sábado, 10 de maio de 2014

Metodologia de Durkheim

Na metodologia de Durkhiem para interpretação dos fatos sociais, ao contrário de alguns pensadores ele não exclui a natureza humana como propulsora e agente de transformações sociais. É certo sim que a coletividade, que as condições que a sociedade nos impõe, que pertençamos a certos grupos sociais influencie, mas o individuo quando começa a sentir necessidade de mudança e esse sentimento se torna coletivo, começa a ter um fundamento, uma “cara” pode sim se tornar um fato social. Não existe causa sem efeito e nem o efeito sem a causa, é uma relação de simbiose; porém é importante que se faça a analise de cada um deles separadamente, por exemplo o casamento: sua causa é a moral e seu efeito é o casamento, mas é necessário o casamento (o efeito) para dar um exemplo de moral. O próprio casamento homoafetivo é o reflexo de uma transformação da moral e do modelo de família. O modelo de família é muito forte na sociedade, da figura do pai homem, da mãe mulher e essa sempre foi uma condição estabelecida, mas chegou um ponto, a uma fase social que os indivíduos tinham o desejo e a necessidade de se relacionarem com o mesmo gênero, com pessoas diferentes, ora a medida que a globalização e da intensificação das relações sociais tornou-se mais propício e fácil a relação homossexual ( intensificação que na verdade foi dada como papel da educação) por exemplo; e foi expandindo, os indivíduos passaram a se mostrar mais, a impor mais esse desejo e foi onde tornou uma propulsão coletiva. Ora, começa então a mudança de um paradigma social. Para Durkheim não há problema nessa união, pois através do método adotivo, a concepção dessa família é permitido, porque a manutenção social não se modifica; Durkheim defende que os fatos sociais podem mudar, sofrer transformações com o tempo, mas a sua causa natural não muda. O principio da casamento nesse caso não muda, a constituição da família só muda os protagonistas da história. 
( Aline Rosilei Vanin, 1°SS-noturno)

ÉMILE DURKHEIM : FATO SOCIAL

Émile Durkheim, diz que todo acontecimento humano é social, as religiões, a sociedade, as finanças já existem nós precisando ou não delas.
Tudo já existe e todos nós somos submetidos ao já existente, não parti de uma invenção nova ou uma forma de agir nova, e sim algo copiado ou imposto pela sociedade.
Durkheim relata que quando um individuo desempenha um papel na sociedade, seja ele de pai, marido, filho ainda que suas atitudes estejam de acordo com seus sentimentos, na verdade elas não deixam de ser atitudes oriundas de terceiros que foram recebidos através da educação, assim Emile Durkheim pensa as relações pessoais, como o casamento por exemplo de forma que possa haver uma forma da estruturação diferente dos métodos tradicionais imposto pela sociedade , ele pensa que pode existir divórcios, segunda família, filhos criados em uma família organizada de forma diferente do tradicional.
Ele pensa que no momento em que as instituições falham, é aí que entra a força física , quando não se faz sentir a moral o que vale é a "força". Qualquer desvio de conduta é preciso punição.
Portanto, quando se procura explicar um fenômeno social, é preciso pesquisar separadamente a causa eficiente que o produz e a função que ele cumpre.( Durkheim, as regras do método sociológico).
                                                                               



 DAIANE MARCELINO DO CARMO TELLES -- 1 ANO SERVIÇO SOCIAL NOTURNO



O fato é que ... é fato social.

O fato social, é a influência pela qual, cada indivíduo passa, desde o seu nascimento e se estende por toda sua vida.
Cada fato social tem sua função. Tais fatos consistem na força coersitiva que condiciona os indivíduos, quando em sociedade, a se manterem em ordem, de maneira organizada para que a mesma continue a funcionar como um corpo vivo.
A família, por exemplo, tem uma função importante - de engendrar a moral e a educação - evitando assim a anomia. Esta, por sua vez, é um perigo, já que causa perdas, danos, enfim o desiquilíbrio total, logo o caos social. Quanto à punição, é preciso que haja sim, não aquela que exclua os indivíduos, mas trabalhando por meios de reinserção e ressocialização, mostrando para a própria sociedade que cada indivíduo é parte de um todo. Logo, se o mesmo tiver uma nova chance de recomeçar, após reeducado, voltará a cumprir o seu papel como cidadão, mantendo finalmente, uma sociedade equilibrada e saudável, como um lugar melhor para se sobreviver!


