sábado, 3 de maio de 2014

O problema é nosso!

A filosofia imposta por Emile Durkheim vai além do positivismo proposto por Comte, fazendo-se compreender que o fato social nada mais é senão a ação do homem mediante a sociedade, onde esta é estabelecida por regras.
Essa ação do homem não influencia um indivíduo apenas, mas um coletivo de indivíduos, onde todos são induzidos e compelidos por terceiros que tecem as regras e as impõem sobre esse conjunto.
Ao fazer a análise de um problema social, como os dependentes químicos e moradores de rua, vemos que o governo  busca formas de amenizar o problema e não resolvê-lo, como vemos em abrigos e centros comunitários destinados para esses cidadãos.
Tais instituições deveriam ser bem preparadas para acolher e tratar dos fins que buscam, buscando não só retirá-los da rua, mas compreender os motivos que os levaram a estar lá, resultando em melhores formas de tratamento para reintroduzi-los na sociedade ao invés de exclui-los, como acontece na maioria dos casos.
Contudo, a proposta de Durkheim é ir muito mais afundo nas questões sociais, investindo em educação (que é o pilar para a formação do ser social) e não incutindo o indivíduo mecanicamente, sempre policiando-se para não ceder à anomia.


Laís Andrade Garcia - 1º ano de serviço social (Noturno). 

Observação sem preconceitos

 O centro pop foi criado para atender a população que é dependente de substâncias químicas, no entanto a população francana não aprovou essa medida, criticando o centro por ser mal organizado e perturbar a urbanização. Durkheim olharia para essa situação de maneira neutra, primeiro pesquisaria para que o centro foi criado, se está servindo para seus propósitos e observaria a conduta dos beneficiados, o que eles precisam para se reintegrar na sociedade e não voltarem ao vício. Durkheim em seus métodos não julgaria de maneira preconceituosa e muito menos pessoal, ele deixa claro que é preciso observar (mas não com nosso ponto de vista).
 Todos os hábitos, costumes, crenças existentes não são certos ou errados, mas sim fatos sociais, convencionadas de diferentes formas para cada sociedade, justamente para não se obter uma visão preconceituosa. Para esse caso do Centro Pop percebemos que os abrigados estão sendo o reflexo do que a sociedade ensinou a ele, porém os fatos de eles usarem drogas dentro do estabelecimento ou de furtarem por exemplos, não podem ser tratados como anormalidades mas sim estudados sem pontos de visão com certa parcialidade, o que não estão sendo feitos pela sociedade e telejornais que julgaram antes mesmo de conhecer o caso.
  A solução para este dilema de acordo com Durkheim, seria de após a observação dos fatos, o investimento em médicos e profissionais qualificados para tratar desses dependentes químicos, para que não caiam no vício novamente e principalmente para que o Centro Pop se transforme e deixe de ser mais que um simples albergue, onde os abrigados só dormem, comem e saem para as ruas sem nenhuma perspectiva de melhora. O Centro Pop seria a partir dessas mudanças, um centro onde os dependentes químicos se reintegram na sociedade, recebendo apoio psicológico para retornar a sua vida como um cidadão.


Marcela Cintra Comassio. 1º ano de Serviço Social - Noturno 

“Quem abre escolas, fecha presídios” Victor Hugo.
A Suécia é a prova que esta frase acima do autor Victor Hugo é verídica, pois a Suécia é o país que mais investe em educação no mundo, desde os anos 50 o país passou por uma reforma educacional e no ano passado investiu cerca 7,6 % do seu PIB nesta área, e não por coincidência fechou 4 presídios por falta de detentos.
Durkheim fala que um indivíduo que submete a sociedade encontra abrigo. As ações de investimentos em educação como a Suécia ajudaram a integrar o individuo na sociedade o abrigando-o, porém, quando estes investimentos são quase nulos e ineficientes como ocorre no Brasil, este individuo fica a esquerda, a margem da sociedade, e muitas vezes eles irão se integrar com os que estão na mesma citação que as deles e geralmente são os que estão na criminalidade.
Portanto para que a sociedade brasileira se liberte dos cárceres é necessário que primeiro se liberte dos cárceres da ignorância. 

