que muitas vezes acaba sendo desnecessário até por que algumas descobertas não vão acrescentar em nada na vida do homem, e precisamos entender que só vamos vencer a natureza a partir do momento em que se interpreta, compreende ela, afinal, saber é poder.
O método de Bacon nos deixa a entender que não devemos formular ideias sem fatos. 
É muito fácil quando se trata de um determinado assunto a nossa mente ter uma pré definição e opinião sobre tal, mas isso não pode ser suficiente, até por que muita das vezes nossos sentidos podem falhar, por isso, devemos ir á campo, explorar, viver tal situação para que assim possamos saber e entender ainda mais sobre o que estamos estudando.

                                      
           Julia Cristina da Silva - 1° ano SS - Noturno

Bacon e o mundo pela experiência

Como conhecer/interpretar o mundo se não pela for pela experiência! Com certeza essa seria a afirmação de Francis Bacon, pois ele a ressalta no seu livro Novum Organum (ou Verdadeiras Indicações Acerca da Interpretação da Natureza) de  1620, Bacon na sua obra defende a ideia de interpretar o mundo pela experiência e não só pela razão como até então faziam.

Bacon em sua obra propõe que a ciência deve ter papel de transformação da condição humana, mas ao mesmo tempo a crítica quando ela é usada apenas como mero exercício da mente. Recomenda também que haja clareza científica, porque assim esta se opõe a fantasia.

Segundo ele não podemos deixar que nossa mente se guie por si mesma, mas sim pela observação das coisas do mundo. Pois a mente humana pode enganar criando imaginações/fantasias, e assim, fazendo nos agir pela emoção imediata.

Bacon cita também os ídolos da mente que para ele são falsas percepções do mundo, pois estes obstruem a nossa visão na busca da verdade e podem “ressurgir como obstáculo à própria instauração das ciências”. Há quatro ídolos: os ídolos da tribo, os ídolos da caverna, os ídolos do foro (ou da feira) e os ídolos do teatro.


Natyéllen Casimiro de Moraes – 1º ano SS - Diurno

3º aula - Francis Bacon

O mundo mais mundo


O mundo meio mundo 
se torna mais mundo 
quando é mundo?
Hoje o homem, 
mais homem porque 
encontrou um jeito novo do mundo?
Melhor é quando esse homem 
desperta seus interessantes 
e coloca em pratica 
seu conhecimento e saberes.
O mundo não foi tão mundo 
quando os homens não tinha fontes.
Acreditava no começo, meio e fim,
sem interesse pelo futuro
por avançar, expandir...
Havia ídolos, falsos.
Diziam isso que os ídolos que se adoram
 acabam tampando os olhos e a mente, 
fazendo com que não olhe os lados 
e só a frente. Cegueira, cegos, 
como buscar o conhecimento, 
se o falso estava ali? 
De repente não foi um acidente, 
os caras começaram a notar 
que poderia ir além, 
saiu desse meio que os cegavam
que fazia sentir tantas emoções
tirando seu pensamento e razoes,
e decidiu ser alguém.
Tornou sua vida 
um mundo de pesquisas 
descobertas, injustiças, ou justiças?
Dominou a natureza 
por um lado bom e ruim.
Mas ela só é calma
quando lhe obedece
pois sua fúria
nem o homem segura...
 Há um jeito, 
interprete-a e compreende-a, estude-a...
Mas em seguida, reparou
um mal que lhe frigia.
Notou que sua mente cria
antes de ver e sentir.
Prejudica sua ciência, sua ciência...
O mundo, já é mais mundo,
pois encontrou seu mundo
e parou de ser o mundo de alguém?
Conhecer a verdade
é desapegar o falso. 
Um cara que notou tudo isso
escreveu e dizia: ‘’ O homem pode,
tanto quanto sabe.” (BACON, Francis).


(Ana Laura Silva - Serviço Social Noturno 1º ano)

Bacon: Fundador da Ciência Moderna?

Empírico é tudo aquilo que só se crê, quando há uma experimentação que comprova o que foi dito apenas com o mero exercício da mente. E como é falado: “Fazer algo e falhar é ao menos dez vezes mais produtivo do que não fazer nada. Todo sucesso deixa uma trilha de falhas atrás de si, e cada falha é um passo rumo ao sucesso.” Com esse texto temos abertura para falar um pouco mais da vida de Francis Bacon, grande filósofo, apaixonado pelo conhecimento indutivo, pois é através dele que você é induzido a fazer algo e se propõe a investigar isso, e receoso do conhecimento dedutivo, pois neste as confirmações são faladas sem ao menos conhecer, ou seja, apenas é deduzido. Por conta desses sentimentos com a ciência ele foi chamado de fundador da ciência moderna, não só pelo fato de ser apaixonado pela indução, mas sim pelo fato de Bacon não deixar que a mente guie por si mesma, e ir até a pesquisa de campo, é ai que ele pôde explorar, tocar, descobrir e sentir, dessa forma mais nada foi dedutivo para ele. E foi em uma dessas investigações de campo que o grande filósofo morreu, seis anos depois da publicação da sua obra, estava tentando realizar na prática o seu método, e nesta desejava saber por quanto tempo uma carne iria se conversar com o frio, porém não resistiu o rigoroso inverno, e foi vítima de bronquite. Com isso analisa-se que nenhum grande processo foi finalizado por Bacon, mas se não fosse por ele, não iria existir nenhum esboço dessa inovação da ciência.


Maisa Bozelli Vieira – 1º ano SS noturno.