Maria Aparecida Alves Caldeira - 1°ano de Serviço Social - noturno

Fato Social, Durkheim

        Para Durkheim a educação é onde o indivíduo é preparado para seguir os padrões da sociedade com suas regras e normas. Fatos sociais são verdadeiros objetos de estudo da sociologia; são maneiras de agir, pensar e sentir que são exteriores ao indivíduo, ou seja, a coercitividade (força dos padrões culturais exteriores postas aos indivíduos). 
        Uma das influências que podemos citar hoje é a mídia, que é capaz de impor regras e normas sem que podemos perceber somos alienados/manipulados o tempo todo por ela. Durkheim vem com a ideia de que todos esses que cometeram algum desvio das normas existentes na sociedade, que praticaram algum crime e está sendo punido deve ser reeducado para de novo ser assim inserido na sociedade novamente. 
        O fato social tem três características, sendo uma delas a coercitividade, a exterioridade: que vem do exterior do indivíduo e não de si propriamente; a generalidade: que é tudo aquilo voltado para o coletivo.

Kamila Ferreira Alves, 1º Ano SS Diurno.
Durkheim considera que o crime é um fato social e não algo patológico, mas não descarta a possibilidade que o crime em índices elevados venha se tornar uma doença social.
Se Durkheim visse o Brasil atualmente poderia detectar algo parecido com que ele chama de anomia.
Com a criminalidade aumentando e a impunidade crescendo proporcionalmente, a população brasileira se sente desamparada e desprotegida decidindo erroneamente fazer justiça com as próprias mãos, a chamada lei de talião vem causando vitimas pelos centros urbanos do Brasil. É uma parcela da população que se denomina justiceiros e age com a ausência de normas.
O caso do menor negro que foi violentamente agredido amarrado em um poste nu e também teve uma de suas orelhas cortadas é um exemplo do que estes justiceiros são capazes de fazer.
Não este fato de justiça com as próprias mãos, mas como todos os não mencionados porém existentes, é o que Durkheim poderia considerar como estado social de anomia pois o Estado não tem controle sobre a população revoltosa pois ele mesmo não é capaz de assegurar a segurança desta população e também é incapaz de proteger quem esta população agride.


Cheliman Alves Rodrigues – 1 º ss noturno

O bom bandido à cela retorna

É tempo de barbárie. A segurança pública é falha e os métodos usados em nosso sistema carcerário só aumenta o ódio e a cede por vingança daqueles que são jogados em um verdadeiro "inferno carcerário".
A generalização do crime e da "quebra" de regras, sem uma tomada de atitude por parte da polícia, levou a população, já descreve das leis e na polícia, a fazer "justiça com as próprias mãos". Surge, então, um grupo que se autodenomina "justiceiros". Como no período de 1780 a.c, os justiceiros, praticam a antiga lei de Talião e, por meio de agressões físicas e psicológicas, agridem aqueles que cometeram
ou são suspeitos de qualquer infração.
Apesar de parecer recente, tal atitude já vem sendo realizada nos presídios há algum tempo. Marcas como o corte da sobrancelha, tatuagens de sereias, da morte com uma foice ou dois pontos em uma das mãos, identificam o preso que foi condenado por estupro e, por isso, sofrerem abuso sexual por parte de seus "colegas" de cela como forma de fazer justiça. Vale ressaltar que muitas dessas marcas são feitas pelos próprios policiais ou com o consentimento destes.
As atitudes imediatistas, como a redução da maior idade penal, já demonstram sua  precariedade como meio de resolver as "crises" de segurança nacional.
A melhoria na educação primária, como forma de dar segurança ao cidadão, é um tema que já vem sendo discutido há muito, mas o Estado mantem-se cego mediante a estes problemas. Assim, a anomia parece ser o novo adjetivo da sociedade brasileira.

Natasha Naitzk 1° ano Serviço Social diurno

Coerção Social na Educação




Letícia M. Pinatti 1º ano de SS- diurno