Cheliman - ss noturno

Fato Social

    Fatos sociais são como coisas e como um conjunto de ações, pensamentos e sentimentos dos indivíduos, imposto ao individuo pela sociedade. Pois um fato social existe fora da consciência individual, pois a ação dos indivíduos vão estar ligadas a eles mesmo, pois nenhum individuo age sozinho, mas sim a partir de valores de outros grupo, cujas regras são regidas sempre pelo mais forte. Por isso e importante intender como o individuo tem certas atitudes, primeiros devemos buscar os fatos que levaram ele a ter certos comportamentos, para podermos entende-lo, pois muitas vemos uma coisa e não compreendemos o que vimos.
    Ao analisarmos o centro pop em franca, e um local onde se colocaram pessoas neste local, para tirarem das ruas, dando-lhes um teto, água e comida, resolveria o problema, mas o que vem mostrando e que esta atitude não vem dando muito certo, pois há muita reclamações tanto de moradores vizinhos, quanto dos próprios moradores, então chegamos à conclusão que se investissem mais em educação, poderia ajudar mais a população daquele local, pois fazendo do jeito que esta não esta ajudando, deveriam começar oferecendo um tratamento com médicos e psicólogos, inserindo na sociedade, pois na maioria das vezes aquela e a educação que eles aprenderam, são sua realidade.  
    Um exemplo e o que e feito na Suécia que com os decorrer dos anos vem fechando as prisões por falta de prisioneiros, onde uma das causas foi à mudança na forma de condenar os presos, dando-lhes penas mais leves dependo do delito cometido, reabilitando e inserindo na sociedade, foram maneiras que se chegasse a esse resultado. Assim os políticos deveriam seguir mais este exemplo, pois as prisões estão sempre lotadas, onde não há incentivo para eles, onde poderiam oferecer cursos profissionalizantes, incentivar o trabalho como forma de diminuir a pena, formas para eles se sentirem úteis.
    Pensamos-nos, que deveria ter uma politica mais educativa, não somente nas escolas, mas nos presídios, casas de reabilitação, começando pelas escolas dando uma educação mais digna, um ensino melhor, para formar cidadãos melhores, pois veria de outra forma a vida, e não são a que estão acostumados, pois as pessoas precisam mais que um prato de comida para viver deseja ser úteis, desejam poder acordar cedo e saber que não é um estorvo na sociedade. 
"Mesmo estando de acordo com sentimentos que me são próprios, sentindo-lhes interiormente a realidade, esta não deixa de ser objetiva: pois não fui eu quem os criou, mas recebi-os através da educação. (Emile Durkhem p.1)"
Andréia Aparecida da Silva 1ºAno Serviço Social Noturno


Fato Social

O fato social não visa a singularidade, é tudo aquilo que está ao redor do indivíduo. São maneiras de agir, pensar exteriores em relação ao mesmo e que exercem uma determinada força e em cada um.
Os fatos sociais interferem de maneira muito intensa na vida das pessoas, podendo assim, o indivíduo agir sob forte influência de tais fatos. Os fatos que estão ao redor do indivíduo, que constituem tal sociedade, podem mudar a vida do mesmo, de maneira negativa ou positiva, como é o caso da Suécia, que teve prisões fechadas por falta de prisioneiros. Para obter tal êxito foi investido em causas sociais externas como investimentos na reabilitação, entre outras. Este é um evidente exemplo de que para melhorar tais condições precisamos melhorar o que está ao redor de cada indivíduo, ou seja, os fatos sociais que nos cercam.
Tainá Batista Ferreira - SS Noturno.
                              Nossa cultura, nos diz quem somos !