Bacon e o princípio da experiência

    Bacon em sua nova maneira de chegar ao conhecimento, questiona a utilização da razão, de forma que, pode ser traída pela imaginação do indivíduo, a razão deduz sem conhecer. É proposto um novo mecanismo, que seria este a observação e a experimentação, baseando - se no empírico, a experiencia supera o que a razão não consegue mostrar claramente, para que ela não tome caminhos fantasiosos. 
    O novo instrumento, a exploração, torna -se o regulador da mente humana, assim, passamos a tratar a realidade de forma mais rigorosa e criteriosa, levando em conta que, a mente por si só, pode nos levar a realidades descompativeis ao real. Bacon foi fundamental para a ciência pois ainda que nos moldes atuais, ela permanece baseada em experimentos e na própria exploração, manipulando os objetos, apartir das observações do mundo, alcançando o verdadeiro conhecimento, existente e empírico. 
(Bruna Moreira, 1° SS Diurno) 
 

                                                            Saber é poder
Cura da mente,
sua regulação experimentalmente.
Ciência como a expressão da verdade
conhecer o que se passa verdadeiramente na realidade.

Se opondo a fantasia vem a clareza da ciência,
a interpretação do mundo pela experiência.
Estabelecer graus de certeza,
e ainda a possibilidade do domínio da natureza.
Ciência, um instrumento de grande riqueza.

Bacon empírico;
Razão, Observação, Experimentação
para que não haja equívoco,
com seu método da indução
estava a serviço da transformação.

Tem os ídolos da mente;
ter percepções do mundo corrompidamente.
Ciência e seu método podem antecipar uma eventualidade,
repletos de confiabilidade.

                                           Caroline dos Santos 1º ano Serviço Social - Noturno

Bacon:A interpretação do mundo pela experiencia


De fato,a interpretação do mundo através da razão,teoria defendida por Descartes,pode trazer a todos que a aplicam resultados positivos,porém,nos basear apenas no que a nossa razão nos apresenta pode nos levar a interpretações errôneas.
Para que isso não aconteça  Francis Bacon publica o “Novum Organum ou Verdadeiras Indicações Acerca da Interpretação da Natureza”,onde o mesmo explica que todas as conclusões que se deve tirar a cerca de determinado assunto,devem ter como base o conhecimento empírico,ou seja,conhecimento obtido através da observação.
Deve-se conhecer de fato o objeto a ser estudado,sem levar em conta qualquer pré-conceito que já tenha sido apresentado para o mesmo.Antes de qualquer conclusão a investigação é o que vale,para se chegar então a uma conclusão bem fundada.


Germayne Francisco Silva- 1º ano de Serviço Social-Matutino 

O mundo e suas diversas interpretações


É perceptível na grande parte da sociedade humana, seu anseio por conhecer o que lhe parece incomum ao seu cotidiano. Unindo- se ao princípio da razão de Descartes, sem o abandonar, Francis Bacon incrementa seu paradigma, transformando a forma humana de fazer, e praticar a ciência, que até então era apenas observada, questionada e baseada somente na razão pertencente ao homem. Bacon, sabendo que somos seres passionais, movidos diariamente por paixões e emoções, que podem nos influenciar na interpretação do mundo, e assim distorcer os fatos observados, propõe um novo instrumento para se gerar conhecimento, e aprofundar ainda mais, o que até então sabiam.
Para Bacon a ciência deve servir para transformar a condição da vivência humana, e a experiência leva a isso, era necessário baseá-lo não apenas na observação, mas também em experimentos, explorações e investigações, fazendo da experiência peça fundamental, para a interpretação do universo. Somos seres influenciados por ídolos, que nos causam falsas percepções do mundo em que vivemos, sejam eles, ídolos da tribo: provocados pelas interferências das paixões, vinculadas ás distorções de nossa mente, ídolos da caverna: que impede o ser de ver o mundo como ele realmente é, baseado na formação individual, ídolos do foro: relacionados as influências que sofremos nas relações interpessoais estabelecidas durante a vida, e por fim, os ídolos do teatro: relacionados as superstições que carregamos.

Para transformarmos algo, é de extrema importância antes, conhecer; e a observação apenas, não nos leva a tal façanha, precisamos concretizar o que a razão nos mostra, criando formas possíveis de se comprovar, e não deixa-lo apenas no abstrato de nossa mente.

Marina Neves Biancini 1º ano SS Diurno
De: Cheliman Alves
Para: Gilberto Gil
                        
 Andar com fé eu vou, que a fé Não costuma faiá  
É Gilberto Gil você tem razão quando diz que a fé não COSTUMA “faiá” por que ela realmente não costuma falha, mas ela pode falhar e falha quando se trata de fé religiosa no sentido de que ela pode ludibriar os fieis, com os discursos inflamados e pretensiosos de seus sacerdotes e são estes sacerdotes que Bacon chamou de ídolo do foro “Os homens se associam graças ao discurso”(Francis Bacon pg14).  Estes sacerdotes se beneficiam de ter boa retorica para convencerem seus fieis a pagar dízimos absurdos como doarem suas casas, carros e quantidades altíssimas de dinheiro para igreja um exemplo disso que lhe digo Gil é pastor Edir Macedo que aparece em um vídeo ensinando seus pastores a tirar dinheiro de seus seguidores está no you tube Gil pode ver .


Seu patrimônio pessoal está avaliado em US$ 1,1 bilhão e ele está na lista dos 64 bilionários da lista da Forbes.
 Por isso Gil que se deve atentar-se ao que o Bacon disse que é necessário se desfazer-se destes tipos de ídolos para que busquemos o acesso á verdade e conhecimento, pois como a fé costuma “faiá” nós sempre teremos uma segunda opção que é o intelecto.

1º ano ss - Noturno