       Que a criminalidade existe, não é novidade para ninguém. Praticamente todos os anos, seja ele, eleitoral ou não, as pessoas fazem a mesma critica a sociedade e a politica, o que nos deixa claro, que vivemos em uma sociedade de influencia ! Quando era pequena, aprendi conceitos com minha mãe, que não questionei e de longo sem duvida, serão passados para minha filha que de certo também não irá questionar. Assim se comporta e sempre se comportaram os indivíduos, são "influenciados"  e nem sempre questionam o que é imposto.
      As reportagens escancaram realidades distintas. Interessantíssimas para se indignar ainda mais com a realidade do nosso pais , que nos bate a porta todos os dias . Programas e ações inúmeras podem ser criadas no Brasil, mas enquanto faltar fiscalização do Estado, conscientização da população, funcionários e usuários nada vai adiantar . O Centro POP, criado para ajudar moradores de rua, acabou como refugio de bagunça, baderna, consumo de drogas e sexo, quando  nem os guardas municipais  sabem ao certo o que fazer, os funcionários sendo insuficientes para resolução do problema e a solução que apresentam, é simplesmente tirarem o prédio daquela localização. Esta ai, o jeitinho brasileiro é sempre esse, não resolvam o problema, simplesmente jogam pra outro lugar. Completamente diferente do que se aconteceu na Suécia, quando quatro presídios foram fechados, somente com ações de reintegração dos presos na sociedade, penas mais leves para crimes mais leves, penas alternativas, em alguns casos possíveis. O que aconteceu, foi o voto dado pela população aos presos e a movimentação do Estado, que não fazem um trabalho fantasma as pessoas e sim fazem acontecer os direitos que são delas por lei, como os serviços sociais prestados naquele pais, fazendo com que tudo tenha outro rumo, as pessoas dão oportunidades e não veem com olhos de superioridade quem já cometeu crimes, pois afinal, um problema social, nunca é culpa de um individuo, nossos costumes, cultura reflete a sermos como somos.


Formas Alternativas

Desde que nascemos, e entramos na sociedade sofremos influências e correções sobre o modo de agir, pensar, opinar, se relacionar variando as formas de culturas e países.
Todas essas formas de coerção  resultam na formação da sociedade e seus padrões.
As matérias apresentam  exemplos diferentes sobre o fato social, na Suécia quatro cadeias foram  fechadas, com penas alternativas e programas para reinserir os detentos na sociedade a porcentagem de prisioneiros caiu gradativamente desde 2004, o modelo sueco mostra que uma forma alternativa  pode dar certo.
O exemplo sueco poderia ser usado em diversos lugares onde os presídios estão cada vez mais lotados, os presos maltratados, sem nenhuma atitude dos governos para inserir os detentos  na sociedade, somado com a demora para a realização de julgamentos a população carcerária só aumenta.
O segundo exemplo é do centro POP uma projeto criado para atender os moradores de rua, acabou se tornando um local de consumo de drogas e brigas. A reportagem traz informações dos guardas municipais que ultimamente estão sempre em ocorrências no centro POP, segundo os guardas o lugar não possui controle e muitos usuários  entram no lugar com drogas e bebidas, os funcionários não podem fazer nada e a presença de brigas é constante.
A perspectiva do fato social de Durkheim é usada no primeiro exemplo onde o governo sueco busca alternativas para reduzir a sua população carcerária e inserir os presos na sociedade.
O centro POP parece ser uma tentativa de solucionar os problemas sociais de forma imediata, sabendo que os moradores  incomodavam os comerciantes e a população, a prefeitura cria um lugar onde eles são excluidos do meio social sem procurar saber o que levou ele chegar aquela condição.


Kelvin V. Silvestre de Lima 1ºano SS Noturno



Avante Durkheim

 A criminalidade é algo que se tornou GIGANTEMENTE indiscutível no mundo em que vivemos. Desde o individuo que rouba uma bala de mascar no comércio, que rouba bancos, que trafica, que comete assassinato até levando a morte de alguém ou até sua própria morte dentro de uma sociedade entre muitos outros atos criminosos.
O sistema carcerário brasileiro é aquele em que há mais preso do que vagas. A quantidade de prisões existentes no país não é suficiente para a quantidade de presos, gerando as superlotações, que impede que possa existir qualquer tipo de ressocialização na sociedade e atendimento ao criminoso. O preso possui direito de respeito à integridade física e moral, só que não é bem isso que acontece em nosso país, certo?! Muito desses indivíduos saem das cadeias e ainda voltam a cometer crimes, o que faz com que acabem retornando as prisões.
Existente na cidade de Franca em SP temos o chamado Centro Pop, que é uma casa que recebe moradores de rua, onde nesta semana saiu uma notícia dizendo que virou a ser um lugar de sexo, drogas, álcool, brigas. Podemos pensar que este local foi criado para botar ordem na sociedade (algo positivista, Comte) onde esses indivíduos apenas estavam nas ruas para fazer a desordem, e o que estão fazendo dentro do local é exatamente o que faziam na rua, é da realidade deles. Aí vem o Durkheim e pensa que o que ocorre é um desequilíbrio por parte do governo que não vai lá que e cria políticas públicas necessárias, pela má qualidade de profissionais para se trabalhar naquele ambiente ou até dos usuários que querem impor o que bem acham e entendem. Então ele vai e propõe que deve existir um equilíbrio para que esta instituição venha a dar certo, não é chegando e tendo um olhar preconceituoso aquelas pessoas, mas sim investigar o que de fato aconteceu em suas vidas para terem ocasionado tal problema.
Aí vem e sai uma reportagem na Carta Capital com a notícia de que a Suécia fecha quatro prisões por falta de prisioneiros dizendo que o que ocorreu é uma questão social (claro). Aí eu penso: NOSSA SE PARECE TANTO COM O BRASIL NÉ?! Pena que brincar de faz de conta é somente brincar de mentirinha, isso nem em sonhos acontece aqui. E isto ocorre na Suécia porque o país investe na reabilitação de presos, reinserindo-os na sociedade, as penas são mais leves a quem usa droga e a existência de adoção de penas mais alternativas como a liberdade vigiada. Durkheim de onde estiver deve estar pulando de tanta alegria, pois é nítido ver que finalmente em algum lugar a criação de certas políticas sociais está dando certo, por mais que a Suécia seja um país que leva os direitos humanos a sério. O ex-presidiário não saíra com fama, ele volta a ser um cidadão dentro da sociedade que possui direito igual como todos os outros. Agora se ocorresse no Brasil, nem um emprego o indivíduo conseguiria ter, pelo olhar ruim e preconceituoso que exerceriam sobre ele. Fazendo com que por muitas vezes não consiga nem bancar a sua subsistência, o que o leva a cometer outro crime.
Para finalizar no meu olhar de futura assistente social, vejo que antes de se ter uma resposta na ponta da língua em relação àquela pessoa que já realizou algum alto criminoso, é necessário entender o porquê de ela ter cometido aquilo, de onde ela veio, de como foi a sua vida, se teve boa educação tanto nas instituições de ensino que si quer viveu, até mesmo dentro de casa.  Nada de colocar um rótulo, pois a pessoa não nasce um ser mal geneticamente, ela vai presenciando e vivendo coisas que a leva a isto. E diante dos estudos posso dizer que é pela investigação e pelo pensamento de Durkheim que um dia avançaremos.
                                 
ANA CAROLINA DOS SANTOS SOUTELLO ALVES/1°SS NOTURNO 


Quebra dos parâmetros sociais

De acordo com um texto publicado no site da prefeitura municipal de Franca um dia antes da inauguração do Centro Pop: “os moradores de rua terão oportunidade de participar de cursos, oficinas culturais, de artesanato e outras atividades laborais, apoio para retirada de documentos. Também a ideia, num segundo instante, é oferecer cursos de alfabetização para aqueles que não sabem ler e nem escrever, bem como o acesso a jogos interativos, de tal forma que ocupem o seu tempo e sejam gradativamente reintegrados ao meio social, a partir da identificação e aproximação com os familiares”.

Devidamente inaugurado, o Centro tem passado por confusões e reclamações envolvendo seus usuários. Conforme a nota publicada pela prefeitura, os objetivos até então projetados, envolveriam as ideias de Durkheim no quesito de tornar o indivíduo apto para a vida social e não apenas adotar medidas instantâneas para controlar a “ordem”, conforme Comte se manifestava.

Além disso, para analisar o fato em questão, seria necessário verificar mais profundamente o que levou aqueles indivíduos a tornarem-se moradores de rua, se possuem uma instabilidade familiar, se não possuem familiares por motivo de perda ou distância entre a cidade de origem, se tiveram seu desenvolvimento realizado nesse meio violento, entre outros aspectos que tornariam a investigação mais enraizada.

Verificando a concepção geral do fato social, que é o agir dos indivíduos seguindo uma forma ou “regra” estabelecida pela sociedade, as pessoas que fazem uso do Centro Pop não seguem esses parâmetros, eles possuem outras formas de agir, de habitação, de falar, de consumir, formas estas que vistas pela sociedade “comum” parecem erradas e perigosas, e muitas vezes o são, peãs questões de roubos e furtos, mas fazem parte do modo pelo qual aqueles indivíduos resolveram seguir a vida e através do Centro estariam prestes a se tornarem “reintegradas ao meio social”.

E foi através de uma reintegração social estabelecida com os presos, que a Suécia fechou 4 presídios por falta de prisioneiros. Ao adotar medidas para gerar melhores oportunidades aos indivíduos pertencentes ao sistema carcerário, o país também diminuiu seus gastos com essa estrutura, que no Brasil só vem aumentando e cada vez mais a população vem sendo incitada pelos meios midiáticos a condenar, ainda mais, os presos, e deixá-los por mais tempo nas prisões.

Existem formas de quebrar os parâmetros sociais. De acordo com Durkheim, uma delas é a educação flexível, que é capaz de acompanhar o desenvolvimento da sociedade e a outra é que a educação vem antes de usar a força, por este motivo, os discursos “Datenescos” e primitivos, que carregam uma forte desesperança, de que o país não é capaz de mudar e que instigam ainda mais a violência para com os presos, devem mudar e ser voltados a possibilidades, para conduzir as pessoas a acreditarem em transformações e não apenas seguirem e concordarem com a grande massa.






Daniela Aparecida da Silva

1º Serviço Social - Matutino



O que adianta tampar o sol com a peneira?


O ser humano, é um reflexo da sociedade o que vem a ser isso? O homem espelha o outro, seja de onde for, é assim que move a sociedade. Quando o individuo age de forma que não seja boa para a sociedade, todos olham e repugnam para esse, cujo pensamento positivista de Comte  este está fora da ordem, esta em desordem... Vemos assim na reportagem de GCN de Franca sobre uma casa chamada Centro Pop onde ficam moradores de rua, usuários de drogas e bebidas alcoólicas, na reportagem explicita como o centro está, na forma positivista, uma desordem brigas, sexo e drogas dentro dessa casa, e porque desse acontecimento? Seria uma solução rápida para acabar com os usuários que moram nas ruas? A única saída que acharam, para esconder uma imagem ruim que esses passam para a sociedade. Mas as coisas não são bem assim, ou são? Não! O que adianta a solução rápida se o problema não irá acabar? O problema é social.
A sociedade é traçada uma rotina de educação dada desde quando temos noção da relação vida e mundo. Ao nascer somos seres sociais, pois já saímos de um lugar cuja finalidade é usada para todos da sociedade, um hospital. Durkheim deixa claro que o ser humano se espelha no outro. Todos daquela mesma cultura agirão do mesmo modo, seguem os mesmos padrões, não são atrasados, ou estranhos alienados, são pessoas, de um diferente modo de vida, mas a questão é social, voltando ao centro Pop os problemas está na vida social daqueles indivíduos cujo não sabemos se quer o motivo daquela “desordem” em sua vida. Para acabar com alguns problemas sociais, seja individual de algumas pessoas, ou seja, coletivo, o primeiro passo é investigar, pesquisar buscar saber o que gera o individuo a usar drogas, buscar a história, nosso presente só está acontecendo por causa do passado, assim haverá mais instrumentos para combater aqueles problemas sociais, e não chegar e esconder os problemas, pois foi isso o que aconteceu esconderam-se os problemas.
Na Suécia um fato aconteceu que pode ser encaixado nesse contexto social, um jornal inglês publicou que quatro prisões foram fechadas por nãos serem usadas, o governo afirma que a questão é social, investiram e levaram aqueles cujo pensamento de Comte era os que faziam a desordem na sociedade, de volta a essa sociedade, pensamento nada mais que Durkheimiano, não esconderam o problema, e sim foram buscar soluções para ele, foram atrás do que estava causando aquela “desordem” e investiram para que os indivíduos voltassem, pois todos nós temos o direito de viver em sociedade. No Brasil, não poderia ser igual? Mas lá os políticos levam a sério os direitos humanos.

O ser humano age de acordo com o meio que vive, esses fatores levam muitas vezes a má colocação na sociedade, e muitas vezes com ajuda eles possam voltar e ser uma pessoa social. A questão é muito mais importante do que tampar o sol com a peneira, porque é isso o que os políticos brasileiros fazem, tampa o sol com a peneira. 

(Ana Laura Silva - 1º ano SS noturno)